Pais e filhos – A reforma no sítio

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Sou o Freddy e tenho 22 anos, o que irei contar aqui aconteceu quando eu tinha 14 anos. Na época, meu pai Gilson com 36 anos, era bastante atraente e a minha mãe morria de ciúmes dele, sempre que podia colocava eu ou a minha irmã pra vigia-lo nos lugares, eu detestava isso, sempre sobrava pra mim ir com meu pai em lugares chatos, e foi numa dessas que tudo aconteceu.

Meu pai tinha um amigo chamado Fernando, eles se conheciam desde a época da escola, minha mãe não gostava dele, porque achava que ele ajudava meu pai a trair ela, pois sempre que meu pai ia à algum lugar com ele voltava com arranhões e manchas de chupões no pescoço. E o Fernando estava reformando um pequeno sítio que herdou dos avós, e convidou meu pai para ajuda-lo, minha mãe tratou de me meter na história, disse pra meu pai me levar que eu ia ficar de olho nele.

-Você tem que parar com essa obsessão, Rosa, o sitio é no meio do mato, eu vou estar ocupado com o Fernando reformando lá, como você quer que eu tome conta do freddy?
-Gilson, num tente me enrolar não que eu já tô escaldada com você! Sempre que se junta com o Fernando vão atrás de puta. O Freddy vai com você sim senhor!
-Mas Rosa…
-Sem mas! Fala pro Fernando levar o filho dele pra ficar com o Freddy lá, já que vocês não vão atrás de vadias não tem problema dos meninos irem junto com vocês!

Após uma discussão habitual entre eles, como sempre minha mãe ganhou e meu pai ligou pro Fernando avisando sobre mim, e pra ele levar o júnior. Meia hora depois o carro do Fernando para na frente de nossa casa e buzina. Me despeço da minha mãe e entro no carro. De motorista estava o Fernando, mesma idade do meu pai, os dois tem os corpos iguais, não malhados ou definidos, mas fortes e sem barriga. No banco de trás estava o júnior, 12 anos de idade, 2 anos mais novo que eu na época. Tinha os olhos verdes do pai, assim como o cabelo castanho claro. Me juntei a ele e começamos o papo sobre pokemon, eu e ele tínhamos gameBoy e jogávamos o jogo que era sucesso na época. Juntamos nossos consoles com o cabo link e começamos a batalhar um contra o outro.

-Viu, Fernando? Eles vão ficar entretidos nisso a tarde toda, vão esquecer do resto do mundo…
-pra mim também foi bom trazer o júnior, a Lillian já tava de orelha em pé comigo.

Não entendi, na época, esse papo entre os dois, mas não dei atenção, pois estava concentrado no jogo. 1 hora mais ou menos de carro e chegamos no sítio, era um lugar ótimo, e não vi sinas de reforma, nem os materiais. Eles nos levaram pra dentro e falaram pra gente ficar ali na sala, pois fora tinha cobra e escorpião.

-Ue pai! O senhor disse pra mamãe que aqui tava tudo quebrado, que não tinha nem lugar pra eu sentar, mas a casa tá inteirinha e toda mobilhada… -questionei meu pai.
-aqui tá assim freddy, a reforma é no quartinho de ferramentas lá no fundo do terreno, você e o júnior ficam aqui que é mais seguro e não vão se sujar, vocês podem jogar esse joguinho aí a tarde toda…

Eu engoli aquela mentira e fiquei jogando com o júnior por uns 40 minutos, até que as pilhas do gameBoy do júnior ficaram fracas, e ele pegou uma lanterna pra tirar as pilhas.

-júnior, melhor mexer aí não, aqui é sítio e lá fora deve ficar escuro de noite, e se a gente precisar dessa lanterna?
-verdade, mas eu não quero ficar o resto do dia sem jogar, aqui é muito chato.
-Então vai perguntar pro seu pai se pode usar essas pilhas.
-Boa idéia, mas e a cobras e escorpiões que tem lá fora?
-Meu pai devia tá brincando, se tivesse todos esses bichos ao fora você acha que eles iam sair?
-vamo comigo freddy? Por favorzinhoooo!
-aff, júnior, larga mão de ser medroso, eu vou contigo… -eu não queria ficar sozinho num lugar onde morreram os avós do Fernando e acompanhei o júnior.

No fundo da propriedade tinha um quartinho com várias árvores ao redor. Eu combinei com o júnior de irmos até lá sem fazer barulho e assustar nossos pais. Fomos de fininho, sem fazer barulho, quando nos aproximamos do quartinho ouvimos uns sons estranhos, até então desconhecidos para dois meninos virgens. Era som de sexo, sexo com força entre machos. Procurei uma fresta entre as madeiras pra descobrir o que era o barulho e bisbilhotei. Fiquei sem ar e com o coração a galopes ao ver o Fernando e meu pai nus, o pau do meu pai duro que balançava no ar cada vez que o Fernando encoxava ele com força atolando a rola em seu cú. Fernando com uma mão na cintura do meu pai e outra mão no mamilo, ele enfiava a língua na boca do meu pai que a chupava como se fosse a coisa mais gostosa do mundo.

Júnior atrás de mim, cochicha no meu ouvido:
-O que tá acontecendo? Deixa eu ver!

Eu não conseguia parar de olhar aquela cena, meu pauzinho tinha ficado duro na hora e marcava no meu shortinho de tecido fino. Antes de sair da fresta e dar espaço pro júnior olhar, vi o Fernando levantando a perna e pisando na mesa exibindo o cú que estava com um consolo enfiado. Eu não sabia o que era, mas vi que era grosso e estava enfiado no cú do amigo do meu pai. Júnior me empurra:

-deixa eu ver freddy! -Quando ele botou o olho na fresta e viu a cena, ele gritou- PAAAAAAAAAI? ??!!!

CONTINUA…

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