Fotos Com a Irmã Caçula (Parte 5)

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AVISO ( CONTÉM A DESCRIAÇÃO DE SEXO COM MENORES DE IDADE. SE NÃO CONCORDA NÃO LEIA )

Assim se passaram algumas semanas. Fazíamos sexo de 3 em 3 dias, mais ou menos. Queria evitar a volta da irritação na bucetinha dela e que nosso relacionamento girasse só em torno

disso. Pela minha vontade, faria todos os dias mas, não queria forçar a barra. Nesse período, tentei que fizesse oral, mas ela rejeitou e quase vomitou. Era meu feitiche, ver aqueles lábios

em volta do meu pau, lambendo chupando. Estranhamente, uma prática que considerava mais nojenta que essa que consistia em algumas vezes ejacular na suas mãozinhas, e depois eu

lamber, sugar a porra das suas mãozinhas e, a seguir beijá-la, ela não recusava. Costumava colocar parte do sêmem dentro da sua boca nos beijos e ela terminava engolindo, não cuspia.
Algo aconteceu que me deixou preocupado. Minha tia, muito esperta, notou nossa proximidade. Eu praticamente havia anulado minha vida social. Ela controlava pois todas as vezes que

saía com os amigos, pedia para ela tomar conta da Tati. Tati por sua vez, passou a recusar, passar a noite na casa dos primos e amiguinhas, viagens que tivesse que dormir fora. Estavamos

vivendo um em função do outro. E, isso estava começando a se tornar perceptível. Tati havia amadurecido muito. Tinha atitudes muito maduras para uma criança de 8 anos .Procurava ajudar o máximo nos afazeres da casa, conversávamos

sobre nossos dia a dia como adultos. Foi após uma festa que aconteceu algo inquietante. Eu conversava com uma moça e Tati ficou enciumada. Quase ninguém notou. Essa tia sim. Apos,

nos acompanhou até o carro e disse:
– Você viu como a Ti ( ela chamava assim) ficou enciumada de você conversar com a loira?
– Não ( verdade ) Só aí percebi que a menina estava emburrada.
– Você precisa voltar a sair mais com seus amigos.
– Silêncio……Devo ter mudado de expressão. Quando estava acuado, demonstrava no rosto. Não conseguia disfarçar. Continuou:
-Quando mamãe morreu, ficamos morando só eu e papai no sitio. O isolamento faz a gente fazer coisas estranhas…..
– Silêncio. Não conseguia falar nada….. Percebi que ela tinha mais coisas para falar. Mas, despedi e fui embora.
Aquele fato me preocupou uns dias. Até me afastei um pouco da Tati. Mas, foi só um belo dia ela aparecer vestida de toalha e gloss que o tesão voltou.
Foi um dia que esperava chegar as compras que havíamos feito no mercado. Umas 2 horas depois apareceram. Aquilo só fez aumentar meu tesão. Ela havia ficado no quarto dela assistindo

TV. Temia que perdesse o interesse. Recebi as compras, lacrei a casa toda e me dirigi ao quarto. Ela inocentemente, assistia TV nua com as pernas abertas. Fiquei um tempo apreciando

aquela imagem. Deitei-me a seu lado nú e não quis interromper seu desenho. Mas, fazia carinhos no seu cabelo, ombro, seios que nem existiam, pulava a barriga que sentia cócegas indo

para coxas, púbis e bucetinha e cúzinho. Ela colaborava abrindo e fechando as pernas mas estava mais interessada no desenho. Desliguei a TV após terminar o desenho. Seus olhinhos

encontraram os meus. Me abraçou. Meu pau se encaixou entre suas coxas. Começamos a nos beijar. Após um tempo, ela já estava molhadinha. Mas havia começado a usar um lubrificante

para tornar tudo mais fácil, especialmente, quando encaixava a cabeça do pau. Após esse tempo, com a prática e o relaxamento a cabeça entrava fácil, especialmente apos lambuzar com

lubrificante. Diversas vezes, com a cabeça atolada, quando muito excitada, ela tentava empurrar um pouco mais ou me puxar com as coxas. Desta vez, resolvi não resistir se acontecesse.

Eu colocava e tirava a cabeça do meu pau dentro da sua bucetinha dilatada. Até que um momento, senti suas pernas travando minhas nadegas quando ameacei tirar. Parei, inclinei o corpo e

comecei a beijá-la indecentemente. A menina estava muito excitada. Parei de beijar e já bastante insandecido, encarei e comecei a empurrar. Fazia pequenos movimentos de vai e vem.

Sentia a cabeça do meu pau pressionando seu hímem. Olhos nos olhos, seu rosto perfeito, lábios ressequidos entreabertos, rosto suado e corado pela situação. Ela começou a mexer a

pelvis desajeitadamente tentando participar…. Mas, ela não tinha experiência, não sincronizava com meus movimentos. Parei então e deixei só ela. Ela fez por um breve período e parou.

Retomei…. Sem experiência ela quis voltar a se movimentar mas, quando eu empurrei ela também o fez…
Senti que algo se rompeu e meu pau penetrou uns 2 cm após a cabeça. Ela emitiu um ai, meio grito, meio sussuro. Sabia que havia perfurado seu hímem. Eu parei imediatamente e fiquei

observando sua reação. Esperei a expressão de dor sumir do seu rostinho. A sensação daquele canal apertado e quente envolvendo meu pau era idescritível. Cada vez que meu pau pulsava

era como se eu fizesse um pequeno movimento de vai e vem. Ela toda arreganhada a visão do meu pau justo naquela fendinha me fizeram explodir em gozo. Ela fez uma expressão de dor

por causa dos movimentos do me pênis durante a ejaculação. Esperei um pouco o pau amolecer e fui retirando vagarosamente. Junto, saiu uma torrente de porra, um pouco de sangue e

seus flúídos. Fiquei um pouco tenso quando vi o sangue e limpei rapidamente. Não queria que visse. Nessa situação não chupei como era usual, fazendo a menina gozar. Queria ver se não

saía mais sangue. Então, deitei a seu lado e fiquei fazendo carinho. Tempos em tempos, passava o dedo e olhava procurando vestigio de sangue. Mas nada apareceu.
Nos 4 dias seguintes ela reclamou de dores “na barriga”. Isso fez com que evitasse qualquer tentativa de penetração por quase 1 mês. Nossas práticas resumiam em ela me masturbar, eu

gozar nas suas nádegas e coxas e eu chupar.
( Continua….)

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