Sessão de fotos

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Olá meu nome é Daniel e ssa história aconteceu quando eu tinha 12 anos.
Moro em cidade do interior de São Paulo, consideravelmente grande embora o bairro em que eu morava fosse relativamente calmo, era uma rua sem saída então era comum brincarmos o dia todo na rua sem grandes preocupações de nossos pais.
Nesta rua morava eu, que era filho único, Cleber que tinha minha idade, apenas alguns meses mais velho, seu irmão Mauricio que era 2 anos mais velho que nos, ambos moravam na casa em frente a minha, Vitor que era 1 ano mais novo que eu e morava algumas casas acima da minha e Adriano que era 4 anos mais velho que eu e morava na última casa da rua. Claro tinham mais crianças na rua com as quais brincavamos sempre, mas este é basicamente o grupo principal da história.
Eu tinha cabelos negros e bem lisos cortado ao estilo tigelinha, era magro, tinha a pele bem clara e nenhum pelo no corpo ainda (ainda não havia chegado de fato a puberdade, nem sabia bater uma punheta direito, embora já soubesse oque era),
Cleber tambem era bem magro, tinha o cabelo raspado, a pele um pouco mais escura que a minha e era mais baixo que eu.
Eu, Cleber e Mauricio eramos grandes amigos e sempre brincavamos juntos no quintal da casa deles durante a maior parte do dia, alguns desses dias Vitor e Adriano tambem brincavam com a gente mas não com a mesma frequencia. A noite geralmente era o momento onde todos saiam a rua, até porque não havia sol, para conversar besteira e geralmente jogar baralho ou algo do tipo. Adriano por ser o mais velho do grupo sempre tinha algumas histórias de sexo para contar e ele mesmo dizia que já havia feito, Mauricio embora fosse mais velho tambem era mais reservado, mas ele tambem nunca havia feito sexo.
Um dia durante a noite após todos entrarem para suas casas ficou apenas eu e Adriano na rua, estavamos sentados embaixo de uma árvore e então ele me perguntou “Você bateu punheta Daniel?”
“Já” respondi “mas não achei nada de mais”.
“Mas você gozou?” perguntou Adriano de novo.
“Gozar? Não, oque é isso?”.
“É quando você sente um frio na barriga e tem vontade de mijar, mas não é mijo que sai é esperma” explicou Adriano.
“Não, não sabia que isso existia” eu respondi.
Ficamos então um tempo em silêncio, provavelmente Adriano estava pensando em como iria fazer sua próxima jogada, ele então olha para a casa de Cleber e Mauricio e dispara “Você já fez troca-troca com o Cleber?”
Olhei para ele com cara de surpresa e um pouco de espanto e respondi “claro que não!”
“É que eu acho que o Cleber é gay” disse Adriano e continuou “então pensei que vocês já tivessem feito”.
Não reponsi mais nada e apos alguns alguns minutos minha mão me chamou para entrar pois já estava tarde, me despedi de Adriano e entrei. Alguns dias se passaram após nossa conversa e a rotina continuou basicamente a mesma, até que certo dia quando estavamos brincando no quintal de Cleber eu e ele tivemos um desentendimento bobo, coisa de criança mesmo tanto que logo fizemos as pazes, mas Adriano estava lá e viu isso oque certamente lhe deu a ideia que precisava para colocar seu plano em ação. Então no mesmo a dia a noite de novo ficamos só eu Adriano e Vitor na rua até mais tarde após todos os outros entrarem, Adriano então virou para mim e perguntou “Por que você e o Cleber brigaram a tarde?” claro ele sabia porque mas deu uma de João sem braço.
“Besteira”. Respondi evitando o assunto.
“Eu acho que o Cleber e meio folgado e muito chorão” disse Adriano.
“As vezes sim” concordei.
“Oque você acha Vitor?” perguntou Adriano virando para ele. Os dois tambem tinham tido um pequeno desentendimento no mesmo dia, e claro Adriano sabia disso.
“Ele é muito folgado” disse Vitor.
Com um sorriso no rosto Adriano olha de Vitor para mim e diz “Tive uma ideia, que tal se a gente fizesse uma pegadinha com o Cleber?”
Eu e Vitor nos olhamos e então eu perguntei “Que tipo de pegadinha?”
