Cristina, pequena e receptiva – Parte I

26-01-18 Por 10 ★ 5.00

Bem esta é a primeira vez que escrevo.
Sou de Fortaleza-CE, tenho 32 anos, comerciante e solteiro por opção e moro sozinho.
Sempre sonhei em fazer sexo com uma menina novinha. Mas por ser crime e a sociedade julgar esta prática, nunca pensei em realizar. Por muitos anos eu agüentei só na punheta.
Nas praias aqui do meu estado, eu sempre vi menininhas que são gostosinhas. Por vezes chegava bem perto, mas o medo me bloqueava. Estou certo que tudo que desejamos um dia se torna realidade. Antes não tivesse acontecido, porque o que vou narrar agora mudou minha vida completamente. Se antes eu conseguia segurar meus desejos, agora estou incontrolável.
Já fazem uns 2 anos, eu me lembro bem, numa sexta-feira eu fechei meu comércio vesti uma bermuda e fui fazer uma caminhada na praia. Encontrei alguns amigos e tomei várias cervejas em um bar. Até que ao sair, resolvi andar um pouco mais.
Andei algo como 1 km e vi do outro lado da rua uma garotinha. Parei e comecei a observá-la. Mal vestida, parecia menina de rua e notei que estava sozinha. Ela estava pedindo algo para as pessoas que ali passavam e sequer olhavam para a pequena criança.
Meu coração bateu forte, minha boca ficou seca e comecei a tremer de tesão por ela.
Esperei ela chegar até próximo de um hotel que fica mais recuado da calçada e atravessei até chegar perto dela, e ouvi:
– Tio, me paga um lanche ?
Olhei ao redor e não tinha ninguém perto. Só eu e ela. Então falei:
– Oi minha princesa, eu pago sim… mas onde você quer ir ?
Vi que ela ficou indecisa. Olhou para um lado, depois para o outro até que falei:
– Venha comigo, que vou te levar numa lanchonete do meu primo e lá você vai poder comer tudo que quiser.
Já falei, me virei e fui andando. Vi que ela ficou parada, talvez por medo.
– Venha menina, se quer comer pode vir… confia em mim… venha
Ela começou a andar junto comigo. Andamos alguns metros e segurei em sua mão. Notei que ela estava mais confiante.
Até que falei:
– Qual seu nome boneca ?
– Cristina.
– Pois Cris não precisa ter medo do tio não, eu vou te ajudar. Quantos anos você tem ?
– 9
– eita que coisa linda !!
Seguimos caminhando de mãos dadas.
Atravessamos a rua e pedi para ela esperar em um banco. Fui até a lanchonete e pedi vários salgados e refrigerantes. Voltei e dei para ela comer.
A menina devorou os salgados em poucos minutos.
Aproveitei para fazer carinhos. Primeiro em seus cabelos, depois na perna.
– Sabe Cris, você é muito especial. Eu quero ser seu amigo. Você quer ser minha amiga ?
– eu quero tio.
Até que ela me pediu:
– Tio, eu preciso levar dinheiro para minha mãe comprar gás e fraldas para minha irmãzinha. O Senhor pode me dar dinheiro ?
– Claro meu amor, mas quanto você precisa ?
– Ahhh o senhor quem sabe quanto pode me dar.
– Vamos fazer assim. Eu moro aqui perto, vamos lá porque aqui não tenho dinheiro e lá eu te dou R$ 50,00… ta bom.
Percebi que ela relutou um pouco. Pensou e por alguns segundos achei que ela não iria aceitar ir até meu apartamento. Mas eu estava enganado.
– eu vou tio – falou.
Me levantei e peguei em sua mão e segui para meu apartamento.
Ao entrar ela estava toda tímida. E eu não sabia ao certo como fazer para conquistá-la. Eu queria chupar aquela menina inteira. Queria dar banho nela. Fazer ela me chupar, e se possível comer aquela bocetinha que deveria ser bem apertadinha e pequena. Tantas coisas passaram na minha cabeça em pouco tempo.
Se dizer muita coisa eu peguei minha carteira, abri e tirei uma nota de R$ 50.
Tome minha princesa, o tio prometeu o dinheiro e ele é seu.
Vi os olhinhos dela brilhando e sua mão logo pegou a nota.
Me sentei no sofá e chamei: Venha aqui e me dê um abraço.
Apertando o dinheiro a menina chegou perto e me abraçou.
Coloquei minha mão na sua pequenina bundinha e apertei levemente.
– Ai que abraço gostoso meu amor. Assim o tio vai se apaixonar por você.
Aos poucos eu consegui colocá-la no meu colo. Deixei ela sentada bem encima do meu pau que nesta hora já estava muito duro. Coloquei suas perninhas para cima do sofá e ela ficou no meu colo, meio que lado. Meu braço apoiava suas costas e minha mão deixei na sua coxinha. A outra mão ficou livre e fui fazendo carinhos na menina.
Beijei sua testa, depois seu rostinho. Elogiei sua beleza. E fui dando pequenos beijinhos. No nariz, nos olhos, no queixo… até que dei um selinho na boquinha.
Ela nada falava.
Coloquei minha mão em cima da sua bocetinha. Primeiro sobre o shorts de tactel que ela vestia. Tecido fino que logo pude sentir um calorzinho gostoso vindo da bocetinha.
Meu coração estava disparado.
