Entrou e o gulosinho quis mais!

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Eu como já falei nos meus contos morava com meus avós até os 18 anos, eles tinham uma fazendola, criavam gado e todo tipo de animais e aves. Sempre tinham peões, e minha vó e uma criada é que faziam todo o serviço da casa. Uma vez minha vó ficou doente e pediram para uma mulher que morava perto, mãe solteira tinha um guri já com 11 anos, para vir ajudar no trabalho da casa enquanto minha vó não se recuperava.Ela vinha cedo e voltava a tardinha, e sempre trazia o guri junto, eu na época tinha 16 anos, tarado por foder, andava sempre de tico duro atrás de qualquer animal que tivesse buceta, ou cú das galinhas. O guri um moreninho magrinho, olhinhos ligeiros, jeitinho de arteiro se apegou a mim, e tudo que eu ia fazer ele estava sempre junto, um dia nós estávamos no campo, e eu estava com bastante tesão, lacei uma terneira atei numa árvore e meti o pau, e o guri se admirou com meu pau, e de eu ter enfiado tudo na terneira, ele perguntou como é que eu botei todo pau na terneira se ela tinha a coisa pequena, eu disse entra em qualquer buraquinho com jeito e acho que a terneira gosta.
Pedi para ele guardar como nosso segredo, ele disse que não contava nada mas ele queria ver meu pau duro de novo e pegar, não pensei duas vezes botei o pau para fora, mandei ele pegar e o pau velho endureceu na hora, ensinei ele a dar uma punhetadinha, depois mandei ele baixar a bombachinha dele, ele ficou meio receoso mas eu disse que ia mostrar uma coisa boa para ele, aí ele baixou, e eu cuspi no pau e dei uma encoxadinha gostosa nele, ele adorou o calor do pau nas coxas e apertava as perninhas, quando gozei saltou porra longe e ele ficou hipnotizado. No outro dia quando ele chegou com a mãe dele, ja veio correndo me encontrar e me disse vamos para o campo eu ja sabia o que ele queia e se fomos para o campo, desta vez eu botei ele deitadinho de bruço, deitei em cima e fiquei encoxando ele, de vez em quando eu encostava no cuzinho mas não enfiava,só dava uma cutucadinha, mas a visão daquele cuzinho me deixou louco, disse para ele pede para tua mãe para tu posares aqui em casa, a mãe deixou. A noite jantamos conversamos um pouco no galpão, e eu fui deitar e disse o guri dorme comigo a cama é grande, meu vô não viu problema nenhum, a casa é comprida, meu quarto fica num extremo e os os outros do outro lado. Deitei pelado o pau era uma estaca de duro, e disse para o guri dorme peladinho também, deitamos e eu comecei a fazer carinho no guri, beijar, alisar, deixei bem louquinho, de vez em quando cuspia no dedo e enfiava no cuzinho, logo no inicio ele meio que reclamou, mas depois foi cedendo, e já empurrava o cuzinho contra o dedo, botei ele de bruços, e encaixei o pau, ele perguntou não vai botar para dentro, não cabe, eu disse lembra da terneira também era pequena a bucetinha e foi tudo. Cuspi bem deixei o cuzinho bem lisinho, firmei bem o pau e fui forçando a cabeça pulou para dentro, fez ploc, ele gemeu, se torceu e eu apertei ele com meu corpo e empurrei, gemeu, enterrou a cabeça e as unhas no travesseiro e eu só parei quando os bagos trancaram na bundinha, comecei a fazer carinho nele, e foder bem lentamente, o guri foi se soltando dali a pouco eu estava socando com tudo, quando veio a vontade de gozar parecia que o saco ia virar do avesso, o guri ficou tarado não me deixou mais dormir, sentava no pau de frente para mim, de costas para mim, de ladinho, de pé na beirada da cama, de 4 no chão, enloqueceu, ficou tarado no meu pau, cara ele ficou de uma maneira tarado por mim que eu até tinha medo que alguém desconfiasse, o guri tinha ciume se eu falasse com uma guria, ou com outros guris, as vezes eu fodia ele tres , quatro vezes no dia, para me livrar do guri eu tive que contar para um outro primo meu, mais tarado que eu, que fez chantagem com guri dizendo que ia contar para os pais dele o que ele fazia comigo, comeu o guri, eu fiz que descobri e fiquei brabo, ali ele ficou comendo o guri mais um tempo,mas era boca grande, acabou falando para outros, e no fim já tinha uma turminha se servindo daquele cuzinho guloso.

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