Depois da minha filha agora é sua amiguinha

Como disse no conto anterior comecei a comer minha filha de 12 anos, já tem agora 5 meses. Desde então venho notando como agir para comer outras na mesma idade. O que vou contar aconteceu semana passada. Minha filha perguntou se poderia trazer uma amiga para passar o final de semana conosco. Deixemos e ela trouxe sua amiguinha Laís, uma bela ninfeta de 12 anos, olhos claros, pele branquinha, cabelos longos, pernas grossas, bundinha empinada e totalmente comunicativa, bem diferente de nossa filha. Na sábado minha mulher trabalho praticamente o dia todo. Ela as minhas acordaram cedo para ir à piscina do play. Como minha mulher nunca deixou minha filha ir só. Lá fui eu com as duas! Quando chegamos ao play e as duas tiraram as roupas ficando de biquíni, fui aos céus e voltei. Laís era simplesmente linda, peitinhos em plena formação, maiores do que minha filha e uma bucetinha bem carnuda, que logo iria saber o que é um pau dentro. Nesse dia a piscina estava vazia, praticamente eu observando as duas lendo meu jornal, claro que não tirava os olhos de Laís, e o guarda vidas. Foi quando minha filha disse:
– Papai entra na água também?! – Sua fala foi repetida por Laís de forma sorridente
Eu estava de sunga por baixo do short. Tirei ali mesmo saindo correndo em direção a piscina e dei um belo mergulho entre as duas. Assim que sair debaixo d’agua, minha filha e Laís começaram a pular em cima de mim para brincar. Entre uma pulada e outra, aproveitava para passar a mão na bucetinha da minha filha, que já estava acostumada e gostava. Queria fazer o mesmo com a Laís. Quando então no meio da brincadeira o peitinho dela pulou para fora. Era lindo branquinho com aureolas rosinhas e biquinhos bem pequenos. Olhei para notar se o guardar vida olhara, mas ele estava mais interessado em secar as mulheres que tomavam banho de sol afastadas da piscina. Olhei para Laís e disse:
– Laís minha flor, seu peitinho pulou para fora do biquíni!
Ela olhou e quando foi arrumar falei:
– Deixa que o tio arrume para você!
Ela caminhou em minha direção parando na minha frente, tirando os cabelos dos olhos:
– Arruma então tio!
Minha filha ficou para olhando eu arrumar o sutiã de Laís. Para saber até que ponto poderia me aproveitar daquela ninfeta. Coloquei a mão no peitinho dela enfiando para dentro do biquíni, e a claro que dei um leve apertão em seus biquinhos entre os dedos. Laís não disse nada e voltamos a brincar. No meio da brincadeira o peitinho da minha filha também pulou para fora. Eu repeti o que havia feito com Laís, porém minha filha já estava com muita safadeza comigo. Como havia passado a mão no peitinho de Laís, resolvi ir mais longe. Ela ficou de costas para mim e eu mais do que rápido alisei sua bundinha vagarosamente, mas nada muito abusivo. Ela olhou para trás e sorriu. Foi à deixa que eu precisava! Em uma próxima investida da bundinha de Laís, parei com minhas mãos em sua cintura e fui deslizando até ficar com a mão no meio de sua bundinha. Ela nada fez, minha filha estava um pouco distante nadando debaixo d’agua, então apertei com vontade enfiando o dedo maior bem no meio do seu rego, quase chegando a bucetinha por cima da calcinha do biquíni. Laís continuou parada e minha mão totalmente enfiada na sua bundinha. Quando minha filha apareceu do nosso lado de repente, assustando sua amiguinha, que saiu um pouco de perto de mim. Minha filha colocou seu braço no meu pescoço se pendurando sobre mim. Nessa altura já estava com o pau duro igual a uma rocha. E com minha filha pendurada, aproveitei para fazer um carinho em sua bundinha por debaixo do biquíni sem que Laís percebesse. Laís ficou um pouco quieta após minha investida mais ousada e com minha filha por perto:
– Vem mais pra cá Laís – disse minha filha sorrindo
Laís se aproximou e as duas começaram a brincar novamente de jogar agua uma na outra. A amiguinha da minha filha novamente começou a se chegar para o meu lado, meio que esperando minha reação. Não deu outra ela ficou bem na minha frente jogando agua em Julia, não demorei e novamente pus as mãos em sua bundinha, só que dessa vez por dentro da calcinha. Laís então veio mais para trás facilitando meu encaixe no seu reguinho. Elas ficaram alguns segundos nessa de jogar àgua um na outra. Que deu tempo de chegar na bucetinha de Láis ficando alisando. Minha filha parou dizendo que iria ao banheiro, chamando Laís para ir junto. Laís ainda com minha mão na sua bundinha respondeu que não estava vontade de ir. Julia saiu da piscina correndo em direção ao banheiro. Com Laís quietinha, sendo abusada por mim. Olhei para os lados e o guardar vida tinha saído do posto, estávamos somente eu e Laís. Eu falei baixinho no ouvido dela:
– Laís, alguns já fez isso que o tio estava fazendo com você?
