Férias Especial com Meu Primo – Parte 3

Estava bem escuro quando eu acordei, as luzes do quarto estavam apagadas, mas de fora eu via uma luz vindo do corredor. Notei que meu primo não estava dormindo, havia colocado um coxão no quarto para ele que estava vazio.
Estranhei, pois, parecia tarde e por algum motivo as luzes do térreo estavam acessas.
Era uma noite quente de verão e como não tinha ligado o ar-condicionado sentia um calor e uma cede doida. Desci as escadas no intuito de procurar meu primo e ver o que ele estava fazendo.
Assim que desci percebi que a porta que levava para a área da piscina estava aberta e que as luzes do quintal estavam também acessas. Pensei que meu pai poderia estar do lado de fora tomando suas cervejas, ele gostava de fazer isso e as vezes eu ficava com ele fazendo companhia e tomando um bom copo de suco. Não me importei muito com isso, eu queria mesmo saber onde estava meu primo.
Naquela noite quando acordei meu pau estava duro feito pedra e eu me lembrava do que tinha feito com o Tiaguinho no chuveiro, queria chama-lo para ir ao quarto e quem sabe lá começar de alguma forma o atiçar para alguma putaria. Fui direto para sala, novamente ele não estava lá, apesar da TV estar ligada.
Como ele não estava em nenhum lugar dentro de casa só poderia estar do lado de fora com meu pai. Fui até a porta da cozinha que dava para a piscina. Ao me aproximar da porta decidi ir nas pontas dos pés, queria assustar os dois, não imaginando eu que quem levaria o susto seria eu. Aproximando-me da porta ouvi que meu pai deixara uma música tocando, ele gostava desses rocks anos 90 assim como eu. Não só a música era possível de ser ouvida, junto vinham risos abafados.
Eu coloquei só a cabeça para fora da porta e meu coração quase explodiu. De pé meu pai baixava a sunga exibindo sua pirocona dura e com a cabeça vermelha para fora, ai seu lado estava Tiaguinho com a calça do pijama molhada e que lançava um sorriso tímido para meu pai.
Meu coração acelerou e eu não conseguia me mover, ali parado eu vi quando o Tiaguinho levantou e tirou sua calça. Ele estava sem cueca e ao abaixar a calça ele liberou seu piru que parecia acordar aos poucos. Os dois sentaram lado-a-lado com suas peles se tocando, de longe eu começava a me excitar vendo aquela cena.
Naquela noite eu usava uma cueca boxer branca com estampa de barquinhos, era mais uma daquelas cuecas infantis que meu pai continuava comprando, na mente dele eu ainda era pequeno. Como eu ligava para essas coisas continuava usando-as. Dentro dela meu pau endurecia e eu apertava-o por cima do tecido fino de algodão.
Do lado de fora meu pai e Tiaguinho conversavam alguma coisa que eu não conseguia ouvir, todavia eu olhei quando meu pai segurou o pau duro do Tiaguinho e começou a bater uma punheta para ele, em seguida ele colocou a mão do Tiaguinho sobre seu caralho duro e fez com que ele retribuísse o carinho.
Uma parte de mim ficou com ciúmes naquele instante, meu pai todo esse tempo nunca tinha feito daquilo comigo. Apesar de andarmos à vontade e de eu vê-lo muitas vezes pelado, nunca tinha visto ele de pau duro e ele tão pouco tinha pegado em meu piru daquela forma. Ele já nem me dava banho como costumava fazer quando eu era pequeno.
Estava tomado por raiva, tinha vontade de bater nos dois, mesmo assim meu corpo não se movia, apenas minha mão que já havia tirado meu piru para fora da cueca quase sem eu perceber e punhetava-o quase no ritmo que meu pai e meu primo fazia com o deles.
Passou-se algum tempo e a cumplicidade dos dois era enorme. Eu não me aguentei e decidi ir até o encontro deles.
Fui para a área da piscina, mas eles estavam tao concentrados que não me viram se aproximar. Então, de longe, eu vi meu gozar. Foi muita gala que melou seu peito e ainda respingou no peito do Tiaguinho, este por sua vez também gozou, apesar de escuro eu conseguir seu pau cobrir-se com um líquido transparente e viscoso.
Eles falaram alguma coisa que eu não ouvi, estava possesso de raiva e disse:
– Que porra é essa que vocês dois estão fazendo?
Os dois viraram para mim assustados. Meu pai olhava para mim branco, como se tivesse visto um fantasma. Meu primo enterrava-se em suas pernas, abaixando a cabeça o máximo que podia e tentava tampar seu corpo melado com o esperma de meu pai.
– Bonito para o senhor – disse eu – fazendo putaria com seu próprio sobrinho. Não tem vergonha não?
Eu falava aquilo, mas no fundo queria dizer: Porra pai, todo esse tempo e o senhor não fez isso comigo.
