Iniciando na vida sexual aos 9 ! Lembrança boa !

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Sabe que algumas coisas na nossa infância ficam marcadas pra sempre em nossas vidas. Quando a lembrança é boa então, você faz questão de guardar na memória.

Caros, meu nome é Leonardo. Hoje tenho 32 anos, sou noivo, prestes a casar. Em momentos como esse muita coisa passa na sua cabeça, principalmente lembranças da sua vida. Num desses desvaneios me lembrei de como eu fui apresentado ao sexo, de maneira muito gostosa a qual jamais esquecerei e decidi compartilhar com vocês do site.
Não lembro bem o ano, acho que era 1993. Eu era um molequote, magro cabelo loirinho , olhos verdes claros. Estava indo passar as férias de meio de ano como de costume numa cidadezinha do interior de Sampa chamada São Carlos. Como meus pais trabalhavam muito na capital, para eu não ficar preso no apartamento, eles sempre me levavam pra lá, na casa do meu vô. A maior parte da minha infância foi lá, justamente por esse motivo, acabou que eu fiz mais amigos em São Carlos.
Uma dessas amizades era Natália. A vizinha da casa da frente. Natália era mais velha do que eu, tinha 13 anos quase completando 14. Era uma menina magra, tinha cabelos cacheados até o ombro de castanho, moleca de pernas finas. Seu corpo era ainda pouco desenvolvido ( naquela época as meninas não se desenvolviam tão rápido quanto hoje). Tinha uma bunda pequena, e seus peitos eram normais pra sua idade, daqueles que caberiam direitinho na mão de um adulto. Apesar da diferença de idade entre nós, Nati, como eu a chamava sempre foi uma grande amiga, pois brincava muito comigo, se preocupava e cuidava de mim. A confiança era tanta, que toda vez que meu vô tinha que levar minha vó já doentinha ao hospital, eles perguntavam se ela podia cuidar de mim por umas horinhas. Ela prontamente aceitava. Era uma menina muito doce. Foi justamente em um dia desses, que tudo aconteceu.
Fazia um calor danado. Meu vô saiu de casa com a minha vó, e nós ficamos na sala brincando. Pra aguentar o calor, tinham dois ventiladores em volta da gente pra ver se amenizava a situação. De repente começamos a escutar um barulho de trovão. Começou a ventar mais forte, o tempo havia mudado. Uma chuva estava sendo anunciada. Provavelmente aquelas famosas tempestades de verão. Nati então soltou a idéia de irmos brincar na chuva. A idéia parecia legal, ainda mais naquele calor, mas tinha um problema.

-Nati, eu não sei aonde minha roupa ta guardada, se eu molhar essa aqui vão brigar comigo.
-Não tem problema, fica só de cuequinha, depois você se seca e bota a calça sem cueca mesmo !

Problema resolvido ! A chuva começou a cair, inicialmente de forma leve, ficando mais forte em segundos. Fui tirando a minha camisa e a minha bermudinha, ficando apenas com a minha cuequinha preta do Thundercats ( lembro como se fosse ontem rs ). Corremos para o pátio e começamos a brincar. Ficávamos correndo um atrás do outro, as vezes deitávamos no chão e ficávamos sentindo a chuva cair sobre nossos rostos. Como esperado, a chuva veio rápido e foi embora rápido também. A brincadeira cessou ! Estávamos todos ensopados porém felizes. Olhei para a Nati com um sorriso bobo e inocente na boca. Ela estava usando um vestidinho branco. Tanta chuva molhou totalmente o seu vestido. Foi ai que tive a primeira reação sexual de homem. Notei que seu vestido estava colado em seu corpo, torneando totalmente as suas linhas. Molhado do jeito que estava deixou ficar transparente e marcado o seu peito. Seu biquinho era visível, ainda mais durinho do jeito que estava. Talvez pela natureza das coisas, meu olho fixou somente naquele lugar. Nati notou meu olhar diferente e perdido.
-Ô garoto, para de olhar pro meu peito !