“Vamos juntar todo mundo e brincar de esconde-esconde ai brincamos umas duas rodadas e eu me deixo ser pego para ter que procurar, nessa rodada um de vocês se esconde junto com o Cleber na casa abandonada ali, eu então vou esperar um pouco, nesse tempo quem estiver escondido com ele pergunta se ele quer fazer troca-troca, tenho certeza que ele vai aceitar ainda mais se deixar ele ser o primeiro, ai quando vocês ja tiverem tirado a roupa e estiverem começando eu chego e pego os dois nno flagra e uso isso para zoar com ele e obrigar ele a fazer oque a gente quiser, então oque vocês acham?” completou ele com um sorrinho sacana no rosto.
Eu e Vitor nos olhamos novamente e eu disse “Não sei Adriano eu nunca fiz isso e se ele não aceitar e disser para todo mundo?”
“Não eu tenho certeza que ele vai aceitar e mesmo que ele não aceite a gente não vai deixar ele falar para ninguem, vai ser a sua palavra ccontra a dele e a gente vai apoiar você” respondeu Adriano.
“Ta bom mas mesmo que a gente aceite qual de nos dois iria fazer isso?” Perguntou Vitor olhando do Adriano para mim.
Adriano fez então uma cara de quem esta pensando em um assunto muito importante, como alguem que tenta descobrir a formula da fusão a frio e então como se realmente tivesse desvendado esse segredo e olha para nos e diz “já sei vamos fazer fotos”.
“Fotos? Eu não quero tirar fotos” protestei.
“Não são fotos de verdade, a gente vai para um lugar sem ninguem, vocês tiram a roupa e fazem as poses que eu mandar ai eu escolho qual dos dois é melhor pra fazer a pegadinha com o Cleber” argumentou Adriano.
“Mas…” começou Vitor.
“Não precisa ser os dois juntos, pode ser um de cada vez” interropeu Adriano.
Nesse momento minha mãe e a de Vitor nos chamaram para entrar pois estava ficando tarde.
“Eu aviso vocês quando nos formos fazer as fotos” disse Adriano.
Os dias continuaram então como todos os outros, bricavamos durante o dia e conversavamos besteiras a noite na rua, porem em cada oportunidade que tinha Adriano continuava insistindo comigo que tinhamos que fazer as fotos logo e eu continuava me esquivando da situação.
Até que um dia minha mãe me mandou ir até o mercado comprar algumas coisas durante a tarde, quando sai então para a rua encontrei com Adriano sentado sozinho em frente a sua casa, seu rosto se iluminou “Daniel, vem aqui” me chamou Adriano.
Fui então em sua direção e perguntei “Eai Adriano, que foi?”
“Cara a gente tem que fazer as fotos logo” Disse ele.
Novamente tentei me esquivar “Não sei cara, eu tenho que ir no mercado agora e…”
“O Vitor ja fez” me interrompeu ele.
Fiquei então sem saber oque dizer por um segundo e nessa hora ele sabia que tinha me pego, abriu então um sorriso e continuou “Vamos a gente pode fazer agora ali na casa abandonada é rapidinho”.
A casa abandonada ficava no fim da rua e ninguem passava por lá, pensei então em sua proposta por um momento, vendo minha hesitação ele continua “Vamo Daniel, o Vitor já fez só falta você, pode perguntar para ele”.
Após essa declaração toda minha ingenuidade me fez acreditar que ele obviamente estava dizenddo a verdade e então eu disse “Tá bom vamos lá então”.
Um sorriso ainda maior de triunfo estampou seus lábios e subiu a rua atrás de mim em direção a casa, entramos pelo espaço de um vidro que estava faltando na porta da cozinha e fomos direto para o pequeno banheiro da casa que era o único comodo que ainda tinha porta, após entrarmos ele então fechou a porta e disse “vai tira a calça”.
Eu usava uma calça de moleton cinza e uma camiseta branca com estampa do Dino da familia dinossauro, fiz como ele mandava e abaixei a calça até o joelho.
“Não abaixa mais” ele me disse.
