Dez caras comeram meu cu no baile de carnaval

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Olá a todos. Meu nome é Lauro, moro no Rio de Janeiro, sou branco, casado, tenho 50 anos, 1,90m, 95kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, com pelos nas pernas, bunda e tórax.
Apesar de ser casado com mulher eu gosto muito de ser passivo para homens exclusivamente ativos e essa história que passo a contar agora aconteceu no carnaval de 1990, quando eu tinha 23 anos. Eu sempre gostei de aproveitar esse feriado para fazer coisas bem doidas, mas nesse ano, em particular, eu radicalizei geral: Resolvi que iria participar de um baile gay, na Zona Sul aqui da cidade do RJ.
Para tanto eu me preparei desde o início do ano, a fim de não ter problemas ou contratempos. Como eu não queria ir de cara limpa, adquiro uma máscara para usar. Na verdade, era um lenço que, amarrando na cabeça, virava um véu e uma máscara, já que tinha dois buracos para os olhos. Comprei também um shortinho de lycra amarelo, desses que grudam no corpo como uma segunda pele, bem cavado, e que deixava boa parte da minha bunda de fora. Comprei ainda uma camiseta preta, sem manga, e um tênis preto. Pra finalizar, umas pulseiras bem alegres, que coloquei o tornozelo da perna esquerda e no pulso direito.
Na época eu devia ter 1,80m de altura, era magro, meio franzino, e tinha cabelos compridos, até os ombros.
Por volta das 23 horas cheguei no local e vi, com bastante alegria, pessoas fantasiadas na rua, indo em direção ao local do baile. Na época eu tinha um carrinho velho e fui com ele para lá. Isso porque descobri que quase ao lado do local onde haveria o baile tinha um estacionamento que estava alugando vagas antecipadamente para pessoas que iriam participar do evento. Tendo alugado uma vaga com antecedência entrei no estacionamento, parei o meu carro na vaga, tirei a roupa e coloquei a fantasia. Como meu carro tinha insulfilme, não me preocupei em ser reconhecido. Passei na portaria, recebi o cartão do estacionamento, coloquei no bolsinho interno na frente do meu short, juntamente com o dinheiro que tinha separado para usar durante o baile. Após isso fui para a portaria da boate e, depois de alguns minutos numa fila de muitas pessoas fantasiadas, entrei no local.
O barulho era ensurdecedor e a quantidade de pessoas ali dentro era enorme. Todas dançando, bebendo e se divertindo. Algumas até tentavam conversar em meio ao barulho da música alta. Com muita dificuldade me juntei a multidão e constatei que ali, realmente, ninguém era de ninguém. Nos poucos metros que consegui andar, tentando chegar no bar para tomar uma cerveja, senti várias mãos apalpando a minha bunda. Algumas até bem descaradas. Depois que cheguei, enfim, no bar, comprei a cerveja e fui até um canto observar a multidão.
Era muita putaria por metro quadrado. Não era preciso ser bom observado para ver pessoas chupando, dando e comendo, no meio da multidão, na maior naturalidade. Cheio de tesão devido à cena, resolvi ir para o segundo piso da boate para poder ter uma visão melhor lá de cima. Com muito custo consegui chegar até uma proteção de metal e vidro, semelhante a uma mureta, e de lá passei a ver as transas que aconteciam no salão do piso inferior.
Estava bem ali, tranquilo, dançando calmamente, quando braços me ladearam e seguraram na proteção de metal e vidro, me mantendo entre eles. Era como se o cara estivesse parado, segurando no murinho, só que tendo eu entre seus braços. Fui olhar para trás para ver o rosto da pessoa, mas ele me imprensou contra a proteção de vidro e metal, sarrando na minha bunda, enquanto perguntava ao meu ouvido?
– Posso?
Meio sem jeito, não disse nada e ele considerou meu silêncio como um sim. A única coisa que eu sabia do cara é que ele era branco e um pouco menor do que eu. Só isso. No entanto, essa falta de conhecimento um do outro não impediu que ele ficasse grudado na minha bunda, dançando e sarrando, hora com as mãos na minha cintura, hora com as mãos para cima.
