O novinho loirinho e o negão gostoso

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Olá. Meu nome é Gustavo, tenho 21 anos, branco, cabelo castanho claro liso quase loiro (que mantenho curto), olhos azuis claros, 1.81 m de altura, 75 quilos, coxas, bunda e braços grossos, corpo definido e abdômen sarado. Me considero bonito. Sou um gay discreto e masculino, a maioria não tem a mínima idéia de que sou gay e adoro chupar uma rola. Sempre gostei muito de esportes, especialmente natação, artes marciais e academia, gostos que eu herdei do meu pai. Enfim vamos ao que aconteceu comigo trés anos atrás. Me perdoem se esse conto ficar muito longo, mas gosto de contar detalhes.
Sou do litoral de Santa Catarina e meu pai e mãe se separaram quando eu tinha 16 anos. Quando eu tinha 18, meu pai se mudou para Salvador, na Bahia. Naquele ano ficou combinado que eu passaria as férias de julho com ele, como todos os anos. Eu estava animado com a viagem, afinal eu iria conhecer um lugar novo e pessoas novas. Chegando em Salvador, fui direto pra casa do meu pai, onde também conheci a nova noiva dele e meu pai já foi logo me dizendo que se eu quisesse praticar uns esportes enquanto eu estivesse lá, eu poderia acompanhar ele na capoeira, que ele agora estava fazendo e também musculação ambas em uma academia perto do apartamento em que ele esta morando. Na segunda feira começamos a aula e era tudo novo pra mim, mas o que mais me chamou a atenção foram os rapazes.
O que mais me chamou atenção era o Maurício, um jovem gostoso, negro, 23 anos, um pouco mais alto que eu, musculoso, definido, sarado, coxas grossas e bem torneadas, ombros largos, postura perfeita, rosto lindo e um sorriso sexy e com jeitão de macho. Assim que eu e meu pai chegamos ele já veio na direção do meu pai e comprimentou-o de maneira bem casual, como se já fossem amigos. Meu pai então me apresentou pra ele e enquanto nos comprimentáva-mos olhei fundo nos olhos daquele gostoso e vi algo diferente. No momento eu fiquei confuso se aquele olhar era de desejo ou se ele simplesmente estava lendo o que meus olhos diziam, revelando o que eu estava tentando esconder. Enfim, aquela primeira aula e primeira semana passaram e eu comecei a ficar mais próximo de Maurício, primeiro através da amizade dele com meu pai, mas depois começamos descobrir interesses mútuos por video games, musculação, séries de tv e música. Ao mesmo tempo eu notava que ele sempre olhava pra mim e escolhia eu como parceiro de treino sempre que possível.
Na segunda feira seguinte então no meio do treino, meu pai recebeu uma chamada. Era minha madrasta pedindo para que meu pai levasse a mãe dela no hospital porque ela havia passado mal (nada de muito grave no entanto, depois se descobriu) e meu pai me chamou dizendo que teríamos que ir embora. No entanto, Maurício ofereceu que ele poderia me acompanhar até em casa se eu quisesse ficar no treino até o final, já que o caminho pra casa dele passava pelo apartamento do meu pai. Na hora que ele sugeriu isso eu instintivamente senti um gelo no coração mas aceitei e meu pai também. Assim que o treino acabou então fomos eu e ele conversando a pé no caminho, falando sobre tudo e eventualmente é lógico a conversa partiu para sexo. Perguntei pra ele se ele tinha namorada e ele respondeu que não mas que ás vezes transava com garotas que ele encontrava em festas e baladas. Fiquei super excitado com aquilo mas até então ainda achava que ele era hétero. Quando chegamos á frente do prédio no entanto, convidei ele para entrar. Ele então me perguntou se eu achava que meu pai já havia voltado. Achei aquela questão estranha mas disse que achava que não, se não meu pai já haveria me mandado mensagem. Ele então aceitou entrar.
