Cauê, o filho da minha prima. Loirinho e corpinho de menininha

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Olá leitores, cheguei neste site pesquisando sobre um tema que gera muita polêmica na sociedade atual. Dizem que na antiguidade era algo comum, mas hoje quem faz o que eu fiz é taxado de maníaco e fica preso por longos anos.
Nunca pensei que algo assim pudesse acontecer comigo. Sou sempre seguro de tudo que faço, mas a vida muda e nós somos apenas passageiros, no meu caso literalmente… vamos aos fatos:
Sou de Santa Catarina, e praticamente todos os meus parentes vivem em Balneário Camboriú.
Eu sou engenheiro de produção e trabalho em uma multinacional aqui em São Paulo.
Tenho uma prima que mora em SP também. Ela é separada e vive aqui com um filho de 12 anos. Ela é gerente em uma loja de um shopping.
Esta minha prima (que vou esconder o nome), me ligou e perguntou se eu iria passar as festas de final de ano em Balneário. Respondi que sim eu iria, mas para evitar trânsito eu ia viajar de ônibus. Até que ela me pediu se podia levar o filho dela comigo.
Não vi problemas, afinal o Cauê é um menino educado e simpático.
Comprei as passagens pela internet e peguei ônibus leito.
No dia da saída, ela trouxe o filho até meu apartamento. A viagem seria a noite.
Conversamos sobre a vida em SP. Nesta loucura de cidade que une oportunidade de ganhar dinheiro, mas nos brinda com muito estresse e cansaço. Nesta conversa ela meio que cochichando para o muleque não ouvir. Ela me disse que estava desconfiada que o filho é gay.
Disse para ele que ele é criança ainda e que por certo ele nem sabe o que é ser hetero ou homo. Até que ela me disse que se ele for gay, como desconfia, vai apoiar o filho da mesma forma.
Fiquei com aquilo na cabeça, e passei a observar o menino melhor. Ele é pequeno, aparenta ter 10 anos. Falso magro, com uma bunda de menina. Loiro e com cabelos nos ombros, tipo sufista. Muito educado e gentil, ele tem mesmo semelhanças mais com meninas do que com meninos.
Eu nunca curti viado. Pensei que jamais iria querer algo com um, muito menos uma criança e filho da minha prima.
Logo ela foi embora e eu fiquei com o garoto até o horário que chamei o Uber e partimos para a rodoviária Tietê.
O ônibus da nossa viagem, é um de dois andares e as poltronas leito ficam na parte de baixo. Eu gosto de viajar assim, porque estas poltronas são muito confortáveis e muito mais barato que avião.
Ao entrar no ônibus eu deixei ele na poltrona perto da janela e ficamos conversando. Reparei que o ônibus já estava saindo e no andar de baixo só estava eu e o pequeno Cauê. O motorista nos deu um travesseiro e um pequeno cobertor.
Comecei a conversar com o Cauê, e nossa conversa estava animada. O garoto é bem esperto para a idade e de fato ele tem um jeitinho de menina que chega a encantar qualquer um.
Nestas conversar eu perguntei de namoradas. Ele me disse que não tinha. Vi que ele queria falar mais, mas estava inseguro. A conversa seguia e procurei manter o assunto. Até que fui objetivo na pergunta:
– Cauê, vou te fazer uma pergunta, mas não precisa se ofender e garanto que sua resposta eu vou guardar em segredo absoluto: Você é gay ?
Ele com jeitinho de viadinho falou:
– Aiii você também ?? Todo mundo pergunta isto, que saco !!
– Calma… eu gosto de você… e se você for gay eu vou gostar até mais. Não precisa se ofender…
Vi que ele virou para o lado da janela e resolvi não perguntar mais nada.
Com o balançar do ônibus eu logo dormi.
Não sei quanto tempo fiquei dormindo, mas tenho o sono leve, principalmente em viagens de ônibus. Cada vez que o motorista freia e acordo, talvez seja algo automático e com medo de acidentes. Mas senti algo segurando meu pau. Fingi que dormia e esperei.
O Cauê passou a mão no meu pau que já estava meia bomba.
Aquilo foi me dando tesão e resolvi deixar o menino brincar. O safadinho alisou meu pau por cima da minha calça. Vi que ele estava quase me beijando.
