Como Virei Corno antes de Ser Otário Chupador de Rola

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Aos 39 anos casei-me com uma mulher bem mais nova do que eu. Ela tinha 18 anos, loira, cabelos compridos, seios tipo mamão papaia. Uma delicia de mulher. Mudamos para Vitoria ES em função da empresa que nos transferiu. O primeiro ano de casado foi de lua de mel. A partir daí, como estávamos sós na cidade, minha mulher um dia me confessou que gostava muito de sexo e eu era frouxo para ela. Ela gostava de macho com pegada, de garotões pauzudos que comessem ela de qualquer jeito e eu era muito sem graça. Ela disse que tinha três alternativas para nós e o que eu aceitasse ela concordaria comigo.

A primeira alternativa era a separação, que eu não podia aceitar pois eu a amava. A segunda é que tivéssemos uma relação aberta, ela sairia com outros homens sem eu saber e viveríamos uma vida de aparências. A terceira alternativa é que ela trouxesse esses homens para casa e não me cornearia jamais fora de casa. Nas primeiras semanas dessa conversa, confesso que chorei pois eu amava muito minha ex. Mas, por uma questão de segurança, optei por receber os rapazes em nossa casa, onde eles foderiam minha ex na nossa cama.

Ela trabalhava num escritório de advocacia pois estudava direito e eu ficaria encarregado de arrumar garotões para fode-la toda a quinta-feira, pois esse era o dia que ela saia mais cedo do escritório. No começo ela não deixava eu assistir. Os garotos que eu escolhia e submetia a aprovação dela, não acreditavam como era possível que uma mulher tão bonita como ela pudesse ser tão puta e ainda ter um marido que presenciava tudo sem dar uma palavra.

Para mim foi um grande aprendizado. Fui perdendo completamente o amor próprio e até gostava de ser xingado pelos dois de corno, otário, entre outros nomes. Alguns desses lekes cobravam (quem pagava era o otário aqui), mas muitos deles acabavam vindo de graça para usufruir do corpo dela que era muito gostoso.

Toda quinta era sagrado. Evidente que no prédio algumas pessoas já desconfiavam. Numa ocasião, procurando um macho roludo para minha ex, o rapaz não quis mostrar o rosto e eu pedi para que ele mostrasse a rola. Peguei a foto e mandei para minha esposa por email. Ela imediatamente aprovou e o rapaz ficou de ir em casa depois das 19 horas. A rola era reta, grossa, uns 19 cm por 5 cm olhando por cima (quase tres dedos, eu diria). Ele chegou, anunciou na portaria do predio e subiu. Quando abrimos a porta, era Anderson, um rapaz que trabalhava na empresa que eu era gerente, no almoxarifado. Ambos ficamos brancos.

Mas depois de alguma conversa eu disse para ele que esquecesse que trabalhávamos na mesma empresa. Minha ex recebeu ele de calcinha e sutiã transparente e quebrou o gelo. O Anderson era um rapaz de 18 anos, magro, alto, calçando 43. minha fixação por pés de moleque começou aí. os dois foram pra nossa cama e eu fiquei apenas assistindo. Minha ex abocanhava aquela rola e olhava pra mim me chamando de corno. O Anderson deitou-se de costas e ela quicava na rola dele, também de costas para mim. Eu não aguentei e quis lamber os pés dele (meio sujo), sem ela perceber.

No dia seguinte nos encontramos no escritório e pedi para ele vir à minha sala. Eu disse: "Anderson, peço por favor para você não comentar com ninguém sobre isso. Prometo te ajudar aqui dentro da empresa no que for possível". Ele foi muito legal e me prometeu também que jamais iria quebrar a nossa confiança. É claro que intimidade gera uma série de privilégios. Assim, por algumas vezes ele chegava para mim e dizia: "Sr. Ricardo, dona Débora está me chamando na sua casa". Eu autorizava ele ir lá (eu trabalhava no Centro e morava na Praia do Canto) com a condição de me ligar quando ela estivesse chupando a rola dele. Ele me ligava e falava :"Sr. Ricardo, a Débora está chupando minha rola, seu corno de merda, chifrudo, frouxo, otário". Eu sentia um misto de ódio por ele se dirigir assim comigo e muita alegria de ser corno.

Esse foi um de tantos episódios que ocorreram em Vitória, em 2009. Hoje estou divorciado há mais de 5 anos mais foi aí que comecei minha missão de ser um otário chupador de rola, sem auto-estima, sem amor próprio e muito feliz por poder servir os moleques. Adoro ser humilhado, cuspido, mijado, apanhar na cara, tomar porra, mijão, lamber pé sujo e comer sebo de pica….Nasci para isso

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