Dando uma lição na chefe escrota

Se você é sensível, sugiro que pare de ler agora. Essa história não é romântica, muito menos leve. Estejam avisados.
Normalmente essas histórias sempre começam com o autor se apresentando, mas nesse caso não acho necessário. As únicas coisas que vocês precisam saber sobre mim é que trabalho com segurança privada, sou funcionário de uma das empresas mais caras Brasil e que 5 anos atrás eu fui designado para ser segurança de uma mulher chamada Maria Eduarda, mulher que acredito ser o pior ser humano que já conheci. Ela vem de uma das famílias mais ricas do estado e foi criada em berço de ouro. Só com um olhar dá pra saber que ela nunca teve um dia de trabalho duro na vida. Ela é médica, mas não precisa ser um gênio pra saber que provavelmente seu salário não representa nem 20% de sua renda. A casa dela era praticamente um palácio. Alguns dos moveis da casa provavelmente eram mais caros que meu carro. Mas mesmo com essa casa, a coisa que mais me chamou atenção no primeiro dia de trabalho, foi a própria mulher. Ela era branca, loira e de olhos verdes. Seu rosto não tinha uma nem uma imperfeição, era uma das mulheres mais lindas que já vi. Seu corpo era fantástico. Ela era alta, tinha 1,75 de altura, um par de pernas inacreditáveis e um de seios mais impressionantes ainda. Sua bunda era grande e firme, assim como seus seios. Quando ela decidia tomar banhos de piscina, eu fazia questão de me manter por perto para olhar aquele corpo incrível.
Mas sua beleza exterior era inversamente proporcional a sua interior. Desde o início percebi que ela era fútil, arrogante, racista, elitista e boçal. Ela sempre agarrava uma oportunidade de diminuir ou humilhar as pessoas que trabalhavam pra ela. Apesar de nunca ter sido um alvo dela, pude testemunhar algumas situações horríveis e acho que a melhor forma de fazer vocês entenderem o quão desgraçada ela era, é contando algumas. Essa primeira ocorreu 3 meses depois que comecei a trabalhar lá. Antes preciso apresentar Dona Graça, uma senhora de 63 anos que era uma das empregadas da casa para ela. Descobri após conversar com algumas pessoas que Dona Graça tinha sido babá de Maria Eduarda desde que ela nasceu, 29 anos atrás. Quando foi morar sozinha, Maria Eduarda fez questão de que ela fosse trabalhar pra ela. Falando assim, parece que existia algum afeto na relação delas e pode até ser verdade no que condiz a Dona Graça (dá pra ver que ela enxerga Maria Eduarda como a própria filha) mas qualquer sentimento positivo que ela nutrisse por Maria Eduarda, não era reciproco e nesse dia isso ficou claro.
No meio de um jantar que fez com uns amigos, ela resolveu chamar Dona Graça a sala. Começou perguntar coisas pra ela, coisas que ela sabia que a mulher mais velha não saberia responder. Questões simples de matemática. Enquanto Dona Graça se esforçava pra tentar responder, Maria Eduarda e os amigos riam. Dona Graça rapidamente percebeu o que acontecia e pediu pra voltar para cozinha, constrangida. Maria Eduarda respondeu que só deixaria ela voltar pra cozinha se lesse uma página de uma revista. Dona Graça era analfabeta. Enquanto ela tentava ler, Maria Eduarda e os amigos choravam de rir. Eventualmente era se cansou e mandou Dona Graça embora. Naquela noite, enquanto eu fazia a ronda, pude ouvir Dona Graça chorando no seu quarto.
