Titio me deu pro amigo dele

O que vou contar aqui aconteceu logo após a morte de meu pai. Ficamos só eu e minha mãe e como nossa casa era bastante grande minha mãe resolveu chamar um tio meu para não ficarmos tão só. Tio Roberto era irmão do meu pai, ele já era casado e tinha uma filha de 18 anos que estava prestes a se casar. Em dois meses ele e sua esposa estavam morando conosco o que me fez esquecer um pouco da morte de meu pai. Na época, eu tinha 10 anos de idade e meu tio começou a me tratar como um filho querido dele, fazendo todos os meus gostos pra que eu não sentisse tanto a falta de homem como referência.

Tio Roberto tinha uns 54 anos, era um homem forte, braços peludos, um pouco de barriga de cerveja e tinha um bigode que mantinha sempre bem aparado e andava sempre com cheiro de sabonete como se tivesse acabado de sair do banho. Ele ficou sem trabalho, e como eu estudava em uma escola particular minha mãe resolveu falar com a diretora da escola que era sua colega de tempo para que meu tio trabalhasse como motorista de micro-ônibus da escola. Deu certo. Fiquei muito contente, pois eu ia permanecer sempre com meu tio, que com o passar dos dias me dei muito bem e já o tinha como pai. Eu estudava pela manhã, então a gente sempre ia junto e voltávamos juntos da escola. Na volta pra casa, quando não tinha mais outros alunos no bus, ele sempre me colocava em seu colo pra brincar de motorista, no que eu me divertia muito. Numa das vezes estávamos ainda bastante longe de casa que eu brinquei tanto que cansei e quando me recostei no seu peito notei que ele estava com a camisa aberta e senti seu suor no meu pescoço. Aí ele falou:

– Beto, seu tio tá suado – e foi logo passando a mão no meu pescoço pra me enxugar e nesse dia senti algo diferente com aquela mão alisando meu pescoço.

Chegando em casa fiquei pensando naquilo e fui dormir sem entender!

Passaram-se 3 anos e eu já estava com 13 anos, prestes a completar 14, já conhecia um pouco de sexo pelas revistas e me masturbava muito. A relação com tio Roberto continuava a mesma, muito boa. Ele continuava como motorista da escola que eu estudava. Nunca mais ele tinha me chamado pra brincar no volante do ônibus, acho que por eu já estar rapaz demais pra isso…

Num sábado pela manhã titio me acordou e perguntou se eu não queria ir com ele na garagem dos ônibus da escola, que ficava em outro bairro, pra ajudar ele a lavar o ônibus que ele dirigia. Aceitei e ele falou que já tinha falado com minha mãe e que ela tinha deixado, pois ela e sua esposa iriam fazer compras pro casamento da minha prima. E lá fomos nós. Eu estava muito contente já que eu ia passar o dia inteiro com meu tio que eu admirava tanto.

Chegando na garagem pegamos os materiais pra lavar o ônibus e começamos o trabalho. Eu de calção desses de futebol e ele de bermuda moletom sem camisa. Até que teve um momento entrou outro ônibus na garagem e vimos que se tratava do outro motorista lá da escola chamado Carlos, um senhor de seus 46 anos, bem cuidado, barba bem feita, estava de bermuda jeans preta e camiseta regata. Veio falar com meu tio e disse que também veio pra lavar o ônibus dele e que iria aproveitar o sol forte que estava fazendo naquela manhã. Ele estacionou distante da gente e vez ou outra ele acenava pra nós.

Quando acabamos de enxugar o ônibus, já era umas 12:30hrs, meu tio falou:

– Agora vamos tomar um banho ir embora pra casa, que tô morrendo de fome e tu também, né?

Eu apenas sorri afirmando. Seu Carlos continuava lá distante, mas já começava a enxugar o seu ônibus.

Entramos no banheiro onde estavam os chuveiros, e percebi que os Box de banho dos motoristas não tinha porta e ficavam um de frente pro outro.

Meu tio me mandou tirar o calção, e ele nessa hora estava tirando a cueca toda suada e pela primeira vez eu via meu tio peladão e pude ver a diferença de um homem pra um menino. Vi o pênis de meu tio e mesmo mole era grosso e muito grande. Ele notou minha admiração, veio até mim e tirou meu calção e entre risos me mandou entrar no box. Obedeci e comecei a me molhar, mas ele disse que eu não estava me ensaboando e saiu do box dele veio até o meu e falou assim:

– Não fique com vergonha de seu tio, eu mesmo vou te ensaboar se tu tá com preguiça.

Pegou o sabonete e começou pelas minhas costas e fez muita espuma. Foi espalhando pelo meu corpo e me colocou debaixo do chuveiro. Depois fez tudo de novo só que na parte da frente de meu corpo e passou sabonete nos meus peitos e desceu pro meu pau já meia bomba de um garoto de 13/14 anos. Sem cerimonia nenhuma ele lavou, ensaboou, e enxaguou meu pau, passou sabonete nas minhas coxas e voltou pra minha bunda e passou os dedos entre as nádegas, alcançando meu cuzinho. Me concentrei muito para não ficar de pau duro e meu tio brigar comigo, pois senti aquela mesma sensação quando sentei no colo dele a anos atrás, só que agora entendendo que aquilo foi prazer. Mas já era tarde, fiquei com meu pau duro feito pedra e ele notou falando que era normal, pra eu ficar tranquilo e sorria debochadamente enquanto falava.

