Com meu pai depois da festa (4)

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Foi um custo me levantar do sofá do jeito que estava, mas consegui. Eu podia continuar ali deitado, talvez o meu pai me comesse ali mesmo vendo que eu não levantava ou me deixasse em paz pelo mesmo motivo. Mas eu tava muito curioso! Tava com medo de dar pro meu pai, mas eu não queria parar aquela brincadeira. Era uma situação difícil de lidar.
Quando cheguei na porta do quarto, ele tinha jogado toda a roupa num canto e tava deitado na cama, nu, se masturbando de leve. Levei um susto, nunca imaginei ver meu pai nessa situação na vida. Ele tinha um olhar muito safado e fiquei com medo. Quase voltei pra sala ou peguei o meu carro e fui embora, mas tinha uma força maior me dominando: o tesão!
Ele fez um gesto pra que eu entrasse. Eu entrei meio zonzo, cheguei perto dele e ele falou:

– Vem, chupa o meu pau!
– Chupar o seu pau?
– Vem, chupa um pouquinho. É bom…
-É? Nunca fiz isso, nem sei como fazer..
– Sabe, sim! Não tem segredo, te ensino…

Eu me abaixei, me ajoelhei do lado da cama e fiquei olhando o pau bem duro do meu pai. Já tinha visto aquele pau milhares de vezes, mas nunca duro daquele jeito. Era grande e grosso, bonito e se parecia muito com o meu. Nunca tinha pensado se o pau do filho tem que ser sempre igual ou parecido com o do pai. Não sei se é uma regra, mas os nossos eram bem parecidos.
Meu pai falou mais uma vez pra eu chupar e fui aos poucos abaixando a cabeça e abrindo a boca. Engoli o pau dele do jeito que consegui e levantei a cabeça soltando o pau totalmente. Ouvi meu pai soltar um suspiro alto e falar que minha boca era uma delícia. Falou pra eu continuar. Tentei lembrar de como as mulheres já tinham me chupado na vida e fui fazendo igual, morrendo de medo de acabar machucando o pau com os dentes.
Era estranho chupar um pau, mas era ruim. Meu pai, então, passou a alisar minha cabeça e achei aquilo uma delicia, de algum modo era bom receber aquele carinho. E isso me fez ficar com mais tesão ainda e chupar com mais intensidade. Meu pai vendo aquilo, forçou minha cabeça pra engolir o pau dele todo, coisa que era impossível de se fazer, engasguei algumas vezes, mas era bom!
Ele, então, falou que tava na hora. Me fez parar, levantou da cama e me colocou de quatro nela. Senti que ele voltou a mexer na minha bunda. Dessa vez parecia mais gostoso sentir a língua dele passeando pelo meu cu e tentando invadi-lo. Olhei pro lado de repente e vi que o guarda-roupa era repleto de espelhos e nossa imagem estava toda refletida ali, era quase como um espelho de teto de motel, mas de lado. Eu vi meu pai com a cara enterrada na minha bunda e fiquei com mais tesão.
Ele parou, se debruçou sobre mim e voltou a falar baixinho no meu ouvido.

– Agora eu vou meter, não se preocupa. Fica calmo, no início vai doer um pouco, mas depois vai melhorar. Se não tiver aguentando, fala que eu paro. Essa vai ser sua primeira vez e sei que é mais difícil.

Ao invés de aquelas palavras me acalmarem, eu fiquei apavorado. Aquele pau todo do meu pai iria entrar todo no meu buraquinho tão pequeno. Ia doer muito, quase mandei ele parar, mas eu não fiz, porque eu tava querendo, tava morrendo de tesão.
Ele me fez arrebitar mais a bunda e deitar a cabeça no travesseiro. Senti ele alisar a minha bunda um pouco, abrir ela com as duas mãos e jogar algum gel no meu cu. Nem tinha visto gel nenhum por perto, mas estava ali. Eu olhei pro espelho de novo e vi quando ele apontou o pau pra portinha do meu cu. Nessa hora, fechei os olhos novamente e senti uma dor imensa quando ele enfiou o pau todo devagarinho. Dei um grito que deve ter acordado toda a cidade. Meu pai só me tranquilizava e falava pra eu ficar calmo que ia melhorar.
Ele não se moveu, depois que enfiou tudo, deixou o pau descansar um pouco dentro de mim e a dor parou. Depois de alguns segundos, ele começou a se mexer muito lento e devagar falando coisas safadas como o meu cu era gostoso e que minha bunda era a mais maravilhosa do mundo.
Com o tempo, ele ia aumentando mais o ritmo e a dor ia amentando aos pouquinhos, até o ponto de eu não suportar e começar a gemer de dor. Eu queria pedir para ele parar, mas uma coisa bem louca veio na minha cabeça: "se minha mãe aguentava, eu iria aguentar também." E olhei pro espelho e vi o pau do meu pai entrando e saindo da minha bunda. Aquilo tudo fez com que o meu tesão voltasse loucamente e meu pau ficou duro, muito duro. Não tinha voltado a ficar depois que tinha gozado com o meu pai me chupando.
De repente meu pai viu que meu pau tava duro e falou que tava assim porque eu tava adorando dar o cu pra ele e acelerou mais ainda as metidas. Eu passei a gemer bem alto. Ele falou, então, pra eu tocar punheta, pois ele queria me ver gozar com o pau dele no meu cu.
Comecei a tocar e a dor no meu cu diminuía um pouco, por isso acelerei a punheta o quanto pude. E em pouco tempo, eu que gemia alto, gemi mais alto ainda quando gozei e desabei, deitei totalmente na cama.Nisso, o pau saiu. Mas meu pai falou que tava quase gozando, enfiou o pau do jeito que eu tava mesmo, deu poucas estocadas e gozou dando urros no meu ouvido.