Depois de alguns minutos assim nós já parecíamos bem íntimos. Eu literalmente dançava esfregando a bunda no pau dele. Isso o deixou mais assanhado ainda. Vendo que, apesar da cor amarela do meu short, eu estava DANDO total sinal verde para ele, o cara, bem safado, chegou meu shortinho para o lado e, sem qualquer cerimônia, enfiou o dedo médio todo, de uma vez só, no meu cu. Foi como levar um choque, mas um choque bem gostoso. Fiquei bem puto. O cara então tirou o dedo e encostou a cabeça babada do pau na minha estrada e perguntou novamente:
– Posso?
Dessa vez eu não perdi tempo e respondi:
– Pode, mas só com camisinha. No cu eu só deixo com camisinha!
Senti o pau dele se afastar e, numa fração de segundos, ele esticou o braço esquerdo e me mostrou uma camisinha. Recolheu o braço e percebi que ele estava tirando a camisinha da embalagem e vestindo-a na pica. Depois disso senti novamente a rola encostando na minha entrada, dessa vez emborrachada, e sua voz novamente ao meu ouvido:
– Posso?
Não respondi. Abri um pouco mais as pernas e deixei que ele tirasse as conclusões. Ele não perdeu tempo, lubrificou a pica e, mantendo meu shortinho de lado, forçou a cabeça pelo meu cu a dentro. Com duas tentativas a cabeça passou e logo o restou da piroca entrou toda dentro de mim. Como era um pênis normal, de seus 17 cm, não tive dificuldade para alojá-lo todo dentro de mim.
Daí pra frente foi só pirocada. Eu, todo feliz, fiquei ali, passivo, deixando ele me usar para o seu prazer. Quando ele parava de estocar, eu começava a rebolar. Quando ele estocava, eu parava e deixava ele trabalhar em mim. Eu estava adorando dar a bunda para aquele rapaz desconhecido, na frente de todo mundo, naquele lugar. O fato de estar de máscara fez com que eu me encorajasse a fazer esse tipo de coisa, que com certeza eu não faria de cara limpa.
Depois de algum tempo assim ele se enfiou todo dentro de mim, segurou forte na minha cintura me forçando a rebolar na sua pica e então gozou. Após isso o cara me deu um beijo na nuca, saiu de dentro de mim e desapareceu na multidão.
Fui para o banheiro e me limpei. Depois dessa estreia na noite fiquei mais solto e resolvi ir dançar no meio da multidão. Algumas cervejas depois e eu já estava mais solto ainda. Foi aí que um homem negro, forte sem ser sarado, somente de sunga e tênis, se aproximou de mim e começou a dançar ao meu lado. Ele aparentava ter uns 35 anos e, pelos seus olhos vermelhos, estava bem alcoolizado. Ele me puxou pelo braço, me fez ficar de costas para ele e, segurando forte na minha cintura, ficou dançando atrás de mim, sarrando na minha bunda. Esse não me perguntou se podia. Em determinado momento ele me abraçou de frente para ele, com a mão na minha bunda e o dedo médio no meu cu, e me disse, quase gritando, por causa da música alta:
– Aí, branquinho, tô afinzão de comer o seu cu. Vem comigo que tem um cantinho logo ali bem legal!
Ele nem esperou eu dizer se topava ou não e foi me levando pela multidão, me puxando pelo braço. Logo chegamos no tal cantinho e ele partiu pra cima de mim, me agarrando e tentando me beijar na boca. Como eu não gosto de beijo na boca, virei o rosto e, pra ele não perder o tesão, abaixei, ficando agachado diante dele, beijando seu pênis duro, ainda dentro da bermuda.
