Precoce

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Após passar um bom tempo lendo os relatos, decidi contar minha estória. Isto é um relato verídico, não um conto. Usarei nomes diferentes, para não comprometer.

Acho que sempre fui meio tarado, desde pequeno, mesmo sem saber exatamente o que acontecia.
Quando minha mãe me banhava, sempre meu piruzinho endurecia, quando ela o lavava.
Mas, tudo realmente começou quando minha mãe foi fazer minha matrícula na escola (Antigo primário); Eu ainda não tinha sete anos completos, (Entrei com seis anos no primeiro ano); E, enquanto ela conversava com a diretora, eu e minha irmã (dois anos mais nova que eu) começamos a brincar de esconde-esconde. Nisso, subi umas escadas para me esconder e encontrei um garoto mais velho que eu, devia ter uns 11 anos; Disse ser filho de uma das faxineiras. Então, ele se aproximou de mim e ficou massageando meu pintinho. Aí, me disse: Te dou um dinheiro se você me deixar chupar seu pinto. Eu falei tudo bem. Aí, ele me deu umas moedas e começou a me chupar.
Ele chupava, aí parava e me dava mais uma moeda; Depois de alguns minutos, ele disse: Aqui podem nos ver; Vamos para uma das salas. Subimos as escadas e ele me deu mais moedas, para continuar me chupando. Entramos em uma sala e ele me deu mais uma moeda. Já não cabiam em minhas mãos. E ele se ajoelhou e me chupou. Eu sentia algo gozado, mas era gostoso. Então, ele se levantou e me disse: Agora me chupa! E colocou o pau dele em minha boca. Não gostei; Fiquei com medo. Devolvi todas as moedas e saí correndo. Desci as escadas e dei de cara com minha mãe me chamando, já quase subindo as escadas. “Onde você estava, menino?” Escondido da mana, mãe.
Vamos embora, tua matrícula está feita. E assim, tive minha primeira experiência sexual.
Morávamos em uma casa alugada. A proprietária morava em uma casa maior, ao lado, e toda a semana recebia sua netinha, Denise, de 8 anos, e como éramos as únicas crianças naquela avenida, ela sempre vinha bricar comigo e minha irmã. Denise era safada também. E começou a me ensinar algumas coisas:
Meus pais trabalhavam e pagavam uma mulher para cuidar de nós. Ela se limitava a fazer comida, arrumar a casa e assistir TV. Não se importava com o que fazíamos. Algumas vezes, até nos viu “brincando”, mas, não ligava.
Sempre quando brincávamos, Denise ficava esfregando meu pau com as mãos, até ele ficar duro e depois se virava e esfregava a bundinha nele. Depois pedia para eu esfregar a bucetinha dela. Tudo isso, com as roupas.
Depois, ela foi me ensinando mais e mais. Começou a baixar meu calção e punhetar (Nós não sabíamos que se chamava punheta, só sabíamos fazer e víamos que era gostoso).
Com o tempo, Denise começou a me chupar, mas, eu , já com 7 anos, não tinha coragem de fazer o mesmo com ela. Cada vez que ela vinha, ela fazia algo diferente. Em seguida, já ela abaixava seu shorts e pedia para eu colocar meu piruzinho em sua bundinha. Era muito bom. Não havia penetração, o pintinho ficava cutucando o cuzinho e só. Isso já era muito prazeiroso e nós achávamos que aquilo era o máximo. Não imaginávamos que havia penetração dentro do cuzinho.
Brincamos assim durante quase dois anos.
Denise morava em outra cidade e ela depois me disse que aprendia isso com os meninos mais velhos e que já tinha “dado” para eles várias vezes na escola ou fora dela.
E claro, eu fazia com a Denise, e depois, quando ela não estava, eu fazia com minha irmã, que também adorava e sempre foi muito safada. Enfiava meu pau gostoso na xaninha de minha irmazinha, que se deliciava. Vivia sempre passando a mão na bunda dela e na bucetinha. Fomos crescendo e quando eu estava com 9 anos, minhas primas entraram na brincadeira.
Tinha umas primas muito chegadas e sempre nossas famílias estavam juntas. Regina, 4 anos mais velha que eu e Sandra, 3.
Enquanto brincávamos de esconde-esconde, comecei a passar a mão na bunda delas. Elas se espantaram com o “priminho” safado, mas adoraram.
Brincávamos o tempo todo, e um dia, minha mãe me deixou na casa de minha tia, para que minhas primas, consideradas “grandes” na época, cuidassem de mim e de minha irmã, enquanto elas saíam para fazer algo.
Bem, Começamos a brincar de desfile. Minha irmã, e minhas primas começaram a fazer um desfile para mim. Começaram com roupas e a cada vez iam tirando até ficarem nuas.