Foi quando olhamos pra porta do nosso box, e o outro motorista, Seu Carlos, estava parado olhando e falou:

– Ensinando o garoto, né Roberto, seu safado?

– Já tá na hora, vê só como já tá ficando um homem, olhe o tamanho desse pau cheio de pelinhos.

Nisso, Seu Carlos tirou a roupa, ficando pelado e nos mostrando um pau não muito grande, mas grosso e veiudo e entrou no box se aproximando de nós dois e foi examinar meus pelinhos e alisou meu pau que nesse momento já estava a ponto de bala. Meu tio me colocou encostado nos braços peludos dele e me deixou alí exposto para Seu Carlos e ele não perdeu tempo colocou meu pau inteiro na boca. Eu senti um arrepio dentro de mim, que se desmaiei com aquela língua de macho, áspera e que parecia até ter vida própria. Carlos era um homem carinhoso e falou:

–Não se assuste menino, que nós dois vamos te ensinar a sentir e a dar prazer como nunca sentirá na vida. E olhou pro meu tio sério:

– Roberto, que isso fique entre nós e nisso chegou mais perto do meu tio e deu um beijo na boca que foi correspondido prontamente com muita sede. Fiquei louco quando vi aqueles dois homens grandes e másculos se beijando como namorados apaixonados. Meu tio me virou de costas para Carlos e esse falou que queria chupar meu cu de adolescente. Meu tio abriu minha bunda com força e Carlos começou a linguar meu anel. Eu gemia baixinho e meu tio me deu um beijo na boca, sufocando meu barulho. Não sei quanto tempo tive meu cu chupado, perdi a noção de tudo ao meu redor, eu queria que aquilo nunca acabasse.

Aí meu tio me empurrou pros braços de Carlos e começou a me chupar todo como se eu fosse parte da ultima foda de sua vida. Eles se beijavam e me chupavam muito. Foi quando meu tio falou que queria tirar o cabaço do meu cu, mas Carlos protestou e disse:

– Nada disso, você que tirou o cabaço do meu filho e agora eu que vou fazer com o teu primeiro.

Tio Roberto concordou e apenas pediu que fosse com calma, pois eu nunca tinha feito nada com meu cu. Carlos pegou da bermuda dele uma camisinha, vestiu aquele monumento e pediu ao meu tio que molhasse meu cu com sabonete e cuspe. Quando eu estava bem lubrificado foi colocando a cabeça, gemi alto e abracei meu tio quase chorando. Meu tio só dizia que no começo doía um pouco, mas depois eu ia gostar bastante. Carlos mesmo me vendo sentir dor não parou um só momento, foi furando mais ainda meu cu de menino virgem. Ele me orientou pra eu fazer força como se fosse defecar que eu assim relaxaria. Quando eu fazia isso, ele enfiava mais, foi quando ele chamou meu tio e mostrou:

–Tá vendo, Rob? Entrou tudo, que nem você fez com meu filho.

E começou a bombar. Desse momento em diante comecei a gostar e a mexer a bunda de encontro ao pau dele. Percebendo ele falou:

– Olha seu sobrinho viadinho já tá gostando da minha rola dentro dele, olha como rebola no meu cacete.

E começou a bater na minha bunda. Meu tio pediu a ele pra me comer também. Carlos tirou o pau e mostrou a meu tio o estrago que tinha feito. Meu tio disse:

– Você arrombou o cuzinho do moleque, seu filho da puta!

E meteu na mesma hora, sem nem colocar camisinha, me tirando um gemido alto que se mais alguém estivesse na garagem provavelmente iria ouvir. Carlos se aproximou de mim e chupou meu pau e se esforçava para também lamber o saco do meu tio. Eu gemia alto cada vez mais alto e Carlos falou pro meu tio:

– O moleque vai gozar. Bomba com força!

E meu tio acelerou e eu gozei muito na boca do meu novo tio motorista que engoliu tudo com muita facilidade. Meu tio tirou a rola do meu cu e mandou eu me lavar. Enquanto eu me banhava saciado de tanto sexo, vi ao meu lado os dois se atracarem num longo beijo. Titio se abaixou e chupou o cacete do Carlos. Não houve penetração ente eles porque já estavam prestes a gozar. Quando anunciaram que iam gozar, vieram pra perto de mim me mandando ficar de joelhos no piso molhado e esporraram em cima do meu corpo. Foi uma coisa louca sentir aquele leito quente de macho maduro em mim. Até que me pegaram pelo braço, me levantaram e começaram a lamber a porra que tinha em mim. Carlos ainda pegou um pouco no dedo dele e enfiou na minha boca e falando que era pra eu sentir o gosto de um macho de verdade e não esquecer. E me falou que isso seria um segredo entre nós três e que breve iríamos acampar, só que desta vez o filho dele iria e seria uma brincadeira a quatro.

O relacionamento com meu tio Roberto mudou: ele era Tio quase Pai, e se tornou meu Tio-quase-Pai-Amante.

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