Esse tipo de coisa era regular por lá. Todos os funcionários passavam por isso eventualmente. Nessa hora entendi porque ela preferia contratar informais: podia maltratá-los a vontade pois sabia que nenhum deles iria tentar processá-la ou algo assim. O salário que era pagava era o dobro do padrão e ninguém queria recusar isso, então aguentavam calados. Também notei que todo mundo que a maioria das pessoas que trabalhavam na casa eram negras. Apesar disso, ela era extremamente racista e mesmo eu sendo negro, ela não tinha vergonha nenhuma de falar absurdos na minha frente. Se algum funcionário não fizesse as coisas exatamente como ela queria ela já dizia “preto é tudo burro”. Esse ano, ela contratou uma garota chamada Kelly. uma das funcionárias mais novas, uma garota de 19 anos que tinha o cabelo black power. Maria Eduarda a obrigou a alisar o cabelo dizendo “não quero cabelo de macaca na minha casa.”
Quanto mais eu trabalhava pra ela, mais a odiava. Mas sempre ignorei o que pensava dela e era muito profissional. Depois desses 5 anos, virei o chefe de segurança da casa. E apesar dela sempre ser um ser humano tão desgraçado, conseguia olhar pro outro lado. Isso até que o quinto ano chegou. Ela tinha terminado com o noivo, e estava furiosa. Eu não achava que seria possível que era pudesse piorar, mas fui provado errado. Nesse ano, ela fez questão de que eu estivesse ao seu lado quase o tempo todo. Ela fazia questão de se trocar na minha frente e vestir as roupas mais provocantes possível. Se eu não a conhecesse tão bem, imaginaria que ela estava querendo que eu fizesse algo. A verdade é que era só queria me provocar. Ela adorava exercer poder sobre as pessoas, e já que não poderia exercer poder fisico sobre mim, nem financeiro (já que eu era terceirizado), recorreu ao sexual. E admito que funcionou. Eu estava louco para comê-la. Ela fez a mesma coisa com os outros seguranças da casa, todos nós mortos de tesão por ela, mas sem poder fazer nada sobre isso.
Mas pior mesmo foi para Dona Graça e Kelly. Elas eram humilhadas toda vez que Maria Eduarda as via. E enquanto antes, Maria Eduarda apenas as oprimia psicologicamente, agora as intimidava fisicamente também. Dona Graça era uma senhora de 1,49 muito magra e Kelly tinha 1,51 e também era magra. Enquanto isso, Maria Eduarda, além de alta, era encorpada (mas não gorda, já que nunca saia da dieta). Em vários momentos pude ver Maria Eduarda gritando com uma delas, as xingando e colocando o dedo na cara delas. Toda vez que isso acontecia a minha vontade era intervir e descer o cacete nela, mas sabia que não poderia fazer isso então ajudava sentando pra conversar com elas sempre que Maria Eduarda passava dos limites. Acabei virando muito amigo de Kelly nessa época.
Os dois episódios que foram definitivamente a gota d’agua foram no mesmo mês. O primeiro foi quando Maria Eduarda achou que uma comida estava muito gordurosa. Chamou Dona Graça e começou:
– Você é burra, sua vadia velha do caralho?
Dona Graça ficou sem reação, pois mesmo sendo grossa, Maria Eduarda nunca tinha a insultado desse jeito. Maria Eduarda pegou o prato e levou a frente do rosto de Dona Graça.
– Já disse que não posso ficar comendo essas porcarias gordurosas que você faz, você vai foder minha dieta sua retardada!
Dona Graça ainda não tinha palavras.
– Ah, meu Deus. Não sabe ler, não sabe escrever e agora não sabe falar também?
A única coisa que Dona Graça conseguiu dizer foi:
– Você não pode falar comigo assim.
A voz saiu fraca, quase como um sussurro. Mas Maria Eduarda ouviu. E enlouqueceu. Ela pegou o prato e enfiou no rosto de Dona Graça.
– EU FALO COM VOCÊ COMO EU QUISER E EU FAÇO O QUE QUISER COM VOCÊ.
Na hora eu avancei para segurá-la mas percebi que ela não pretendia bater na senhora. Decidi continuar no lugar. Dona Graça estava chorando.
– Escuta aqui sua velha escrota do caralho. Você nunca ouse dizer o que eu posso ou não fazer. Ouviu?
Dona Graça não respondeu. Maria Eduarda a segurou com força pela bochecha e gritou:
– ME RESPONDE, PORRA! OUVIU?