Bem, eu já estava com 10 anos e meu pau começou a ficar grande, (Eu sempre fui grande para minha idade, tinha 10, mas parecia ter 13,14)
Bem, voltando ao desfile, quando ficaram nuas, não teve jeito, o pau estourando de duro, de tesão, fui na minha prima mais velha e enfiei com tudo. Ela gemeu profundamente. Meti como um louco durante vários minutos e eu chupando seus peitos, pegando em sua bunda. ( Com 10 anos, não gozamos), quando tirei meu pau, estava sujo de sangue; Minha prima só sorriu. Minha prima mais nova queria também. Fui nela e enfiei como tinha feito na mais velha. Ela deu um grito e eu continei a fodê-la sem parar. A fodi bem por uns 10 minutos, e chupava seus peitos maravilhosos.Até que ela pediu para parar.
Também, quando tirei, saiu muito sangue. Havia tirado o cabaço de minhas duas primas de uma vez. Depois de descansar um pouquinho, meti na minha irmã também, para ela não ficar achando que eu não a queria mais.
Com 13 anos e minha irmã com 11, naquela época, já eramos considerados “grandes” e podíamos tomar conta da casa. Meus pais dispensaram a pessoa que cuidava de nós. Iriam economizar e eu e minha irmã, teríamos mais liberdade. Chegávamos da escola, fazíamos as tarefas da escola, almoçávamos, varríamos a casa e depois, era só brincar.
Comia todas as amiguinhas de minha irmã, com a ajuda dela mesma, e as amiguinhas de minhas primas. As amigas de minha irmã, iam para casa, brincávamos de médico, de casinha (eu com 13, 14 anos) e lá, eu era o papai e fodia elas e minha irmã. Inventávamos cada história para nossas fodas. Era muito divertido. Com 14 anos, minha pica já media 16 cm e grossa. Comi muito a bunda gostosa de minha irmã, nessa época. Ela gemia muito e se deliciava, se retorcendo na minha pica.
O engraçado era que os garotos de minha idade, estavam sempre na rua e me chamavam para brincar e eu não queria (Rsrs) Eles achavam que eu era “fresco e bobão”. Enquanto eles estavam brincando de bolinha de gude, pião, empinando pipa, eu estava socando minha pica para dentro das meninas, muitas delas, irmãs deles. Depois que eu as comia, eu saía para brincar. Trocava qualquer jogo de futebol, pipa, carrinho de rolemã, gude, bafo, qualquer coisa, para brincar de casinha com minha irmã e suas amigas. Era só eu as ver entrar em minha casa, eu dava um jeito de disfarçar, inventava uma desculpa e lá ía eu para foder as meninas gostoso.
Um dia, o irmão de uma das colegas de minha irmã, que eu tinha comido, descobriu. A irmã dele contou para ele, pois eles também brincavam entre eles. Então, começamos a fazer um “swing” infantil. Ele vinha para casa com a irmã dele e “trocávamos”. Ele comia minha irmã e eu comia a irmã dele. Virou meu melhor amigo e brincamos assim por cerca de um ano.
Fodi minha irmã até meus 15 anos. Ela, com 13, não quis mais; Acho que começou a perceber que a sociedade achava incesto errado. Quando eu passava a mão nela, ela brigava comigo. Nunca mais me deu. Ameaçava dizer a nossos pais. Fiquei com raiva dela. Nos distanciamos. Voltamos a nos falar somente anos depois, já adultos.
Com 16 anos, meu pau, já com 18 cm e grosso, uma amiga da minha mãe deu em cima de mim e a fodi sem piedade.
Mas, minhas primas, ah, essas eu comi até meu 20 anos. Até que se casaram. A mais velha, a Regina, me adorava e dava para mim até uns meses depois de casada. Depois também parou.
Eu adorava minha prima Regina. Ela dava para mim SEMPRE que eu queria. Não tinha tempo ruim. Já minha prima mais nova, a Sandra, só dava quando ELA queria.
Depois disso, me casei e tudo isso ficou para trás. Mas não as lembranças. Me lembro de um aniversário meu, já casado, eu estava na janela de meu apartamento, minha irmã se aproximou e esfregou seus peitos (que percebi estarem sem os sutiãs) em meu braço e olhou para mim.
Basta dizer que depois que casei, virei religioso e não reagi. Passei pela fase religiosa também. Como me arrependi de não ter voltado a foder minha irmã justo quando ela se ofereceu.
O incesto sempre fez parte de minha vida. E o acho natural. Assim como acho natural a curiosidade e a prática de sexo entre as crianças. Muitos da minha geração faziam. Era assim. Hoje vejo um comportamento como se isso fosse algo que nunca tivesse existido. Recriminação, policiamento. “Ah, eles são só crianças”. Crianças gostam de sexo. Eu e todos os meus colegas de escola, vizinhos, só falávamos disso. O tempo todo. Meninas, viadinhos, todos levavam vara. Da mesma forma que é hoje, mas, com a “criminalização”, é muito mais escondido. Incesto sempre existiu e sempre existirá. Alguns países da Europa estão até mesmo querendo tirar as restrições contra ele. No Japão,a prática de incesto e pedo praticamente é vista de maneira natural (não oficialmente, claro, devido a pressões do ocidente; Mas Japão, China, e vários países do oriente encaram de forma bem mais natural o incesto e a pedo).
