Comi o cu da Paulinha

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Este conto eh continuação do conto "Primeira chupada na pequena Helo", leiam pra entender melhor.
Eu sou mototax, por isso o meu horário é flexível, e numa manhã que eu voltei cedo pra casa pra tomar café pois tinha saído muito cedo pra fazer as primeiras corridas, estava na rede assistindo putaria no celular, de porta aberta como sempre, pra minha surpresa a Paulinha entra, de short de licra rosa e camiseta sem manga branca com um desenho de menina super-poderosa, nossa ela tava muito cheirosinha e gostosinha, imagine só uma menininha de 9 anos morena, cabelos longos lisos como de índia, magra bundudinha chega bem na hora que você ta de pica dura.

Ela entrou e foi se deitando na rede comigo, sendo que acama estava arrumadinha bem ao lado, eu fiquei espantado, pensando ser um teste de fidelidade, perguntei logo pela Gaby, ela disse, a maninha saiu com a mamãe, eu to com medo de ficar sozinha em casa. A Helo (6 anos) estuda de manhã e as duas maiores Gaby (12 anos) e Paulinha estudam a tarde.

Ela se agasalhou de conchinha comigo encaixando a bundinha no meu pau, logo que viu o que eu tava assistindo e sentiu a pressão na sua bunda olhou pra trás e sorrindo me disse: tá de pau duro né seu Márcio, o senhor não tem vergonha de ficar olhando essas sacanagem no celular, o senhor é taradinho mesmo em, por isso que a maninha não gosta mais de ti.

Eu fiquei todo sem jeito e ela completou: olha, vê se não vai melar o meu short igual tu fez com a Helo, não demora muito elas chegam.

Eu tomei essas palavra como um sinal verde, eu podia fazer qualquer coisa desde que não melasse o short dela. Então comecei logo a alizar ela todinha e a fazer movimentos de vai e vem com o pau duro na bundinha macia dela, então ela repetiu: não vá me melar a mamãe que me vestiu essa roupa.

Eu logo suspeitei que a Helo deu com a língua nos dentes e ela também estava querendo uma chupada e propus: vamos pra cama que eu sei fazer uma coisa muito boa que não vai te melar. Sem falar nada ela se levantou da rede num pulo só e se deitou na cama toda abertinha. Eu já fui logo levantando a camisetinha dela e chupando o peitinho dela, são menores do que o da irmanzinha de seis anos dela devido ela ser magra, mesmo assim me deu muito tesão, fui baixando os beijinhos ate chegar na pepequinha dela que estava cheirosinha, botei ela de frango assado e puxei o short com a calcinha ate o joelho e cai de boca naquela bucetinha moreninha chocolate lisinha sem nenhum pelo e fechadinha, era só um risquinho, pensei logo, nossa a bucetinha também é menor do que a da pequena Helo, meu pau não entra aqui nem com um quilo de KY, mas quando chupei o cusinho logo vi que era maior do que o da Helo, também era bem fechadinho mas a bundinha dela é mais magra e da pra alcançar com mais facilidade com a lingua, pra minha surpresa ela ficou bem maisofegante do que quando eu chupava a sua bucetinha, ela ficou louquinha, piscava o cusinho e me chamava de porcalhão nojento chupador-de-cu.

Estas palavras dela me deram um tesão danado de comer aquele cusinho, eu estava de joelhos ao lado da cama, então coloquei o pau pra fora e me levantei e fui esfregar o pau nela, ela se espantou e tapou o xiri com as duas mãos dizendo: tu tá doido, aqui não pode. Eu disse: eu só vou dar uma esfregadinha. Ela disse: eu conheço essa conversa, o senhor é tarado, vai querer comer meu xiri, eu só deixo esfregar se for na bunda. Era tudo o que eu queria.