Subimos o elevador e mesmo lá eu já sentia uma certa energia e tensão sexual subir entre nós dois. Eu sentia que algo estava pra acontecer. Ele estava só com uma camisa regata, uma bermuda, chinelo havaianas e uma bolsa nas costas. Assim que chegamos em casa e ele se sentou e me perguntou se ele poderia tirar a camisa porque estava calor e eu assenti. Não tínhamos tomado banho na academia então assim que entrei eu disse a ele eu iria tomar um banho e enquanto isso ele poderia me esperar jogando video game. Ao entrar no chuveiro no entanto eu deixei a porta do banheiro aberta deliberadamente. Depois de um tempo ele veio até a porta e me disse:
– Também preciso de um banho irmão, to me sentindo meio sujo (risos). – A visão daquele gostoso na porta, sem camisa e só de bermuda a poucos metros de mim enquanto eu estava nu me deixou extremamente excitado e ao mesmo tempo ansioso. Mas também tenho um lado safado e assim que vi aquilo, vi também oportunidade e num momento de coragem então disse á ele:
– Cara… Você tem problema em tomar banho no mesmo chuveiro!? Se você quiser pode entrar aqui comigo, o espaço é pequeno mas dá pra nós dois tomarmos banho aqui.- Ele respondeu:
– Não vejo problema nenhum irmãozinho. Vou entrar então.
Assim que ele disse isso, minha rola imediatamente ficou dura como uma pedra e meu coração começou a bater rápido na expectativa de que aquele gostoso estaria pelado próximo de mim. Enquanto isso ele tirou a bermuda e a cueca e foi aí que vi aquele pau gigantesco emergir. Era uma rola negra (de um tom ainda mais escuro que o resto do corpo), grande (uns 18 cm), grossa e com uma cabeça grande e linda. A rola dele já estava dura e na hora que vi não consegui me segurei e soltei um “Caralho!”. Vindo em minha direção pra dentro do box ele deu um sorriso de garoto safado e disse “Gostou?”, ao que eu respondi “Parabéns cara”. Ele riu e entrou no box, deixando a água do chuveiro escorrer um pouco por aquele corpo maravilhoso. Minha rola ficou duríssima e devido a proximidade dos nossos corpos embaixo do chuveiro, nossos paus começaram a se tocar como em uma luta de espadas.
– Seu pau ta dando uns beijinhos no meu. O que será que isso significa?- Ele disse, sorrindo, enquanto ensaboava aquele corpo escultural. Fiquei meio tímido mas respondi:
– To sentindo que isso ta indo em uma direção interessante…
– Interessante é?
Assim que ele disse isso ele pôs as mãos no meu rosto e me puxou pra boca dele. Respondi prontamente e nos envolvemos em um beijo molhado e maravilhoso. Enquanto nos beijávamos, nossos corpos colaram, peito com peito, pênis com pênis, cintura com cintura, boca com boca… Meu corpo absolvia o calor do corpo dele, minha boca engolia a saliva que vinha da boca dele e eu sentia o coração dele bater forte em seu peito, tanto quanto estava batendo forte no meu. Nossas mãos quase que ganharam vida própria e viajavam pelo corpo um do outro, tocando tudo da bunda para cima. Logo um dos dedos dele estava perto da porta do meu cu, massageando e explorando meu buraquinho enquanto eu continuava a beija-lo insaciavelmente. A boca dele era uma delicia e nossas línguas brincavam dentro de nossas bocas, lambendo e massageando uma a outra. Depois de dois minutos naquele beijo delicioso, olhamos um para o outro cheios de tesão e ele me disse.
– Muleque gostoso, tinha certeza de que isso ia rolar… Você sabe se seu pai vai demorar, meu bebê? – Na hora que ele disse isso eu quase desmoronei de tesão.
– Bebê é? Seu gostoso do caralho. Assim que a gente terminar aqui eu quero transar com você na cama do meu pai. E não se preocupe, acho que eles vão demorar um pouco
– Vai entregar o buraquinho pra mim, moleque? Minha rola ta pulsando aqui, louca pra foder um garoto branquinho que nem você. Mas antes ela quer essa sua boquinha deliciosa em volta dela. E não fique assustado não, eu fodo bem mas fodo com carinho. – Eu estava meio assustado mas de jeito nenhum eu iria recusar aquela oferta.
– Sim garotão! Vou deixar você me foder, mas antes eu quero experimentar essa rola preta.