Mantendo ela no meu colo eu ajeitei para ela fica com as pernas um pouco mais abertas. Até que sem falar nada eu coloquei minha mão por dentro do shorts e toquei sua calcinha. Nesta hora eu abracei ela mais forte e falei: Te amo !!
Com muito carinho eu coloquei minha mão dentro da calcinha e toquei sua bocetinha pequenininha. Passei um dedo no grelo e comecei a fazer movimentos circulares. Vi que ela estava toda molinha e entregue para aquele prazer.
– Cris, quanto você quer para deixar eu dar beijinhos aqui (falei apertando sua bocetinha) ?
– Ai tio, não sei.
– Pode falar meu amor, quanto você quer … eu já dei R$ 50 e vou dar mais… pode pedir.
Vi que ela queria o dinheiro mas estava com vergonha.
Tirei minha mão de dentro da sua calcinha e lentamente fui abaixando seu shorts. Não demorou e vi sua fenda. Lisinha, sem nenhum pêlo. Pequena, infantil e deliciosa.
Me levantei e peguei na sua mão: Venha meu amorzinho.
Levei a menina para meu quarto.
Fiquei atrás dela e sem falar nada tirei seu shorts. Me abaixei e beijei seu bumbum redondinho por cima da calcinha. Cheirinho de cocô, mas estava bom. Abaixei a calcinha e a peguei no colo. Com carinho eu coloquei ela deitada na cama.
Cheirei sua bocetinha. Cheirinho de que não tomava banho há muito tempo. Xixi azedinho. Fresco e bom.
Aroma da pureza. Fragrância proibida e que me viciou.
Passei a língua e ela encolheu as perninhas. Levantei uma das perninhas e meti a boca naquela xoxotinha. Minha língua percorreu cada pedacinho. Suguei com força. Meu pau doía dentro da cueca.
Nem avisei, mas mesmo deitado eu tirei minha bermuda e cueca.
Ao ver meu pau duro a menina correu tampar os olhinhos.
– Calma meu amor. Meu pinto é seu, pode ver… veja.
Tirei suas mãos e ela olhou fixamente para meu pau.
– Não tenha medo Cris… eu não vou te machucar.
Voltei a chupar a menina. Agora eu sentia meu pau esfregando na cama e meu tesão só aumentou.
Vi que não ia demorar eu ia explodir e gozar.
Sem apertá-la eu me deitei sobre ela e passei meu pau na sua bocetinha. Senti na cabeça do meu pau o calor vindo daquela pequena gruta. Virgenzinha e toda infantil.
Esfreguei meu pau, querendo penetrá-la, mas sem muita força… só para senti o prazer.
Vi sua carinha: Uma mistura de medo e prazer.
– Cris, me beija…
A menina me deu um selinho.
– Selinho não amor… abre a boquinha, abre
A menina não sabia beijar, mas abriu a boquinha.
Coloquei minha língua dentro e gozei muito. Ejaculei para tudo que é lado.
Com minha mão eu espalhei minha porra naquele pequenino corpo.
– Tio, isto é quente
– É meu amor, é quente e é todo seu…
Me deitei e coloquei a menina no meu peito.
Meu pau não amoleceu.
– Cris, adorei te conhecer. Vou te dar mais R$ 50. – Vai sair daqui com duas notas de R$ 50.
– Obrigado tio.
Vi que ela estava incomodada com a porra escorrendo pelo seu corpinho.
– venha, vou te banhar.
Tirei a camiseta dela e seguimos pelados até o banheiro.
Lavei a menina com muito carinho. Passei sabonete no seu bumbum. Lavei seu cuzinho e sua bocetinha. Me sentei no chão do banheiro e chupei a menina.
Me levantei. Peguei o sabonete e dei na mãozinha dela.
– Agora sua vez, me lave.
A menina fez espuma nas mãos e começou a passar no meu pau. Que tesão.
Ensinei ela a me punhetar.
– Cris, dá um beijinho nele.
Segurando meu pau ela deu um beijinho curto.
– Não amor, abre a boca e chupe como se fosse um picolé.
A menina me olhou com carinha de nojo.
– Vá Cris, chupe logo para a gente ir embora… chupe !!
Via a menina colocar na boca por alguns segundos e logo cuspir com nojo.
Resolvi não insistir. Não queria perdê-la no primeiro dia.
Segurei sua mão e bati uma junto com ela. Tirei minha mão e deixei só ela punhetar.
Avisei que ia gozar e pedi para ela ir mais rápido.
Gozei no seu corpo e vi a porra escorrendo por sua barriga.
Resolvi parar. Me sequei primeiro e depois tirei ela do banho.
Ainda pelados conversei com ela. Marquei de encontrá-la no dia seguinte.
Ela iria embora a pé. Mora em um bairro muito pobre. Tem muitos irmãos e não conhece o pai. Pelo que entendi a mãe tem problemas com álcool. A Cris me contou que a mãe chega a ficar bebendo a noite toda.
Perguntei se alguém já tinha feito algo como eu fiz com ela. E a resposta foi que um turista chupou a bocetinha dela, mas foi só uma vez.
Deixei ela perto da sua casa, em um mercado. E marquei de encontrá-la no dia seguinte depois das aulas. Ela estuda pela manhã e a tarde fica perambulando pelas ruas pedindo comida e dinheiro.
Muitas coisas aconteceram nestes dois anos. Demorei 3 meses para penetrar a Cris. E depois ainda peguei uma colega dela e uma irmãzinha.
Continua…