Vendo que o meu negócio era piru o cara então não perdeu tempo, tirou o pau pra fora e colocou na minha boca. Abocanhei a rola toda babada e comecei a pagar um boquete bem molhado e gostoso naquela vara negra. Eu nem bem tinha começado a mamar quando senti os primeiros jatos de esperma na minha boca. Apesar de surpreso pela rapidez com que ele gozou, não tirei a boca do pau dele, para que ele pudesse gozar tudo numa boa, sem deixá-lo na mão. Após gozar tudo na minha boca o cara se sentou ali mesmo no chão, exausto. Eu, depois de cuspir a porra dele num canto, fui até o bar pegar outra cerveja.
Depois da cerveja voltei a dançar no salão. Não demorou e um garotão tatuado, desses fabricados em academias, se aproximou de mim, se insinuando. Resolvi DAR corda pra ele e sorri, sinalizando que ele podia chegar sem problemas. Ele se animou e foi logo para trás de mim, me abraçando com o braço esquerdo e trazendo ao encontro do seu pau. Ele também estava bem alcoolizado. Querendo ver no que ia dar, fiz o jogo dele, dançando com a minha bunda encostada na sua vara até que ele decidisse qual o rumo que a coisa ia tomar. Em dado momento ele pegou minha mão direita e levou até seu pau duro, dentro da sua bermuda. Quando senti em minha mão, em meus dedos, a quantidade de carne dura que aquele garotão tinha dentro de sua bermuda eu fiquei alucinado. Era algo em torno de 19 x 5,5 cm de carne dura, quente e molhada.
– Gostou, né? – Ele me perguntou, bem sacana, no ouvido.
Sem responder, me virei pra ele, me agachei e abaixei sua bermuda até embaixo, liberando seu instrumento de prazer. A pica literalmente pulou de dentro da bermuda em direção ao meu rosto. E eu não perdi tempo, abocanhei sua rola ali mesmo no meio do salão, iniciando o segundo boquete da noite. Depois de algum tempo chupando ele me entregou uma camisinha, deixando claro que queria comer o meu cu agora. Abri a embalagem e coloquei a camisinha na sua rola. Então me levantei, fiquei de costas para ele, abaixei o meu shortinho e me posicionei na pontinha dos pés, mãos nos joelhos, bunda arreganhada. O garotão ficou doido com minha posição. Foi logo querendo se enfiar todo dentro de mim. Depois de algumas tentativas a cabeçona passou e, logo depois, seus 19 cm todo desapareceram dentro de mim.
Daí pra frente ele judiou bastante de mim, sem se importar se eu estava sentindo dor (e eu estava). Socava o pau no meu cu com força e sem parar, enquanto me segurava forte pela cintura. Tudo isso no ritmo do samba. De repente ele tirou o pau do meu cu e ficou brincando de enfiar ele todo e tirar ele todo. Num desses tira-e-bota ele tirou a camisinha e enfiou o pau sem camisinha no meu cu, mas eu não percebi. Notando que eu não tinha percebido, o cara se apressou pra fazer o que tanto queria: Gozar dentro do meu cu.
Então, me segurando bem forte pela cintura, ele se enfiou todo dentro de mim e gozou. Assim que senti os primeiros jatos de porra inundando meu reto entrei em pânico e quis me livrar dele, mas ele, percebendo minha intensão, me agarrou forte pela cintura, me envolvendo com seus braços. Não podendo fazer nada, fiquei ali preso, enquanto o garotão, engatado atrás de mim, se acabava todo dentro do meu cu.
Quando terminou de gozar ele tirou o pau de uma vez de dentro de mim e me empurrou para frente, me liberando. Nem parei pra olhar pra trás. Fui direto para o banheiro onde caguei a esporra do safado. Depois me limpei, me vesti e voltei pro salão. Não vi mais o cara, pra sorte dele.
Tentando esquecer o episódio fui beber e dançar um pouco. Não demorou e um garoto de seus 20 anos, negro, alto, se aproximou de mim e começou a dançar ao meu lado. Notei que ele estava afim de algo e resolvi ver no que iria DAR. Como a maioria dos presentes, ele também estava apenas de bermuda e tênis e tinha uma lata de cerveja na mão. Pra deixar claro pra ele que o sinal estava verde, peguei a cerveja de sua mão e bebi um gole, devolvendo a lata de novo para ele. Ele entendeu a minha dica a passou imediatamente a dançar atrás de mim.
