Cunhadinha novinha safada, um sonho real

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Olá, esse conto é continuação de: “A curiosidade da minha cunhadinha novinha, pediu para ver como é um filme pornô” Então aconselho a ler este conto antes deste.

Precisávamos ser rápidos pois minha esposa não demoraria muito estaria chegando, por isso enquanto ela fora tomar banho, eu dei um jeito de deixar tudo como estava, anda acendi um incenso para disfarçar o cheiro de sexo que pairava no ar.
Assim que ela saiu do banho foi a minha vez. Eu também já estava me preparando para ir trabalhar. Eu trabalho no turno da madrugada, minha esposa é farmacêutica, e dependendo da hora que fecha a farmácia é que define o horário que ela chega em casa, mas é por volta das 21 as 23hs. Eu saio de casa por volta das 23hs pois meu turno começa a meia noite.
Chega a minha esposa, eu na sala, como se nada tivesse acontecido, minha cunhada no quarto dela, minha esposa chega, eu a trato com todo carinho do mundo, digo que a Leca ia fazer uns bifes que eu havia deixado descongelando para elas jantarem e sai para ir trabalhar.
A caminho do trabalho, durante todo o turno daquele dia, meus pensamentos eram só um, focado no que havia acontecido. Eu não podia acreditar que havia conseguido ter uma transa gostosa com a minha cunhadinha novinha. Eu não podia acreditar que eu havia chupado ela toda, e que ela havia me chupado, tomado a minha porra. Eu se quer acreditava que havia tocado. Eu tanto desejei tocar na perna dela, e, agora pouco havia acabado de dar um inesquecível orgasmo a ela.
Chego em casa por volta das 11hs da manhã. Minha esposa já havia saído para ir trabalhar. Vou ao banheiro, tomo um banho. Preparo um café, e não sei se ela está em casa (minha cunhadinha). A porta do quarto está fechada. Acredito que ela ainda esteja dormindo.
Vou me deitar e o silencio na casa me diz que ela talvez não esteja em casa. Durmo.
Me acordo por volta das 16hs, escuto que ela está em casa, ouço paços na cozinha (minha casa é de madeira). Resolvo levantar. Coloco uma bermuda, sem cueca e vou direção ao banheiro (passando pela cozinha). Vejo ela fazendo um sanduiche, passando requeijão no pão integral, os outros ingredientes na bancada. Ela de costas pra mim, só com um pé apoiado no chão e o outro dobrado apoiado em seu joelho, formando um 4. Ela vestia um baby doll com shortinho bem curtinho, socado na bundinha, acho que até sem calcinha, pois deixava bem salientada as polpas da bundinha.
Meu pau ficou duro na hora. Eu: – Bom Dia!!!
Ela se vira pra mim dando uma olhada por cima do ombro, já virando com um lindo sorriso:
– Bom dia? E sorri…
Eu passo direto por ela e vou ao banheiro. Antes de entrar ela pergunta: – Quer um sanduiche???
Eu: – Faz um pra mim, se sobrou bife de ontem coloca um no meio, to morrendo de fome…
Ela: – Tá.
Eu escovava meus dentes, me olhando no espelho… mas eu não me via… eu não conseguia me concentrar em nada… tudo o que eu olhava era a imagem da minha lindinha cunhadinha…
Eu estava com aquela imagem da bundinha dela agora na minha cabeça… Eu pensava: – Como pode ser tão perfeitinha…
Eu ainda não acreditava que em menos de 24hs havia tirado a sorte grande…. e isso poderia acontecer novamente e ainda hoje.
Dou um jeito na minha cara de sono. Coloco um perfume (estou sempre perfumado).
Vou para a cozinha, ela está sentada com o sanduiche na posição de que ela já ia comer, a mesa é redonda, ela estava com um sanduiche na mão e outro no prato, na cadeira da frente estava o meu no prato, um mega sanduiche, com o bife, parecia mais um x salada. E uma coca cola já servida no copo pra mim.
Ela sempre sorridente, estávamos como um casal apaixonado, até então não falamos nada do ocorrido. Não estávamos agindo ao natural como antes. Pois até mesmo ela não usaria essa roupinha na minha presença, mas não estávamos ainda tão íntimos.
