O vizinho gostava!

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Quando viemos do interior para a cidade meu pai comprou uma casa de esquina, que era de um senhor que tinha cinco casas iguais uma do lado da outra, mesmo tamanho, mesma cor, mesmo patio, tudo igual. A casa do lado também foi vendida a outra família do inteiror, pois o dono das casas estava meio apertado, mas as outras ficaram de aluguel, na última casa veio morar um militar que tinha sido transferido para nossa cidade, este militar tinha quatro filhos, uma moça de 17 anos, um guri de 16 anos, mesma idade minha, outra menina de 14 anos, e o caçula de 10 anos, é dele que vamos falar, era um guri moreno claro, saradinho, com um rosto lindo e um sorriso mais lindo ainda, logo fizemos amizade com a familia, e o caçula vivia lá em casa. Um dia um amigo meu que orava numa rua abaixo da minha, onde atras tinha um campinho onde a gurizada jogava e brincava, comentou comigo que viu o Joca (um guri de 12 anos filho do vizinho da segunda casa) e o caçula se esfregando lá no campinho, que o caçula estava deitado de bruços e o Joca se esfregando por cima dele, e tarado que sou já liguei as antenas. Todas as noites os guris da vizinhança depois da janta se reuniam para brincar de mocinho e bandido, esconde esconde, e numa dessas brincadeiras eu vi o caçula se esconder num banheiro que tinha fora da casa, e eu entrei junto, ele mandou eu sair mas eu disse que ia ficar, ele se escoro na porta do banheiro que era tipo veneziana para ver o movimento lá fora, eu aproveitei e me escorei nele por trás, nesta altura o pau parecia que ia quebrar de tão duro, ele me empurrou, e eu disse para ele ficar quieto que eu sabia dele com o joca, ele ficou assustado mas se aquietou, aí eu fiquei sarreando ele por cima da roupa, em seguida nos acharam, eu disse para ele dar um tempo e se esconder lá de novo, passados um tempo ele foi de novo e eu fui atrás, ele foi para a porta e eu encostei o pau nele por trás, ele ficou quietinho, aí eu tirei o pau para fora, e peguei a mãozinha dele e botei no meu pau, ele deu uma olhadinha, disse que era lindo, e ficou batendo uma de leve para mim, aí eu resolvi investir, quis baixar o calção dele mas ele segurou, eu tirei a mão dele e baixei o calção, coloquei o pau entre as coxas, ele apertou as coxinhas, e eu fudi gostoso, a tesão era tanta que logo eu me acabei, espirrou leite para todos os lados, limpei ele com um jornal que tinha ali e mandei ele sair, que eu ia dar um tempo.
O meu pai tinha uma kombi, e as vezes a noite eu ia para dentro da kombi e ficava horas lá escutando música, pensando, batendo uma, aí eu disse para o guri, amanhã de noite eu vou estar lá na kombi, aparece lá. De noite fui lá para a kombi e fiquei esperando o pau duro como aço, só pensando naquela bundinha, achei que ele não vinha mais, quando vejo ele abre a porta e dá aquele sorriso, eu cheguei a suspirar, comecei a fazer caricias nele, dar beijinhos, arretei bastante, quando estávamos quase explodindo passamos para o banco de trás da kombi, coloquei ele de joelhos no chão, ele se debruçou no banco, eu baixei o calção dele, me encaixei por trás deixando ele no meio das minhas pernas, cuspi na mão e passei bem no cuzinho dele, cuspi na cabeça da piça, encostei bem no buraquinho e empurrei, o cuzinho laceou e a cabeça se foi, tapei a boca dele com a mão para abafar o grito, e continuei empurrando, o banco da kombi parecia um tambor de tanto que ele batia com as mãozinhas, ele queria jogar com a bundinha mas estava preso no meio das minhas pernas, só parei quando senti a bundinha dele nos meus pentelhos, dei um tempinho ele se acalmou, e eu comecei uma foda lenta, gostosa, cadenciada, enquanto isso fazia carinho, beijava, a nuca, o rosto, e chamava ele de gostosinho, cuzinho apertado, e ele se amoleceu todo, e já rebolava no pau, acabei como um louco, soquei tudo no fundo, e enchi o cuzinho dele de leite, ficamos abraçadinhos até o pau amolecer, limpei ele com uma camiseta velha que eu tinha levado, ficamos um bom tempo abraçadinhos, fazendo carinho um no outro, ai eu disse para ele ir que já estava ficando tarde. Fodia aquele guri quase todos os dias, era no banheiro, era no porão, era em qualquer lugar que desse no jeito, os pais dele gostavam de mim, tinham confiança em mim, e as vezes precisavam sair deixavam ele comigo, pois eu ficava sózinho a tarde, meus pais trabalhavam, e a gente fodia a tarde inteira. O pai dele foi transferido para outra cidade, e fiquei triste, na hora da despedida ele chorou muito abraçado em mim. Passados uns dois meses ele e a mãe dele apareceram lá em casa, ela tinha vindo visitar uns amigos, e ele quis ficar lá em casa, perguntou se tinha problema, e era claro que não, ele ficou no meu quarto, fodemos a noite inteira, e nos outros tres dias que ele ficou lá, depois foi embora e nunca mais nos vimos, nem notícia e soube. Que saudade do meu vizinho!

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