Ninfomaníaca

Autor

O fato que vou narrar é verídico, apenas os nomes são fictícios.
Meu nome é Bianca, tenho 39 anos, casada e com 2 filhos. Tenho 1,60m de altura, olhos verdes, branquinha, cabelo comprido e ruivo (tingido), seios médios e sempre fui gordinha. Perdi a virgindade na bucetinha aos 12 anos e no cuzinho aos 10 anos, e desde então fiquei tarada por sexo, me tornei uma vadia que transava com a molecada toda e nunca namorei sério pois sabia que devido à minha sede por sexo eu não conseguiria ser fiel.
Quando tinha 17 anos, transei com um cara de 19 anos, o Marcelo, e acabamos nos apaixonando, mas apesar da insistência dele eu não queria namorar. Acontece que Marcelo era muito carinhoso, me comia de um jeito muito gostoso e durante uma transa, com o pau na minha buceta e me deixando louca, ele me pediu de novo em namoro e eu aceitei.
Passaram-se 06 meses e eu estava conseguindo ser fiel, ele estava me satisfazendo e apesar de receber várias cantadas e propostas eu estava indo bem. Estávamos em pleno verão e Marcelo me convidou para ir em uma cachoeira muito gostosa que havia perto de casa, e disse que havia convidado mais dois casais de amigos para ir, sendo que um dos casais eu não conhecia.
No Sábado de manhã, nos encontramos todos na praça da cidade, Marcelo nos apresentou e fomos para a cachoeira. Os dois casais não conheciam a cachoeira e ficaram maravilhados com o lugar, onde a água caia de um lugar bem alto, formando uma cascata que caia e formava um lago de águas escuras mas limpas e água bem gelada. Geralmente a cachoeira ficava cheia de pessoas que vinham refrescar o calor, mas naquele dia estava deserta, só nós estávamos lá.
Entramos na água para nós refrescar, Marcelo me abraçou por trás e logo senti seu pau duro me encoxando. Ele falou em meu ouvido que estava com tesão e me chamou para ir com ele atrás de uma pedra, fora da água. Saímos da água, fomos para lá e quando saímos da vista dos demais ele me deu o pau duro pra mamar, e eu me ajoelhei e caí de boca. Estava chupando gostoso quando fomos surpreendidos por Raul que chegou de repente e ficou nos olhando meio sem reação. Eu parei de chupar, Marcelo guardou o pau ainda duro e Raul se desculpou, dizendo que havia ido nos procurar pois ficou preocupado com nosso sumiço.
Voltamos para junto dos demais e nadamos mais um pouco. Percebi que Raul passara a me olhar de maneira diferente, com olhos de desejo e isso começou a me excitar. Então, Marcelo convidou a todos para subir no topo da cachoeira, por uma trilha no meio do mato. Eu sempre tive medo de altura e sabia que o caminho era longo, por isso preferi ficar ali, e Raul também usou o mesmo argumento.
O resto do pessoal saiu em direção às trilha e eu e Raul ficamos. Ele se sentou ao meu lado e começamos a conversar, quando de repente ele parou de falar e começou a olhar fixamente em meus olhos e em minha boca. Já estava sentindo um frio na barriga, uma mistura de sentimentos entre sair dali e deixar rolar, mas é óbvio que o tesão falou mais alto e quando ele veio me beijar eu deixei e correspondi. Os beijos começaram bem calmos e depois foram ficando mais quentes.
De repente ele ficou de pé e colocou o pau duro pra fora, dizendo que queria um boquete igual o que ele tinha visto eu fazer em Marcelo. O pau dele não era muito comprido, mas era bem grosso e duro daquele jeito, me dava água na boca, mas mesmo assim eu recusei e disse que já estava me sentindo bem culpada pelos beijos.
Ele se sentou do meu lado e me beijou de novo, só que dessa vez começou a acariciar minha bucetinha por cima do biquíni e logo já tinha enfiado um dedo, e eu tenho uma grande fraqueza, que é dedo ou língua na buceta. Se o cara conseguir me enviar o dedo ou me chupar, eu fico louca e não resisto. Ele se deitou, tirou o pau pra fora e eu comecei a chupar feito louca.
Naquela hora percebi que era uma ninfomaníaca que nunca conseguiria ser fiel porquê é louca por sexo.
Tirei o pau da boca, fiquei peladinha e sentei naquela vara dura, cavalgando e gemendo feito louca até fazer aquele safado gozar dentro de mim. Saí do pai dele, deitei de barriga pra baixo, abri minha bunda e lhe ofereci meu cuzinho. Ele deitou em cima de mim e enterrou o pau na minha bunda, dando estocadas violentas. Eu estava ali deitada no chão, pelada e dando meu cuzinho para um estranho, e isso me fazia sentir bem demais.
Mas, de repente fomos surpreendidos pelos nossos amigos que haviam desistido de subir ao topo da cachoeira. Marcelo e a namorada de Raul nos olhavam com cara de quem havia perdido o chão. Foi terrível, iniciou-se uma discussão que só não terminou em agressão física porque os outros impediram, e o resultado foi o término do namoro. Eu e Raul ainda metemos algumas vezes, mas depois perdemos contato.
Nunca mais namorei, até que conheci André, por quem me apaixonei e depois descobri que era liberal e procurava um relacionamento aberto. Foi perfeito pra mim, pois assim eu poderia continuar dando pra quem quisesse. Namoramos, noivamos e nos casamos.
Até hoje sou uma vadia louca por sexo e continuo aprontando muito, assim como André também apronta.