Ela virou de 4 na beira da cama, eu dei mais uma chupada no cusinho dela que piscava bastante, ela ficava muito ofegante, ficava olhando pra traz e me xingando de porcalhão chupador-de-cu e rebolava a bundinha como se estivesse dançando funk, parece que estava chamando a minha pica. Eu comecei a dar umas pinceladas, cutucando o cusinho dela com o meu pau, depois de um tempinho começa a fazer um barulhinho “pleque pleque pleque” a cabeça já estava quase toda sumindo, mas era bem apertadinho, eu não queria machuca-la, disse: pera ai que eu vou passar um negocio pra ficar bem lisinho. Passei o KY e fui logo metendo 2 dedos pra ver logo se ela aguentaria o meu pau, ela deu um pinote pra frente dizendo “aiii se tá me machucando seu tarado”, eu pedi desculpas e botei o meu pau na portinha e voltei a bombar, ela olhava pra trás dizendo: o senhor é tarado mesmo né, tá doido pra comer o meu cu né, se doer eu conto tudo pra mamãe viu. Eu disse: olha, vai doer um pouquinho mas passa logo tu vais gostar, eu garanto.

Quando começou a fazer aquele barulhinho de novo eu dei uma estocada mais forte e a cabeça sumiu, ela se empinou pra frente mas eu não deixei ela escapar, eu estava segurando firme na sua cintura, ela falava “aiaiai” sussurrando dizia: ta ardendo, dói que nem injeção. Mas não tentava mais escapar, eu fui acalmando ela acariciando com beijinhos no pescoço e falando que ela era muito gostosinha. Que o cusinho dela era muito gostoso, etc, o cu dela piscava bastante eu tava pra gozar só com as piscadas daquele cu apertadinho.

Ate que ela parou de reclamar e eu comecei a bombar, nossa, ela gemia bastante, ela estava gostando muito de ser penetrada, e me parece que gozou com o meu pau no cu dela, quando ela começou a gemer alto e a se empinar e a piscar o cu eu também gozei, e gozei muito, parecia que não ia parar, fiquei exausto parei com o meu cacete enterrado ate os bagos no cu dela, ela se ergueu com os braços mas ainda de quatro ficou parada me olhando respirando forte disse: tira que tá doendo a minha barriga. Eu ia tirar mas o tesão era tanto que o pau não amoleceu e eu voltei a bombar e ela a gemer, até que escutamos a voz da mãe dela chamar la do portão “Paulinha”. Minha nossa, a minha casa era a primeira da vila e a dela era a segunda, não tinha como ela sair sem a mãe ver e eu nem tinha fechado a porta de casa.

Peguei o meu lençol e coloquei no meio das coxas dela porque eu sabia que tinha feito um estrago naquele cuzinho de 9 anos, quando tirei o meu pau, veio junto, merda esperma e sangue, limpei ela, joguei o lençol pra debaixo da cama, corri pro banheiro e ela correu pro portão e a mãe foi logo perguntando: oque a senhora estava fazendo na casa do homem? Tu não sabes ficar quieta em casa não menina? Ela respondeu: eu tava com medo de ficar sozinha.

Rapidamente eu me recompus e fui falar com a mãe dela e a Gaby, a mãe falou normalmente comigo dizendo: o senhor tem muita paciência com essas meninas por isso elas gostam tanto de vir aqui pra sua casa.
A Gaby ficou me olhando com ar de reprovação e disse pra mãe: a senhora nem briga com ela, se fosse eu que tivesse na casa dele a senhora me brigava nê.
Mãe: minha filha você não pode porque você já é mocinha, já quer até namorar, né seu Marcio, mas a sua maninha ainda é uma bebezinha por isso pode.
Gaby: Depois eu vou ter uma conversinha com o senhor viu.
Mãe: Filha, deixe de tanto ciúmes, ele não sai pra lugar nenhum, só faz conversar com você toda a noite e você ainda fica brigando com ele por bobagem, ele fez o favor de ficar cuidando de sua maninha e você ainda reclama.
Eu ainda cuidei muitas vezes dessa bebezinha mas essa é uma historia pra outro conto.