Nunca tive desejos por minha mãe. Mas, por minha irmã e primas, nossa!!! Que tesão. Mas, acho normal quem as tem pelos pais. Para mim, é normal. Nunca tive filha, por isso, minha fantasia mais enfática, é o incesto pai/padrasto – filha;
Me separei de minha primeira mulher, com quem tive apenas um filho, depois de 11 anos de casados. Após muitos namoros, resolvi tentar a vida com uma garota, 12 anos mais nova que eu. Tinha uma menina de 8 anos. Bonitinha e esperta. Vieram morar comigo e depois de algum tempo, a menina, que vou chamar de Paulinha, fazia muitas amizades com meninas vizinhas da idade dela. E a cada menina que trazia, falava para ela: Vai lá. Comprimenta ele,(eu) ele é legal.
Eu ficava: De onde essa menina tirou isso?
Eu a tratava normal. Era uma típica menina de 8 anos. Retinha, sem peitos, sem bunda, magrinha. Nunca tinha olhado de forma diferente para ela. Até que um dia, minha casa estava cheia de amiguinhas dela; Umas 5 meninas estavam lá em casa. Estava muito calor e eu usava um calçao largo. Estava deitado no sofá, assitindo TV, quando de repente, a mãe dela me chama e dá um toque para eu me recompor: As 5 meninas olhando meu pau e minhas bolas que saíam para o lado do calção. Dei um sorriso, coloquei para dentro e me sentei. E depois, todas correram para o quarto dando sorrisinhos. Nem liguei muito.
Mas, dias depois, Paulinha chega da escola, tira sua roupa, coloca uma calça leg apertadinha e do nada, senta no meu colo! Mas, não senta na minha perna. Senta exatamente em cima do meu Pau. Na hora, levei um susto e a tirei e a coloquei em minha perna. Ela sai da minha perna e senta de novo em cima de meu pau. Fiquei sem saber o que fazer. Deixei. Que putinha!!! Queria pica de adulto.
Minha pica ficou dura que nem ferro e comecei a esfregar meu pau nela e a abraçar, e ela começou a gemer. Beijei seu pescocinho e a virei e dei um beijo em sua boca. Que hálito doce…que delícia…
Tirei o pau para fora e ela imediatamente colocou a mão. A ensinei a mexer para baixo e para cima. E ela aprendeu muito rápido. Isso se já não sabia. Talvez tivesse feito com algum coleguinha, ou visto na internet. Gozei muito rápido. Ela ficou maravilhada com minha porra. Pôs um pouquinho na boca, experimentou e deu uma risadinha. Foi ao banheiro, se limpou e pediu um dinheirinho para comprar doce. Dei 10 reais.
No dia seguinte, ao chegar da escola, já veio para meu lado e pôs a mão no meu pau. Não uso cuecas, então ela enfiou a mão e já pegou o bitelo.
Falei, dessa vez, vamos bricar gostoso. A fiz chupar meu pau, ensinando-a a não arranhar com os dentes. Aquela boquinha pequena tinha dificuldades. Ás vezes arranhava, mas era suportável, pelo prazer que aquela menininha safada me proporcionava. Gozei na boquinha e ela engoliu o que pode, deixando cair um pouco pelos cantos da boca.
Fiquei louco. A peguei no colo, levei para o quarto dela, tirei sua calcinha e a chupei. Como chupei aquela menina. Fiquei uns quarenta minutos chupando a bucetinha, o cuzinho, os peitinhos que não existiam, somente os mamilinhos, e a via delirar, revirar os olhinhos, se retorcer, parecia gozar, mas, nessa idade, não há orgasmos. Era puro prazer.
Virou minha cadelinha. A chupei e fui chupado por mais de um ano. Sempre dava um dinheirinho para os doces e a tratava com muito carinho, como se fosse minha filha. Pensei em comer seu cuzinho, mas, achei que ela não aguentaria. Era muito miudinha. Mas, vendo os relatos aqui, penso que deveria ter comido. Me arrependo de não tê-la fodido gostoso. Pois hoje, tenho certeza de que ela teria aguentado. Ela sempre foi uma menina normal, nunca ficou “traumatizada”, nem teve “problemas na escola” ou de “comprotamento”, aliás, ao contrário, começou a melhorar muito na escola. Por que era amada e tinha muito prazer em casa. E se ela tinha dificuldades com as tarefas escolares, eu a ajudava sempre.
Infelizmente, vim a me separar da mãe dela. Senão, além de estar comendo Paulinha, com certeza, essa putinha teria me trazido várias amiguinhas para eu me deliciar.
Hoje, decidi assumir meu desejo. Estou solteiro. Tenho casa, carro e um bom trabalho. Não sou rico, mas, dá para viver tranquilo.
Se alguma mamãe que curte incesto e tem a fantasia de criarmos filhos de maneira liberal, ensinando e dando prazer aos filhos, deixa recado. Se você não for obesa (pode ser pouco cheinha, com cintura), me casarei com você, se você for essa pessoa. E seremos muito felizes. Você será tratada com muito carinho, amor e companheirismo. Darei preferência para as que tiverem filhas pequenas. Nossa filha será criada com muito amor e carinho. E terá muito prazer, sendo ensinada e amada desde pequena pelos pais. Nós.

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