Num movimento leve eu segurei sua mão em cima do meu pau. Ele tentou tirar, e falei:
– Pode pegar Cauê…
Ele se virou para o lado e tirou a mão.
Passei a mão no seu cabelo e fui descendo até chegar na bundinha. Redondinha e macia.
Fiz carinhos e abri minha calça. Deixei meu pau livre.
– Pode pegar no meu pau Cauê, vem… pega.
Ele estava relutando, mas senti que ele queria pegar mas estava com vergonha.
Resolvi não insistir. Deixei ele de lado fingi que voltei a dormir.
O safadinho esperou uns 15 minutos até que senti ele segurando meu pau. Com muito carinho ele começou a bater uma punheta gostosa. Deixei ele brincar a vontade.
Até que ele sem falar nada se inclunou e começou a chupar… que boquinha gostosa. Quente e úmida. O garoto chupa melhor que muitas mulheres que já me chuparam.
Coloquei minha mão na suas costas e fui descendo até o cuzinho. Coloquei a mão dentro da calça de moletom que ele vestia e encontrei o buraquinho. Ao tocar ele deu uma leve gemidinha. Fiz carinho no cuzinho e ele me chupando… estava muito bom. Até que avisei:
– Vou gozar… não consigo segurar… ahhhhhh
O garoto chupou até os primeiros jatos de porra entrarem na sua garganta e logo tirou.
– Ahhh que delicia Cauê…
Ele se virou na poltrona e eu o abracei com muito carinho.
– Obrigado Cauê… adorei tudo isto…
– eu também – foi só o que ele falou.
Limpei meu pau com um lenço papel que eu tinha levado.
Fiquei pensando… que viadinho gostoso !!
Não conseguia dormir. Até que o ônibus parou em Registro.
Acordei o menino e perguntei se ele queria descer. A resposta foi sim.
Fomos no banheiro primeiro e vi ele entrando num Box. O banheiro é cheio e não deu para entrar com ele.
Depois fizemos um lanche rápido e voltamos para o ônibus.
Logo partimos e as luzes se apagaram.
Eu queria muito comer o cuzinho dele. E fui abraçando e beijando sua nuca. Fiquei pelado e encostei nele.
Consegui tirar sua camiseta e coloquei minha mão no sei pauzinho. Segurei as bolinhas. O menino nem tem pêlos ainda.
Desci minha boca e comecei a chupá-lo.
Fiquei um tempão chupando e nada dele gozar.
Percebi que ele ainda não goza e depois ele me confirmou isto.
Com carinho eu tirei a roupa dele. Deixei peladinho.
Puxei ele para cima de mim. Encostei meu pau no seu cu e senti ele posicionar.
Forcei até entrar.
Ele deu uma leve gemida, não se de dor ou prazer.
Logo ele começou a conduzir a transa. Beijei sua boquinha. Hálito fresco e suave.
Já comi alguns cuzinho das namoradas, mas o dele é mais elástico e aperta meu pau.
Ficamos assim até eu gozar. Abracei ele e ficamos calados.
Meu pau amoleceu e saiu de dentro dele, mesmo assim ele continuou deitado em cima de mim até adormecer.
Nos cobrimos com um cobertor e logo eu dormi também.
Acordei quando senti o ônibus parando. Aí foi uma correria… açodei o menino e nos vestimos rapidamente.
Descemos e fomos no banheiro. Já estávamos em Curitiba.
Quando a viagem reiniciou eu puxei conversa:
– Cauê, o que fizemos é segredo… ta
– Eu sei… mas não vai contar para ninguém que eu sou gay
– Eu não conto. Mas acho que sua mãe já sabe, e quer saber, todo mundo vai te dar apoio.
– Até você ?
– Sim, o que fizemos aqui foi muito bom muleque. Adorei.
– Eu também gostei.
– Você já fez com quem ?
– Vixeee eu já fiz com vários meninos da minha escola.
– Mas e com adultos ?
– Eu já fiz uma vez com o namorado da minha mãe e agora com você.
Continuamos a conversa até Itajaí, onde a avó dele estava nos esperando de carro.
Depois vou contar como levei o viadinho até a Praia do Pinho e lá eu comi ele novamente.