A empregada que prostituiu a filha

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Bom primeiramente quero pedir desculpas por um conto tão longo. Esse é um dos meus primeiros e eu adoro ser detalhista neles, pois gosto de relembrar cada pedacinho o que me excita muito. Adoro me masturbar enquanto escrevo.

Olá, meu chamo Pedro, atualmente tenho 25 anos. Essa estória que vou contar a vocês, aconteceu no início do ano de 2016.
Sou um cara bem encaminhado na vida, emprego estável, e uma vida que embora seja corrida, me traz uma boa saúde financeira e física. Me considero um solteirão convicto. Ainda não me vejo preso a uma pessoa, o que me interessa mais é conhecer o máximo de bucetas que eu conseguir.
No ano de 2016, tive que me mudar para Goiânia por causa do meu trabalho em uma empresa de Telecomunicações ( Não irei revelar o nome, pois tenho medo de ser descoberto por amigos de trabalho). Como iria passar grande parte do dia fora de casa, precisava de uma empregada de confiança, que limpasse a casa, cozinhasse e passasse as minhas roupas. Depois de algum tempo pesquisando e muitas entrevistas resolvi contratar dona Múria.
Dona Múria era uma senhora de seus quarenta e poucos anos. Já calejada com a vida, mãe solteira, semianalfabeta porém de uma simpatia e competência impares.
Tudo estava indo melhor do que o imaginado nas primeiras semanas, nenhuma reclamação, a casa sempre estava um brinco. Porém na primeira semana de março uma catástrofe aconteceu. Durante a limpeza da sala, Dona Múria esbarrou sem querer no meu bar. O resultado foi várias garrafas das mais variadas bebidas se espatifando no chão.
Eu não acreditava no que estava vendo, estava muito puto , ali tinha bebidas importadas, que não se achava no Brasil.

-Caralho Murinha ( Apelido carinhoso de como eu a chamo até hoje), que porra é essa?

-Desculpa patrãozinho, mil perdões, foi sem querer.

Na mesma hora a mulher começa a chorar desesperada. Eu tinha um coração mole, e falei pra deixar pra lá, apenas pra limpar tudo e depois a gente conversava.
A tarde, um pouco mais calmo, pude fazer a conta do prejuízo que eu tinha levado. Ao lado de Murinha mostrei o resultado que chegava quase na casa dos 5000 reais.

-Nossa patrão, eu to muito ferrada, e agora? Não tenho como pagar isso tudo – Falou uma assustada Murinha.

A solução foi a habitual. Todo Mês iria descontar uma porcentagem de seu pagamento, até fechar a conta do prejuízo.
Dona Múria não gostou muito disso, mas não tinha nada que ela pudesse fazer naquele momento, apenas aceitar e pagar.
Na semana seguinte cheguei em casa para almoçar, e começo a ouvir A voz de dona Múria conversando com alguém . Quando chego na cozinha, me assusto em ver uma menina novinha sentada a mesa.

-Oi Patrão, essa aqui é a Alessandra, minha filha. Ela veio comigo e ta esperando aqui pra pegar o ônibus pro colégio , espero que não se importe.

Alessandra era uma garota linda, tinha 13 anos , era loira de olhos claros, cabelos longos encaracolados. Era magra, seus peitos ainda estavam em formação, porém tinha uma bundinha empinada linda.

-Logicamente que não Dona Múria. Ela é mais do que bem vinda em minha casa.

Respondi rapidamente e já fui logo cumprimentar aquela gatinha com um beijo no rosto.

-Murinha, prepara o rango que eu to com fome, vou ali tomar um banho rápido e já volto.

Durante o banho percebi que minha rola estava semi rígida, e a cabeça do meu pau estava melada. Acho que Alê tinha mexido comigo e eu nem tinha percebido. Aproveitei pra tocar uma punheta bem gostosa , pensando naquela novinha, o que era estranho , pois nunca tinha tido desejos com garotinhas tão novas como ela.
Voltei para a cozinha e almocei rápido. Queria ficar um pouco mais contemplando a beleza ingênua de Alessandra por isso me ofereci pra dar carona a ela até o colégio.
Alê perguntou a sua mãe se ela poderia ir.
-Não vai ser um incomodo pra você patrão ? – Perguntou Dona Múria.

-incomodo nenhum – respondi – É caminho, vai ser coisa rápida.

Terminei de me arrumar e fomos até a garagem pegar meu carro
-Nossa tio, que carro lindo ! Alê talvez nunca tivesse entrado em um carro desse estilo.

Eu comecei a rir.
-Não me chama de tio, não sou velho assim , tenho 25 anos poxa !