Abaixei então a calça até o tornozelo, “a cueca também” ele disse, eu usava uma cueca comum do tipo slip branca com linhas horizontais pretas bem finas, eu estava um pouco nervoso mas abaixei tambem a cueca na altura do tornozelo também. Ele então se aproximou de mim e levantou minha camiseta para olhar meu pequeno penis ainda mole de aproximadamente 5 cm não circunsisado e sem nenhum pelo, ele puxou suavemente minha camisa pela minha cabeça e a colocou no chão, eu tirei totalmente minha calça e a cueca e as coloquei junto com a camiseta.
“Vira para o outro lado” ele me disse colocando a mão na minha cintura e me virando suavemente para o lado da parede fazendo com que minha bunda ficasse de frente para ele, “agora dobra pra frente” ele me disse fazendo uma suave pressão com sua mãos em minhas costas. Eu então me enclinei e senti suas mãos deslizarem suavemente em direção as minhas nádegas que ele segurou uma em cada mão e abriu, exibindo assim meu anus rosado, eu ainda estava um pouco nervoso com toda esta situação mas não conseguia falar nada.
Senti então o dedo indicador da mão direita de Adriano se aproximando de meu anus e uma sensção estranha começou a surgir em mim “Relaxa Dan” ele me disse e começou a circular meu buraquinho com seu indicador direito, apos alguns segundos fazendo isso ele retirou a mão e escutei um barulho como se ele estivesse chupando algo, virei minha cabeça e percebi que ele estava com o indicador na boca, ele então tirou o dedo da boca e foi com ele em direção ao meu anus novamente, dessa vez ele não o circulou com o dedo, ao inves disso ele fez uma suave pressão e introduziu o dedo nele, não doeu, pelo contrario nesse momento eu percebi que eu estava gostando disso, até porque eu olhei para baixo e percebi que meu penis estav ereto, 11cm orgulhosamente apontando para minha cara.
Ele ficou alguns minutos tirando e colocando seu dedo indicador no meu buraquinho rosa enquanto eu gemia baixo, então ele tentou colocar outro dedo mas como era minha primeira vez começou a doer, “Não Adriano, para” eu disse pra ele, “tá bom” ele respondeu tirando os dedos “vamos fazer diferente então” ele disse e colocou a mão direita no meu peito me puxando para cima e me virando em sua direção.
“Estou vendo que alguem esta gostando” ele disse olhando para o meu penis com um sorriso safado nos lábios.
Eu fiquei vermelho e desviei o olhar “Acho que já ta bom né, vamos?” eu disse.
“não agora que vem a melhor parte, vou te mostrar oque é é gozar” ele disse se ajoelhando na minha frente e passando suas mãos na lateral do meu corpo totalmente sem pelos. Seus olhos ficaram então na altura da minha virilha e ele abriu a boca engolindo completamente meus 11cm de carne rosada e pulsante. Sentir sua boca umida envolvendo completamente peu pequeno pinto foi a melhor sensção que eu já havia sentido até o momento, eu estava no céu, ele fazia movimentos rápidos para frente e para tras e eu literalmente fodia sua boca como um prrofissional, embora nunca tenha visto qualquer filme porno antes disso.
Senti suas mãos se moverem da minha cintura em direção as minhas nadegas novamente e de novo seu dedo indicador procurando pelo meu buraquinho rosado, no momento em que ele o encontrou foi quando eu vi estrelas, enquanto sugava meu pequeno mastro seu dedo mágico abria caminho pelo cuzinho apertadinho e rosado, fazendo com que eu me sentisse completo. Ficamos assim 10 minutos, 20, 40, 2 horas? Não sei, perdi completamente a noção do tempo, para mim só existia aquele momento e eu não queria que ele acabasse nunca. Mas claro, uma hora teria que acabar, comecei então a sentir uma sensação estranha na minha barriga, como se fosse um frio na barriga, os dedos do meu pe começaram a dobrar e eu senti um choque elétrico percorrer meu corpo, minhas pernas ficaram bambas e meus joelhos dobraram, Adriano me segurou pela cintura e olhou nos meus olhos tirando a boca de meu penis agora começando a ficar flácido, um sorriso perverso então iluminou seus lábios.
“Isso é gozar, quer dizer você ainda não tem porra, porque você é muito novo, mas você gozou” ele me disse.
Ele então se levantou e soltou minha cintura “acho melhor você colocar sua roupa, você ainda tem que ir no mercado” ele disse indo em direção a porta do banheiro e abrindo ela.
“Sua sessão de fotos foi ótima” disse ele ainda sorrindo.

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