Férias Especial com meu Sobrinho

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O dia estava muito quente, eu tinha terminado de trazer meu sobrinho do aeroporto e comecei a preparar um churrasco para comemorar o início das férias. Enquanto limpava a piscina e preparava o almoço, meu filho Juninho brincava com seu primo na praia.
Quando deu por volta das 14:00 vi os dois voltando do banho de praia. Estavam cobertos por areia que mais pareciam um empanado. Mandei que eles fossem tomar banho no chuveirão antes de caírem na piscina, tinha tido um trabalho lascado e não queria que eles sujassem a piscina novamente.
Alguns minutos se passaram e eu estranhei que eles não tinham retornado do banho. Depois de tanto tempo deveriam estar gastando muita água e naquele verão todo talvez acabássemos ficando sem água.
Procurei ir sorrateiramente até o chuveirão para dar um susto nos dois moleques.
O chuveiro com o banheiro ficava em local mais afastado para que as pessoas tivessem mais privacidade na hora de tomar seu banho ou fazer usas necessidades, precisei dar a volta pelo meu canteiro para que eles não me vissem chegando pelo caminho.
Ao me aproximar do chuveirão logo ouvi o barulho da água, realmente os meninos estavam gastando água à toa. Porém outro barulho me fez parar, ouvi gemidos de prazer vindo de onde eles estavam. Aquilo me deixou abismado, afinal o que aqueles moleques estavam fazendo?
Andando na ponta do pé me aproximei até a parede que levava para o chuveirão de uma forma que eles não pudessem me ver quando chegasse. Coloquei a cabeça para ver o que era aquele gemido quando me deparei com uma cena que jamais podia imaginar.
Os dois moleques estavam abraçados completamente nus. Esfregavam suas rolas um no outro enquanto se beijavam loucamente. Ver meu filho naquela situação com outro menino devia ter mexido comigo, mas um sentimento louco que há muito não desfrutava veio a tona e ao invés disso fiquei parado observando até onde ia aquela putaria entre aqueles dois meninos.
De costa para mim estava o Tiaginho, meu sobrinho. Ele era um palmo menor que meu filho, tinha uma pele branquinha, mas que depois de algumas horas de sol já tinha pegado um bronzeado avermelhado que desenhava uma marca de sunga.
Ele segurava com as mãozinhas a bunda do Juninho e este por sua vez fazia o mesmo com seu priminho. Percebi que meu filho enfiava de leve um dos dedos no cuzinho do Tiaguinho, retirando ainda mais gemidos gostosos de prazer.
Confesso que nunca me imaginei com algum menino, nunca tive esses desejos loucos, mas aquela imagem estava me deixando excitado, fazia tempo que eu não fodia um buceta e estava subindo pelas paredes. Não sei o que me deu, mas enquanto via os dois, coloquei meu pau para fora pelo canto da sunga e comecei a me masturbar olhando aqueles dois viadinhos.
Pensei em pegar os dois de surpresa e talvez participar da brincadeira, porém não tive coragem. Pensei em gozar ali mesmo, mas tinha medo deles me pegarem de surpresa. Enfim, sem saber direito o que fazer decidi deixa-los curtindo aquela sacanagem por mais um tempo e voltei para a churrasqueira.
Coloquei um bom pedaço de picanha na brasa, mas não saía da minha cabeça aqueles meninos. Fiquei imaginando como seria o pau deles duros. Meu filho eu já estava cansado de ver aquele piru, mas estava sempre mole, ou quando ele tomava banho ou quando ficava pelado dentro de casa, como não tinha mulher morando ali deixava o moleque ficar como quisesse, contudo, nunca vi duro e não sabia o que esperar. Meu sobrinho piorou, eu nunca tinha visto pelado e nem tão pouco seu piruzinho.
Tentei remover aqueles pensamentos da cabeça, mas não conseguia. Não era justo eles ficarem lá compartilhando tanto prazer e eu na mão. Então resolvi parar tudo e gritei bem alto chamando os dois para comer.
Não demorou nada e vi os dois guris saindo de trás do chuveirão, mal tinham levantado suas sungas e percebi que eles tentaram disfarçar a ereção caindo direto na água. Eu era macaco velho e sabia muito bem das manhas dele.
Depois de um tempo eles saíram da água, em um silencio constrangedor. Se eu não tivesse visto a putaria dos dois teria desconfiado que algo estava errado. Procurei não tocar no assunto e puxei conversa com eles. Coisas banais de garotos.
Peguei uma cerveja gelada e comecei a beber. Depois de umas quatro latinhas minha mente já não pensava em mais nada a não ser a cena que tinha visto. Mesmo de cueca eu só os via peladinhos.
