O Presidiário Comeu o Meu Cu

01-08-17 Por 3 ★ 5.00

Olá, meu nome é Lauro, moro no Rio de Janeiro, sou branco, casado, tenho 50 anos, 1,90m, 95kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, com pelos nas pernas, bunda e tórax.
Esta história que passo a contar agora aconteceu no ano de 1998, quando eu tinha 31 anos de idade, e tudo começou depois que recebi a informação que um de meus parentes próximos estava preso em um presídio no interior de Minas Gerais. Querendo me inteirar melhor da situação resolvi fazer contato com o presídio em questão e descobri que ele estava sendo acusado de ter cometido o crime de estelionato. Passei então a me corresponder com ele a fim de ajudá-lo no que fosse preciso e a enviar pequenas quantias para as suas necessidades básica.
Depois de um mês aproximadamente meu parente me perguntou se eu podia me corresponder também com outros presos a fim de minimizar um pouco a solidão deles, já que muitos não eram contatados nem pelos seus familiares. No início fiquei um pouco relutante, mas ele insistiu tanto que eu não pode deixar de atendê-lo. A pedido dele, então, passei a me corresponder com um detento de nome Roberto, que tinha sido preso pelo crime de roubo. Com seus 45 anos de idade, sem parentes no estado (ele era de Pernambuco), Roberto não recebia visitas, nem correspondência, pois seus parentes não gostavam dele.
Nossas correspondências, inicialmente, eram bem superficiais, uma vez que não nos conhecíamos e não sabíamos o que o outro gostava. Depois de 2 meses de correspondência a gente passou a se conhecer bem melhor e, arrisco-me a dizer, estávamos até ficando amigos. Mais ou menos nessa ocasião meu parente foi transferido para o Rio de Janeiro, mas ainda assim eu continuei me correspondendo com Roberto. Em uma das cartas que escrevi perguntei o que mais ele sentia falta dentro do presídio (juro que perguntei sem segundas intensões) e ele me responde que era de sexo. Disse-me que nesses quase 5 anos de xadrez só tinha feito sexo com as mãos.
Perguntei a ele em outra carta se dentro do presídio não havia algum preso que dava para os outros e ele me respondeu que sim, mas que não se arriscava com o cara porque ele era soropositivo. Foi aí que uma ideia muito louca surgiu em minha cabeça e eu escrevi pra ele perguntando se no presídio não se permitia visitas íntimas. Ele me respondeu que sim e, uma vez que o presídio não tinha presos de alta periculosidade, as autoridades permitiam até visitas de pessoas que não eram parentes dos presos, desde que pagando uma certa quantia por 1 hora de prazer, mas ele não tinha como pagar.
Cheio de ideias pervertidas na mente escrevi pra ele dando o número do meu telefone pra ele me ligar a cobrar, dizendo que queria muito conversar com ele por telefone. Na verdade, eu queria mesmo era ouvir a sua voz e saber como seria a sua reação diante da proposta que eu ia fazer a ele.
Poucos dias depois Roberto me ligou. Depois de conversarmos algumas abobrinhas lancei minha isca me mostrando solidário a ele em sua necessidade por sexo. Assim que mencionei o assunto sexo senti que sua voz mudou um pouco de tom. Senti que ele ficou um pouco agitado, até mesmo sem controle. Resolvi então botar mais lenha na fogueira perguntando a ele como eram as visitas íntimas.
Roberto me disse que, uma vez pago os guardas, o preso tinha 2 opções: Se houvesse disponibilidade ele podia usar umas salinhas que haviam no presídio e que os guardas mantinham vazias para essa finalidade. Caso não houvesse disponibilidade aí o preso levava a visita para a sua cela, que na hora deveria estar vazia (isso era um acordo entre os presos, no horário das visitas), e era posto um lençol estendido tapando à frente da cama para que ninguém visse os momentos de intimidade.
Perguntei a Roberto se, com o devido pagamento, era possível trazer qualquer tipo de pessoa pra dentro do presídio, mulher ou homem e ele me respondeu que sim. Senti nessa hora que ele ficou mais agitado ainda, parecendo que estava se masturbando. Depois de alguns instantes de silêncio dei o golpe final e perguntei se ele gostaria que eu fosse visitá-lo. Roberto não demorou nem 1 segundo pra me responder dizendo que gostaria muito, mas que não tinha dinheiro pra pagar. Disse a ele, então, que eu iria conseguir o dinheiro e que era para ele fazer os devidos acertos com os guardas e me telefonar de volta me informando o dia e a hora que eu deveria visitá-lo. Ele topou de imediato.
Dois dias depois ele me retornou à ligação dizendo que estava tudo acertado, me informou o dia e a hora (na próxima semana) e a quantia que eu deveria trazer pra molhar as mãos dos guardas. Também me disse que iríamos transar dentro da cela, com um lençol tapando a visão de quem passava fora da cela. Ficamos conversando ainda por mais 1 hora, falando muita sacanagem um para o outro e então nos despedimos, aguardando o dia chegar.