Dona Graça fez que sim com a cabeça e Maria Eduarda soltou seu rosto, o empurrando.
– Limpa essa merda ai.
E saiu da sala. Ajudei a Dona Graça a limpar a sujeira sem dizer uma palavra.
Na outra ocasião que Maria Eduarda passou dos limites, eu não estava presente, se estivesse as coisas teriam sido muito diferentes. Quem estava acompanhando ela foi Luís, um dos outros seguranças da casa. Ela tinha perdido um colar e decidiu que era culpa de Kelly. Mandou chamá-la. Depois de perguntar algumas vezes onde Kelly tinha guardado o colar e ela respondido que não o tinha visto, a megera começou a gritar e acusar a Kelly de roubo. Kelly começou a chorar. Maria Eduarda continuou a gritar e xingar a garota de coisas tão racistas que não vou digitar por vergonha.
Isso continuou por um tempo até que Maria Eduarda perdeu o controle totalmente. Deu um tapa de Kelly que a levou ao chão. Luís foi segurá-la, mas ela ameaçou demiti-lo se ele encostasse nela e o garoto hesitou. Não o culpo, o salário dele sustentava toda sua família. Kelly aproveitou esse tempo pra se levantar e tentar correr, mas Maria Eduarda a puxou pelo cabelo. Enquanto a puxava pelo cabelo com uma mão, a espancava com a outra. Era uma briga desleal, Maria Eduarda era muito mais forte que Kelly. Puxando-a pelo cabelo, bateu com sua cabeça na parede. Depois virou a de costas para parede e começou a enforcar a garota. Levantou a do chão, Kelly desesperada por ar, quase inconsciente. Quando percebeu que a garota ia desmaiar, a soltou e ela caiu no chão. Maria Eduarda a chutou na barriga.
– Fica no chão, sua macaca imunda. Isso foi pra você pra aprender a não roubar nunca mais.
Chutou novamente. Então colocou o pé sobre sua cabeça.
– Pede desculpas.
Kelly obedeceu.
– Fala quem é sua dona.
– Você, dona Maria. – disse com a voz falhando.
Então, Maria Eduarda aplicou força no pé que estava sobre a cabeça de Kelly e a garota gemeu de dor.
– Tira essa vagabunda da minha frente, Luís.
O segurança obedeceu e carregou Kelly para fora do quarto.
Quando Kelly me contou essa história chorando eu decidi que tinha que fazer alguma coisa. Sabia que um processo não adiantaria nada, porque além de poder pagar os melhores advogados possíveis, a família de Maria Eduarda tinha amigos no sistema judiciário. Decidi que a punição dessa vagabunda viria por meios não tão ortodoxos. Comecei a pensar num plano. Enquanto isso, os abusos continuavam. Rapidamente todo o corpo de seguranças tomou ódio dela. Éramos 8 ao todo, divididos por turnos e dias da semana. Eu como chefe, tinha contato com todos. Ajudei a disseminar a imagem ruim dela. Até que um dia, decidimos agir. Todos nós nos reuninos numa noite. Fiz questão de que todos os outros funcionários não estivessem presentes. As únicas pessoas na casa eram Maria Eduarda e nós, 8 seguranças. Claro que era não sabia, achava que somente eu e Luís estávamos na casa. Estava na sala e ela assistia tv. Como sempre, ela estava com roupas provocantes, uma curta camisola branca semi-transparente. Podia ver que estava sem sutiã. Normalmente eu evitava encarar, mas dessa vez era diferente. Não tinha nada a perder mesmo. Minha vontade era de fodê-la ali mesmo, mas fui paciente. Ela assistia a TV em silêncio até que eu falei:
– Você acredita em karma, Eduarda?
Ela olhou pra mim confusa.
– Hã?
– Aquele papo, de que tudo que você faz volta pra você. Você acredita? – ao falar isso comecei a andar na direção dela. Ela riu e disse:
– Tudo baboseira. – ela disse, e eu continuava a andar na sua direção.