– E você Tiaguinho – continuei – é um viadinho mesmo, aposto que já deve ter dado muito o cu.
Eu queria dizer: Porra primo, eu esse tempo todo esperando no quarto para agente fazer putaria e você nem me deu importância.
É incrível, quando eu me recordo fico com raiva, pois gostaria de naquele momento ter me jogado no meio dos dois e pedido para que eles fizessem aquilo comigo, ao invés disso tive que agir feito uma criança birrenta.
– Calma filho – meu pai disse depois de alguns segundos de constrangimento.
– Calma um caralho pai. O senhor sabe que isso é errado. Já pensou se outra pessoa visse isto.
Ele rapidamente pegou a sunga e olhando para os lados a vestiu em um piscar de olhos.
Eu continuei pegando pesado:
– Eu ia agora ver meu pai preso. Porra pai…
Não sei por que mas comecei a chorar. Nesse instante meu pai veio até mim e me abraçou. Em nosso primeiro contato eu senti sua pele quente, senti o cheiro de seu esperma e ainda pude ver seu corpo melado, fiquei excitado, porém continuava chorando.
– Calma filho. Não foi nada, me perdoe.
Eu soluçava sem parar, estava inconsolado. Para minha surpresa senti outro braço me envolvendo, dessa vez era o Tiaguinho.
– Calma Fê. Agente só estava brincando.
– Brincando? – perguntei ainda soluçando.
– Sim – respondeu Tiaguinho.
– Foi filho, só uma brincadeira.
O abraço dos dois era bom, o corpo deles estava quente, eu podia sentir seus corações acelerados. O cheiro deles também era gostoso e naquele instante comecei a recobrar o controle.
– Que brincadeira? – perguntei fingindo um soluço.
Os dois ficaram um pouco em silencio até meu pai dizer.
– Agora está na hora de deitar, depois eu te falo que brincadeira foi.
Ele me soltou e o Tiaguinho também. Me senti desolado, como um estranho. Pensei e voltar a chorar, mas ao invés disso sai correndo e voltei para meu quarto.
Subi as escadas que nem bala me pegava. Abrir a porta do quarto e me joguei na cama, choramingando, por alguma coisa que hoje eu nem me lembro mais o motivo.
As horas se passaram sem que eu percebesse e logo me peguei dormindo. Novamente naquela noite eu acordei. Dessa vez tudo estava completamente escuro, inclusive o corredor da casa.
A porta estava fechada e ao levantar para ir ao banheiro eu vi que o Tiaguinho dormia no chão. Passei por ele ainda com raiva e fui mijar. Acho que a luz do banheiro acordou meu primo e quando me virei o vi sentado no sofá olhando para mim.
Naquele instante lembrei dos dois e pensei em brigar com ele, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa ele disse:
– Tudo bem Fê com você?
Não respondi nada, mas acenei com a cabeça.
Fui para cama sem desligar a luz do quarto. Vi pela sombra que ele continuava sentado na cama. Tomado por uma coragem inusitada eu perguntei:
– Por que você estava fazendo aquilo com meu pai?
Ainda no coxão ele respondeu:
– O titio estava me ensinando a fazer direito.
– Fazer o que direito?
Meu coração acelerava ao lembrar da cena dos dois e também de lembrar que eu tinha feito a mesma coisa com ele naquela tarde. Aos poucos fui ficando excitado, mas continuava emburrado.
– O titio estava me ensinando a bater punheta direito.
Já não me controlava mais e ao invés de ficar chateado eu queria agora e aproveitar.
– E como é que faz direito?
O quarto ficou um tempo em silêncio, não sei se o Tiaguinho tinha ficado com vergonha ou estava pensando no que responder, demorou tanto que eu falei:
– Em Tiaguinho, como é que bate punheta direito?
Para minha surpresa o vi se levantar do chão completamente pelado com aquele pau lindo meio bomba. Ele veio vindo em minha direção e puxou a coberta que cobria meu corpo revelando meu corpinho coberto apenas por minha cueca que já revelava meu pau duro.
– Deixa que eu te ensino também.
Nada mais foi dito dali em diante.
Ele veio em minha direção tocando seu corpo quente no meu. Suas pequenas mãos percorreram minha coxa que se arrepiou toda, depois encontrou o tecido da cueca. Com cuidado ele foi abaixando a cueca até ver pulando para fora meu piruzinho que parecia minúsculo perto do dele. Em seguida ele o segurou com carinho. Senti sua mão quente e macia tocar meu corpo nu, me arrepiei todo e soltei um gemidinho que foi seguido por um sorriso safado dele.
Com meu piru em sua mão ele começou a mexer para cima e para baixo, em uma punheta cadenciada e prazerosa. As vezes abria toda a cabeça rosinha de meu pau e dava uns apertinhos gostosos. Eu já estava entregue e só queria aproveitar mais.
