Um vizinho prestativo

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Olá, venho aqui relatar a coisa mais louca e gostosa que fiz em toda minha vida. Me chamo Saulo, tenho 28 anos, ainda morro com meus pais por opção e isso não impede as minhas putarias, sempre tô com alguém quicando na minha rola de 19cm, não importando se é mulher ou homem, deu mole eu como mesmo!

Tudo começou a uns 2 meses, uma família se mudou pro apartamento de frente ao nosso, não demorou muito pra minha mãe fazer amizade com eles. Um casal jovem com um filho, eles viviam brigando, era impossível não ouvir as discussões e batidas de porta. Minha mãe sendo amiga da mulher, tava por dentro de todas as confusões, pelo o que ela me disse, o cara tava desempregado e não ajudava em nada dentro de casa, nem nos afazeres de homem, como: instalar o chuveiro, desentupir uma pia… E foi assim que eu entrei na história, após uma briga ela saiu da casa e foi passar uns dias na casa da família dele e a mulher ficou em casa só com o filho, minha mãe com pena da situação dela, me ofereceu pra instalar a resistência. Eu estava na academia quando ela me ligou:

-Filho!
-Oi mãe.
-Você pode vir mais cedo pra casa?
-Por que? Algum problema aí?
-não, é que eu queria que você instalasse o chuveiro da Marcela, a coitada tá tomando banho frio no cano porque o inútil do marido dela não instalou.
-nossa mãe, manda ela chamar um encanador ou sei lá… Hoje é minha folga.
-Nada disso Saulo! O que é que custa você fazer esse favorzinho pra coitada? Ela sozinha pra sustentar a casa, pagar aluguel, água, luz… e você ainda quer que ela gaste dinheiro com uma coisa que você pode fazer em 5 minutos… – cansado de ouvi sermão interrompi a minha mãe.
-Tá, tá bom mãe, assim que eu sair da academia eu dou uma olhada lá.

E assim foi, cheguei em casa todo suado e cansado, doido pra tomar um banho e aproveitar o resto da minha folga deitado na cama vendo filme, mas minha mãe mal me deixou entrar e já me arrastou pra casa da vizinha.

-Marcela, o Saulo veio instalar o chuveiro pra você, mulher, chega de banho frio.
-Ai dona Sônia, a senhora é um anjo na minha vida, não entendo nada dessas coisas, o William entende mas a preguiça dele não deixava ele fazer.
-Preguiça? É tão fácil fazer isso, só encaixar o chuveiro e ligar na energia. -disse eu tentando demonstrar minha insatisfação de estar ali.
-Então, Saulo, se fosse só isso eu mesma faria, é que o antigo morador daqui quebrou a ponta do cano, e não tem como encaixar o chuveiro, por isso o William não fez… ele dizia que tinha que serrar ou trocar o cano.
-O Saulo sabe fazer essas coisas, e vai ficar muito feliz em ajudar você, Marcela.

Tive que fazer, em casa tinha uns canos que sobraram de um conserto da pia e peguei pois vi que o cano tava velho e tinha que ser trocado, puto da vida iniciei o trabalho, era cerca de meio dia e o filho dela chegou da escola, um menino bonito chamado matheus, enquanto eu trocava o cano e vedava pra não vazar, a marcella entra no banheiro.

-Saulo, não querendo te apressar, mas vai demorar muito?
-não muito, por que? Quer usar o banheiro?
-não, não, é que eu já vou indo pro trabalho, mas pode ficar aí o quanto quiser, o matheus vai ficar aí, ele está almoçando, qualquer coisa que precisar pode pedir pra ele.

Marcela sai pra trabalhar e eu fico sozinho com o guri de 9 anos. Enquanto eu fazia a troca do cano senti que estava sendo observado. Quando olho pra porta, lá estava o moleque todo curioso.

-E aí, matheus tudo bom?
-Tudo, que ajuda aí?
-tá de boa aqui, já já eu termino.
-Você é bem forte… -Essa frase me pegou de surpresa, não é todo dia que um garoto de 9 anos elogia meu corpo.
-ae? Valeu! Eu malho muito na academia.
-posso ver sua barriga?
-ue, por que?
-Você tem aquelas bolinhas na barriga?
-Kkkkk bolinhas? Tá falando do abdômen definido? Tenho sim kkkk
-eu nunca vi de perto, só na tv… Posso ver?