Agachei e alcancei aquela rola deliciosa e a enfiei na minha boca. Nesse ponto ela já estava toda sebosa e pulsando. Enquanto eu envolvia minha boca naquele mastro, o Maurício urrava de tesão. Eu olhava pra cima e via aquela água escorrendo pelo peito sarado e forte dele o que me deixa com ainda mais tesão. A rola dele era sebosa, grossa e gostosa de chupar, eu tentava engolir até o talo mas não conseguia tão grande que era aquele mastro negro divino. Ficava imaginando como é que eu iria aguentar aquilo tudo no meu cu. Depois de uns 15 minutos chupando, ele me levantou até ele, me cascou outro beijo delicioso, encheu meu cu de sabonete com os dedos, pegou o chuveirinho e enfiou no meu cu, fazendo uma chuca em mim ali mesmo. Depois que a limpeza estava pronta ele desceu pra baixo e meteu a língua no meu cu sem dó nem piedade. Aquela língua grande e hiperativa que minha boca já havia experimentado também fazia milagres na parte de baixo. Eu sentia ela entrar profundamente no meu anus, me fazendo gemer de prazer. Depois de uns minutos assim ele disse pra mim me virar e abocanhou a minha rola, chupando-a com gosto e paixão, engolindo até o talo e me deixando louco. Eu sentia a língua dele trabalhando a cabeça do meu pau dentro da boca dele enquanto ele dedava o meu cu. Ele também chupava minhas bolas e meu saco com tanto talento que ficou claro pra mim que ele já havia fodido garotos antes. Enquanto ele chupava eu gozei na boca dele pela primeira vez, jorrando goza dentro da garganta dele e urrando de tesão enquanto isso. Depois que eu terminei de gozar ele levantou pra cima, com um pouco da minha porra ainda naquela boca linda e me deu um beijo delicioso, dividindo um pouco daquele néctar comigo.
Depois disso, decidimos ir para a cama. Fechamos o chuveiro, nos enxugamos em uma toalha e fomos para a cama do meu pai. Eu me joguei na cama com o estomago para cima e ele veio por cima, me beijando. Nossos corpos estavam conectados, envolvi a cintura dele com as minhas pernas e as costas dele com meus braços e deixei claro que ele não sairia daquela cama sem me foder, ao que ele respondeu.
– Claro que não bebê… Eu vou gozar dentro de você, encher seu cuzinho de porra.
Depois de dizer isso ele pegou um creme que estava na estante e lambuzou sua rola e meu cu com ele. Logo depois aquela rola maravilhosa começou a entrar, lentamente, no meu buraquinho. Estávamos na posição frango, o que nos permitia nos beijar e foder ao mesmo tempo.
– Ta tudo bem bebê? Ta doendo? – Ele pergunta
– Tá sim tezão… Pode entrar. – Eu respondi
Depois de um tempo, o mastro estava todo dentro do meu cu. Doia um pouco mas o prazer era bem maior. Eu urrava e gemia de tesão. Foi aí que ele começou a ir pra frente e para trás com aquele instrumento ao esmo tempo em que nos beijávamos intensamente. Depois que meu cu já estava mais confortável com a presença da rola dele, o Maurício começou a socar mais e mais forte, aumentando meu tesão e o dele. Enquanto isso o suor de seu peito caia sobre o meu e os seus beijos ficavam mais e mais molhados. Depois de vários minutos ele começou a dizer
– Vou gozar bebê, vou gozar… vou gozar!!- E assim o fez, bem dentro do meu cu. Eu senti aquele pênis latejar dentro do meu ânus e jorrar aquele liquido quentinho e abundante dentro de mim. Eu senti quatro ou cinco tiros de porra e ele urrava e se expandia todo naquele momento de clímax. Depois disso ele caiu sobre mim e eu não aguentei, mesmo sem tocar no meu pau, gozei de novo, sobre o meu peito e o dele, que estava colado em mim.
Mesmo depois que a foda terminou a rola dele continuou dura dentro de mim por um bom tempo, enquanto nos beijávamos e trocávamos carinhos como dois namorados apaixonados. Depois de uma hora assim, arrumamos a cama, trocando os lençóis para que meu pai não percebesse o que ali aconteceu e tomamos outro banho juntos. Meu pai então ligou dizendo que estava voltando pra casa. Mauricio e eu colocamos roupa e fomos para a sala jogar video game e esperar meu pai e minha madrasta chegarem. Pelo resto daquelas férias nós fudemos varias outras vezes na casa dele. Até hoje, sempre quando vou a Salvador ainda dou uma visita no Mauricio, que continua gostoso e tezudo como sempre.

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