Meu melhor amigo me estuprou

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Meu nome é Lohanie, tenho 16 anos, cabelos castanho escuros até a bunda, seios médios, uma barriguinha lisinha, eu rosto lindo é uma enorme bundona…
Como eu já contei antes, sou putinha virtual, e em meio aos seus pedidos, meu dono queria uma plaquinha(uma foto minha nua ou quase, com seu nome pelo meu corpo), mas ele queria uma plaquinha de um modo específico, com minhas mãos amarradas, seu nome escrito na minha bunda e uma mão puxando meu cabelo, obviamente eu não conseguiria tirar essa foto sozinha, então pedi ao meu melhor amigo Gabriel que tirasse essa foto para mim.
Marcamos o dia e eu fui pra casa dele antes da escola, nesse mesmo dia íamos fazer uma prova de geografia então quando cheguei lá me deparei com João, um amigo dele, estudando geografia com ele. Fiquei incomodada por ele estar lá mas não disse nada. Sempre fui muito exibida e tinha muita liberdade com o Gabriel, até porque antes de nos tornarmos melhores amigos tínhamos sido namorados, então assim que cheguei lá, cumprimentei João e fui direto ao quarto de Gabriel colocar uma de suas blusas, e como estava muito quente fiquei só com ela e uma pequena calcinha branca de renda.
Quando voltei à sala vi discretamente Gabriel e João alisando os respectivos paus por cima da roupa, fiquei com eles um tempo estudando até que Gabriel me chamou para o seu quarto e perguntou se havia problema em João ficar enquanto fazíamos a foto, mesmo um pouco constrangida concordei.
Os meninos foram buscar as canetas e quando voltaram já me encontraram apenas de calcinha jogada no sofá, Gabriel prontamente me pegou no colo, levou até o quarto dos seus pais e me jogou na calma, dando um tapa estalado na minha bunda e sussurrando no meu ouvido “bunda boa de bater a sua”.
Prenderam meus braços pra trás com fita isolante, e me colocaram de quatro, com a cara enfiada na cama e a bunda muito bem empinada para eles.
Começaram a lançar a Tag na minha bunda e eu sentia eles demorando mais na hora de fazer o desenho para poderem aproveitar o contato com a minha pele.
Joao foi buscar um tecido para servir como mordaça e então Gabriel me abraçou por trás, mirou minha mão amarrada no seu pau duro, e sussurrou com a boca no meu pescoço “olha o que você tá fazendo comigo”, começou a alisar minha buceta por cima da calcinha, até que a puxou pro lado e começou a meter a pontinha de um dedo dentro da minha buceta, me provocando cada vez mais, até que escutamos batidas na porta e ele prontamente arrumou minha calcinha no lugar e abriu a porta para João.
Depois de amordaçada, presa, envergada pelos cabelos e com escritas na bunda terminamos as fotos, Gabriel saiu buscar álcool para tirar a escrita feita na minha bunda e João se aproveitou desse momento para de roçar em mim, passar as mãos pelas minhas cochas e beijar a minha nuca, me pedindo para dar pra ele, respondi prontamente um não e ele não insistiu, apenas saiu pisando duro do quarto e foi para a sua casa.
Quando Gabriel voltou e me viu naquele estado, com a bunda arrebitada pra cima e toda amarrada rapidamente se esqueceu do álcool e começou a passar a mao pelo meu corpo, beliscando o biquinho dos meus peitos, apertando com força minha bunda, mas eu comecei a negar fogo, soltava grunhidos e balançava a cabeça negativamente, estava morrendo de tesao, mas tínhamos prova e na época eu, além de submissa virtual, estava começando um namoro.
