Menino marrento

Autor

Eu estava tranquilo, 35 anos, tinha acabado de construir minha casa e fui morar sozinho.
Recebi a notícia de que minha prima estava se separando do marido e ia voltar pra nossa cidade com os seus dois filhos. O mais velho estava com 14 anos e o mais novo com 9.
Eu não tinha muito contato com os meninos,mas sempre fui muito amigo da minha prima, e logo me dispus a ajudar.
Primeiro permiti que ficassem um tempo na minha casa, depois ajudei minha prima a arranjar emprego. E logo Eu estava ajudando com os meninos. Mas o mais novo, Gabriel, era terrível. Começou dando trabalho na escola, foi pego fazendo troca-troca com um dos primos. Era respondao,, cheio de marra. Só que eu sempre fui muito tranquilo, e entendi que o menino estava passando por uma fase difícil. Fui dando atenção a ele e logo conquistei sua confiança. O mais velho, Matheus, era um doce, desconfiei de cara que ele era gay. Mas na escola ele se enturmou rápido e se preocupava de mais com a aparência pra poder conquistar as meninas. Mesmo assim nada me tirava da cabeça que ele era, ou um dia seria gay. Já a minha prima estava focada na briga por dinheiro com o marido, esse sim um belo de um canalha, ausente com os meninos e deixando a própria família na miseria.
Eu dou aula das 19 às 22 horas e depois pego em outro emprego das 23 as 07. Assim,acabo cuidando dos meninos pra minha prima poder trabalhar. Mas o Matheus fica mais tempo na escola e faz alguns cursos que eu pago pra ele. assim eu durmo até as 15 e pego o Gabriel na escola.
Um amigo que trabalha na escola do Gabriel me chamou um dia e me contou que um funcionário flagrou o Gabriel fazendo troca-troca com um amigo no banheiro. Mas o amigo tinha 12 anos e o Gabriel estava chupando o pinto do colega. Fiquei abismado com aquela notícia, afinal o Gabriel sempre tão marrento e todo machinho fazendo chupeta pro amigo. E eu desconfiando do Matheus.
Confesso que aquilo mexeu comigo. Fiquei pensando no comportamento do Gabriel, nas várias vezes que eu entrava no banheiro quando ele estava tomando banho e ele ja ia logo falando: – não olha tio! Eu tenho vergonha!
Também comecei a lembrar que várias vezes era ele que entrava no banheiro quando eu estava tomando banho, sempre com uma desculpa boba, e eu sempre agindo normalmente. Cheguei a desconfiar que era curiosidade de menino. Mas a partir daquela notícia passei a entender que ele queria me ver pelado. Todos esses pensamentos me deixaram de pau duro, e eu comecei a ver o Gabriel com outros olhos.
Mas eu não teria coragem de fazer nada com ele. Ainda o via como criança, e por mais que ele gostasse de safadeza, era arriscado de mais.
Só que tem coisa que é impossível fugir. Toda vez que eu via o Gabriel eu ficava de pau duro. E passei a observar seu corpinho miudo, magro, bem branquinho, cabelo claro e liso, bunda redondinha e pequena. Jamais aguentaria minha rola. Que apesar de não ser exagerada, tem seus 17cm e uma grossura razoável. Bati várias punhetas pensando no Gabriel. E minha intenção era que não passasse disso.
Mas poucos dias depois, estava eu tomando banho quando o Gabriel entrou de supetão no banheiro. Estávamos só nós dois em casa, mesmo assim tomei um susto.
– caramba Gabriel, como você entra assim sem aviso?
– desculpa tio, eu só queria usar o banheiro.
Ele entrou num momento em que minha rola estava meia vida, e me virei de costas pra ele não ver. Mas ele era esperto e logo percebeu que tinha algo.
– porque você tá de costas tio?
– porque sim. Você vive dizendo pra eu não te olhar, eu também não quero que você me olhe pelado!
– mas eu já te vi várias vezes. Você nunca ligou!
– só que agora vai ser diferente, se eu não posso te ver pelado, você também não pode me ver!
Ele estava muito curioso, dava pra notar. Mesmo ele já tendo me visto nu, ele nunca me viu de pinto duro. E nessa altura meu pinto já estava bem duro.
Ele pensou um pouco e me surpreendeu.
– posso tomar banho com você tio?
– melhor não né Gabriel! Sua mãe não vai gostar de saber que você tomou banho comigo!