Como se não pudesse melhorar mais senti algo molhado e quente abocanhar meu pinto. Era o Tiaguinho que tinha colocado meu pau na boca e chupava como um bezerro. Para minha surpresa ele parecia saber o que fazia. Chupava meu pau todo, as vezes lambia pelinha da cabeça e outras vezes chupava meu saco, colocando todo ele na boca.
Eu me entreguei por completo e me contorcia na cama enquanto ele me chupava. Ficamos daquele jeito por um bom tempo, até eu querer fazer o mesmo. Sem falar nada eu fui até ele e o coloquei de costas para a cama com o pau duro para cima apontando para o teto. Ele sabia o que eu queria e cruzou os braços na nuca após dar outro sorriso safado.
Rapidamente eu segurei aquele caralho com as duas mãos. Me aproximei e senti o cheiro gostoso de rola invadindo minhas narinas. Esfregava meu nariz por todo o pau do Tiaguinho arrancando gemidos dele.
Não perdi tempo batendo punheta para ele, ao contrário abocanhei aquele caralho duro que mal cabia em minha boca. Tinha um gosto levemente salgado, como se ele tivesse acabado de fazer xixi, mas gosto esse que sumiu depois de umas chupadas. O pau dele soltava uma babinha transparente que tinha o mesmo gosto de salgadinho. Eu chupava e quando sentia a babinha saindo eu lambia com a ponta da língua.
Continuei chupando aquele pau gostoso. Eu também queria ser chupado e decidi fazer o que tinha visto em um filme pornô. Como estava por cima virei meu corpo em uma posição de 69 e antes que eu pudesse explicar o Tiaguinho já me mamava também, sugando minha piroca como se ela fosse sumir.
Ele era safadinho, enquanto me chupava eu senti suas mãos segurarem cada lado de minha bunda, apertando como se fosse uma almofada. Senti também ele roçar o dedo na portinha de meu furico. Naquele instante meu cu piscou e eu senti um arrepio pelo corpo. Resolvi fazer o mesmo com ele, no entanto eu já fui enfiando de vez meu dedo, fazendo ele esticar o corpo soltando um gritinho baixo de dor.
Ele não se recompôs logo e voltou para posição, eu fiquei com medo de voltar a fazer o mesmo, mas ele segurou minhas mãos e colocou novamente em sua bunda. Eu entendi o recado e enquanto o chupava enfiava o dedo naquele cu lizinho e macio. Ele foi fazendo o mesmo comigo, porém com mais carinho.
A putaria continuou por um tempo até que ele saiu de baixo e ficou de quatro para mim. Eu entendi na hora o que ele queria. Me coloquei atrás dele e fui apontando meu piru na entradinha do cu dele. Segurei ele pela cintura e fui tentando meter.
No inicio não entrava nada, apenas ficava em um esfrega-esfrega gostoso. Eu comecei a ficar nervoso porque a cabeça do meu pau não entrava. O Tiaguinho percebeu e acho que até ele queria logo que eu metesse. Foi quando senti uma coisa molhada cobrir meu cacete, era meu primo que tinha melado meu pau de saliva.
Assim que ele tirou a mão continuei a meter. Com a ajuda da saliva meu pau foi entrando aos poucos. Eu continuei forçando até que senti a barreira inicial se romper. O Tiaguinho deu uma empinada para frente e soltou um gemidinho. Eu não me importei, segurei ele com mais força pela cintura e continuei metendo.
Como não tinha um pau muito grande, logo o cuzinho de meu primo tinha abocanhado todo meu piru. Comecei um movimento ritmado e ia socando até sentir meu saco batendo na bunda do meu primo.
Eu gemia bem baixinho sentindo o prazer gostoso, mas Tiaguinho gemia alto como uma puta no cio levando rola do macho. Quando ele gemia eu apertava seu cuzinho e dava até uns tapinhas como tinha visto em outros vídeos. Isso só fazia ele gemer mais, de qualquer forma eu já não me importava e continuava metendo com vontade.
Em um dado momento eu me inclinei e comecei a bater punheta para o Tiaguinho enquanto comia seu cu. Naquela altura o quarto já estava impregnado por cheiro de sexo e eu ficava cada vez mais alucinado. Era a primeira vez que fudia alguém, nunca pude imagina que fosse tão bom.
Depois de um tempo o Tiaguinho se soltou e deitou de costas para a cama erguendo as pernas para cima. Daquela posição eu conseguia ver perfeitamente seu cuzinho rosado piscando para mim.
Me posicionei e meti novamente meu piru que dessa vez entrou com mais facilidade. Voltei a bombar forte enquanto segurava aquele rolão com as mãos. Meu priminho não se aguentava e gemia revirando os olhos. Estava tão bom e tão gostoso.
Até que de repente a porta do quarto se abriu de supetão.
– Que bonito! Que porra é essa que vocês dois estão fazendo?

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,00 de 1 votos)
Loading...