Ele ignorou meu pedido, e me carregou novamente, me jogando novamente no sofá e me deixando lá, semi nua e amarrada, foi até a cozinha e voltou com um copo cheio de gelo e só de cueca, meu amigo era muito gostoso, um loirinho de olho verde e pele branquinha que contrastava lindamente com a minha bronzeada, ele era franguinho mas mesmo assim era muito mais forte que eu, não havia o que eu pudesse fazer para fugir, não podia nem gritar e quando tentei me debater ele rapidamente segurou minhas pernas com seus braços e as manteve bem abertas para ele, abaixou minha calcinha e prontamente caiu de boca eu estava indo ao delírio e vez ou outra ele sussurrava coisas como “que bucetinha mais apertadinho que você tem” ou “Ah que saudade do seu gostinho”, apesar da minha cabeça continuar negando, meu corpo começou a ficar molinho e ceder pra ele, e foi então que o gelo se fez presente, ele meteu uma pedra de gelo dentro do buraquinho da minha buceta e começou a mamar no meu grelinho, e também descia pra entradinha da minha buceta chupar a água que escorria do gelo misturada com o meu melzinho, assim que o gelo derreteu por completo ele começou a chupar meus peitos e começou a brincar com os dedos na entrada da minha buceta, estava maravilhoso, mas eu queria mais, então ele meteu os dedos até o talo e começou a socar eles com força lá dentro, fui ao delírio nessa hora estava gemendo feito puta por baixo da mordaça, e nessa hora ele tirou a mordaca de mim, intensificou o movimento no dedo, é só tirou a boca do meu peito pra vir no meu ouvido e me dizer “goza pra mim putinha” e voltou a morder meu mamilo, nessa hora não teve jeito, gemi alto e minha perna começou a tremer, gozei com os dedos dele metidos na minha buceta.
Eu havia gozado, mas ele nao, ele então se sentou no sofá e me mandou chupar aquela rola linda dele, tinha no mínimo uns 19 cm, era branquinha e veiuda e tinha uma cabeçona vermelha soltando babinha, cai de boca naquela rola, ele me ajudava a chupar já que eu ainda estava com minhas mãos amarradas atrás do corpo chupei aquele caralho grandão até ficar mais grandão ainda é então ele me colocou de quatro, com a barriga apoiada num dos braços do sofá e começou a pincelar aquele pau na minha buceta, comecei a gemer baixinho e ele por fim meteu aquele caralho de uma só vez na minha buceta, me rasgou por dentro, eu não estava acostumada a levar ferro tão grande, até porque eu havia namorado com ele tinha quase um ano, de praxe soltei um grito, e ele meteu a mão na minha bunda, estalou alto e começou a meter com força na minha buceta, ora espancava minha bunda ora me puxava pelos cabelos pra trás, deixando meu corpo arqueado, sem nunca cair o ritmo das estocadas, minha buceta ainda sensível pela gozada estava levando rola grossa.
Ele enjoou daquela posição e me virou de barriga pra cima, metia aquele pau inteiro na minha buceta, eu sentia as bolas dele na portinha do meu cu, eu não queria olhar pra ele, então levei um tapa no rosto e ele me disse “olha nos meus olhos putinha, To fudendo sua bucetinha inteira, e eu sei que você tá gostando” não era mentira, mas eu me sentia envergonhada daquilo, ele estapeou meus peitos e começou a me enforcar de leve, quando estava começando a ficar sem ar ele metia mais forte e então com a outra mão começou a mexer no meu grelinho, naquela situação não demorou muito e eu gozei novamente e ele gozou junto, porém seu pau não abaixou.
Ele estava com fome então me levou para a cozinha e me sentou na mesa, e enquanto dava algumas metidas em mim, me senti objetificada, usada, e o pior, estava gostando muito, minha buceta não secava nunca.
Após fazer seu lanchinho me desamarrou e me fez ir de quatro até seu quarto, e eu fui, quando subi na cama ele me mandou apoiar a cabeça nos travesseiros e empinar bem a bunda, veio com um chinelo e o bateu na minha bunda algumas vezes, nesse ponto, apesar do meu tesao, meu olho estava aguado e então ele começou a passar o dedo pela entrada do meu cu e o meteu a seco. Doeu muito e eu implorei chorando pra ele não comer meu cu, e ele não comeu.
Porem, já estava quase na hora de irmos para a escola então fomos ao banheiro dele retirar as escritas da minha bunda com o álcool, eu estava de pé, com o corpo doendo e ele começou a jogar álcool na minha bunda vermelha depois de tanto apanhar mas então, desceu a mão até a minha buceta e começou a meter o dedo, embebido em álcool, na minha buceta, ardia muito mas ele metia mesmo assim e começou a passar a mao no pau que continuava firme e forte e me mandou chupar, mamei aquele caralho olhando pra ele, e ele empurrava minha cabeça de encontro ao seu pau e fodia minha boca, até que gozou na minha boca e me mandou engolir, assim o fiz.
Estávamos quase atrasados pra escola, que era de noite, então pus minhas roupas e saímos correndo, no caminho ele me pediu desculpa por ter sido tão agressivo e eu respondi que, se tivesse sido assim quando namorávamos, ainda estaríamos juntos kkkk então rimos e fomos pra escola, mais um dia lá com a buceta ardendo…

Esse conto é verídico, comente se gostou, talvez eu conte mais das minhas histórias, leia meus outros contos tambem