Foi ai que eu voltei a si. Na mesma hora desviei o olhar, e de forma encabulada abaixei a cabeça, sem falar absolutamente.

-Brincadeira Léo, não precisa ficar encabulado não. Você nunca viu um peito não?
-Só o da minha mãe, mas o dela é grande.
-É porque ela é adulta já, por isso, o meu ainda vai crescer também um dia, assim como o seu pintinho também, o nosso corpo muda conforme vamos ficando mais velho.

Primeira lição sexual do dia rs ! Como eu já havia olhado o peito dela, Nati então se desinibiu, tirando o seu vestido para torcer e tirar o excesso de agua. Dessa vez o que ficou visível foi a sua calcinha, totalmente de algodão, com alguns bordadinhos rosas. Eu sabia que ali embaixo, tinha algo que era diferente do meu pinto, só não sabia o nome e o que era. Dessa vez me senti mais a vontade para matar a curiosidade e perguntei, olhando fixamente para a sua vagina:
-E isso ?
-Isso o que garoto?

Eu apenas apontava em direção para calcinha.
-Ô Léo, você não sabe? É a minha xota.
-Que?
-Xota, pepeca, vagina, você não sabe o que é uma vagina ?
-Sei ( mentira ), mas nunca vi uma. Vai crescer também ( Olha a pergunta do garoto inocente!) ?

Nati então começou a rir , talvez um riso de nervoso um pouco encabulada.
-Não, é diferente, até cresce, mas não é a mesma coisa que peito e pinto…Não sei como explicar… Ó, deixa eu te mostrar.

Então ela começa a baixar a sua calcinha até mais ou menos o joelho. Me puxa para mais perto e pega a minha mão. Vai guiando ela até a sua rachinha e fica passando meu dedo nela pra frente e pra trás. Era uma buceta linda ! Branquinhas, tinha poucos pelos pubianos. Seu clitóris ficava mais a vista, bem rosadinho.
Segunda lição sexual do dia, aprendi o que era uma xota !
Comecei a sentir algo estranho no meu corpo. um comichão no meu pinto, que nunca tinha sentido antes. Depois que ela soltou a minha mão, minha primeira reação foi leva-la ao meu pinto. Pra minha surpresa estava durinho. E quando eu o apertei, senti um sensação boa. Com minha cuequinha encharcada, ficou bastante perceptível através da silhueta que ela estava duro. Nati percebeu isso e brincou com a situação.
-Ta de pintinho duro é menino ?

Fiquei meio envergonhado. Tentando esconder a minha mini ereção. Porém Nati logo complementou:
-Isso é normal Léo, o pinto fica assim mesmo quando um menino vê uma menina pelada, não precisa ficar envergonhado não…
-Como você sabe de tanta coisa assim Nati ?
-Ué ,eu sou mais velha que você, tenho muitas amigas e a gente conversa sobre essas coisas, algumas delas já fizeram até umas besteirinhas com os namorados …
-Que besteirinhas?

Nati então ficou novamente sem graça. Seria complicado demais pra uma criança de 8 anos o que era fazer sexo… Talvez nem valeria a pena.
-Deixa pra lá Léo, um dia mais velho você vai entender…

Mas meu lado curioso não deixou quieto. Eu queria saber o que era as besteirinhas que ela estava falando.
-Não, me fala agora … eu quero saber o que é, me conta.

Nati então ficou quieta, olhou pra mim um instante e ficou me encarando de cima a baixo… Na cabeça dela devia estar passando milhões de coisas naquele momento.
Ela então chegou proxima a mim e disse …
-Tá, eu vou mostrar, mas você tem que fazer jura de melhor amigo que não vai contar pra ninguém, porque senão eu nunca mais vou brincar com você entendeu?