– Talvez. Mas talvez você mude de opinião um dia. – pude ver que ela já estava ficando desconfortável.
– Duvido bastante. – ela disse – Agora cale a boca e me deixe assistir o filme em paz.
– Talvez… – eu disse – esse dia seja hoje.
Puxei ela pelo cabelo e a joguei no chão. Ela gritou e perguntou:
– Que porra foi essa?
Seu rosto estava vermelho de raiva e nesse momento os outros seguranças entravam na sala. A raiva no seu rosto deu lugar a confusão e quanto todos os seguranças estavam ao redor dela, finalmente a confusão deu lugar a pânico.
Puxei ela pelo cabelo para ficar em pé, e rapidamente rasgamos a camisola dela, seus seios enormes expostos.
– PARA!!
Ela gritava e esperneava. Dei um tapa enorme no seu rosto. Na hora pude ver que ela nunca tinha apanhado na vida. Seu olho se encheu de lágrimas. Mandei um dos homens segurá-la por trás. Eu e os outros aproveitávamos pra apertar seus seios e enche-la de tapas. Ela gritava e tentava chutar a gente. Outros dois seguraram as pernas dela. Ela continuava tentando lutar. Percebi que ia ter que mostrar logo de cara o que a noite aguardava pra ela. Dei uma sequência de tapas na sua cara, com toda a força que tinha.
– FICA QUIETA, SUA PUTA!
O seu rosto já estava vermelho. Ela chorava muito e xingava a gente baixinho, mas depois da surra parou de lutar. Parei um momento pra observá-la. Sendo suspensa no ar pelos 3 homens, as pernas longas abertas, a calcinha fio dental, e os seios que mesmo sem sutiã se mantiam firmes. Decidi brincar um pouco com eles. Comecei a apertá-los e ela gemeu baixinho. Dei um tapa num deles e ela gritou de dor e tentou se mover, mas os homens a mantiam imóvel. Fiquei nesse jogo de apalpar, apertar e estapear durante algum tempo até que comecei a mamar num dos seios enquanto apertava outro. Ela gemia baixinho e percebi que eu estava pegando leve demais. Tinha que lembrar que tinha organizado isso como uma forma de puni-la, não só de fodê-la. Não podia permitir que ela tivesse prazer algum. Mordi um dos mamilos e comecei a puxar. Nunca ouvi ninguém gritar tão alto. Ela implorava pra que eu parasse. Soltei a mordida e ela soltou um grunhido de alivio. Ela chorava muito. Percebi que estava sendo egoísta, me afastei e disse pra homens divertirem, e foi como assistir um grupo de hienas atacando uma zebra. Era claro que todos eles sonhavam com esse momento, pois não revezavam, atacavam ao mesmo tempo. Via que dois disputavam o mesmo seio, um mamava no outro, um deles apalpava a boceta por cima da calcinha. Lembrei eles de maltrata-la. Começaram a bater nos seios, e dar tapas na boceta. Ela chorava e gritava de dor dizendo:
– POR FAVOR, PARA! Eu juro que não conto pra ninguém se vocês pararem agora! AHHHHH! – o que chupava seu seio resolveu morder – Por favor… Eu dou dinheiro o suficiente pra vocês se aposentarem, só parem!
Resolvi que já era hora de começar a brincadeira de verdade. Mandei os outros se afastarem e comecei a alisar a boceta dela, por cima da calcinha.
– A gente nem começou ainda, puta. – enfiei a mão por dentro da calcinha e comecei a enfiar o dedo na boceta. Ela gemia. Arranquei a calcinha e vi a boceta rosinha e depilada dela. Antes que ela pudesse ter algum prazer, dei um tapão na bocetinha dela. Ela gritou de dor. Continuei a dar outros tapas, sem parar.
– POR FAVOR PARA!!!!
– Kelly também disse isso quando você espancava ela, né vagabunda? – dei um tapa na cara dela quando disse isso.
