Armando na Garagem

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Todos já me conhecem. Sou o Armando do conto Bia, mamadora. Hoje vou relatar um caso ocorrido há pouco tempo atrás com outra menina. Meu carro apresentou um defeito e levei-o até a garagem de um amigo meu que fazia estes serviços só pra conhecidos. Ele examinou e constatou que tinha de trocar uma peça. Ele saiu pra comprar a peça, e eu fiquei esperando sentado em um banco próximo da entrada da garagem. Já estava entediado pela demora, quando apareceu uma garotinha lindinha, de olhinhos verdes, cabelinho loirinho cacheado, pedalando um velocípede. Ela aparentava ter uns … anos. Ela passou em frente da garagem e voltou olhando pra mim. Fiquei observando seu corpinho. Bundinha redondinha, perninhas grossas, cabelo esvoaçando no vento e um charme incrível. Levantei e fui ver se ela estava acompanhada. Constatei que ela estava sozinha, sem ninguém tomando conta dela. Como estávamos em uma vila de casas, onde o meu amigo tinha a garagem, fiquei mais tranquilo porque não tinha trânsito ou perigos que pudessem machucar a garotinha. Voltei pra dentro da garagem e meu pau já estava duro, doido pra atrair aquela menina e fazer alguma coisa com ela, nem que fosse uma leve dedadinha, uma encoxadinha ou coisas melhores, quem sabe? Sentei de novo no banco e me posicionei de formas a deixar ela me ver alisando a rola, por cima da calça. Quando ela passou pedalando de novo, olhou pra mim e viu o volume da minha rola sendo exibida. Curiosamente, ela parou um pouco e ficou me observando. Quem milita nessa área, sabe que uma das táticas pra atrair meninas novinhas é mostrar a rola. Elas ficam fissuradas, dominadas pela curiosidade por conhecer coisas que não estão acostumadas a ver. Quando ela saiu pedalando, fiquei pensado que não voltaria mais. Me enganei redondamente. Ela apareceu e ficou parada em frente, me olhando. Tirei a rola pra fora e mostrei toda a extensão. Dei um adeusinho pra ela, respondido da mesma forma, e continuou olhando. Lembrei que tinha uns chicletes no porta luvas do meu carro. Fiz sinal pra ela esperar e fui correndo pegar os docinhos. Mostrei, fazendo gestor pra ela vir pegar. Ela desceu do velocípede e veio andando na minha direção. Meu coração acelerou na hora, vendo aquela menina linda entrando na garagem e pegando um bombom da minha mão. Enquanto ela abria e tirava o doce, eu continuei me masturbando na frente dela, mostrando a rola em toda a sua extensão. Ela ficou mastigando o chiclete e olhando pro meu pau fixamente. Perguntei se ela queria outra caixinha de chicletes, e ela balançou a cabeça confirmando. Tirei uma caixinha e disse: “Se você quiser mais um, pega aqui”, e mostrei a rola dura. Uma emoção enorme me invadiu o peito naquele momento de indecisão dela. Ela deu um passinho pra frente e pegou o chiclete. Eu pequei em sua mão e dirigi pra rola, ajeitando seus dedinhos pra ela poder pegar melhor e no lugar certo. Eu estava torcendo pra meu amigo não chegar naquela hora. Afinal, uma menininha de … anos, pegando no meu pau não acontece toda hora. Também fiquei com medo de alguém aparecer e me flagrar. Todos sabem que a sensação de perigo é o melhor estímulo para o prazer. Nenhuma palavra foi dita. Eu e a menina ficamos mudos, aproveitando a sensação maravilhosa de manusear e ser manuseado. Pra ficarmos mais à vontade e livres de perigos, levei-a pra dentro da garagem e a sentei em uma poltrona velha que estava atrás do carro. Sentei ao seu lado, com a pica dura, e pedi pra ela pegar de novo. Que maravilha. Sua mãozinha pequena mal conseguia abraçar todo o diâmetro da rola. Ensinei-a a punhetar e ela fez exatamente como mandei, sem minha ajuda. Dei mais um chiclete e fui empurrando sua cabecinha pra mais perto da rola. Minha intensão era fazê-la me chupar. Pensei comigo mesmo: “Foda-se, não estou nem aí. Nem sei de que buraco ela saiu. Vai chupar pica de qualquer maneira”. Ela veio se inclinando, abaixando, até que a rola encostou em sua boquinha vermelhinha. Pedi pra ela abrir a boca e chupar como se fosse um chiclete, mas deixei claro que ela não podia morder, nem mesmo encostar os dentinhos. Foi lindo ver ela obedecendo as minhas orientações a risca. Que mamadinha gostosa. Fui dando a cadência da mamada com a minha mão em sua nuca. Eu sabia que não podia demorar muito. Então, gozei tudo dentro da boquinha daquela menina desconhecida. Senti os jatos de porra saindo em alta pressão, direcionados a sua bochechinha tufada pela pressão da cabeça da rola. Quando ela sentiu o gosto forte de gala, tirou a boca e cuspiu tudo pro lado e ficou se tremendo e fazendo ânsia de vômito, como se estivesse enojada. Pensei mais uma vez: “Foda-se. Levou picada na boca e ainda bebeu porra”. Deu até vontade de rir, mas me contive. Tirei um lenço do bolço e limpei a meladeira toda. Nesta hora, o meu amigo chegou com a peça. Ele falou pra menina: “O que você tá fazendo aqui, Clarinha?”. Ela ficou meio nervosa e calou-se. Tomei a iniciativa e expliquei que a correia do velocípede tinha caído e eu tinha consertado. Depois fiquei sabendo que ela era sua sobrinha e morava na casa ao lado. Olha só que perigo. O meu amigo foi colocar a peça e a menina saiu e voltou a pedalar na vila. De vez em quando, ela parava em frente e ficava me olhando. Eu dava adeuzinhos, e ela respondia. Fiquei mais tranquilo, porque ficou claro que ela tinha gostado e possivelmente não contaria a sacanagem que fizemos. Esta foi a única vez que me encontrei com a Clarinha, porque nunca mais voltei lá. Vai que o pai dela estivesse me esperando. De qualquer forma, foi uma bela experiência. Afinal, eu tinha conseguido dar uma gozada deliciosa numa boquinha infantil, sem maiores consequências. Fiquei imaginando a Clarinha chupando outras picas de outros tarados da redondeza. Eu a tinha iniciado. Só restava ela continuar curiosa e se abrir pros tarados se aproveitarem. Um abraço a todos.