Meio sem jeito de negar, desci da cadeira e levantei a camisa. Ele parecia estar hipnotizado, pelo jeito esse moleque é viadinho, pensei na hora. Ele vem com a mão e começa a apertar os gomos do meu abdômen, e diz:

-Nossa, é duro!
-valeu…

Voltei pra cadeira, agora sem camisa, comecei a puxar assuntos do dia dia mas ele não tirava os olhos do meu corpo, e uma vez ou outra chegava perto de mim e passava a mão no meu abdômen. Aquilo tava começando a dispertar meu pau que já estava meia bomba no short da academia. Não consegui afastar da minha mente a idéia de deixar o moleque mamar na minha rola. Eu queria ver até onde ele ia. Então tive a idéia de ficar nu, e falei:

-Matheus, eu vou testar aqui o chuveiro, mas vai molhar minha bermuda, tem algum problema se eu tirar? Afinal somos homens…
-problema nenhum, pode tirar tudo -disse matheus com um sorriso no rosto.

Do alto da cadeira abaixei a bermuda olhando pro matheus, seus olhos fixados no meu pau meia bomba. Vendo que o moleque tava gostando, balancei a rola e disse:

-grandona, né matheus?
-É grande, mas já vi maiores…
-hahaha onde no seu colégio?
-vem aqui que eu te mostro…

Segui O matheus até o quarto dos pais dele, ele puxa uma caixa debaixo da cama cheia de coisas como: chuteiras, CDS, livros… E lá do fundo o matheus pega uma revista porno Gay.

-Essa caixa é do meu pai, ele odeia quando mexem nas coisas dele, minha mãe nem mexe aqui…

Na revista homens super dotados transavam, vendo aquilo meu pau terminou de endurecer. E quando dei por mim, o matheus estava segurando minha rola. Não me fiz de rogado e puxei a cabeça do moleque pra minha rola, ele não ofereceu nenhuma resistência, pelo contrário, parecia um bezerro desmamado. Aquele guri tava com sede de rola. Deitei na cama e fiz um 69 com ele, enquanto ele mamava em minha rola eu saboreava aquele furinho quente que pulsava na minha língua. A cada linguada que eu dava ele gemia e suspirava forte. O sabor daquele furinho era delicioso, eu ficaria dias lambendo aquele cú, mas ouvi uma frase que me fez mudar de idéia.

-come meu cú, Saulo, come igual na revista…

Coloquei o moleque de quatro na cama e comecei a dedilhar aquele furinho. Ele gemia com 1 dedo, quando enfiei o segundo dedo seguido de uma cuspida no cú, ele começa a falar “aiiiin” , mas rebola como uma puta resistindo as dedadas. O cú já estava bem molhadinho e um pouco relaxado, era hora de meter a rola e rasgar aquelas preguinhas. Passei um hidratante que achei na cômoda lambuzando minha rola, encostei a cabeça dura e quente naquele cuzinho piscador e dei umas pinceladas, matheus estava quase implorando pra ser enrabado, ele rebolava e forçava o cú pra trás, esse moleque sabia o que queria. Seguro em sua cintura com uma mão e com a outra manuseava a rola, forçando contra o cú indefeso e pidão, após forçar um pouco o cú se entrega ao invasor permitindo a passagem. Que delicia aquele cú, apertado e quente, não parei de empurrar até encostar meus pentelho naquela bunda, nessa altura matheus estava chorando baixinho, mas eu não me importava, afinal ele pediu por aquilo. Comecei a acelerar as estocadas, cada vez mais forte e firme, a cada enfiada matheus falava”aiiiin” “uuuuui” . Puxei meu pau daquele cú e olhei o estrago, o cú estaca arrombado, tinha um pouco de sangue, o que era normal em cus virgens. Coloquei o moleque de lado e fui pra trás dele, encaixei a rola e mandei pra dentro com força, eu segurava sua perna no ar deixando o cú bem exposto, eu via meu pau sumir naquele cú pelo reflexo do espelho no guarda roupa. Aquela tarde foi incrível, comi o matheus em várias posições: frango assado, de quatro, papai e mamãe, comi o cuzinho dele com ele pendurado no meu pescoço. Gozei umas 3 vezes, todas na boquinha do viadinho, ele já não reclamava mas de dor alguma, estava adorando ser fudido. Eu até ficaria mais mas levei um susto quando minha mãe tocou a campanhia. Corri pro banheiro e vesti minha bermuda, o Mateus também se vestiu e correu pra abrir a porta.

-Saulo, não terminou ainda? Vai dar 4 horas da tarde, tu tá nisso desde meio dia, nem almoço ainda…
-Já acabei mãe, tava indo pra casa agora…

Minha mãe não percebeu nada, e sempre que dava eu ia comer aquele viadinho. Uma semana depois o pai do matheus fez as pazes com a mãe dele e voltou a viver com eles, desde então tá difícil de fuder o moleque, o pai dele vive em casa. As vezes minha mãe fica de babá dele, mas é foda comer o guri com a minha mãe rondando, aqui em casa rolou uma chupada no meu pau enquanto minha mãe ia na padaria e meu pai durmia. Rezo toda noite pra Marcela e guri William brigarem outra vez…

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