Na véspera do dia marcado peguei meu carro, fui para MG e me hospedei num hotel da cidade onde havia o presídio. No dia da visita acordei cedo, tomei aquele banho gostoso, me perfumei e me vesti com uma cueca preta, calça jeans bem justa (o que ressaltava a minha bundona), meias brancas, tênis preto e uma camiseta também preta.
Na hora marcada parti para o presídio, que não era muito grande e a fila para as visitas também não era grande. Procurei o guarda que estava no esquema da propina e disse a ele que tinha vindo visitar o Roberto. Quando fui entregar a ele o meu documento entreguei também o envelope contendo a quantia acertada. Ele nem bem olhou pra minha cara e me mandou segui-lo, me levando até uma salinha onde Roberto me aguardava sentado.
Assim que me viu ele foi logo me cumprimentando e me abraçando, não conseguindo esconder sua ansiedade. Mais baixo de que eu, com seus 1,78m, porém bem mais forte, Roberto era um mulato nordestino com traços fortes. Nem bem acabamos de nos cumprimentar e ele foi logo me conduzindo para a sua cela, o local onde iríamos meter. Assim que chegamos no local vi que realmente havia um lençol esticado para tapar a visão de quem estava passando do lado de fora, mas, apesar do lençol não deixar ver quem estava transando, não impedia que se visse a silhueta de quem estava atrás dele.
Roberto então me levou pra dentro da cela e fomos para atrás do lençol. Senti que ele estava muito nervoso e que, se dependesse dele, ele já teria tirado toda a roupa e partido pra cima de mim. Não querendo deixar ele tomar essa iniciativa, segurei em suas mãos, impedindo-o de abrir a bermuda, e pedi para ele ficar calmo, que a gente tinha muito tempo ainda. Dito isso, sentei na cama e posicionei-o em pé na minha frente. Com muita habilidade (apesar de estar muito ansioso também) passei a acariciar seu piru ainda dentro da bermuda, procurando discernir o tamanho da jeba que me aguardava.
Com muito jeito abri sua bermuda e abaixei-a, deixando-o apenas de cueca (ele já estava sem camisa) e chinelo. Sem tirar seu pau pra fora continuei a acariciá-lo, ainda escondido pela cueca. Logo a cabecinha do seu pau durão começou a babar, manchando a cueca. Vendo que ele já estava no ponto fiz menção de baixar sua cueca, mas, antes, perguntei a ele:
– Você quer que eu chupe?
A pergunta soou mais ou menos como: Quer osso cachorro?
Em resposta Roberto deu um grunhido que eu interpretei como sim. Baixei então sua cueca de uma vez e uma rola escura saltou na direção do meu rosto, totalmente dura. Não perdi tempo e caí de boca, abocanhando de uma vez a cabeçona vermelha babada de sua pica, que devia medir uns 18 x 5 cm. Com minhas mãos nas coxas dele comecei a chupar seu piruzão, me concentrando mais na cabeçona vermelha e uns poucos centímetros depois dela, que era o que eu conseguia engolir daquela pica. Pra não ficar muita coisa pra fora da minha boca resolvi punhetar o resto que sobrou, fazendo que com Roberto enlouquecesse de tesão.
Com as duas mãos na cintura ele se limitava a gemer e a olhar, hora para o teto, hora para o meu boquete. Querendo proporcionar a ele o maior prazer revezava minha chupeta, com lambidas, beijos e punhetadas no seu pau. Também ficava dizendo coisa picantes para ele, tipo:
– Estou adorando chupar seu piru, sabia?
Não demorou muito e ele anunciou, gemendo:
– Porra, lauro, tá muito gostoso. Tô quase gozando!
Acredito que ele me falou isso com o intuito de me preservar, achando que eu não ia gostar dele gozar na minha boca. Para endoidá-lo ainda mais disse a ele, tirando seu piru da minha boca, lambendo sua cabeçona e olhando no seu rosto:
– É? Então goza na minha boca. Quero beber todo o seu leitinho!
Nem bem acabei de falar e caí de boca na sua rola, pagando um boquete alucinante e punhetando ao mesmo tempo. Não demorou muito e senti suas mãos segurando minha cabeça e Roberto assumiu o controle da coisa, socando sua pica para dentro de minha boca. Passivo, fiquei parado enquanto ele fodia minha boca num ritmo frenético, apenas mantendo meus lábios firmes em torno do seu pau e com minhas mãos em sua virilha, limitando a quantidade de piru que entrava em minha boca, para eu não engasgar.
Com um urro de prazer Roberto gozou, derramando uma quantidade enorme de esporra na minha boca e eu bebi tudo. Não se contentando ele ainda tirou o pau pra fora de minha boca e passou a punhetá-lo na frente de meu rosto, gozando também na minha cara. Eu nunca tinha visto tanta porra assim na vida.
Depois de gozar tudo Roberto deixou-se cair na cama, cansado e recostou-se. Querendo sugar até a última gotinha, fui com minha boca atrás do seu pinto e passei a sugá-lo mesmo já estando meio mole.
