Aconteceu

08-11-17 Por 7 ★ 0.00

ACONTECEU……( Memórias verídicas ) ( Parte 1)

Encontrei acidentalmente este side e viciei nele. Não tenhio atualmente vida sexual muito emocionante. Sou casado a 15 anos, fiel e minha vida sexual entrou em Stand By.
Mas, gostaria de compartilhar com vocês, aquele que foi o melhor período da minha vida. Quando descobri o sexo, o amor, num tempo que ainda não existia tanto taboo como hoje.
Minha família na década de 90 era composta pelo meu pai, minha madrasta, eu ( na época com 11 anos ) e minha irmã ( 7 anos ). Morávamos em um apartamento antigo na rua Aurora, SP, pertencente à minha madrasta. Dividia um quarto com minha irmã e meus pais ficavam no outro. Após 6 meses que mudamos, meu pai veio a falecer e, minha madrasta teve que voltar a trabalhar como enfermeira. A rua Aurora nessa época já pertencia a Boca do Lixo ( zona de baixo meretrício ) mas, apesar de tudo, era uma época de conseguíamos andar numa boa. Mas, as recomendações eram: Escola para casa, casa para escola. Vez ou outra, uma saída rápida para telefonar ( orelhão, rsrs), compras…Como trabalhasse muito, minha madrasta praticmente deixava as tarefas de casa com a gente. Procurávamos fazer o melhor possível após a escola ( limpeza, roupas….cozinhar, ela no pouco tempo que tinha, deixava tudo pronto. Era só esquentarmos. Mas, o tempo foi passando, e fui percebendo que o cansaço do trabalho excessivo, responsabilidade, falta de vida social, foi transformando nossa madrasta daquela pessoa doce, numa pessoa muito amargurada. Ao chegar, colocava defeito em tudo que fazíamos, mandava refazer repetidas vezes. Daí para agressão física não demorou. Tapas, beliscões, empurrões virararm rotina. Algumas vezes nem sabíamos o motivo. Até que ela encontrou aquilo que virou seu instrumento preferido : um fio elétrico dobrado ao meio. Não sei ao certo o porque mas, Cristina ( minha irmã ) passou a ser a mais visada. Frequentemente assumia o “erro” sómente para ela não apanhar. E apanhava no seu lugar. Ela só de visualizar, demonstrava fragilidade, franzinha, com olheiras devido à bronquite, sempre doente.
Foi num dia fatídico. Eu estava na sala assistindo tv… Vi minha mãe ( chamava assim) chegando. Ela passou por mim, cumprimentou, deu um beijo. Mas,notei algo diferente. Estava com um olhar de problema. Só fui perceber o que ia ocorrer quando ouvi ela se trancando no quarto com minha irmã dentro. Logo, ouvi um soluçar apertado de minha irmã, pressentido algo…. Eu paralisado. Não demorou, comocei a ouvir os estalos do fio elétrico. 1, 2, 3,4, e os gritos desesperados da minha irmã. Tentei abrir a porta mas, não consegui. Ela batia e nada falava….Até hoje não sei o motivo de tanta raiva….Houve uma hora que o choro parou, só ouvia o barulho do fio. Seco… Até que parou.
A porta se abriu. Com medo, encolhido atrás da mesa de jantar, não tive coragem de correr para Cristina apesar da vontade. Minhas pernas travaram. Só falou:
– Isso é para vocês aprenderem…. E saiu ( ficou 2 dias sem aparecer). O que para mim foi um alívio.

