Jamais serei amante

Olá, me chamo Márcia, atualmente com 41 anos e tenho uma filha com 24 anos que já está casada, conheci o pai da minha filha quando ainda tinha 14 anos e engravidei quando tinha 16 anos e sete meses e aos 17 anos e quatro meses tive minha filha, o pai não quis assumir e se resumiu a pagar uma pensão, fui trabalhar e criar a minha filha, aos 21 anos conheci um homem e passamos a morar juntos, após 15 anos de relacionamento eu descobri que o meu marido tinha uma amante e eu que sempre fui muito fiel não aceitei e pedi a separação, claro que mulher quando separa os homens caem em cima querendo “Comer” e comigo não foi diferente, recebi várias cantadas de homens casados coisa que abomino, pois não aceitaria ser a, muitos “Amigos” do meu agora ex-marido me cantaram, mas recusei, dos meus 37 anos ou apareceria um “Príncipe” encantado e solteiro ou viveria minha vida sozinha, mas, como tudo na vida tem um, mas… O destino me pregou uma peça que eu jamais imaginaria, um dia fui fazer unas compras em uma cidade vizinha e quando estava esperando o ônibus para voltar para minha cidade eis que para um carro e me oferece uma carona, era o sobrinho do pai da minha filha, apesar de morarmos na mesma cidade raramente nos via e quando isso acontecia nunca passou de um “oi”, sem ver maldade aceitei a carona fomos conversando ele perguntou da prima e falou sobre os dois filhos e a esposa e eu falei que estava separada e que estava muito bem, ele me deixou em frente a minha casa e trocamos telefones.
Eu estava com 38 anos e ele tinha 28, em uma sexta feira por volta das 15h00 ele me liga e diz que gostou muito de conversar comigo e me convidou para comer uma pizza à noite, eu de imediato perguntei pela esposa dele, e ele me falou que ela havia viajado para casa dos pais e que só retornaria no domingo a tarde, eu de imediato pensei: “Será que eu estou confundindo ás coisas ou esse cara está me cantando? Será que ele não tem vergonha, um cara casado e ainda primo legítimo da minha filha?” então educadamente respondi que não seria uma boa ideia, pois alguém poderia nos ver juntos e pensar outra coisa, foi quando aconteceu um fato que jamais havia acontecido em minha vida, ele com um tom de voz autoritária e como se a minha opinião não importasse falou: “Hoje ás 19h00 em ponto passo em sua casa para te buscar, beijos”. E simplesmente desligou o telefone, eu fiquei muito brava e pensando: Essa cara tá pensando que é o que? Nem meu ex-marido falava assim comigo pra esse cara vim falar, pois agora eu vou só para coloca-lo no lugar dele.
Ás 19h00 ele simplesmente parou o carro e buzinou como se eu fosse uma “Cachorra”, eu entrei no carro já brava perguntei porque ele havia buzinado e ele simplesmente falou: Para você não demorar, foi saindo e parou de frente a uma pizzaria, descemos e ele pediu pizza e vinho para viagem, eu imaginei: será que ele está pensando em me levar a um motel? Se for isso eu vou fechar com a cara dele, pego um taxi e volto pra casa, ele pegou a pizza o vinho, pagou a conta e fomos para o carro, então quando ele foi saindo eu perguntei: para onde você está pensando em me levar? Ele falou: vamos para sua casa, pois assim ninguém vai nos ver juntos e falar nada para minha esposa, então eu falei: e quem te falou que eu quero ter nada com você? Ele parou em frente a minha casa e entramos, após uns três copos de vinho ele me levantou da cadeira e em pé me abraçou e veio me beijar, então fui o empurrando e falei que jamais ficaria com homem casado e muito menos primo da minha própria filha, mas parecia que eu estava falando grego, ele me segurou e começou a me beijar, me levou para o sofá, sentou e me puxou para o colo dele, eu tentando me soltar e pedindo para que ele parasse ou eu gritaria, ele me puxou ainda mais e eu senti um paozão duro na minha bunda e fui perdendo ás forças, ele me virou e nos beijamos, ele chupava minha língua maravilhosamente, não pude mais resistir e transamos até não aguentarmos mais, depois fomos tomar um banho, ele se vestiu, me deu um beijo e foi embora, eu ainda nua deitei no sofá e comecei a pensar no que eu havia feito.
Mai tarde ele me manda uma mensagem falando assim: “Adorei comer essa puta gostosa”. Eu fiquei arrasada, um homem me chamando de puta, retornei a mensagem falando que, por favor, ele nunca mais me mandasse mensagem e se por acaso a gente se encontrasse em qualquer lugar ele nem me dirigisse à palavra. Quatro dias se passaram sem ele dá sinal, foi quando eu estava em casa e a companhia tocou, quando eu abri a porta ele empurrou, entrou e passou a chave na porta, eu pedi para que ele fosse embora e fui abrir a porta, mas ele me puxou e veio me beijar, eu falei que nunca fui puta e jamais seria, eu falando e ele me beijando, então me puxou para o meu quarto e me comeu outra vez, hoje faz três anos que sou dele e ele me chama de puta, cachorra, vadia, piranha, rapariga, dá na minha cara e me come quando quer, chega e me come mesmo, nunca me levou em um motel, quando peço ele diz que, hoje em dia puta trepa em casa, diz que quando eu encontrar a esposa dele na rua eu vire o rosto, e diz que se eu não souber ser puta de homem casado ele me deixa, eu não consigo ficar sem ele, eu virei escrava do sexo e como ele mesmo diz: “Ele é o meu dono” e eu sou a cachorra dele.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 2,00 de 1 votos)
Loading...