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10 Comentários

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  1. Franceneide

    Isso acontece desde que o mundo é mundo. Quando era criança nunca fiquei na rua e, apesar de ter sido criada em uma família evangélica, tive uma infância agitada o que deveria ser um trauma pra mim. Hoje ainda é uma fonte de prazer. [email protected]

  2. Vera Mello

    Mais engraçado de tudo, é que esses “contos” podem de fato estar acontecendo, e a POLICIA FEDERAL, deve estar muito ocupada com a turma do LULA, e não está tendo tempo para cuidar das nossas crianças… Erotismo, todo mundo gosta, mas seria bom preservar a liberdade que temos hoje, não dando motivos assim, tão escancarados, para que o país não tenha que enfrentar um novo período de CENSURA!

  3. Bolsomito

    Isso e muito errado, vc deveria ir pra cadeia

  4. Bucetuda

    Gozei duas vezes lendo esse conto

  5. Guilherme

    Sou de Fortaleza tbm, vamos trocar experiências?

  6. amandarf

    nojo de quem acha esse tipo de coisa normal, doentes

  7. Janete Souza

    Delícia muito bom

    • Alberto

      Humm vc deve ser uma delícia, se quiser deixar o email podemos entrar em contato…

  8. Pachecao

    Show muito exitante fiquei de Pau duro imaginando estar com vocês vou bater uma Punheta me imaginando nesta gostosa putaria

  9. Anônimo

    Muito Bom