A música estava bem animada e o rapaz ficou mais animado ainda. Atrás de mim ele começou a sarrar na minha bunda sem qualquer timidez, enquanto eu, dançando, dava bundadas no pau dele, já duro, debaixo da bermuda. Quando vi que ele não iria tomar a iniciativa de ir direto para os finalmentes, peguei-o pela mão e levei-o até um local mais afastado da galera, pra brincar um pouco com ele.
Chegando lá fui logo enfiando a mão na sua bermuda, a procura de seu pau. Ao mesmo tempo que minha mão segurava sua rola, o rapaz abriu o zíper da bermuda e deixou ela cair no chão. Totalmente liberto do seu abrigo, pude ver o que tinha em minha mão. Era um piru bem lindo, de seus 16 cm, bem escuro, cabeça toda de fora e um pouco babado (adoro piru babado).
Sem dizer nada, agachei-me diante dele e botei o seu pau na minha boca, dando início a um gostoso boquete. O garoto era só gemido, enquanto a minha boca passeava por toda a extensão de sua rola negra. Eu estava, literalmente, chupando aquele piru como se fosse um gostoso sorvete. Depois de algum tempo assim ele tirou o pau da minha boca e fez menção para que eu levantasse. Ele abaixo até a bermuda, pegou uma camisinha no bolso, vestiu na pica e me virou de costas para ele e de frente para o salão. Depois de salivar bastante a rola, o cara chegou o meu short para o lado, encostou ela no meu furico e começou a forçar. Rapidinho a pica saltou toda de uma vez para dentro de mim. O garoto deu um suspiro de prazer e alívio.
Daí pra frente ele me abraçou por trás e ficou colado em mim, com a pica toda dentro do meu rabo, dançando e metendo lentamente. Nessa posição eu não pude fazer nada além de dar algumas reboladinhas no pau dele. Ele era bastante carinhoso e ficava dizendo coisas no meu ouvido, enquanto beijava minha nuca. Na hora de gozar ele colocou as mãos nos meus ombros, me segurando, e, depois de 5 estocadas fortes no meu rabo, gozou. O rapaz ainda ficou um tempo dentro de mim, dançando, até o pau dele amolecer e escapulir de dentro de mim. Assim que desengatou ele acenou pra mim se despedindo e eu fui para o banheiro me limpar novamente.
Quando retornei do banheiro e entrei no salão fui abraçado por trás e sarrado na bunda. No ouvido eu ouvi uma voz conhecida:
– Posso?
– Você? Claro que pode! – Respondi, olhando para ele e sorrindo.
Nessa hora o salão estava uma loucura. Havia muita gente transando sem roupa e o cheiro do lugar era um misto de cerveja, sexo, esporra e suor. Meu parceiro tirou a própria sunga e colocou-a na cabeça como uma touca. Depois ficou dançando atrás de mim, cutucando minha bunda com seu pau babado. Ele me perguntou se eu tinha alguma camisinha e eu respondi que não. Ele me fez sinal para esperá-lo e foi até um amigo pegar uma emprestada. Voltou sem a camisinha e me disse, bem perto do ouvido, por causa do barulho:
– Estamos sem camisinha. Dá pra ser sem? Eu prometo que não gozo dentro!
– Tudo bem! – Respondi, confiando nele.
Todo feliz ele me pegou pela mão e me levou pelo meio da multidão até o banheiro, onde algumas pessoas já estavam transando. Como todos os boxs sanitários estavam ocupados ficamos esperando. Enquanto isso ele ficava sarrando na minha bunda. Assim que um box vagou ele, atrás de mim, me empurrou rapidamente para dentro do mesmo e fechou a porta. Nem ali no banheiro a música deixava de ser quase ensurdecedora.