Me sentei, com a cara do homem mais feliz do mundo. Agradeci ela pela bondade…. Vocês lembram que ela estava com o sanduiche na mão… certo… esse fato fazia com que eu ainda tivera visto seus seios, pois os seus braços estavam na frente. Agora porem, ela, pra falar comigo, larga o sanduiche no prato e põe uma das mãos na mesa e a outra para baixo. E eu tive uma das melhores e mais hipnotizantes visões da minha vida. Seu baby doll era de um tecido bem fininho, próprio para dormir… mas ela estava sem sutiã, eu pude ver o volume dos seus seios e principalmente os biquinhos… ali… um de cada lado… perfeitos… eu devia estar com aquelas cara de hipnotizados babando… eu não podia acreditar… aquilo não parecia real…
Com a mão dela que estava sobre a mesa ela pega na minha mão… na hora eu voltei a mim, e olhei nos olhos dela… Ela me olha sorrindo, agarrando minha mão de leve e fala: – É, eu fiz… para o melhor cunhado do mundo….
E dou um largo sorriso, pego meu sanduiche e como… Nossa, estava perfeito… só eu não gosto de picles, aqueles pepinos… ela adora e colocou no meu… tive que abrir e catar eles pra tirar… Ela diz: – Não gostou…
Eu: – Eu não gosto desses coizinhas aqui…
Ela: – Eu adoro… Adoro pepino…
Ela falou aquilo com um ar de mensagem subliminar, mas era nítido no seu sorriso que pendeu para o lado… e seu olhar safado não disfarçava o fato de que ela queria mais do que ela tivera ontem…
Meu impasse era: Eu não posso parecer um abusador, um tarado. Tenho que deixar ela dominar… Se eu for pra cima, ela pode pensar mal de mim… mas também se eu não agir ela pode pensar que eu não quero… A grande questão é por na balança todos esses fatores e achar a melhor forma de que tudo de certo. Pois eu sabia, que era só ela pensar na irmã dela, e ver o que ela estava fazendo, raciocinar um pouco, e nosso prazer proibido logo teria um fim… eu precisava conversar com ela, explicar que esse pode ser o nosso segredo pra vida toda. Que a irmã dela nunca ficaria sabendo e por isso não teria problema de nós sermos parceiros de sexo… que mesmo ela namorando…. em fim… eu comia aquele sanduiche, não nos falávamos… mas esses pensamentos pairavam a minha mente…
Eu disse: – Deixa que eu arrumo aqui… estava tudo muito bom… ótimo mesmo… me diz uma coisa… você quer aprender a cozinhar???
Ela: – Bá, eu adoraria…
Eu: – Então, como eu faço a janta sempre, posso te ensinar ainda hoje, o que vc acha??? Podemos fazer aquela carne de panela que vc adora, que tal???
Ela adora a ideia, eu estava com os pratos indo direção a pia quando ela me abraça por traz, e diz que estava adorando morar aqui com nós…
Eu peço para ela me alcançar o restante que ainda estava na mesa, enquanto eu lavo a louça e puxo assunto:
– E ontem???
Ela, com carinha de safada, colocando os copos na pia, do meu lado, e fala: – O que é que tem ontem??? (sendo irônica claro… falando num ar de safadinha…)
Eu com as mãos ensaboadas, ela vem por traz de mim, encosta seus peitos nas minhas costas e pega meu pau, com as duas mãos… eu juro que não esperava…
Eu dou um pulinho pra traz, chego a jogar agua por tudo, tamanho o susto que ela me deu…
Ela: – Calma… (como quem aclama um animal…) E continua segurando meu pau…
Nessa hora ele estava mole, eu estava sem cueca… eu não falava nada… apenas continuava o que eu estava fazendo… sorrindo…
Logo meu pau já estava duro como uma rocha…
Ela pega ele, toca, aperta, passa a mão… eu adorava sentir a respiração dela nas minas costas, e sentir seus seios também…
Eu estava com aquelas bermudas estilo surfista com velcro e um botão de metal… quando escuto o romper do botão, como ele tem pressão e exige uma certa força, no que abriu, já deu aquele barulho de REC do velcro… meu pau pulou pra fora…
Ela continua pegando ele por traz, e começa a punhetar… eu já estava acabando a louca, como se nada tivesse acontecendo…
Minha bermuda cai, eu tiro ela das pernas… me viro de frente pra ela… eu agindo como se ela não estivesse ali… pego um guardanapo e fico secando as mãos… totalmente pelado… e ela começa um boquete gostoso…
