Banho no meu menino

Autor

Me chamo Carlos, tenho 30 anos sou magrelo nunca tive tendência a engordar e nunca tive vontade de malhar pra ficar sarado, corpo normal, cabelo liso castanho claro, poucos pelos no corpo. Moro em sp capital, sou casado com Renata a sete anos e temos um filho de 6 anos (razão do nosso casamento). Bruno nosso filho é o amor da minha vida, quando Renata me contou que estava grávida eu me apavorei mas com algumas semanas já estava encantado com a ideia de ser pai. Nossa vida é corrida, eu trabalho em uma editora e minha esposa é enfermeira nossos horários são organizados para darmos toda a atenção ao nosso filho, no mínimo 3 vezes por semana Renata tem que fazer o turno da noite, sendo assim a rotina da noite do Bruno é toda de minha responsabilidade mesmo quando ela está em casa pra manter a rotina organizada.
Sendo assim todos os dias pego meu filho da escola às 17:00 e vamos pra casa, ele come alguma coisa enquanto começo a preparar o jantar, ela termina de comer e já sabe que tem de ir escolher uma roupinha pra depois do banho, apesar da idade Bruno é muito organizado imagino que por causa da maneira que usamos pra manter a casa funcionando, cada um com sua função. Quanto término de preparar a comida é hora do banho isso já é quase 19 horas, nesse horário ou minha esposa está chegando do plantão ou saindo pra um. No caso desse dia em questão ela está saindo.
Renata se despede de nós com um beijo, temos o hábito de dar selinho tanto um no outro como em Bruno, ela o beija e depois beija a mim, assim que ela sai meu filho me olha como quem diz: – Lá vai ela …, Olho pra ele e digo: É campeão somos eu e você agora. Bruno sorri e eu o pego no colo de surpresa e vamos pro banheiro assim brincando e correndo pela casa, ele ri sem parar, chegando no banheiro ligo o chuveiro pra ir esquentando e Bruno já vai tirando a roupa, e assim começa o banho, passo shampoo e em sua cabeça e nesse ponto já estou todo molhado, pego o sabonete e começo pelo pescoço, Bruno com seus seis anos é bem proporcional a idade, loirinho, olhos claros, pele branquinha, tudo herança de sua mãe a uma coisa que herdou de m foi a boca, rosa e grandinha, um menino lindo mas até hoje sem nenhuma conotação sexual. Continuo lavando meu filho até chegar em seu pintinho, digo pra ele: Aí amigão vamos lavar esse bilau fedido? – Ele se acaba de rir e fala – Não tá fedido não pai. – passo o sabonete e ele continua rindo, puxo a pelinha pra tras pra lavar bem o pauzinho dele, nisso ele fica de pipi duro, ele para de rir e fica sério olha pro próprio pau e pra mim sem entender, era a primeira vez que acontecia isso é ele ficou assustado. Eu o tranquilizo dizendo que é normal isso acontecer e que significa que ele tá virando um rapaz, mais calmo ele me pergunta o porquê de ficar duro e porque tá gostoso eu lavando. Digo que é assim mesmo que meninos e homens ficam de pipi duro quando gostam de alguma coisa ou quando alguém mexe nele. Ele sorri e pergunta se meu pipi fica duro também, só então me dou conta de que meu pai está muito duro e de que estou lavando o dele a tempo demais. Eu solto ele meio de repente e peço que ele se enxague sozinho, tentando fugir da resposta é tentando me concentrar pra abaixar o pau pra que ele não notasse nada.
Ele deixa a água correr todo seu corpinho e fica ainda brincando com o pauzinho duro na mão, ele me olha e diz- Hem pai o seu fica duro? – sem resposta ele joga água em mim pra chamar minha atenção, eu não sei o que dizer, responder vai inevitavelmente fazer com que ele queira ver, ele me olha claramente esperando uma resposta, depois de 5 segundos que pareceram horas eu deixo escapar a palavra “fica”, vejo o brilho nos olhos dele é antes mesmo que ele diga eu sei o que ele vai pedir e não tenho a menor ideia do que responder depois.
Deixa eu ver pai!!! Diz ele radiante por saber que temos isso em comum .
Vendo minha confusão e pelo fato de eu estar apenas olhando pra ele sem dizer nada ele joga mais água em mim, enfim penso na solução, deixo ele ver meu pau e fim de história, curiosidade satisfeita, me levanto e pergunto – quer ver mesmo? – Ele sacode a cabeça dizendo que sim.