Lá dentro ele fechou a tampa do vaso, me fez ficar de 4 em cima do mesmo, abaixou meu short até os joelhos e, posicionando a cabeça da piroca na entrada do meu furico, faturou o meu anel de couro. Sem dizer uma só palavra, fiquei ali, naquele banheiro sujo, fedendo a urina e esperma, dando o cu para um cara que eu nunca tinha visto na vida. E ele, bem safado, aproveitando que eu não reclamava, nem falava nada, mandou pica pra dentro de mim. Depois de algum tempo carcando em mim ele me disse:
– Aí, posso gozar na sua boca?
– Pode! – Respondi, cheio de tesão.
– Mas você engoliria? Seria muito importante pra mim!
– Tudo bem, eu engulo sim! – Respondi.
Ao ouvir a minha resposta ele apressadamente tirou o pau do meu cu, me fez ajoelhar no chão, mandou que eu abrisse bem a boca e colocasse a língua para fora. O cara pousou a cabeça do pau na minha língua e começou a se masturbar. Quando fui abocanhar a pica ele não deixou. Falou pra eu manter a boca aberta e a língua pra fora, que ele iria gozar na minha língua e boca. Fiz o que ele pediu. Depois de alguns instantes se punhetando ele mandou que eu olhasse para ele, que ele ia gozar. E foi o que ele fez, aos urros de prazer, enquanto eu me mantinha parado, sentindo a porra dele, quentinha, encher a minha boca.
Assim que ele acabou eu não me contive, abocanhei o seu pau e suguei o restinho de esporra que havia. Quando larguei seu piru não havia mais nenhuma porra, nem no seu pau, nem na minha boca. Eu havia bebido tudo. Sem dizer uma só palavra eu me limpei, nós nos vestimos e fomos para o bar. No bar tomamos cerveja e, apesar do barulho, pudemos trocar algumas palavras e nos conhecermos um pouco melhor:
– Gostei de te comer! – Ele me disse.
– E eu gostei de dar pra você! – Respondi, rindo.
– Você é de onde?
– Sou de (nessa hora disse pra ele o nome do bairro do subúrbio onde eu morava)!
– Ah, legal. Eu sou do Leme (um bairro da Zona Sul)! – Falou ele.
– Legal!
– Você ainda vai demorar no baile ou já está indo embora? – Ele me perguntou.
– Vou ficar até o final. Por que?
– Porque eu tenho alguns amigos que eu acho que gostariam de te conhecer. O que você acha?
– Ah, tá, tudo bem. Qual o seu nome? – Perguntei.
– Ricardo, e o seu?
– É lauro! – Respondi.
Ricardo então disse que iria dar um rolé pelo salão a procura dos amigos dele é que depois iria me procurar. Assim que ele me deixou eu fui para o meio do povo dançar.
Depois de algum tempo dançando e me oferecendo para os machos fui abraçado por trás por mulato forte de uns 30 anos, com cabelos tipo rastafári. Sem qualquer cerimônia e sem dizer nada o cara ficou dançando e sarrando na minha bunda, no ritmo da música. De minha parte, eu aproveitei que o pau dele estava posicionado bem no centro do meu rego e fiquei esfregando a bunda nele, deixando o cara doido de tesão. Depois de algum tempo brincando assim ele me falou:
– Aí, vamos ali pro cantinho que eu quero comer o seu cuzinho!
Dito isso, ele saiu de trás de mim e, me pegando pelo braço, me levou até um canto do salão. Lá, um homem maduro, alto, barrigudo e barbudo, estava enrabando um viadinho fantasiado de fada que, pela sua expressão de dor, não estava gostando nada nada de ser comido pelo cara, que não estava nem aí pra ele. O rapaz estava posicionado de pé, com as mãos segurando numa grade, a perna direita dobrada e com o pé direito sobre um pequeno degrau (igual e um meio-fio). O barbudo estava em pé atrás dele, segurando forte em sua cintura e mandando vara.
Enquanto eu olhava pro sofrimento do viado, o mulato me posicionou igual ao garoto, só que com a minha perna esquerda dobrada e meu pé esquerdo sobre o degrau. Ato contínuo, ele chegou o meu shortinho pro lado e encostou a cabeça do pau, toda babada, na entrada do meu cu. Uma forçada e a cabeça entrou, mais uma forçada e o pau descamisado estava todo dentro de mim.