Eu encostado com minha bunda na pia, apoiado com as duas mãos na pia também… a essa hora eu já estava na ponta dos pés, meu pau bem de pé e ela curvada pra frente me mamando…
Eu deixando ela brincar com meu pau… ela chupava muito gostoso… eu sentia a boquinha dela engolir todo ele.. ficar um tempo até sufocar e dar gorfada de vomito, saindo dele e deixando um rastro grosso de saliva…
Ela aproveitava essa saliva espumada pra usar como lubrificante para bater uma bem gostoso… e chupava novamente…
Eu disse pra ela baixinho: – Vamos pro quarto…
Ela faz movimento de sim, ainda com meu pau na boca. Eu só consegui ver sua nuca concordando comigo…
Ela vai na minha frente já tirando a parte de cima do pijaminha… pude ver as suas costas lindas, seu cabelo cacheado naquela pele morena me dava uma das melhores visões que eu tinha, não tão excitantes quanto ver ela de costas caminhando e pelo lado das suas costelas ver a parte de baixo dos seios se movimentando… Bem na porta do quarto dela ela tira a parte de baixo do pijaminha… ainda caminhando, ela se abaixa e tira bem rápido… agora eu vejo ela correndo, totalmente peladinha, cada paço que ela dá, gera um impacto que movimenta poeticamente os gomos da sua linda bundinha… ela era simplesmente linda de mais…
Pra minha surpresa, ela sobe na cama dela ao estilo tigresa… de 4 pra mim… pude ver no meio de suas pernas os seus lindos e deliciosos lábios, enquanto ela dá alguns paços em cima da cama (de 4).
Ela da um giro de 180º ficando de 4 e de frente pra mim… eu de pé… ela como um filhote faminto faz uma carinha de safada… abrindo a boca… sorrindo e com um grande Ó com os lábios… Sua carinha de safada, seus seios lindos, seu cabelo, sua pele de seda… eu só de admira-la quase gozo ali mesmo…
Atendi a seu pedido… dou um paço pra frente e ela abocanha meu pau… e começa a mamar de novo… Eu seguro a cabeça dela por trás… e bem de leve… como se tivéssemos todo o tempo do mundo… vou fudendo a sua boquinha… metendo bem de leve… ela parecia adorar aquilo…
Eu estico uma das mãos e começo a tocar em seus seios… lindos, duros e macios ao mesmo tempo… Ela adorava chupar meu pau… ela não parava de chupar… se não sou eu tomar a iniciativa, ela ia ficar ali por horas… Mas eu queria provar aquela bucetinha de novo…
Eu tirou meu pau… dou um leve beijo na boquinha dela… deito ela na cama… ela se dieta falando: – Depois eu quero mais… (falando com carinha de carente)
Eu: – Depois eu te dou leitinho na boquinha… Ela concorda com a cabeça….
Eu me sento no chão e coloco a bundinha dela quase saindo da cama… ela coloca um travesseiro na cabeça dela e fecha os olhinhos… ela sabia o que estava por vir…
Nem precisei abrir bem as pernas dela, além do mais que ela com dois dedos já estava abrindo os grandes lábios pra mim…
Eu pude ver aquela linda bucetinha agora com mais detalhes. Ela abriu e pude ver seu buraquinho virgem bem abertinho, rosinha, o cheiro era fenomenal, era algo sem explicação. Era cheiro de bucetinha doce, não tem como descrever… seu clitóris estava durinho, e seus lábios bem molhados… na entradinha da bucetinha já escorria um lindo caldinho branco… esse que foi a primeira coisa que eu coloquei a língua, lambi, puxei para dentro da minha boca, e degustei… pude sentir o gostinho da excitação dela… era indescritível…
No que eu pincelei a língua ela já deu uma gemida ofegante e se contorceu…. eu fui novamente, dando outra pincelada… essa mais a fundo… indo com minha língua de baixo para cima, dando o maior contato possível, eu dei uma linguada da entrada da bucetinha, fui subindo bem de leve, fui acabar lá no clitóris… bem de leve… Ela novamente deu outra contorcida, outro “ai” ofegante… eu queria sentir cada milímetro daquela bucetinha… eu não queria que aquilo acabasse nunca…
Agora eu começo a lambe-la, com movimentos de lá – lá – lá- com a língua, passando em toda sua bucetinha… ela abriu ainda mais as perninhas… eu pego das suas coxas… levanto ela um pouco começo a chupar o cuzinho delicioso e maravilhoso dela…
