A Filha do Morador da Fazenda – Final – Verídico

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Acompanhe toda a história nos contos anteriores partes 1, 2 e 3, ou vá até o autor velhinho.
Tudo aconteceu de forma muito natural,mas continuo com o mesmo tesão do primeiro encontro. Tanto que voltei no dia seguinte, esperando encontra-la novamente, para repetir o acontecido.

Pensei correto, ela na hora de sempre apareceu.
-Gostou de ontem?
-Sim, arde, mais é bom
-Quer mais?
Ela riu e sentou no tangue como fez das outras vez. Tire seu vestidinho e sua calcinha, me baixei e fui chupar sua xoxota suadinha e salgadinha. Lambi bastante e chupei. Apertava minha cabeça com suas pernas, enquanto eu apertava seus peitinho…Saí da posição e coloquei meu pau na entrada de sua buceta, quando ela pediu pra meter. Assim fiz!
Mas a coloquei de costas antes, ela apoiou na beirada do tanque, afastei suas pernas, me abaixei e novamente lambi sua buceta, subindo para o cuzinho dela que piscava e a fez tremer…Me levantei cheio de tesão e fui enfiando na bucetinha dela, quanto mais ia entrando, mais vontade tinha de meter e mais ela empinava. Parecia que tinha muita prática, mas era apenas tesão que tomou conta de nós dois.
Ao mesmo tempo que metia, via aquela bundinha, e eu queria meter naquele cuzinho.
Tirei meu pau, e me apoiei sobre ela, segurando-a por trás. Pus minha cabeça na entrada do cu dela, e fui forçando. Ela falava que:
– Não é ai, não ai, não é aí.
Nem quis saber e meti.
Me afastei um pouco, cuspi na mão, passei em seu cuzinho e voltei a meter, primeiro passou a cabeça, ela começou a querer sair, e eu me apoiei, ela dizia pra eu tirar…e enfiei com força.
Ela deu um grito, e eu soquei duas vezes, não aguentei e gozei forte, enfiando toda minha rola. Enquanto ela chorava e reclamava de dor.
Deixei seu cuzinho cheio de porra, e ela chorando. Puxei com a mesma força meu pau pra fora…Cai no tanque de costa…e ela foi se baixando, ainda chorando. Voltei fiz um carinho e disse que ia passar. Ela foi se acalmando, e disse que estava passando…mas que ia embora. Passou uma água, saiu do tangue, se secou um pouco, vestiu a roupa e foi embora. Depois disso passou alguns dias até nos encontrarmos de novo.

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