– é só a gente não contar pra ela!
Pensei um pouco. Meu tesão estava a mil e minha rola ainda mais dura. Mas era a oportunidade de ver até onde ia a esperteza do Gabriel.
– ta bom Gabriel! Tira a roupa e entra aqui no box!
Ele mais do que rápido ficou peladinho e sem nenhuma vergonha me deixou vê-lo de pintinho duro. Todo lisinho e branquinho, quase rosado. Vendo seu pintinho duro eu tive a certeza de que ele queria ver o meu. Me virei de frente pra ele e abri a porta do box. Ele fixou o olhar na minha rola dura.
– você não vai entrar?
Ele entrou sem tirar os olhos do meu pau.
– porque seu pinto ta assim?
– pelo mesmo motivo que o seu!
Empurrei ele pra baixo do chuveiro e ele começou a se ensaboar, mas olhando fixamente a minha rola.
– você nunca viu uma desse tamanho né?
Ele balançou a cabeça dizendo que não.
– então. A hora que você entrou no banheiro eu ia bate uma punheta. Você sabe o que é?
– sei sim tio! Mas pode bater. Eu não ligo!
Ele deixou claro que queria ver. Mas meu juízo já tinha acabado e eu queria ver até onde a coisa ia.
– agora eu não vou mais bater. Perdeu a graça.
A cara de decepção do Gabriel foi a dica, e eu continuei.
– eu gosto mesmo é quando alguém bate pra mim. Mas como não tem ninguém, melhor deixar pra lá!
O Gabriel me olhou pensativo e soltou.
– só tem eu aqui tio!
– como assim Gabriel? Você sabe bate punheta?
– se o senhor quiser. Mas não pode contar pra minha mãe, nem pro meu irmão!
– mas você quer fazer isso?
Ele balançou a cabeça afirmativamente e segurou minha rola. Sua mão pequena se encheu e sem dizer uma palavra ele iniciou uma punheta calma, com bastante habilidade. Ele batia e observava a minha rola. Seu rosto estava bem pertinho e eu comecei a fazer carinho nos seus cabelos. Fui de leve empurrando sua cabeça e ele foi abrindo a boquinha. Dava pra ver seu desejo. Ate que ele começou a chupar a cabeça da minha rola.
Que loucura era aquilo? Como aquele menino tão novo sabia chupar daquele jeito? Ele foi abocanhando e logo estava com mais da metade da minha rola dentro da boca. Sem raspar os dentes, só usando a língua. Sua boca quente estava babando na minha rola. Eu já não tinha como segurar.
Entre meus gemidos, avisei que iria gozar e o putinho não parou.
Comecei a gozar como um louco, foi tanta porra que ele teve que tirar a boca e levou vários jatos no rosto. Ficou com o rosto, o peito e até os cabelos melados de porra. Todo sorridente. Parecia que tinha me derrotado no vídeo game.
Eu terminei de dar banho nele e passamos o restante da tarde como se nada tivesse acontecido. Logo o Matheus chegou, depois a minha prima. O Gabriel, além de marrento era bem sacana, nem dava pra desconfiar.
Naquela noite, como eu sempre fazia quando estava em casa, fui até o quarto dos meninos, dei boa noite pro Matheus e fui até a cama do Gabriel, cobri seu corpinho, dei um beijo na sua bochecha e sussurrei no seu ouvido.
– depois eu quero enfiar minha rola todinha no seu cuzinho!
Ele sorriu e balançou a cabeça concordando!
No dia seguinte, peguei o Gabriel na escola e assim que entramos em casa ele perguntou.
– você vai tomar banho tio?
– vou sim! Você quer tomar banho comigo?
Ele abriu um sorriso maroto e foi correndo colocar suas coisas no quarto. Entrei no banheiro e fiquei pelado, já de pinto duro. Logo ele entrou correndo e todo peladinho. Quando viu minha rola dura, foi logo pegando.
– hoje eu quero que você chupa bem gostoso que eu vou comer o seu cuzinho!
Ele já foi abocanhando e mamando feito um bezerro esfomeado.
– você vai aguentar a minha rola no seu cuzinho?
Ele parou de chupar, olhou pra cima, sorriu e disse.
– todinha tio! Até as bolas!
Mas isso eu continuo depois!!!!!!!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,88 de 8 votos)
Loading...