– PARA, POR FAVOR! EU JÁ APRENDI A LIÇÃO, NUNCA MAIS TRATO ELA ASSIM, VOU DAR MAIS DINHEIRO PRA ELA DO QUE ELA CONSEGUE CONTAR, SÓ PARA.
Parei de bater. Ela suspirou com alivio. Mas ainda assim chorava e continuava implorando para que a gente deixasse ela ir embora. Cansei de ouvir a voz dela então peguei a calcinha rasgada e enfiei na boca dela. Dei outro tapa na boceta dela e ela gritou, mas o som saiu abafado pela calcinha. Resolvi que ia ser o primeiro a comê-la. Tirei meu pau da calça e vi que ela se assustou com o tamanho. Ela tentava implorar, mas por causa da calcinha os sons saiam initeligiveis. Mandei os homens que a seguravam soltá-la. Ela caiu no chão, tirou a calcinha da boca e tentou correr, mas um dos homens a puxou pelo cabelo. Ela tentava se livrar dele mas ele era muito mais forte. Já estava cansado dessa resistência então sentei no sofá e disse pros 7 homens que me acompanhavam:
– Batam nela até que ela entende quem é que manda aqui.
Eles não mostraram misericórdia. Vários tapas, alguns socos (nenhum na cara, a gente não queria desfigurar a mulher antes de comê-la), e uns poucos chutes foram o suficiente. Depois que ela tinha parado de lutar, alguns homens continuavam batendo nela enquanto ela implorava para que eles parassem. Fiz um sinal para que eles parassem e disse:
– Vai cooperar agora?
Ela fez que sim com a cabeça.
– Ótimo. Pega aquela calcinha e enfia de novo na boca. – ela obedeceu. –
Me levantei e a puxei pelo cabelo, e fui arrastando ela para a mesa. Joguei-a de costas contra a mesa e mandei ela abrir as pernas. Ela obedeceu. Comecei a fodê-la. Aquela bocetinha era apertadinha e muito gostosa. Enquanto a comia. dava tapas fortes na cara dela, apertava os seios com toda a força e também os estapeava. Os gritos abafados dela só me davam mais tesão. Senti que ia gozar enquanto segurava meu pau dentro dela comecei a enforcá-la. Ela tentava tirar minhas mãos de seu pescoço, mas não tinha força o suficiente. Seu rosto foi ficando branco, sem ar e seus olhos começaram a revirar. Mesmo assim não parei. Só soltei seu pescoço depois de ter gozado dentro dela. Percebi que tinha ido longe demais, ela tinha desmaiado. Acordei-a com alguns tapas e disse:
– Qual a sensação de saber que pode ter um bebê de um preto?
A calcinha impedia que ela respondesse, mas seu olhar disse tudo. Naquele momento percebi que ela tinha se arrependido da forma que tinha tratado os funcionários nos últimos anos. Quase pensei em deixá-la ir, mas então me lembrei do que ela fez com Kelly e o ódio tomou conta. Dei um soco na sua barriga e percebi que ela perdeu o fôlego. Sai de dentro dela e mandei o próximo na fila fodê-la. Cada um dos homens teve sua vez na bocetinha dela. Alguns eram mais agressivos, outros só a comiam mesmo, mas no final ela já estava toda vermelha de tapas e chorando. Todos os homens tinham gozado dentro, era certo de que engravidaria. Quando o último terminou de comê-la, ela continuou deitada, chorando muito, na mesa, com gozo pingando da bocetinha rosinha. A virei de costas, e enfiei no cu. Ela não tentou lutar contra. Ela gritou de dor quando a piroca entrou. Comecei a fodê-la, no começo devagar e depois mais rápido. Dava tapas na bunda, puxava seu cabelo. Depois que terminei de arrombar seu cu, resolvi que era hora dela ser usada por todas ao mesmo tempo. Um dos homens deitou no sofá e nós fizemos ela sentar na pica dele. Depois que a pica entrou, ela ficou parada. Dei um tapão no ouvido dela, ela quase caiu, e mandei ela rebolar e quicar. Para não apanhar de novo, ela obedeceu. Quicava com força no pau do cara. Fiquei do outro lado do sofá e a obriguei a chupar meu pau. Dava vários tapas na sua cara. Depois de um tempo, outro resolveu colocar no cú dela. Enquanto ela chupava meu pau, eu assistia os homens revezavando no seu cu. Quando senti que ia gozar, tirei o pau de sua boca e gozei na carinha de puta dela.
