Meu Filho Adotivo

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Olá caros leitores me chamo Benjamim Albuquerque tenho 31 anos 1.75m de altura sou branco do cabelo preto, olhos castanhos claros casado há 5 anos.
Quando mais jovem por eu ter uma boa aparência sempre chamei a atenção da pessoas tanto homem cm mulher.
Já tive relação cm ambos do sexo, gostava muito de sair cm homens e passar a noite cm eles; sempre fiz o papel de ativo.
Entretanto, foi uma mulher que conquistou meu coração. Entre festas e baladas, certa noite fomos apresentados através de um amigo em comum.
Foi em uma noite do dia 24, data do nosso aniversário de relacionamento.
Já que, apesar de não termos estabelecidos algo sério no primeiro dia, algo já me dizia que aquela garota iria me acompanhar durante a vida.
Entre conversa e beijos depois de 1 mês passamos a namorar e cm o mais ou menos 1 ano e 7 depois nos casamos. O nosso maior sonho era construir uma linda família cm 4 filhos.
Passando 8 meses depois de termos casado passamos tentar a engravidar mas nenhum resultado nenhum resultado positivo.
Minha esposa já estava começando a ficar frustrada, tanto quanto eu, cada tentativa com falha nós desanimava.
Chegamos gastar uma boa quantia em exames, porém todos apontavam a fertilidade de ambos, resultando em apenas perda de dinheiro e mais decepção.
Melyssa já não estava mais a mesma na vida sexual, tínhamos presença ativa mas a quase certeza que só teríamos prazer e não nossos tão desejados filhos tornavam as noites um pouco fria.

Até que, certo dia, ao chegar do meu trabalho no ramo da publicidade eu encontrei minha esposa com os olhos grudados na TV, hipnotizada em uma reportagem que passava em um jornal popular da nossa região; se tratava de uma matéria sobre os órfãos da cidade vizinha, que estavam organizando um evento para arrecadar fundos para o local. Foi quando ela cm toda a sua genuinidade olhou pra mim com um olhar sereno me disse:
– Amor pq nós não pensamos nisso ante? Então eu respondi!
– No que amor!?
– Nós podíamos adotar uma criança já que não podemos te os nossos, adotar um desses órfãos vai ser bom!
Eu cm toda a minha frieza disse:
– Vc acha mesmo uma boa ideia? Nós vamos ter que espera meses pra poder conseguir adotar um deles, vc sabe muito bem cm é difícil adotar uma criança nesse pais. Depois de ter dito isso a ela, (vi que o seu semblante estava meio triste) mas ela me olhou cm um olhar esperançoso e me disse:
– Por mais que seja difícil, mas nós temos que tentar não custa nada; já tentamos por inúmeras vezes engravidar mas nada aconteceu e agora eu vejo que o meu sonho de ter um filho poder ser torna real. Eu quero tentar! (disse ele cm toda a certeza do que queria) e eu cm não poderia deixar ela sozinha nessa ideia acabei aceitando.

Passamos alguns dias com esse assunto em pauta, sempre que ela podia tocava no assunto, até que se passaram três semanas e o dia do tal evento chegou. Havíamos decidido viajar para a cidade onde ficava localizado esse orfanato (hoje não mais) e assim fizemos com o nosso carro próprio. Foram algumas horas de viagens, que pareciam se alongar ainda mais por culpa da ansiedade que sentíamos, ela para conhecer as crianças.
E eu pelo medo de conhece-las.
Espero que não me interpretem mal, mas eu realmente estava aflito sobre tudo isso. Estávamos indo com grandes chances de escolhermos uma criança para trazermos, apesar da demora que levaria, não teria os noves meses para me preparar…

Quando chegamos lá estacionei o carro no estacionamento, saindo pela porta esquerda e indo abrir a porta para que minha esposa saísse. Aquele lugar até que parecia agradável, com várias crianças já andando para lá e para cá, uma garota até me ofereceu uma notinha de agradecimento por ter vindo, fazendo Melissa se animar ainda mais.

– Vamos amor, rápido! (Ela me disse se adiantando na minha frente)
Eu estava meio inseguro cm a ideia, mas td vez que eu olhava para minha esposa ela mês passava segurança; então tentei me acalmar e deixar as coisas fluírem. Melissa estava muito empolgada cm TDs aquelas criança uma mais linda que a outra, foi quando ela avistou duas crianças brincando ( eram dois meninos) eles eram irmão o mais velho se chama Thomas tinha 8 anos ele tinha olhos azul cabelo meio loiro e o mais novo se chama Pietro tinha 4 anos olhos meios verdes cm cinza, eles pareciam muitos . Ela se aproximou deles e cm um olhar meigo e carinho começou a conversa cm o mais velho. A diretora do orfanato se aproximou da gente e perguntou se nós não tínhamos interesse de adota-los, dissemos que sim. Então ela nos a concelho de cm adota-los, no local mesmo tinha os responsável pelo pedido de adoção.

Ela disse quais crianças queriam o Thomas e Pietro conseguimos então o pedido de adoção cm 1 mês depois passamos a visitar mais as criança e passamos a sair cm eles nos finais de semana.
Pegamos um carinho enorme pro eles (não entrarei em detalhes de cm eles foram parar no orfanato) 6 meses depois conseguimos a guarda definitiva das criança.
Enfim nosso sonho tinha- se realizado, estávamos felizes pela conquista.
Passando- se 5 anos…
Pietro e Thomas cresceram em uma rotina um pouco diferente, já que a diferença de idade afastava os dois nos compromissos da infância. Pietro ficava em uma creche durante a manhã e na escolinha durante a tarde, diferente de Thomas que pelo avanço escolar estudava apenas no período da manhã e tinha a tarde livre. A noite estávamos todos em casa, mas várias vezes o nosso garoto mais velho ia jogar futebol com os amigos e voltava tarde.
Nunca me preocupei com isso, por tanto que ele chegasse no horário combinado, meninos são assim mesmo, o único problema era implicância da mãe mais severa nessas questões de horários.

Apesar dos desencontros, Pietro e nosso jogador continuavam com a proximidade de irmãos. Pouco se falava de orfanato em casa, mas Thomas se lembrava melhor que o menor. Agora com 13 anos ele fazia questão de ignorar o fato de não ter nosso sangue, virando um rapazinho e tendo consciência que isso não importava muito.

一 Papai, cheguei! (Ouvi a voz do jogador ecoar pela sala vazia, ele acabava de voltar de uma partida com os colegas)

Continua…

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