No interior pacato, onde ser comida na infância é comum

Autor

Me chamo Giulia e hoje tenho 23 anos. Gente, eu posso ser considerada como um monstro, mas eu me tornei uma pessoa viciada em sexo.
Desde a minha infância, fui abusada sexualmente por alguns homens. Não ao mesmo tempo, é claro.
Eu não lembro a idade exata que perdi a virgindade, porque desde que me entendo na vida, eu sou penetrada e confesso, não tenho recordações de dores, mas sim de muitos prazeres. Apesar de ter sido bastante ‘ingênua’. Eu sinto que eu era alvo fácil porque eu não sabia que transar era algo que você pudesse escolher com quem fazer isso e porque fazer isso. Mas sentia que era errado, como se meus pais descobrissem, seria meu fim. Então só de alguém me convidar pra foder, eu já sentia tesão automaticamente. As vezes eu não aceitava por receio, sei lá… A maioria das minhas transas foram dentro de uma casa trancada e meio escura, a sós com o rapaz.
Recordo de muitas coisas, uma delas foi aos meus 10 anos, tinha um vizinho que devia ter uns 22 anos, bem tarado, eu não podia ficar sozinha dando sopa perto da casa dele que ele me pegava pra casa dele. Claro que ele não morava sozinho, tinha a mãe dele e mais quatro irmãos. Inclusive cheguei a dar pra dois deles, e teve um que não chegou a me comer, mas quase comeu… O mais velho foi o que mais me pegou valendo. Ele ficava sozinho na casa e me iludia com doces. Eu me considerava ingênua por me vender por doces. Teve uma noite, que eu fodi com ele e depois com o irmão dele de 17 anos. O de 22 se chamava Clécio, e era de noite, fomos pra debaixo de uma árvore pra ser mais exata era uma mangueira. Ele me colocou no colo dele, me fazia pular no pau dele, nessa noite a gente fodeu rápido. Ele só me fez pular um pouco e gozou. Eu já ia embora… Mas quando cheguei na esquina de casa, havia um grupo de adolescente brincando de pique esconde, onde eu entrei na brincadeira, e lá estava o irmão terceiro do Clécio, o Kéliton de 17 anos. A gente se escondeu atrás de uma casa juntos, e ele deve ter imaginado besteira comigo e como já me comia antes nas nossas brincadeiras. Ele simplesmente não perdeu tempo e perguntou ”Vamos foder?” e automaticamente minha piriquita coçou pra rola dele. Eu perguntei aonde íamos… E ele foi na direção de uma cabana onde os donos dali faziam farinha de mandioca… Tinha uma tábua que parecia uma canoa, lá eu me deitei de costas arreganhando a bunda pra cima, e ele foi em cima metendo a piroca… Sendo que a minha buceta ainda nem tinha sido lavada a gozada do irmão dele. E”rapidinha” não era comigo. Passei a gostar de transas mais longas. Gostava do movimento da pica entrando e saindo bem devagar, como se tudo fosse feio com amor. Apesar de que nessa época e nem sabia o que era ”amor”. E ser comida por trás era bom. Então terminamos ali porque não podíamos sumir das outras pessoas. E também eu tinha costume de ir na casa da minha bisavó, onde tinha um neto dela que morava com ela. Ele foi o campeão em me fazer gozar. A gente sempre brincou junto, então sempre rolava da gente transar. Eu viciei nele. A bisa era muito idosa, passava a tarde lixando o quintal que era enorme, a gente ficava assistindo tv no quarto e rolava.
Não sei se esses caras que me comeram falavam de mim, sei lá… Porque eles vinham em cima de mim com tanta coragem e facilidade.
Pra alguns eu neguei fogo…
Mas pra esses que eu já dava, eu só recusava se não me sentisse segura.
Então o meu primo, ele tinha até ciúme quando eu sumia com outros meninos, não gostava que eu ficasse de papo com eles, eu achava que poderiam me comer, como de fato ocorria.
Quando a gente ficava, ele dizia que se não fôssemos primos, quando eu crescesse, ele ia me assumir… Mas acho que era tese dele, porque nunca senti que ele pudesse me amar. Ele só queria sexo.
Tanto é que quando ele gozava, ele me deixava de lado e eu ainda com vontade.
A gente não trepava só na casa da bisa, rolava ande fosse viável… Era em rios quando íamos nadar… Era no mato quando inventávamos de procurar bichinhos… Sei que isso era tudo estratégia pra me comer quando não dava em casa.
E hoje esse meu primo é casado, pais de três filhos homens, não falo mais com ele, pois moro em outra cidade. E esses irmãos que também transei, já casaram… A última vez que recordo, deles, é mais do mais velho, quando eu já com 16 anos, ele deu em cima de mim, querendo relembrar o passado e deu sorte, me embebedou e me comeu valendo na casa dele. Essa noite marcou, porque eu consigo lembrar de algumas coisas, o quanto eu gemi no pau dele de quatro. Nossa…. aiai, saudade!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,08 de 12 votos)
Loading...