Papo de Vestiario

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Papo de Vestiario.

Bom, me chamo Júlio César, sou militar do exercito, costumo ler muitos contos aqui no site, dos mais variados, mas o que nunca li foi sobre conversas de vestiário masculino, principalmente os de campinho onde os caras na sua maioria são família, amigos ou parentes de verdade.
Sou um cara normal, nada de especial nem na altura e nem no corpo, por ser militar tenho um corpo ainda bom pra minha idade, tenho uma barriga de cerveja como todos o meus amigos na minha facha de idade, 1,80m, sou peludo, uso cabelo sempre raspado, não tenho barba por ser militar, sou casado e tenho um filho e um enteado meu filho tem 6 anos e meu enteado 18 anos. Sempre vou jogar uma pelada nos finais de semana com meu enteado o pai dele, ex da minha esposa, meu cunhado, e meu irmão, alem de mais dois amigos, todos na faixa dos 40 , e sempre fazemos um churrasco após a partida, as vezes ficamos ate so restar nos e o dono da quadra no local, num desses dias meu enteado foi embora mais cedo, porque ia sair com a namorada, ficamos so os mais velhos na quadra, tomando cerveja e comendo churrasco.
A certa altura o dono da quadra avisa que precisa fechar e nos dirigimos ao vestiário pra tomar banho e pegar nossas coisas, as duchas todas numa mesma parede, sem divisórias entre elas nos despimos como de costume e todos entram nas duchas, nunca tivemos frescuras de ficar nu na frente um do outro já que todos passaram pelo serviço militar, isso era normal.
Carlos um dos nossos amigos que tem um filho na mesma idade do meu puxa um assunto até então nunca mencionado entre nos, todos somos casados e temos filhos com idades variadas, o mais velho é meu enteado Leandro com 18 anos, a questão levantada era se nos quando estávamos com nossos filhos no colo ficávamos exitados, rimos e indagamos que conversa era aquela e rimos novamente. Ele começou a explicar, que quando o filho dele estava em seu colo, não parava de se mexer e isso fazia o pau dele subir involuntariamente e que ele cansava de tirar o garoto do colo e o menino sempre voltava.
Acho que pelo efeito do álcool começamos a soltar, sim isso acontecia com todos nos, fossem nossos filhos ou outra criança em nosso colo, mas sempre tentamos contornar a situação, até que o Jorge pai do meu enteado solta a bomba, que isso acontecia direto com ele e o filho e que numa viajem a praia o garoto enlouqueceu ele e ele acabou enchendo a sunga de porra em baixo da bunda do garoto e que esse foi o motivo da separação dele e da agora minha esposa, ela percebeu e fez um escândalo e pediu o divorcio, a essa altura nos já estávamos de pau duro e o Gilberto um dos nossos amigos um negro, que trabalhava com segurança já estava ate punhetando, cada um foi contando sua historia, e muito parecida uma com a outra, o filho de uma bolinava o pai no banho, o outro era durante brincadeiras inocentes era tocado pelo filho, comigo era durante o banho e as vezes na cama, cheguei certa manha a acordar com meu filho lambendo meu pau .
O Gilberto contou que já fazia de tudo com o dele o garoto de 12 anos já se deliciava sendo enrabado pelo pai , Jorge confessou que come o filho Leandro meu enteado a anos e eu resolvo soltar que Leandro sempre me pagou boquetes dentro do quartel, meu irmão e meu cunhado tem filhas meninas e ficavam só sarrando e aproveitando o momento com elas, não tinham coragem de fazer nada a mais.
Acabamos punhetando e gozando, nos arrumamos e fomos embora, conversando sobre o assunto, desse dia em diante não paramos mais de conversar sobre isso e nos abrimos mais para o que estava acontecendo entre nos e nossos filhos. .. esse conto vai continuar assim que eu voltar de uma viajem.

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