Daí pra frente foi só bombada no meu rabo, enquanto eu ficava passivo, olhando para o outro viado que sofria tomando no cu há alguns metros a minha esquerda. O pau de mulato entrava e saia do meu rabo de forma cadenciada, parando de vez em quando todo dentro de mim. Nessa hora eu aproveitava e dava uma reboladinha com a pica dele toda alojada no meu reto. Numa dessas horas tirei os olhos do moleque ao meu lado para olhar o cara que estava comendo ele. Levei o maior susto ao notar que o cara estava olhando para mim, enquanto comia o viadinho.
Não sei o que deu em mim, mas de repente comecei a rebolar mais intensamente, quase alucinadamente, no pau de mulato, sem tirar os olhos dos olhos daquele cara que estava maltratando o rapaz, sem piedade. Então senti os primeiros jatos de esperma de cara no meu cu, seguidos por vários outros. Depois de gozar tudo o pau de mulato escapuliu, mole, de dentro de mim. Ato contínuo, fui até o banheiro e caguei a porra dele.
Quando eu estava prestes a sair do banheiro um senhor gordo, branco, barrigudo, de seus 50 e poucos anos, me para e fala comigo:
– Oi, tudo bem?
– Tudo bem, e com você? – Respondi.
– Eu estava olhando você lá fora dando pro mulato!
– É, e aí?
– Aí que eu vi que você deixou ele gozar dentro sem camisinha!
– É, eu deixei!
– Pois é, eu tô muito a fim de fazer algo assim. Você deixaria eu gozar dentro de você também? – Me perguntou o cara.
– Tá, tudo bem!
Dito isso, dali mesmo voltei para o box de onde saí e o homem entrou logo atrás de mim. Nem bem entrarmos no box eu sentei no vaso e ele se posicionou na minha frente, com a pica dura pra fora da bermuda. Diante da rola dura dele não perdi tempo e abocanhei aquela piroca, pagando um boquete bem molhado nela. Depois de deixar o pau do homem bem lubrificado fiz que nem da outra vez, com Ricardo: Fiquei de 4 em cima do vaso, abaixei meu short até os joelhos e ofereci o meu burrão para o cara.
Nervoso de tesão ele quis se enfiar em mim, mas não acertava o meu buraco. Para ajudá-lo, peguei seu pau com minha mão direita e levei-o até a minha entrada. Assim que ele viu que o seu piru estava posicionado no lugar certo deu logo uma cutucada e a cabeça da sua rola pulou rapidinho pra dentro do meu cu. Mais uma cutucada e a piroca de 16 cm entrou toda dentro de mim. E assim o homem comeu o meu cu. Calado, fiquei ali, me equilibrando em cima da privada, enquanto ele metia no meu rabo, sem dó nem piedade.
O homem já estava um tempão no vai-e-vem dentro de mim quando comecei a sentir uma certa ardência no cu, devido as várias pirocadas que tinha levado naquela noite (já era a sexta pirocada da noite), mas eu não quis cortar o barato dele, por isso fiquei calado. Em determinado momento o homem parou de meter e me perguntou:
– E aí, tudo bem? Tá sentindo dor?
– Não. Está tudo bem. Tá gostoso. Pode continuar! – Eu respondi.
Ele então recomeçou a bombar e eu procurei disfarçar pra não demonstrar que estava doendo um pouco. Depois de algum tempo metendo, o homem se enfiou todo dentro de mim e gozou profundamente, despejando todo o seu leite no meu reto e matando a sua vontade de leitar um cu sem camisinha. Foi um alívio sentir a rola dele amolecer e sair de dentro de mim. E foi muito gratificante para mim ver a alegria do homem em poder usar o meu cu como seu DEPÓSITO DE ESPORRA e realizar assim um desejo antigo seu.
Após se limpar, ele disse que ia para o bar e que depois iria embora, já que estava muito cansado. Nos despedimos e eu fiquei ali sentado cagando a porra dele e me recuperando da surra de pica que tinha levado.
