Luiza, minha sobrinha

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Olá a todos os leitores,
Meu nome é Gustavo, tenho 26 anos sou casado e moro em SP.
O que vou narrar aqui é mais que um conto, e sim uma confissão. Entretanto espero que estas palavras não sirvam de exemplo para ninguém. O que estou fazendo é algo proibido, feio e a sociedade não aceita estas coisas.
Minha esposa tem uma loja de roupas infantis em um shopping, ela tem 32 anos (6 anos mais velha que eu). Não temos filhos por opção mesmo. Estamos juntos há 4 anos. Temos uma vida sexual morna. Transamos 1 vez por semana apenas, e isto de certa forma me incomoda. Adoro sexo e gostaria de fazer mais vezes, mas ela sempre chega tarde e cansada do trabalho.
Temos muitos sobrinhos e afilhados, uma sobrinha em especial que fica todos os finais de semana em casa conosco. Minha cunhada, mãe da Luiza trabalha em um salão de beleza, e nas sextas, sábados e até domingos ela tem muitas clientes, por isto toda sexta a Luiza fica em casa. Moramos perto. Desde os 4 anos a Luiza fica conosco. Até em viagens levamos ela.
Já faz mais de um ano, que venho percebendo mudança na pequena Lulu. Noto que ela dorme e coloca o travesseiro entre as perninhas. Já flagrei ela sentada no cantinho do sofá de uma forma que a quina ficava roçando sua virilha. Neste dia até conversei com minha esposa, que por sua vez conversou com minha cunhada. Ela disse que a filha está crescendo e que isto é normal, e que a filha está apenas descobrindo seu corpo.
Depois as coisas foram evoluindo. Sempre ajudei a Lulu no banho. Nunca senti prazer sexual nisto. É comum ver a menina pelada ou apenas de calcinha. Eu ajudo até a ensaboar, depois seco e coloco a roupa. Até com minha esposa em casa, sempre fui eu quem fez estas tarefas. Aliás mesmo sem nenhuma conotação sexual, eu sempre gostei deste contato com a Lulu.
Até que em uma sexta feira, próximo do final do ano, minha esposa me ligou. Ela disse que o movimento na loja estava intenso. Iria fechar as 22:00 hs mas que ela e as vendedoras iriam ter que conferir o estoque e repor as peças nas araras e vitrines.
Eu e a Lulu já tínhamos comido pizza e ficamos vendo um filme na TV. Antes mesmo de terminar o filme ela já estava dormindo. Esta menina tem um sono muito pesado. Peguei ela no colo e coloquei na cama dela. Ao fazer isto não sei o que me deu, acho que foi o pior erro da minha vida. Eu toquei na sua bocetinha por cima do pijama. Senti um calor nos meus dedos. Lentamente eu abaixei o pijama e vi a calcinha.
O mais assustador é que pouco antes eu dei banho nela e não senti nenhuma curiosidade ou prazer. Mas na cama com ela dormindo me deu um estalo na cabeça, algo que não sei explicar, e que certamente perdi o controle.
Abaixei a calcinha e vi a bocetinha que eu tinha recém passado a mão com sabonete. Se naquele momento eu não senti nada, agora eu estava vendo com muito desejo.
Olhei, mexi e dei um beijinho. Meu pau estava muito duro.
Me deitei do lado da Lulu e voltei a atacar. Passei minha língua por toda bocetinha. Nossa que tesão. Chupei de leve, sentindo o calor de sua xoxotinha, seu sabor e sua maciez.
Tirei minha roupa e toquei uma gostosa punheta.
Gozei bem encima da bocetinha.
Só aí eu me dei conta da merda que tinha feito.
Peguei uma toalha e limpei a menina. Subi sua roupa e a cobri.
Corri para o banheiro. Pensem num homem arrependido. Me senti um cocô do cachorro mais viralatas que existe.
Fiquei na sala vendo filmes até minha esposa chegar.
Na manhã seguinte a Lulu acordou cedo e veio até meu quarto. Minha esposa ainda dormia e a pequena Lulu deitou entre nós.
O medo e o arrependimento já tinham sumido.
Fiz carinho na pequena e a abracei.
Ficamos assim por um bom tempo. Meu pau não amolecia. Com cuidado me levantei cobrindo a pica e fui no banheiro. Depois preparei o café da manhã. Já eram 09:00 hs e minha esposa tinha que ir para a loja. Ela só tomou um banho, o café e saiu.
Esperei uns 20 minutos e coloquei a Lulu no banho.
Neste momento comecei a ver com mais atenção o corpinho dela. Uma menina de 7 anos, com uma bundinha redondinha e durinha. Sem seios ou pêlos. Bem menininha ainda.
Passei shampoo e pedi para ela ficar de olhos fechados. Aproveitei e passei a mão por todo corpinho, principalmente na bocetinha. Notei que ela gostou dos meus dedos fazendo movimentos circulares no seu grelo.
Mas não quis arriscar e fiz tudo muito rápido.
Deixei ela terminar o banho e a sequei e ajudei ela a se vestir.
Peguei a calcinha dela e cheirei e lambi enquanto tocava uma deliciosa punheta.
A tarde fomos para o shopping e lá ajudei minha esposa, enquanto a Lulu brincava na loja.
Assim começou um sofrimento para mim.
É um prazer sofrido. Um desejo incontrolável. Um tesão misturado com medo.
Só quem já brincou com uma menininha sabe a sensação que é. Querer e não poder.
Minha vontade é de meter a rola dentro da Lulu, mas não posso.
O máximo que faço é chupar a bocetinha quando ela está dormindo. A única coisa que consigo com ela acordada é passar a mão.
Nos dias quentes, deixo ela só de calcinha e quando estamos no sofá fico passando meus dedos por cima da calcinha e sentindo a fendinha.
Meu pau chega a doer de tanto que fica duro.
Penso em evoluir e tentar chupar com ela acordada, mas tenho medo dela contar para alguém.
O que vocês fariam no meu lugar ?
Quem já passou por isto, como fazer para ela guardar segredo e avançar ?
Minha cunhada é separada e a Lulu não tem contato com o pai, aliás ela nem conhece ele.
As duas (cunhada e Lulu) são muito interesseiras e pobres. As roupas, brinquedos, passeios e até a escola sou eu e minha esposa que bancamos. A Lulu agora está pedindo um celular. Já pensei em pedir para chupá-la em troca de um celular novo que tenho e não uso, mas o medo me bloqueia.
Por favor comentem e me ajudem !!!

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