Esperei muito tempo até entrar no quarto. Cristina, estava deitada, olhos inchados de tanto chorar de bruços. O olhar fixo na cabeceira da cama. Sentei ao lado. Não conseguia falar nada. Desandei a chorar. Vi uma força nela que nunca havia percebido… Ela levantou cambaleando, afagou minha cabeça e foi para o banheiro. Ficou lá um bom tempo. Chorei muito. Pela impotência de não ter ajudado, com raiva do ocorrido. Abriu a porta do banheiro, e saiu de lá com a cabeça erguida…..Alguma coisa havia mudado naquela criança. Foi mancando para a cozinha e passou a fazer as atividades procurando demonstar naturalidade sem nada demonstrar. Fiz o mesmo.
Podia ver os vergalhões que deciam pelas pernas dela. Era férias e a megera sabia que ninguém ia perceber. Ela sempre tentava ocultar batendo em locais onde a roupa esconde.
Não desta vez. Quando fui dormir, minha irmã já estava deitada de bruços. Não havia nem trocado de roupa.
Acordei cedo. Peguei algum dinheiro dentre minhas economias e corri até uma farmácia na São João. Não esqueço até hoje. O atendente após rápida explanação me deu Caladryl. E para onde havia cortes, um potinho de Minâncora. Nem cobrou.
Voltei. Minha irmã saía do banho. Estava com expressão de choro. Deve ter doído o contato com a água. Falei que comprei remédio e ela sorriu sem jeito. Chamei para o quarto. Retirei delicadamente a toalha. Meus olhos se encheram de lágrina. As costas e nádegas estavam cheias de marcas. Algumas com sangue coagulado. Sem falar nada, fui passando os 2 remédios. 10:00 minha mãe liga para uma vizinha e pediu para ela avisar que iria emendar. Isto é não viria. ( Sentimos uma alívio enorme ). Como eram dias quentes, falei para ela ficar deitada que faria o trabalho de casa. Ela assim fez.
Foi durante o momento que passava a pomada que passei a reparar nela de outra maneira:
Via Cristina nua desde criança….Mas, acho que o toque na sua pele enquanto passava a pomada e a visão tão próxima de sua bucetinha, nádegas, fez algo mudar em mim.
Enquando arrumava a casa e aprontava nosso almoço, sempre arranjava um pretexto para entrar no quarto e ve-la de bruços.
Passei mais uma vez as pomadas a tarde. Desta vez ela de pé e eu sentado. Os vergalhões já desincharam e, as feridas e hematomas sumindo. Mas, já não via com os mesmos olhos. Fiquei de pau duro. Não levantei da cama até o pau desinchar….
Noite…..
Jantamos, assistimos um pouci de tv. Minha madrasta ligou para a vizinha perguntando se estava tudo bem e avisando que o plantão dela iria até as 12:00 e que se precisassemos de algo era para pedir para a vizinha.
Cientes, resolvemos dormir na sala mesmo ( coisa que a megera não deixava ). Trouxemos os travesseiros e cobertores para a sala. Disse que iria passar os remédios mais uma vez. Ela não vez objeção, pois especialmente o Caladryl devia dar um alívio. Sentei no sofá. Ela veio e ficou de costas. Percebi que as cortinas estavam todas abertas. Fui e fechei todas. Ela me observando…..Desliguei a tv, apaguei a luz da sala e deixei somente a do corredor. Os dois mudos. Dava para sentir a tensão no ar….
Nunca havia feito nada nem sugerido nada relacionado a sexo com minha irmã. O máximo que acontecia era como dormíamos no mesmo quarto, depois que apagávamos as luzes, eu me masturbava. Colocava minha cabeça sob as cobertas para tentar disfarçar minha respiração ofegante ( como se isso fosse possível já que nossas camas estavam a uns 4 metros uma da outra rsrs).
Fora isso, ela sabia que onde guardava umas revistas de mulheres nuas : Playboy, Hustler, livros e algumas pornôs que encontrava no lixo do prédio. Algumas vezes notava que a primeira não era a que havia deixado, o que me levava a deduzir que ela andava lendo também. Mas, nunca comentávamos nada. Me dirigi ao sofá, já de pau duro. Lembro até hoje. Usava um shorts verde e era visível o volume que se formou. Ela notou….
Sentei no sofá novamente. Ela permancia na mesma posição. Levantei sua camiseta do pijama, ela ajudou segurando e comecei a passar as pomadas. Percebi que estava arrepiada. Sua respiração estava ofegante e fazia um ronronado parecido com gato. Perguntei se estava tudo bem ela falou que sim.
Abaixei o shorts de pijama. Estava sem calcinha pois como era mais apertada, pegava em alguns ferimentos. Passei a pomada mas sem tirar a visão da sua bundinha magrinha e da sua rachinha. Abri seu reguinho. Ela olhou para trás…Não liguei e continuei a observar. Afastei suas pernas um pouco e passei a observar a bucetinha. Apesar dela ser magrinha, a sua bucetinha era bem gordinha. Notei que na sua pequena abertura aparecia um pouquinho de líquido transparente. A luz do corredor refletida naquela pequena gota, fazia parecer uma jóia cintilante. Tomei coragem, aproximei meus 2 polegares e fui afastando lentamente os grandes lábios. Ela me fitando e eu não conseguindo tirar os olhos do que via.:Estava ensopada…
Aquela gotinha se despreendeu da sua bucetinha, e foi descendo lentamente até encontrar sua coxa.
– Te amo Tina ( chamava ela assim), não vou deixar ninguém bater mais em você.
Ela virou o corpo para mim e me encarou com os olhos cheios de água.
Levantei e comecei a beijar por toda face boca. Era meu primeiro beijo ( nunca navia feito isso na vida). Não sabia como fazer direito mas, acho que me dei bem pois ela correspondia. Súbito, ela foi descendo, abaixou meu shorts e colocou meu pauzinho em sua boca. Gozei muito rapido. Na época soltava um líquido quase incolor mas, orgasmo já tinha. Meu pau não amolecia….( Bons tempos aquele onde chegava a bater 6 punhetas por dia e queria mais, hahahah). Ela fez com que deitasse no tapete, montou e foi introduzindo o meu penis bem devagar na sua bucetinha. Logo começou os movimentos de sobe e desce. Foi a melhor sensação que já tivera na vida. Não lembro bem dessa parte: se gozei, quantas vezes mas, lembro que ficamos muito tempo assim: eu dentro dela…Pela falta de prática, meu pau ficou muito sensível e inchado por uns bons dias….
Dormimos aquela noite na sala, nus e abraçados…
Uma coisa me intrigava: Ela sabia fazer as coisas. Tinha certeza que não era sua primeira vez. Mas, resolvi não perguntar sobre….

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7 Comentários

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  1. Alberto

    Conto delicioso, Pau tá todo babado e inchado rsrsrs, continue

  2. Anônimo

    ContinuA

  3. Anônimo

    Bom conto…
    Beijos

  4. Marcia

    Também tive um caso incestuoso com meu irmão. Eu tinha 8 anos e ele 12. Por 2 anos. Guardo boas lembranças…Nunca mais falamos sobre. Esse conto fez eu recordar

    • 27cm

      Hummm

  5. Ivan

    Gostei muito, parece mesmo real. Aguardo continuação. Parabéns

  6. Anônimo

    Excelente conto cara, continue