Voltando para o bar pedi outra cerveja e pouco depois chegou Ricardo com 4 amigos. Quando os vi fiquei preocupado, pois já estava com o cu bem ardido. Ricardo me apresentou os amigos, todos na faixa dos 25 anos, parecendo playboys da Zona Sul do RJ. Todos eles eram brancos e estavam bem alcoolizados.
– Aí, o pessoal está a fim de te dar um pega. Você topa?
– Você quer que eu dê para os 4? – Perguntei.
– Pros 4 não. Pros 5, já que eu vou querer repeteco! – Respondeu Ricardo, sorrindo.
Com medo do prejuízo que eu iria tomar, diante de tanta rola, fiz cu-doce na esperança deles mudarem de ideia e resolvessem não mais me comer, porém eles estavam convictos em me passar a pica. Quando vi que não ia dar pra escapar deles resolvi ceder e os caras então me levaram para um dos cantos do salão, me rodearam e ficaram dançando ao meu redor. Um por um os rapazes foram se posicionando atrás de mim e sarrando na minha bunda.
Não contente com isso os 5 botaram suas rolas pra fora das bermudas, ficaram roçando com elas nas minhas coxas e me fizeram segurar nelas também, enquanto eu dançava. Eles deviam estar gostando muito de ficar zoando um viado suburbano – eu.
Não demorou e um dele, que estava atrás de mim, puxou o meu short de uma vez até embaixo, até a altura das minhas coxas e enfiou a pica no meu cu, ali mesmo no salão, na frente de todo mundo. Ainda bem que eu estava de máscara e ninguém estava vendo a minha cara.
Os caras então se posicionaram de forma que um deles ficava atrás de mim, comendo o meu cu, e três ficavam na minha frente, sendo que eu chupava um deles, o da minha frente, e punhetava os outros dois, que ficavam um em cada lado, em cada mão minha. O outro ficava esperando a vez atrás de mim. Isso tudo em pé, estando eu com o short na altura dos joelhos e o corpo inclinado para frente, quase paralelo ao chão.
Nisso meu cu já estava ardendo muito, de tanta pirocada, já que os caras estavam se revezando direto em mim e demorando a gozar. Pra minha sorte Ricardo, querendo me zoar, sugeriu aos amigos dele:
– Aí, vamos gozar na cara desse viado!
– Ééééééé! – Responderam os demais, concordando.
Nisso eles me fizeram ajoelhar ali no salão, me rodearam bem de perto e começaram a se masturbar. Enquanto eu esperava eles gozarem em mim um deles tirou rapidamente a minha máscara, deixando minha cara exposta. Eu já ia reclamar quando o cara que estava bem na minha frente se adiantou, botou a pica na minha cara e esporrou no meu rosto. O jato pegou no meio do meu nariz e se espalhou pela minha cara. Logo um outro rapaz tomou o seu lugar fazendo o mesmo, seguido pelos outros, até todos esporrarem tudo na minha cara, deixando-a toda melecada de esporra.
Quando terminaram os 5 guardaram as rolas, sendo que alguns deles antes se limparam na minha máscara, deixando-a jogada no chão, e depois foram embora, me deixando ali ajoelhado no salão, com a cara escorrendo porra.
Cansado, me levantei e fui para o banheiro, passando pelas pessoas, que me olhavam e riam da minha cara. Já no banheiro lavei minha cara e depois fui até um box para me sentar um pouco e descansar.
Fiquei ali sentado no vaso um bom tempo até que resolvi que era hora de ir embora para casa. Assim que abri a porta tomei o maior susto. O cara barbudo que eu tinha visto comendo o viadinho estava ali em pé na minha frente. Sem dizer nada, o cara foi entrando no box e fechando a porta comigo lá dentro.
– Ei, eu quero sair! – Reclamei!
– Pra que a pressa? Os seus namoradinhos já foram embora! – Respondeu ele.
– Tá, mas eu estou indo embora agora!
– Embora? Por que? A noite é uma criança!