Dessa vez foi Alessandra que caiu na gargalhada. Fiquei feliz que ela estivesse tão a vontade comigo.
Durante o caminho fomos conversando sobre a sua escola. Eu também não parava de olhar para as suas lindas pernas de pele clarinha. Estava ficando doido por aquela menina.
-E ai Alê, você tem algum namoradinho ?

-Não tio … Pedro . Os meninos da minha sala são muito chatos. Só falam besteira e só querem saber de jogar bola.

-Relaxa, meninos são imaturos mesmo . mas depois mudam.

Chegamos no colégio, me despedi de Alessandra , com mais um beijo na bochecha e agora também com um abraço apertado, e fui trabalhar. A noite cheguei em casa, abri uma cerveja e me joguei na cama. Era estranho. Ficava pensando na Alessandra o tempo todo, e começava a imaginar o que faria com aquela novinha em cima da minha cama. Mais uma vez fiquei excitado e bati uma punheta bem gostosa. Uma ideia totalmente errada começou a tomar conta de minha mente. Eu queria comer aquela ninfetinha. Mas ao mesmo tempo sabia que era errado. Essa confusão de pensamento me acompanhou a madrugada toda, me tirando o sono. Mas eu já tinha tomado a minha decisão e iria coloca-la em prática o mais rápido possível.
Pela Manhã tomo meu Café e parto para o trabalho. Estava ansioso para chegar em casa novamente para poder dar continuidade as minhas ideias pervertidas.
Na hora do almoço encontro Dona Múria na cozinha, dessa vez sozinha. Agora era a hora !
-Dona Múria, preciso conversar com a senhora .

-Fala Patrão, o que foi ?

-Eu tenho uma proposta pra você …

-Que tipo de proposta ?

– Uma boa, que vai agradar tanto a você, quanto a mim . Achei uma maneira de você pagar de uma vez só o prejuízo das bebidas ! E sem mexer no seu bolso !

-Nossa patrão, que bom ! Como vai ser ?

-Você vai arranjar pra mim uma noite com a sua filha Alessandra , somente eu e ela.

A cara de alegria da minha empregada, rapidamente se tonar uma cara de espanto .
-Não patrão, isso é errado, para, não vou prostituir a minha filha.

-E quem falou em prostituir? Eu não estou pagando absolutamente nada, alias é você quem esta me pagando, na minha opinião, nada mais justo. Ou então a senhora se contente em ter seu pagamento reduzido da maneira que estávamos fazendo antes. Você é quem sabe !

Dona Múria ficou pensativa, e novamente respondeu.
-Não sei patrão , a Alessandra é muito novinha ainda pra essas coisas, se tivesse mais idade eu até não acharia problemas, mas 13 anos …

-Murinha, confia em mim, você sabe que eu não sou um filho da puta qualquer, eu não vou machucar sua filha , muito pelo contrário, vou respeita-la sempre e querer sempre o bem dela.
Mais uma vez dona Múria se botou a pensar, dessa vez com uma cara bem séria, até que
finalmente ela topou o acordo.

-Ta bom patrão, tudo bem, eu confio no senhor. A que horas você pode buscar ela lá em casa ?
-Sabado as 20 h, quero ela pronta me esperando.

A semana passou se arrastando, chegava segunda, mas não chegava sábado, eu estava ansioso, até que chegou o grande dia.
Cheguei na frente da casinha de Dona Múria com o carro limpinho, pronto pra impressionar a minha gatinha. Abri a porta e dei um sorrisão para Alê que vinha em minha direção vestindo uma calça jeans, uma camisa branca muito bonitinha e trazendo em suas costas sua mochila com coisas pra passar a noite lá em casa. Ela entrou no carro quieta, mal me cumprimentando. Demos tchau pra Dona Múria e saímos de lá direto pra minha casa. Tentei puxar assunto com Alessandra, porém, diferente das outras vezes ela estava séria e pouco falava. Eu não fiquei bravo, entendia completamente o que devia estar se passando naquela cabeça de menina, em uma situação era surreal, até mesmo para mim.
Chegamos em casa e fui terminando de preparar a mesa pra jantarmos algo. Sentei ao seu lado e novamente puxei assunto, dessa vez, de forma um pouco mais séria.

-Bom, creio que sua mãe já explicou pra você o motivo de estar aqui né?

-Já tio … respondeu Alessandra, abaixando ainda mais a sua cabeça.

Aquela situação estava ficando um pouco chata, então tratei de acalma-la.
-Alê, falando sério , não fica com medo de mim, eu não vou te machucar, não vou fazer nada que você não queira, juro que vou te tratar como uma princesa hoje e a sua vontade vai ser o tempo todo realizada… E para de me chamar de tio poxa …

Pela primeira vez pude ver um sorriso em seu rosto, Alessandra finalmente estava um pouco mais solta e aliviada.
Depois da janta fomos para a sala assistir TV. Preparei uma dose de Whisky pra mim e perguntei se ela gostaria de tomar alguma coisa pra me acompanhar.
-Não sei, nunca bebi antes.