Ela balançou a cabeça negativamente. Eu coloquei meu pau para fora pela parte debaixo da sunga até o saco. Puxei a calcinha dela para o lado e comecei a esfregar meu pau na sua bucetinha. Laís então falou:
– Tio isso é gostoso!
Quando comecei a me empolgar minha filha voltou pulando perto de nós. Na hora Laís saiu de perto mim. Tive que me repor, indo nada para longe delas. Fiquei no fundo esperando meu tesão diminuir e meu pau abaixar. Assim que melhorou minha situação, comuniquei às duas que já estava bom de piscina e deveríamos subir para almoçar. Elas reclamaram um pouquinho, mas saíram junto comigo. As duas pegaram suas toalhas e para se secar. Não tirava os olhos da Laís, desejando sua bucetinha. Subimos para nosso apartamento e todo o sábado eu dava uma foda em minha filha. Com Laís em casa não sabia como ia ser. Julia quis ser a primeira a tomar banho. Quando ela entrou no banheiro, chamei Laís para perto e disse:
– Laís, você não pode dizer o que fizemos hoje na piscina para ninguém, tá bom?
– Tá bom tio
Com ela parada na minha frente, passei a mão em seus cabelos e fiz um pedido:
– Deixa o tio ver seus peitinhos?
Laís sem responder nada. Colocou os dois peitinhos de fora! Trouxe para perto de mim e cair de boca chupando, sugando seus mamilos deixando duros. Ela suspirou alto que parei. Sentindo que ela já era minha, sem dizer nada comecei a descer sua calcinha. Laís até ameaçou uma negativa a minha investida, mas logo que sua bucetinha ficou a mostra, aceitou de boa. Pus-me de joelhos abri um poucos suas pernas, caindo de boca em sua bucetinha, lisa e um pouco mais carnuda do que dá minha filha, passei a língua e chupei seu grelhinho. Diferente de Julia, Laís logo estava relaxada e um pouco ofegante. Quando comecei a chupar com mais intensidade. Escutamos a porta do banheiro abri. Laís ajeita rápido seu biquíni e eu sentei no sofá. Minha filha apareceu na sala dizendo:
– Agora é sua vez Laís!
Laís, agora um pouco mais quieta do que minha filha disse:
– Eu vou Julia, não precisa mandar não!
Elas riram. E lá foi meu tesãozinho tomar seu banho. Nesse dia minha filha na estava muito afim de sacanagem, nem eu! Almoçamos e como de costume Julia pega no sono. Eu deixei as duas no quarto e fui para o meu. Meia hora depois, minha porta do quarto abre e para minha surpresa era Laís dizendo que Julia havia pegado no sono e ela queria brincar mais comigo. Eu disse:
– Quer brincar mais?! Então tira a roupa para o tio!?
Ela obedeceu e tirando rápido ficando peladinha na minha frente. Fiquei admirando por alguns segundos seu corpinho. Ela chegou perto. Dei um beijo em casa tetinha dela, peguei suas mãos levando até a ponta da cama, fazendo com que ela ficasse de costas para mim. A mandei empinar o bumbum; fiquei de joelhos abrindo suas nadegas e comecei a lamber seu cuzinho e sua bucetinha. A cada lambida, Laís respirava profundamente. O gostinho era maravilhoso de cuzinho meio sujo, misturado com seu caldinho que escorria de dentro de sua bucetinha. Ficamos nessa posição por um bom tempo, quando falei:
– Laís deixa tio por o piru na sua pepeka?
Ela apenas olho e disse:
– Deixo!
– Então deita na cama e abre as pernas!
Ela subiu na cama calmamente abrindo as pernas! Subi por cima dela e antes de por meu pau na entrada e sua bucetinha. Dei um beijo em cada peitinho, descendo beijando até seu umbigo. Ela deu um leve suspiro de nervoso. Peguei meu pau e comecei a esfregar na sua rachinha, posicionando na entrada. É estranho falar isso, mas mesmo sendo virgem, a bucetinha de Laís não demorou muito para engolir meu pau inteiro. Quando senti que havia penetrado a bucetinha de Laís. Olhei para e disse:
– Tá tudo bem minha flor?
Ela sorriu e disse sim!
Eu comecei a fuder com calma sua bucetinha. Laís fechou os olhos, como estivesse em estado de êxtase. Enquanto meti por vezes chupava seus peitinhos. Mais algumas metidas e gozei enchendo sua bucetinha de porra! Lais suada e bem calma olhou para mim e disse:
– Tio eu gostei muito! Falei para ela ir ao banheiro do quarto se lavar. Ela o fez saindo do banheiro nua. Ela colocou sua roupa esperando eu acabar de arrumar o quarto e tomar banho. Não havia muito sangue no lençol e Laís não reclamou muito de dor como minha filha na primeira vez. O final de semana passou e por mais duas vezes, até a data de hoje, Laís passou o final de semana conosco e pude aproveitar de seu corpinho, sempre escondido da minha filha. Hoje em dia como as duas, mas parece que quando esse tipo de situação acontece. Essas verdadeiras ninfetas percebem, e meio que vão atrás de você naturalmente. E o pior estou quase comendo mais uma, mas essa tem 13 anos e é a vizinha de porta.

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