Passeio no parque

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Eram aproximadamente 1:15 da madrugada, quando meu dono resolveu me levar ao parque. A hora do passeio era a hora mais aguardada do dia. Devido a correria do dia-a-dia, era comum os donos levarem seus cães para passear de madrugada. O parque era amplo, repleto de verde, com trilhas e cheio de lugares para se levar uma cadelinha como eu.

Já estávamos no carro, com a chegada eminente. Eu vestia apenas uma tiara com orelhinhas caninas, luvas em formato de patas, um top justíssimo que mal cobria completamente os meus seios, deixando um pouco da parte inferior à mostra e uma pequena saia colegial. Eu olhava pela janela ansiosa, com um sorriso nos lábios, quando finalmente chegamos. Desci do carro, de quatro, enquanto meu dono me guiava pela coleira. Meu rabo ficava completamente empinadinho e meu cuzinho piscava. O caminhar era lento, sempre rebolando para atrair a atenção de todos os machos. Até que finalmente encontramos um.

O homem de aparentemente 30 anos caminhava com seu cão. Um Doberman enorme. Negro, atlético e com pelos curtos e brilhantes. O rapaz era alto, forte e malhado. Do tipo que deseja um cão tão forte quanto, apenas para chamar a atenção das fêmeas.
Quando ele nos viu, pude notar a surpresa no seu olhar. Todos os dias, ficávamos em um ponto estratégico diferente, esperando pelo meu macho, que seja quem fosse, nunca estava preparado pra uma cadelinha como eu. Eu engatinhei até um pouco mais a frente, quando ouvi a ordem do meu dono. — Senta! — Prontamente sentei como uma cadela e ergui as mãos, dobrando-as abaixo do meu queixo.

O que é isso? — O rapaz perguntou surpreso, embora com malícia. Seu cachorro estava inquieto.

É a minha cadela. Assim como você tem um cão — Meu dono respondeu friamente e com um certo sarcasmo, dando de ombros — Ela está no cio, então resolvi leva-la para passear e ver se encontro um macho pra ela trepar.

Modéstia a parte, sou uma cadela e tanto. Antes, era uma patricinha loira de olhos verdes. Corpo pequeno, porém definido. Uma bunda bem redondinha e seios desproporcionais ao meu corpo. Embora eu possuísse dinheiro para comprá-los, fui agraciada naturalmente. Mas isso foi antes de me tornar uma cadela. Hoje meus predicados são uma boca pronta pra mamar uma pica, uma buceta rosadinha e um rabo que aguentava uma rola de qualquer tamanho.

O homem me viu ali e já caminhou até mim, segurando firme seu cão, que cismava em tentar avançar, as vezes, gritando impaciente com o mesmo.
— Posso tocar? — ele perguntou. Meu dono simplesmente concordou com a cabeça e não foi necessário mais nada. Sua não veio diretamente no meu rabo. Agarrou com força, querendo sentir a carne. Deslizou então até entre minhas pernas, indo até a minha buceta e metendo dois dedos dentro dela, enquanto com a outra mão apertava a própria rola. — Isso é loucura… Mas — Não terminou a sentença e já tirou a rola de dentro do jeans. — Se ela precisa de um macho, encontrou. É uma putinha gostosa demais pra não comer. Seja lá o que tão fazendo.

Mas antes que ele conseguisse meter a rola em mim, meu dono sacudiu a coleira. Eu recuei e me afastei do estranho, sempre de quatro.

Eu disse que ela precisa de um macho. Mas um macho de verdade. Não você e esse pauzinho minusculo. — O homem estava choque. Surpreso e confuso. Não entendia onde aquilo iria chegar. — Solta logo esse cão. Não vê que ele tá louco pra foder? Vai acabar te mordendo.

O homem então sem saber o que estava acontecendo, soltou o seu cão quase que como pela força da sugestão. Assim que o soltou, eu virei meu rabo pra ele e ele engatou a pica na minha buceta de primeira. Soltei um grande gemido de tesão e o agarrei pelas patas dianteiras e puxei pra mim. Seu pau entrou fundo dentro de mim, meus olhos lacrimejaram, soltei um outro gemido, desta vez mais alto, mas o tesão era maior. Ter uma pica tão grossa como de um doberman era um fato que me fazia amolecer as pernas e perder o juízo. — Aaahh… Isso caralho! Me fode, seu cachorro! — Meu dono riu. Seria isso um xingamento? — Arromba essa cadela vai, meu macho. Fode minha buceta! — O homem estava completamente sem reação. Se eu não tivesse tão louca de prazer e perdida nas sensação de ser comida pelo seu cachorro, perceberia que seus olhos estavam fixados em mim, como se não acreditasse no que estava vendo. Contudo, seu caralho estava duro como pedra.

Enquanto o cão me comia, o homem correu até minha frente, perguntando ao meu dono.

Posso ao menos gozar nessa vadia?
Cadela — Meu dono corrigiu. — Mas a vontade.

Levou então a mão ao caralho, e eu, treinada, abri a boca e coloquei a língua pra fora enquanto meu corpo era jogado pra frente pelo animal.
Não sei se foi por algum problema biológico ou devido ao tesão, mas bastou punhetar três vezes e ele gozou na minha cara. Ao menos foram dois jatos de porra bem intensos, que melaram todo meu rosto, escorrendo até minha boca.

Ao final da noite, o passeio foi divertido como sempre. Meu dono que amo me levou pra passear, encontrei um macho bem gostoso pra mim, e ainda ganhei leitinho de um humano qualquer. Não que seja rotina. Afinal, dar pra humanos é apenas um fetiche que tenho.

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