Foi agora pouco…

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Foi agora, depois do almoço. Estou de licença médica por causa de um problema na coluna. Minha esposa é professora e hoje fica o dia todo fora de casa. Tenho uma filha somente: Júlia ( 7 anos ). Sou leigo nesses assuntos mas, a idéia que tinha é que essas coisas acontecem com preliminares e um longo processo de sedução e conversa que chega a demorar meses, até anos. Mas, não foi assim que aconteceu hoje. Estou bem confuso, e com muito medo, não acreditando o que aconteceu.
A van escolar trouxe Júlia por volta de 13:00. Ela trocou de roupa e, enquanto eu esquentava seu almoço procurando disfarçar a dor que sentia, ela me contava como foi sua manhã na escola. Não conseguia prestar atenção por causa da dor. A combinação do anti-inflamatório e analgésico ainda não fizera efeito. Percebendo, meu sofrimento, ela comeu mais rápido que o habitual e, sem eu pedir, se ofereceu para lavar a louça e arrumar a cozinha.
Nem esperei ela terminar e fui para o quarto. Deitado, de bruços, quase não sentia dor.
Não demorou ela veio se juntar a mim. Eu vestia um shorts somente pois, como passava várias vezes Cataflan ao dia, era mais prático e menos doloroso se já ficasse sem camisa. Ela, um conjuntinho de shorts e camiseta regata….
Ela se aproximou, me beijou na face esquerda e perguntou com sua vozinha terna se estava melhor. Disse que sim, o que era verdade pela posição. Pedi que passasse a pomada nas minhas costas como já havia virado hábito. Ela rápidamente, pegou o tubo, colocou uma quantidade na palma da mão e começou a passar suavemente. Foi nesse momento que algo aconteceu….
Fiquei excitado e tive uma ereção. Não foi por ela especificamente. Como já fazia quase uma semana que não transava, o tesão desabrochou repentinamente. Ainda não acredito que fiquei com tesão naquela criança de 7 anos, magrinha e minha filha… Meu pau incomodava na cueca de tão duro, pressionando o colchão. Com a mão esquerda, puxei seu braço e fiz com que deitasse também de bruços ao meu lado. Ela não entendeu mas obedeceu. Ficamos assim por alguns minutos, um olhando para o outro. Aproximei meu rosto um pouco mais do dela…. E mais…. e mais…..Ela riu…. Riu e correspondeu a brincadeira. A cada pequeno avanço meu avançava o seu em minha direção… Até que ficamos a uns 2 centímetros. Sentia sua respiração e ela mais ainda, pois eu ofegava de tesão. Sem pensar nas consequências, percorri o pequeno espaço entre nossos lábios e dei um selinho. Foi nesse momento que o rosto infantil e sorridente dela ficou sério… Não bravo, mas, sério. Dei outro e outro e falava “obrigado”. Até que após não sei quantos, colei meus lábios ao dela. Naquele momento, ela já não era minha meninha, minha filha, mas havia se tornado minha mulher. Não sei se por causa dos remédios ou se pela situação, esqueci a dor. Girei meu corpo, fiquei de lado sem separar meus lábios ao dela. Ela me abraçou… Enfiei minha perna esquerda entre as dela e fiz com que minha coxa se encaixasse na sua bucetinha e comecei a pressionar. Ela beijava desajeitadamente e de olhos semi-abertos. Tive medo de assustar e não enfiei a lingua…Retirei minha perna e fui direto com a mão no seu púbis. Ela parou de beijar e olhou para minha mão. Nao parei….Comeceu a acariciar fazendo pressão. Ela olhando…Tentei enfiar a mão pela frente do seu shorts mas, estava muito apertado. Pedi então:
– Tira ( segurando o cós do shorts)
Ela se deitou de costas e retirou….
– Tira também ( tocando a calcinha 0
Tirou…
Virei- a para mim e voltei a beijar…Desta vez ela correspondeu pressionando bastante seus lábios contra os meus.
Parei, encarei e comecei a brincar com meus dedos nos seus lábios e boca. Passava meu indicador nos seus lábios, abria sua boca, massageava sua gengiva, dentes, lingua.
Beijei novamente, agora com a boca indecentemente aberta. Enfiei a língua… Ela suspreendentemente correspondia e ofegava e gemia. Encostei meu indicador na entrada da sua bocetinha. Ela deu quase um grito. Estava ensopada…. Deitei de costas ( o que me causou um pouco de cor e certo desconforto ) e, pedi para ela sentar no meu rosto. No começo não entendeu. Puxei-a pelos quadris e levantei sua perna direita e passei sobre meu rosto. Ela estava de joelhos sobre meu rosto. Claro que já tinha visto suas partes íntimas mas, não daquele jeito. Afastei os grandes lábios que eram só um risco, muito fechado com os dedos. A rachinha devia ter uns 2 cm e o buraquinho 1. Após um tempo examinando e sentindo o cheirinho de criança, puxei-a pelas nádegas e fiz com que encaixasse a bucetinha na minha boca. Penetrei com a língua. Ela curvou o corpo para a frente. Alternei entre enfiar a língua na rachinha e chupar seu grelinho entre meus lábios… Ela gemia e pressionava as coxas no meu rosto ou seu corpo na minha boca….Não sei se gozou mas, teve espasmos mais violentos umas 3 vezes antes de perder o interesse. Eu sem que visse enfiei minha mão dentro do shorts e gozei.
Não falamos nada. Só fiz um sinal de silêncio com o dedo indicador sobre os lábios. Ela deu um tímido sorriso e fez sim com a cabeça. Levantei com certa dificuldade e ajuda dela e fomos ao banheiro. Lavei sua bucetinha, meu pau e voltamos ao quarto. Ela mesma se vestiu. Estavamos até a pouco assistindo tv. Ela deitada com a cabeça no meu peito. Na minha cabeça um misto de remorso, medo e ainda tesão. Que faço amigos?

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