– Pode até ser, mas eu estou cansado e quero ir embora agora!
Sem dizer nada, o cara me empurrou forte e eu caí sentado no vaso.
– Fica quietinho aí, viado. Você só vai embora depois que eu comer o seu cuzinho, que nem eu fiz com aquele viadinho lá fora, entendeu?
Mal acabou de falar e ele avançou pra cima de mim, tentando abaixar o meu short. Temendo dar para ele (depois do que tinha visto ele fazer com aquele rapaz) resisti bravamente e não deixei ele abaixar meu short. Nervoso, o cara (que era bem mais forte do que eu) continuou a insistir em tirar meu short e eu continuei impedindo ele. De repente, ele levou a mão direita até as suas costas e, quando retornou com ela para frente, estava com uma faca. Não era grande mas tinha tamanho suficiente para fazer um bom estrago em mim, ainda mais num espaço tão apertado como era o daquele box. Apontando a faca para mim ele disse:
– Você escolher, viado, ou dá pra mim ou eu te furo todo!
Minha cara de espanto deve ter respondido por mim.
– Fica 4 em cima do vaso, porra! – Mandou ele.
Obedeci e fiquei de joelhos novamente em cima da tampa do vaso sanitário. O barbudo então baixou meu short com força e logo depois senti a cabeçona babada do pau dele encostar na minha estrada prejudicada. Ato contínuo ele empurrou o pau todo pra dentro de mim. A dor foi enorme e eu quase gritei. Daí pra frente foi só pirocada. O cara fez comigo igual ao que fez com o viadinho e agora eu sentia na pele o que aquele rapaz estava sentindo. Não era tanto pelo tamanho da pica do cara, mas porque ele era bruto.
De 4 ali em cima daquele sanitário, eu fiquei não sei quanto tempo, sofrendo calado, enquanto o barbudo faturava o meu anel de couro. E não só comia o meu rabo, mas também ficava o tempo todo me xingando:
– Toma pica no cu, seu viado desgraçado filho-da-puta… Toma piroca, sua bicha… Rebola, bichona, rebola na minha pica… Eu vou arregaçar o seu cu, seu boiola safado… Rebola, baitola, rebola filho-da-puta desgraçado… Toma pica no cu, viado!
Eu já estava gemendo de dor quando ele, carcando forte dentro de mim, gozou, enchendo meu cu de porra. Ele ainda ficou um pouco dentro de mim, depois que gozou, até sua pica amolecer. Mas ainda não tinha acabado o meu sufoco.
– Vem cá, viado, chupa meu pau! Deixa ele limpinho, ouviu?
Olhei para o pau dele. Estava sujo porque eu, de tanta dor, havia cagado um pouco nele. Olhando para aquela pica toda suja de fezes e esperma, não sei o que deu em mim, mas tive uma vontade louca de chupar. Não esperei ele mandar novamente e caí de boca, mamando aquela piroca suja e deixando ela limpinha. Ainda estava com a pica do barbudo na boca quando senti um líquido morno enchendo minha boca. O cara estava mijando na minha boca. Abocanhando a cabecinha do pau, fiquei olhando pra ele, enquanto ele mijava na minha boca e a urina escorria pelos cantos dos meus lábios, molhando minha barriga e pernas. Depois que terminou, o cara guardou a pica e disse:
– Aí, fica quietinho aí enquanto eu saio, entendeu? E amanhã à noite eu vou te dar um outro pega!
Fiz o que ele disse e, depois de alguns minutos saí do banheiro. Com dificuldade para andar saí também do salão e fui até meu carro, onde troquei de roupa e fui para casa. Tive que dirigir sentado meio de lado, já que estava com a bunda toda dolorida, tanto que nem voltei na outra noite e nem nas outras. O barbudo deve ter ficado me procurando a noite toda. Aquela foi uma das maiores surras de pica que eu levei em toda a minha vida.
Se você gostou deste conto e quer se corresponder comigo ou algo mais, me escreva: lauro_cpdc@outlook.com
Um abraço a todos.

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