O cuzinho era levemente rugoso, bem escurinho, pequenininho, bem limpinho, com um gostinho magico também… ela parecia aprovar o que eu estava fazendo… e parecia gostar também… eu lambia sentindo bem as suas nadegas também… eu volto para a bucetinha… agora ao maior estilo “todinho no copinho” sabe como é, de tentar colocar a língua dentro da entrada da bucetinha…
Acontece que eu tenho uma língua grande, e fui colocando, bem aos poucos, pra dentro da bucetinha dela… dava uma dentro, um pouco no clitóris, mais uma dentro, mais um pouco nos grandes lábios… e assim eu estava…
Até que, vi que ela não me proibia, estiquei a língua o máximo que dava pra frente e fui colocando na bucetinha dela, pra dentro… entrou um pedaço de uns 2 ou 3cm (nunca medi minha língua, mas acho que é isso)… na verdade era o máximo que eu conseguia… eu abri bem a boca e havia colocado o máximo da minha linga dentro dela. Percebi que ela continuava com os olhos fechados… só curtindo… e comecei… Pra fora… pra dentro… pra fora… pra dentro… com a linga… bem de leve…
Eu estava fudendo ela com a língua… claro, que não ia romper o hímen dela, mas eu estava entrando… Eu começo a ir mais rápido, e ela estava gostando… pois ela gemia… como se estivesse sendo fudida mesmo…
Eu coloco a mão, como se fosse abrir a bucetinha dela, como se usasse a mão para me ajudar… e levemente fui abrindo mais e mais o buraquinho da bucentinha dela… aos poucos até meus dedos foram entrando… Ela estava tão excitada que já nem se importava mais com o que eu fazia com ela…
Então eu tiro meu rosto (minha língua já doía a essa hora) e fico só com um dedo dentro dela, não perco o ritmo e continuo com o dedo, metendo lá dentro…
Ela comprime os joelhos, segura na minha mão e fala: – Não, o dedo não…
Eu não queria deixar ela perder a excitação e tirei o dedo, dei mais uma lambida rápida.
Agora eu levanto, pego ela e posiciono ela mais para o meio da cama, chupo os peitos dela e ela me pergunta o que eu vou fazer…
Eu abro as pernas dela, eu sentado em cima da minha perna de frente pra ela, com meu pau próximo a bucetinha dela… ela olha curiosa… eu cuspo no meu pau e digo pra ela: – Relaxa!!
Ela: – Tu não vai meter né???
Eu: – Não, fica tranquila…
E encosto minha cabeça do pau bem na bucetinha dela… eu começo a bater uma punheta de modo que minha cabeça roçasse na bucetinha dela…
Ela adora a ideia… e volta a fechar os olhos… eu cuspo para lubrificar e fico ali, me masturbando e masturbando ela… ela coloca uma mão atrás da nuca e a outra ela utiliza para abrir a bucetinha pra mim… eu com uma mão batia e com a outra eu pegava nos seu lindo seio… quando eu já ia gozar… foi na mesma hora que ela também já ia gozar… então eu sai para o lado e continuei a estimular ela por meio dos meu dedos, eu estava masturbando ela enquanto coloco meu pau na boca dela… que prontamente abocanha ele… ela dá um chupão a vácuo, sugando ele pra ele ficar roxo e comprime as pernas… eu estava numa siririca frenética e ela estava gozando… chupando meu pau e sendo tocada… eu aproveitei e começo (com a mão direita eu tocava uma pra ela, com a esquerda, que eu segurava a cabeça dela, com o que restava do meu pau fora da boca dela, eu começo a bater uma pra mim) e começo a me masturbar com o meu pau na boca dela e eu começo a gozar… direto na boquinha dela… essa hora ela já tinha acabado de gozar e agora ela estava recebendo porra na boquinha…. ela tira meu pau da boca e na boca já não tinha nada… ela havia tomado tudinho… ela começa a chupar mais um pouco, pra tomar até a ultima gota do que ainda tinha no meu pau… eu me deito, estilo um 69 de lado, e dou mais uma chupada nela, pra tomar todo o orgasmo que tinha escorrido dela… a cama estava com uma mancha molhada, se eu soubesse que ela ia gozar tanto, eu tinha feito um 69, com ela por cima, pra mim tomar todo o gozo dela…
Ela não para de chupar meu pau… está muito gostoso… mas ela não deixa mais eu chupar ela pois ela falou que estava sensível…
Como dessa vez já entrou dedo… quem sabe na próxima já não entra meu pau…