Pulei na água para esfriar a cabeça, afinal era meu filho e meu sobrinho, dois novinhos que estavam na fase de descobertas. Me lembrei do passado quando eu e o pai do Tiaguinho também tivemos nossos momentos e percebi que era normal.
Aos poucos fui me acalmando. Foi quando os dois pularam na piscina.
Comecei a brincar com os dois. Meu filho desde pequeno gostava quando eu levantava ele na piscina e jogava para o alto. Mesmo já não sendo tão criança assim ele ainda gostava dessa brincadeira.
Como eu malhava bastante e tinha um corpo sarado conseguia jogá-lo bem alto.
Fiz algumas vezes com ele, até que ele disse:
– Vai papai, faz com o Tiaguinho.
Posicionei o moleque de frente para mim, segurei ele pela cintura e mergulhei para pegar impulso. Naquele momento, de baixo da água eu me vi de frente para a sunga do Tiaguinho. Notei que ele usava uma sunga bem pequena, lembro que o Juninho usava aquela sunga quando tinha cerca de nove anos, ou seja, estava atochada naquele moleque. Estava tao apertada que dava para ver o volume completo do piru dele.
Em questões de segundos comecei a ficar excitado e fui testar para ver até onde ia.
Levantei sem jogar o garoto e falei:
– Não dá Juninho ele não sabe direito. Vou jogar ele de frente para ele pegar o jeito.
Os dois garotos concordaram. Dessa vez eu me posicionei atrás do garoto, segurei novamente a cintura, dessa vez um pouco mais para trás, encaixando a bunda dele na minha mão aberta. Com força joguei ele bem alto.
Ouvi vários sorrisinhos de alegria e ele voltou para mim para que eu o jogasse novamente.
Coloquei ele na mesma posição e dessa vez tratei de tocar a frente da sunga dele com o dedo, alisando o pinto macio por cima da sunga. Tiago não esboçou nenhuma reação e novamente eu o joguei.
Mais uma vez ele voltou pra mim e eu fui mais além. Com meu coração acelerado e com o álcool na cabeça tirando minha inibição, dei uma apertada na piroca do menino. Sem se virar ele esboçou um sorriso, como se estivesse entendendo o que começava a acontecer.
Joguei novamente e ele novamente voltou para mim. Dessa vez segurei com a mão inteira aquele caralho pela sunga e para minha surpresa peguei em algo grande e duro. Parecei como seu eu segurasse meu próprio pau, fiquei surpreso pois não imaginava um garoto daquele com um pau tao grande assim. Enquanto fingia posicioná-lo da melhor forma, punhetava ele por cima da sunga.
Mais uma vez eu joguei e ele retornou. Dessa vez eu me posicionei bem atrás dele com a desculpa de me apoiar para jogá-lo, mas ao invés disso eu pressionava meu caralho duro no cuzinho dele. Dei uma incoxada gostosa e mergulhei, naquele instante eu passei a jogá-lo enfiando meu dedo no cuzinho do Tiaguinho.
Tudo por cima da sunga, mas atochava ainda mais aquela sunga no cuzinho dele.
Dessa vez quando ele voltou eu falei:
– Acho que agora ele já pegou o jeito Juninho, vou jogá-lo de costas.
Quando ele voltou eu o virei, me deparei com o Tiaginho com o rosto rosado e respiração pesada, visivelmente excitado. Esperava que o Juninho não estivesse percebendo nada, de qualquer forma eu não me controlava mais.
Segurei ele de frente para mim e mergulhei, com uma das mãos enfiei dentro da sunga do Tiaguinho e puxei o pau dele para fora, era realmente grande como eu suspeitava. Mesmo debaixo da água eu abocanhei aquele mastro de homem em um corpo de garoto. Não demorei muito pois meu filho podia suspeitar, mas suficiente para meu sobrinho tremer o corpo.
Coloquei o pau novamente na sunga e o joguei bem alto.
– Agora sou eu papai. – ouvi meu filho falando – O senhor já jogou o Tiaginho demais.
Para que meu filho não suspeitasse nada procurei joga-lo também. Com ele eu não tentei nada, mas sempre que o jogava alto e olhava para o Tiaguinho via o me menino me olhando com um olho de alguém que está faminto. Percebi que tinha despertado no guri um desejo adormecido.
Depois de jogar meu filho algumas vezes eu disse que estava cansado. Realmente estava, mas queria sair e ir para o banheiro me aliviar.
Sai da piscina pouco tempo depois e distraído na arrumação das coisas e preparo do jantar acabei deixando para lá a vontade de me aliviar na punheta.