Ela utilizou um tom sério na sua voz dessa vez, até ameaçador eu diria. Não teria coragem de quebrar essa jura nem por um decreto. Apenas assinalei com a cabeça que sim.
Ela então chega mais proxima de mim e tira a minha cuequinha por completo. Me encosta na parede do muro. Ela pega no meu pintinho. Ele estava muito duro. Sentia latejar. Começa a acariciar ele de forma muito suave e delicada. Seu polegar ia até a cabeçinha do meu pinto e novamente voltava até a base dele. Aquilo por si só já estava me satisfazendo. Estava feliz demais. Então ela ajoelha em frente a mim e fala baixinho…
-Ai deus … não acredito que eu to fazendo isso …

Ela então aproxima sua boca do meu pinto e o engole tudo de uma só vez. Fui ao delírio. Era uma sensação que eu nunca tinha experimentado na vida. Com meu pintinho todo dentro da sua boca ela brincava com a sua lingua , passeando por toda a pequena extensão do meu pinto. As vezes afastava um pouco o seu rosto, e voltava a chupar tudo de novo. Como que por instinto, minha mão foi até a sua cabeça. Acho que isso a deixou excitada, pois ela começou a realizar os movimentos de maneira mais rápida, e pressionando bem a sua boca contra meu corpo. Aquilo estava delicioso. Eu estava de olhos fechados, sentindo um dos maiores prazeres que eu ja tinha sentido desde então. De repente, sinto algo estranho no meu corpo, um choque que me arrepiou do cabelo até o pé. Minhas pernas ficaram moles, quase sem força. No momento eu não fazia a mínima idéia, mas hoje entendo que eu gozei, mas hormonalmente meu corpo ainda não estava preparado pra isso. Nati se assustou e parou. Preocupada perguntou se eu estava bem. Respondi que sim e logo perguntei o que ela tava fazendo ?
-Isso se chama boquete Léo. É quando a menina fica chupando o pinto do menino.

Tive minha terceira lição sexual do dia, e meu primeiro boquete da vida.
Nati então se sentou na minha frente. abriu as pernas pra mim e mandou eu sentar na frente dela, coisa que logicamente atendi de maneira rápida. Novamente ela pega a minha mão e leva em direção a sua xotinha.
-Se lembra que aquela vez você só fez carinho por cima da minha xota?
-Uhum
-Então, agora você vai fazer diferente.

Ela abriu um pouco a sua buceta pra mim e pediu para que eu colocasse meu dedo dentro dela. Fui colocando de forma tímida, sem saber muito o que ia acontecer. Botei apena uma parte . Então ela falou que eu poderia colocar tudo que não tinha problema.
-Isso Léo, agora eu quero que você fique tirando e colocando o dedo, sem parar tá bom?

Novamente segui as suas ordens, e comecei um vai e vem com o meu dedo, tentando manter o mesmo ritmo sempre. Nati fechava seus olhos, e dava uns suspiros fortes. Ela então relaxa totalmente o seu corpo , deitando por completo. Olhava pra mim e falava:
-Isso Léo, não para, ta fazendo certinho.

Fiquei fazendo isso durante alguns minutos. Logo, escuto um gemidinho baixo, e vejo ela apertando as suas pernas.
-Pode parar agora Léo… Já ta bom …

Quando tirei meu dedo, vi que ele estava meio melado. Ela não me falou nada, mas considero essa minha quarta lição sexual do dia. Aprendi o que era uma siririca.
Nati então se levantou e disse para irmos nos secar e vestir nossas roupas. Ela botou de volta seu vestidinho, sem calcinha, e me ajudou a me vestir, colocando minha cueca pra pendurar no varal.
Depois desse dia, nunca mais fizemos nada parecido. Quando voltei outras vezes para São Carlos, ela já estava de namorado, nem dava bola mais pra mim. Hoje em dia a gente ainda se esbarra de vez em quando pela cidade. Ela já com duas filhas. A gente se olha e se cumprimenta sempre. E eu fico pensando: Será que ela ainda se lembra desse dia assim como eu ?

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