Ela apanhava muito, era sufocada, levava tapas, socos, gritava e chorava. Os homens não tinham piedade alguma. Tinhamos batido tanto nela, que ela praticamente se jogava nas nossas picas, pois sabia que enquanto estava sendo comida apanhava menos. Em determinado momento, o dente dela bateu em uma das picas. O dono a puxou pelo cabelo e jogou ela no chão enquanto a chutava. Ela gritava pedindo desculpas. Mandei ela encostar a cabeça no chão e empinar a bunda. Todos nós a enchemos de tapas, ela tentava colocar o braço pra protejer a bunda que o provavelmente já ardia muito. Depois que paramos de bater, eu algum outro resolveu comer seu cu.
Passamos a madrugada nessa brincadeira, e não havia momento de descanso para ela. No mínimo, duas picas sempre estavam dentro dela (por qualquer dos orifícios). Resolvi tentar ver qual seria o recorde de picas que conseguiríamos enfiar nela. Duas na sua boceta, uma no cu, duas na boca e uma em cada mão. Alguns minutos foram gastados nessa posição.
Depois de algumas horas, todos nós já estavamos saciados. Ela estava jogada chão, coberta de porra, cheia de hematomas, fios do cabelo loiro espalhados pelo chão (tinhamos arrancado alguns fios, por causa da força com qual estavamos puxando), chorando e com a pele completamente vermelha. Podiamos ter terminado ali, mas eu queria ter certeza de que se mesmo que fosse preso, nunca me arrependeria. Abri suas pernas. Ela não tinha mais reação nenhuma. Fechei o punho. Ela olhava pra mim com medo, aguardando o soco que viria. Mas ele não veio. Ao invés disso, enfiei meu punho na sua boceta. A dor foi o suficiente para despertar nela energia para tentar resistir, mas os homens a seguravam. Ela gritava de dor e eu mandei que os homens tirassem a calcinha de sua boca, queria ouvir os gritos. Ela nem conseguia articular palavras, só fazia grunhidos desesperados. Fiz isso por alguns minutos até que parei. Mandei que todos os outros homens fizessem a mesma coisa. O desespero no olhar dela me encheu de tesão. Quando o ultimo homem retirou o punho de sua boceta, ela estava praticamente inconsciente no chão. A sua bocetinha rosinha e apertada que encontramos no inicio da noite, estava completamente arregaçada agora. Duvido que ela vá sentir prazer por ali alguma vez em sua vida. Mandei os homens irem embora. Ficamos só eu e ela chorando de dor no chão. Eu me masturbava sentado no sofá.
– Eu quase sinto pena de você, sabia? Mas só quase mesmo. Você mereceu cada segundo disso sua vagabunda. – chutei ela, quando disse isso. Ela gemeu de dor. – Depois disso que fiz com você hoje, tenho certeza que vou pro inferno. Mas sabe o que me consola sua, desgraçada? – quando terminei de dizer isso, me levantei e gozei no corpo dela. Dei mais um chute e puxei ela pelo pescoço, e sussurrei no seu ouvido – É que sei que vou encontrar você lá, pra fazer muito mais.
Soltei o seu corpo no chão da sala. E fui embora.
Passou-se uma semana e não ouvi falar mais nada do assunto. Juro que esperei que a policia batesse na minha porta, mas isso nunca aconteceu. Acho que tínhamos destruído tanto aquela vagabunda que ela só quis esquecer.
Sei que passei dos limites nesse dia. Sei que sou um monstro, e sabe qual o pior? As vezes sonho com essa noite, mas ao contrário do que você poderia deduzir, não são pesadelos. São sonhos molhados.

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