Quando me dei conta já era noite.
Os meninos comeram e o Juninho logo foi se deitar, deixando seu primo na sala assistindo Netflix.
Eu fiquei do lado de fora e depois de jantar fui tomar uma saideira.
Sentei na beirada da piscina e coloquei uma música para tocar. Como estava sozinho e já era noite, fiquei ali mesmo só de sunga curtindo o vento que vinha do mar.
Sem que eu percebesse avistei o Tiaginho me observando.
– O que foi Tiaginho? Não consegue dormir?
Ele acenou com a cabeça afirmativamente e continuou parado igual a uma estátua.
De longe eu percebi como ele era lindo. Estava ali apenas com a parte de baixo do pijama e o peito lisinho descoberto, tinha os cabelos na altura dos ombros, bem parecido com meu filho, apesar disso tinha herdado a cor da mãe.
Ele me olhava e eu naquele instante retribui com um sorriso.
– Vem cá garoto, senta aqui comigo – disse eu apontando a beirada da piscina.
Ele obedeceu e sentou-se bem junto de mim, tão perto que eu podia sentir sua pele quente de encontro com a minha.
Estávamos sem conseguir falar e para quebrar o gelo eu joguei um pouco de água nele. Eu não mirei direito e acabei molhando seu pijama.
Ele me olhou com uma cara de brabo.
– Poxa tio, eu só tenho essa para dormir.
– Esquenta não garoto, pode ficar de cueca ou pelado se quiser.
Ele me olhou com uma cara de dúvida e eu o molhei de novo.
Dessa vez ele sorriu e retribuiu me molhando também.
– Vai tira essa calça molhada que eu boto para secar.
– Tá, já volto – respondeu ele se levantando.
– Tira ai mesmo rapaz. Ta com vergonha de seu tio.
Ele parou novamente e falou:
– Não tio, estou sem cueca.
Aquilo estava deixando meu coração acelerado e meu pau duro.
– Esquenta não, fica pelado mesmo – respondi.
Ele parecia em dúvida e eu percebendo isso falei:
– Olha, vou ficar pelado também para você não ficar com vergonha.
Levantei e puxei minha sunga revelando meu caralho duro. O garotinho não tirava o olho como se estivesse hipnotizado.
– Agora é sua vez – falei, removendo-o do transe.
Ele puxou a calça do pijama para baixo, deixando saltar uma rola grande e grossa, com uns pelos cumpridos só ao redor. De perto dava para perceber que tinha o tamanho de adulto mas o jeito e cheiro de menino.
– Nossa que rolona moleque – falei ao ver aquela vara.
Ele sorriu e disse:
– A sua também tio.
Sorrimos os dois e eu voltei a sentar com ele do meu lado.
Visivelmente os dois estavam excitados e o contato da pele dele comigo aliado ao vento daquela noite fresca me deixava louco.
– Então, você já deve bater muita punheta heim?
– Punheta? O que é isso tio?
Eu não podia imaginar que aquele menino não sabia usar aquela ferramenta maravilhosa.
– Não sabe o que é punheta? Meu irmão nunca te ensinou?
– Não – respondeu ele um pouco triste.
– Relaxa que eu te ensino. É assim ó.
Sem cerimônias eu segurei naquela vara juvenil com minha mão arrancando dele um gemidinho de prazer. Aos poucos fui batendo uma punheta deliciosa e o menino curtia, seus olhinhos fechavam e ele estremecia o corpo todo. Aproveitei e segurei a mão dele e coloquei para segurar meu pau.
– Vai, faz em mim para ver se você aprendeu.
No inicio ele começou sem jeito, mas depois ele mostrou que aprendia rápido e juntos começamos um troca-troca maravilhoso.
Aquela mãozinha me deixava louco e eu comecei a gemer e ele parecendo me imitar fazia o mesmo. Minutos se passaram e eu falei.
– Agora titio vai te mostrar como sai leite.
– Leite tio? – perguntou ele parando.
– Não para não que você vai ver.
Continuei batendo para ele e ele para mim.
– Para tio – disse ele – acho que vou mijar.
– Relaxa Tiaguinho, você vai soltar leitinho também.
Acelerei o movimento também e ele também. Por fim eu gozei muito, foram vários jatos que melaram a mão do moleque e todo meu peito. Tiaguinho também gozou, uma gala rala, meio transparente mas era gozo.
– Viu? Soltamos leite.
Ele sorriu e falou:
– Isso é bom.
Sorrimos também, ainda com a mão segurando o pau do outro. Aos poucos foi amolecendo, até que de repente ouvimos:
– Que porra é essa que vocês dois estão fazendo?

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