Após isso Roberto se levantou e foi na privada da cela mijar e eu fui até um espelho na parede me olhar. Meu rosto estava todo esporrado. Uma linha de esperma riscou do lado direito de minha testa até a bochecha esquerda, passando pelo nariz e havia também muita porra por toda a extensão de meu lábio inferior que escorria pelo queixo e pingava na minha camisa. Com um dedo catei tudo o que pude e trouxe até a boca para beber, o resto eu lavei.
Depois de mijar Roberto deitou-se na cama pra relaxar um pouco e eu me sentei ao lado dele. Conversamos um pouco e não demorou muito para sua pica endurecer de novo, Ele então se levantou, me colocou de 4 em cima da cama, se posicionou em cima da cama atrás de mim e abaixou meu jeans e minha cueca até a altura dos joelhos (eu estava totalmente vestido ainda).
Quando viu o meu bundão branco exposto Roberto não se aguentou e enfiou um dedo todo dentro do meu cu enquanto punheta o pau. Nisso eu aproveitei para tirar a camiseta. Roberto então enfiou mais um dedo no meu cu e passou a me comer com eles. Depois passou a morder minha bunda e, separando bem as nádegas, a enfiar sua língua dentro do meu cu. Nessa hora pude perceber que algumas pessoas do lado de fora tinham parado para ver a cena através da silhueta do lençol.
Nem deu tempo pra ficar pensando sobre isso, pois nessa hora Roberto, salivando o pau, posicionou a cabeçona na minha entradinha e começou a forçar a entrada. Com duas cutucadas a cabeçona pulou de uma vez pra dentro do meu buraco quente e ele, vendo que minha bunda já estava acostumada a alojar pirocas, aproveitou para socar todo o restante da sua rola dentro de mim, enchendo meu cu de carne. O tesão foi tanto que nem percebi que ele estava sem camisinha.
Segurando forte em minha cintura Roberto meteu em mim com movimentos rápidos e profundos. Gemendo de dor e de prazer eu só me limitava a enfiar a cara no travesseiro, esperando até a hora de seu gozo. O que não demorou muito. Com um urro Roberto enfiou todo seu pau em mim enchendo meu cu de carne e de porra. Depois do primeiro esguicho ele passou a movimentar sua rola devagar dentro de mim e eu pude sentir os vários outros esguichos que se seguiram, inundando meu reto.
Assim que gozou tudo Roberto foi pra pia se lavar e eu pra privada pra cagar a sua esporra. Ainda tínhamos 25 minutos para transarmos e eu quis aproveitar bem esse tempo. Logo que se recuperou eu tirei toda a minha roupa, fiz ele se sentar na cama e, posicionando-me de joelhos entre suas pernas, comecei a chupar seu piru. Quando vi que já estava bem lubrificado me levantei e, de costas para Roberto, sentei com meu cu no seu pau. Rapidamente senti seus braços me abraçando na altura da cintura. Ficamos assim agarradinhos enquanto eu, bem devagarinho pra ele não gozar rápido, ficava rebolando minha bunda, com seu pau todo enfiado em mim. Roberto, cheio de tesão, se limitava a me falar sacanagem, a alisar meu corpo e a me abraçar, enquanto sentia meu cu devorando sua rola.
– Aaaah, lauro, você é uma delícia, sabia? – Dizia ele.
– Ai, Roberto, que pirocão gostoso você tem! – Retornava eu.
Permanecemos assim até ouvirmos o toque de uma sirene que indicava que faltava apenas 10 minutos para o término das visitas. Vendo que o tempo estava acabando e querendo que Roberto gozasse bem gostoso também nessa última foda, comecei a rebolar mais rápido na sua pica, aumentando a intensidade aos poucos até rebolar quase que freneticamente na sua rola, enquanto pedia:
– Vai, Roberto, goza no meu cu, goza. Enche meu cu de porra, vai. Goza tudo, goza!
Não demorou e eu senti meu cu se enchendo novamente de porra enquanto Roberto urrava de prazer. Depois dessa não tínhamos mais nada para fazer senão nos limparmos, nos vestirmos e esperarmos o término da visita.
Assim que a sirene tocou novamente Roberto disse que ia me levar até a recepção do presídio e nós saímos de traz do lençol. Foi aí que eu fiquei todo envergonhado ao ter que passar por mais de 10 presos que estavam na entrada da cela e que sabiam que eu tinha dado o cu para o Roberto, pois viram a nossa silhueta no lençol. Mas, tudo bem, valeu a pena!
Se você gostou do conto e quer me conhecer ou algo mais, me escreva. Skype/e-mail: [email protected]
Um abraço a todos.

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3 Comentários

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  1. John Deere,matador de veados

    Haaaaa veado!Devia ter ficado la na cadeia,que é lugar onde todo bicha devia ficar

  2. passivo discreto de Recife

    gostaria de esperimentar fazer visitas intimas a presidiários carentes iguais ao Roberto e seus amigos, eu procuraria satisfazer a todos, claro que em dias diferentes, mas atenderia aos seus 10 amigos. [email protected]

  3. Silva

    Seu viadinho gosta de rola mas tem k levar sua mulher para ser viado corno