Libero meu pau que pula na hora duro feito pedra, Bruno olha admirado, ela já me viu nu, tomamos banho juntos as vezes mas nunca viu duro, não sou super bem dotado, tenho 18 cm normal mas pra ele é enorme, ele olha e olha sem dizer nada, de repente estica a mãozinha pra tocar, eu me afasto na hora certa é ele faz cara de confuso e fala – Deixa eu ver pai – ainda com a mão esticada na minha direção ele flexiona os dedinhos tentando pegar. Estou confuso, minha cabeça a mil não sei o que fazer, Bruno alcança meu pau e não consegue fechar os dedos, minha cabeça gira com essa cena, eu com 30 anos de pau duro pulsando e meu filho de 06 aninhos pegando nele com um sorriso no rosto.
Ele me puxa pelo pinto pra mais perto dele é me faz entrar no box com ele, já não tenho mais controle sobre nada, não sei mais de nada, ele continua apertando meu pau sem saber direito o que fazer nossos olhos se encontram e ele sorri, mesmo muito confuso peso sua mãozinha sobre meu pau e começo uma punheta bem lenta ele gosta do novo movimento e logo está fazendo sozinho em mim e nele mesmo que continua de pipi duro, tiro minha camiseta já ensopada, e tiro o shots e a cueca também, Bruno fala todo alegre – vai tomar banho comigo pai!! Ebaaa!!
Ele continua com a punheta no meu pau ainda meio sem jeito mas pegando prática, fecho o box de vidro e me encosto nele e solto um gemido alto, Bruno se assustar e solta meu pênis perguntando se estou bem, no momento em que ele largou eu sinto o quanto estava gostando daquilo, o tranquilizo dizendo que estou bem e que estava gostando muito, dessa vez eu mesmo levo mão dele ao meu pinto e peço pra continuar mexendo, ele não questiona e volta a punheta, e eu aos gemidos cada vez mais intensos, ele chega mais perto pra poder mexer mais rápido e começa a imitar meus gemidos, olho pra ele e ver aquele menininho lindo gemendo e me punhetando me deixa louco, agora quero ver ele gemer de verdade, sento no chão e ele me olha sem entender, pego no pauzinho dele não deve ter nem 7cm e começo a mexer com os dedos, olho pra ele que me olha de volta com alegria, claramente gostando da nova brincadeira, pergunto se ele quer experimentar uma coisa nova, ele balança a cabeça e eu me aproximo dele ainda sentado e coloco seu pintinho na minha boca, que sensação incrível, ele geme de verdade desta vez com o prazer e espanto, sinto o pintinho duro na minha língua e brinco com ele, chupo suas bolinhas e chupo tudo de uma vez, eu poderia ficar ali por horas com o pauzinho dele na boca mas ele fica molinho e e senta no meu colo esconta em mim todo mole, aposto que gozou mesmo sem sair nada ainda, continuo de pau duro, ele com as pernas uma de cada lado do meu corpo é meu pau em pé batendo nas costas dele.
Eu o afasto e olho pra ele, questiono se está bem, ele apenas concorda, me levanto já com ele no colo, desligo o chuveiro e vamos pro quarto molhados mesmo, ele já está um pouco recuperado e me ajuda a seca-lo mas ainda nu se joga na minha cama.
Eu termino de me secar e me visto ainda de pau duro, não gozei e a lembrança recente não me permite abaixar. Sento ao lado de Bruno e pergunto novamente se ele está bem, ele me responde desta vez, diz que está sim e pergunta se eu estou bem.
Digo que sim e que adorei nossa brincadeira, mas que ele não pode contar a ninguém, nem a mamãe, ele me pergunta o porquê e digo que crianças e adultos não devem brincar assim. Bruno confuso quer saber se não vamos mais fazer isso, digo que não devemos que aconteceu dessa vez mas não pode mais, ele fica triste e diz que foi bom e que promete não contar a ninguém e que podemos brincar mais que ele não vai contar nem pra mamãe.
Eu olho pra ele, penso em tudo que aconteceu e ainda estou confuso, como posso ter gostado tanto disso, ele é meu filho é uma criança e ainda assim gostei tanto, digo que vamos ver o que fazer depois mas reforço que não deve contar a ninguém, ele ainda peladinhos pula em mim me beijando a bochecha e dando selinhos como sempre fzemos e concordando em manter segredo.
Por fim ele deita e diz apenas assim
-Pai você pode colocar a boca no meu pipi de novo. E sorri com carinha de safado.

Depois eu continuo caso vocês gostem
Um beijo pra que quiser

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 6 votos)
Loading...