-Então vou preparar uma coisa deliciosa pra você – Falei.

Lhe preparei uma caipirinha, bem leve e fraca, que mais parecia um suco de limão.
-Nossa tio, que delícia, parece suco!- exclamou Alessandra.

-Que bom que gostou, especialidade da casa , mas bebe devagar senão você vai passar mal depois.

Sentamos no Sofá pra assistir Tv . Alê sentou ao meu lado, assim pude passar meu braço por trás dela e abraça-la de forma aconchegante. Conforme ela ia bebendo, mais ela ia se soltando , e pouco a pouco foi debruçando sua cabeça no meu peitoral. Aquilo já me deixou excitado, mas eu ainda queria curtir o momento, e queria que ela curtisse também para que confiasse cada vez mais em mim.
Ia fazendo cafuné em seu cabelo , passando meus dedos por entre aquele lindos caracóis louros. De repente fui me aproximando e comecei a beijar a sua nuca. Alessandra se arrepiou inteira. Dali fui para seu pescocinho , até chegar em sua boca. Comecei a beija-la lentamente, entrelaçando minha língua com a dela, passeando pelo lábios delicados de menina . A melhor parte é que eu estava sendo correspondido.
Eu estava muito excitado, meu pau já estava incomodando dentro da calça. Era hora de coloca-lo pra fora. Parei de beijar Alê e perguntei:
-Minha gatinha, você já chupou um pau na sua vida?

-Nunca

-Você quer chupar o meu agora ? – Perguntei enquanto ia desabotoando minha calça.

Coloquei meu pau pra fora e Alessandra arregalou os olhos.
-Nossa tio, como tá duro !

-Eu sei minha princesa, tá duro por você. Dá um beijinho nele, dá?

Ainda meio sem jeito, Alessandra foi se curvando e se ajeitando no sofá, a medida que ia chegando mais perto da minha rola . Ela abriu a sua boquinha , e foi abocanhando o meu pau. Ela mal conseguia passar da cabeça da minha rola, que estava inchada de tanto tesão, porém mesmo assim, dava o seu melhor, da sua maneira.

-Isso, assim mesmo, vai e volta bem devagar, e pode usar a sua língua se quiser.

Eu tentava ensinar algumas coisas a ela. Ao mesmo tempo fui levantando a sua blusa, ate destapar os seus seios. Com calma abri seu sutiã e então tive acesso a aqueles peitinhos lindos, pequeninos que cabiam na minha mão. Comecei a massageá-los e com a ponta dos dedos brincava com seu mamilo .
Eu sentia que mais um pouco eu gozaria. Era um tesão enorme . Mas não queria gozar logo, tão pouco daquela maneira. Puxei Alessandra de volta e novamente lhe beijei.
-E ai, gostou ?

Alê apenas acenava com a cabeça confirmando.
Peguei ela no colo e a levei pro meu quarto. Deitei ela gentilmente na minha cama, e fui logo desabotoando a sua calça. Fui tirando levemente, deixando a minha princesa só de calcinha. Fiquei maluco ! Era uma calcinha típica de novinha, de algodão e rendinha. Não passei muito tempo olhando e fui puxando sua calcinha também. Nesse momento, Alessandra cruzou as suas perninhas.

-Não tio, eu sou virgem.

Se isso era um sinal pra eu parar, não funcionou, pois só me deixou ainda mais louco de tesão.

-Eu sei meu amor, mas não se preocupa , eu vou fazer tudo direitinho e com muito carinho pra você gostar. Prometo. Além do mais, é melhor perder a virgindade comigo do que com aqueles seus amigos idiotas do colégio não é ?

Mais uma vez Alessandra relaxou, deixando eu abrir a sua perna aonde tive a visão mais perfeita de todas. Sua bocetinha se mostrou pra mim , totalmente rosadinha e sem pelos. Uma bocetinha linda , magra com seu clitóris pequenininho. Uma boceta totalmente virgem pra mim.
Deitei na cama e fui me aproximando da sua bocetinha. Botei a minha língua pra fora e passei de leve no seu grelinho. Na mesma hora Alê deu seu primeiro gemidinho, discreto e tímido, pra me deixar ainda mais maluco. Eu passeava com a minha língua pela sua boceta , ia pelos grandes lábios e de vez em quando colocava ela lá dentro da sua xana, que fazia Alê se contorcer e gemer ainda mais na minha cama.

-E ai minha princesa, ta gostando?

-Uhum… Ahhnnn… Muito.

Sua boceta já estava molhadinha, toda babada por fora e por dentro. Era hora de fazer o primeiro teste.
Coloquei meu dedo médio de leve na portinha da sua xoxota e fui penetrando com muita calma e muito cuidado. Por incrível que pareça Alessandra não reclamou, e sua boceta não ofereceu muita resistência. Enfiei mais um pouquinho até chegar no seu Hímen . Parei e fiquei por um tempo com um dedo ali brincando , indo pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo. Até que decidi colocar mais um dedinho, entrando já com um pouco mais de dificuldade .
-E ai , tudo bem ai Alê?

-Ta tio, ta gostoso. Pode continuar.

Era isso mesmo o que eu iria fazer. Tirei meus dedos, e aproveitei pra lamber o melzinho daquela boceta. Me aconcheguei em cima de seu corpo e falei:

-Agora eu vou enfiar meu Pau tá? Qualquer coisa se não gostar a gente para ok ?

Novamente Alê apenas acenou com a cabeça
.
Comecei a beija-la na boca. Enquanto isso com a mão ia guiando meu pau já sedento até a portinha da sua xoxotinha. Uma vez alinhado, fiz uma pequena força para penetra-la.

-huummm … ai – Alessandra deu um gritinho baixo e abafado.

-Ta doendo Alê ?

-Não … tá …. mas não para , é uma dor diferente, não é dor …

Continuei forçando a passagem devagarzinho es gritinhos continuaram, até eu chegar em seu hímen.

-Agora segura firme em mim princesa, e confia em mim tá bom ?

Alê se agarrou no meu pescoço. Eu dei uma estocada mais rápida e forte, rompendo aquele lacre que a mantivera virgem até hoje. Uma pequena quantidade de sangue saiu , sujando um pouco o meu lençol.

-Aaahhhh Aiiiiiii Tiooo… – Gritou Alessandra

Calma meu amor , já vai passar . Agora é só coisa gostosa, prometo.

-Mas você prometeu…

-Eu sei princesa, mas essa parte é assim mesmo, prometo que já vai passar…

Calmamente fui começando um movimento de vai e vem. Os gemidos de dor começaram a dar espaço aos gemidos de prazer . Fui aumentando a velocidade pouco a pouco e a força ia gradativamente aumentando. Eu olhava para a cara de Alê , que gemia baixinho enquanto olhava pra mim e sorria.
Decidi mudar um pouco de posição. Eu levantei as suas perninhas e as apoiei no meu ombro. Dessa maneira eu consegui enfiar um pouco mais fundo, além de poder apreciar a minha rola arrombando aquela boceta virgem. Cada estocada mais forte era um gemido mais forte que vinha da minha menina.

-Vai tio, me come, me come gostoso, não para de enfiar , por favor, ta muito gostoso.

Essas palavras me deixaram maluco. Eu tentei segurar o que dava, mas não tinha mais como. Gozei como um cavalo naquela bocetinha, que não estava preparada pra receber tanta porra assim, deixando espirrar um pouco pra fora.
Minhas pernas tremiam. As pernas de Alê tremiam . Tive que tomar cuidado pra não cair em cima dela. Tirei meu pau devagarzinho da sua xota. Ele ainda estava duro.
Dessa vez resolvi bater uma punheta como sempre fazia quando pensava nela. A diferença é que agora ela estava ali bem na minha frente, nua , deitada com as perninhas toda aberta, uma para cada lado, enquanto meu gozo ia saindo de dentro de sua bocetinha, Não demorou muito pra eu ter vontade de gozar de novo. Então fui para o lado da cama e posicionei meu pau ao lado de seu rostinho, enquanto eu falava:

-Vai Alê , pra terminar com chave de ouro, eu vou gozar no seu rostinho tá, fica tranquilo que não vai doer nada ,nem tem problema nenhum.

Quase que não consigo terminar a frase. E Gozei mais uma vez , com a minha porra espirrando em seu rostinho meio, se espalhando por boca , bochecha e nariz.

-Eca ! – Alê fazia cara de nojo ao mesmo tempo que abria um sorrisão pra mim!

-E ai, gostou Alê ? Não prometi que ia ser bom ?

-Prometeu Tio, eu gostei muito.

Mais uma vez peguei aquele corpinho magro em formação no colo e levei para o banho comigo. Ensaboei todo seu corpo e pedi pra ela me ensaboar. Deitamos na cama ainda molhados, e caímos no sono, dormindo de conchinha. Acordamos na manhã seguinte, Alê um pouco dolorida como era de se esperar, tomamos café nos vestimos e a levei de volta a sua casa. Na despedida Alê me deu um beijo na boca.

-Tchau Tio, não vou me esquecer desse dia nunca !

-Tchau Alê , também não.

Fui pra casa satisfeito. A divida tinha sido paga, com juros e correção monetária.