Como fodi minha mãe – parte iii

Minha mãezinha religiosa andava meio safada comigo, né? Me dava um puta tesão ela cuidando de mim com uns vestidos finos, agora andando mais rebolativa e me batendo punheta e fazendo espanhola no banheiro.
Foram uns três a quatro dias assim. A gente já se olhava e ria. Eu olhava os peitos dela na frente do meu pai e a gente agia como se tivesse um segredo.
Às vezes eu pedia pra ver a buceta dela, ou pedia uma chupada. "Me faz uma gulosa, mãe, chupa minha pica, vai". "Raspou esse priquito, mãe? Quero imaginar ele raspadinho".
Ela agora não se zangava, mas não atendia. No máximo deu um beijinho na cabeça da piroca no banho.
Mas ela não cedia! Parei de pedir, mas aproveitava gostoso as punhetas e chupava os peitos dela. Uns dois dias depois, ela sentou no meu colo na cadeira plástica, enquanto eu mamava aquelas tetas lindas e gostosas, chupava todas, mordia, esfregava na cara, com ela no meu colo se esfregando na minha rola. Ela de calcinha e vestido e minha pirocona cutucando. Acho que ela gozou umas poucas vezes assim…
Foi o banho mais delicioso e pra ela também, que andava risonha pelo meio da casa. O que uma gozada não faz!!!
Já tinha mais de 20 dias que eu tava assim, e tava perto de acabar, mas eu nem pensava nisso.
Nesse dia do banho que ela sentou no meu colo, ela me colocou pra lanchar e ainda ganhou uma gozada nos peitos. Eu gozava nela umas duas vezes por dia, no mínimo. Então ela ficou toda esporrada e saiu pra tomar banho. Pra minha surpresa, ela voltou de toalha.
Quando vi ela enrolada na toalha, imaginei ela nua por baixo, não aguentei de tesão.
Derrubei, de propósito, suco do lado da cama.
– Pega lá um pano pra limpar, mãe, por favor.
E ela foi, quando voltou, se abaixou pra limpar, mas de frente pra mim.
– Ali, ó, mãe, daquele lado. Vira pra lá.
Ela sabia que eu queria ver o rabo dela e riu.
– Filho, não seja tão tarado!
– Só um pouco, vai mãe. Por favor.
Ela pensou muito pouco e virou. Mas não dava pra ver nada, porque a toalha ainda cobria. Mas se ela abaixasse mais um pouco….
– Tà bom?
– Não, mãe. Se arreganha mais. Abaixa mais, coloca o cotovelo no chão. Precisa limpar direito.
Ela se mexeu engatinhando, mas de perna junta, sem se abaixar muito.
– Abaixa, mãe. Separa os joelhos… abaixa mais. Vê se tem sujeira ali, ó.
Ela então cedeu, pra minha alegria e tesão imenso. E eu vi o paraíso. Ela abriu as pernas e se abaixou, deixando aparecer quase toda a buceta dela, totalmente raspada e vermelha. O grelo saltado.
Nem acreditei!
– Puta que pariu, que lapa de bucetão gostoso.
Ela riu e ficou se exibindo um pouco e depois se ajeitou.
– Tá bom, chega.
– Não, mãe. Não. Vem aqui. Senta no meu colo.
Pus a piroca pra fora e disse:
– Senta aqui, senta.
Ela tava tão tesuda que o lábio tremia.
– Não, isso não.
– Senta, mãe, por favor. Senta na minha vara. Você tá precisada de uma rolada. Eu te ajudo, vem.
– Não, filho, não.
– Então vem cá, vem pras minhas pernas.
Ela montou na cama, na minha frente.
– Abre as pernas, deixa eu ver.
Ela levantou a saia, me deixando ver aquele priquito delicioso. Melado, babando.
Pedi pra ela sentar entre minhas pernas, aberta e me deixar ver a buceta enquanto batia uma punheta.
Ela começou a socar a punheta, toda arreganhada. Agarrei os peitos dela com as mãos e fiquei vendo aquela lapa de buceta se abrir.
– Enfia um dedo, vai. Deixa eu ver.
Ela negou.
– Pelo menos esfrega o grelo desse bucetão, mãe, vai.
Ela tava com muito tesão e começou a se masturbar pra eu ver. Quando vi que ela tava bastante tesuda, gemendo muito, joguei as cartas.
Vira pra mim, mãe, deixa eu ver o cuzinho.
Ela já tava entregue. Não pedi pra fuder porque tive medo dela esfriar, mas outras coisas ela toparia.
Ela ficou de quatro pra mim e vi aquele cu marrom claro piscar. E a bucetona pingava na cama.
Pedi pra ela se masturbar enquanto eu alisava a bunda dela. Comecei a puxar ela pra mim e chupar a buceta e o cu dela.
Enfiei o dedo indicador no rabo dela, naquele cuzão piscando. Ela deixou. Ela devia estar morrendo de tesão. Enfiei o polegar naquele bucetão quente, carnudo e mole. Ela gemia e rebolava, perdeu a guerra.
Depois tirei os dois e enfiei o dedo médio no priquito dela, socando gostoso.
– Tá gostoso, mãezinha? Gosta duma dedada na buceta?
Ela nem respondia. Gemia e tremia inteira.
Minha mão tava toda melada, toda lambuzada. Fui descendo a raba dela com dedo, socava o indicador no cu dela, com força, forçando ela a abaixar. Depois socava o polegar no priquito.
– Mãe rabuda gostosa. Que bucetuda, mãe. Que delícia.
Quando ela finalmente ficou na altura do meu pau, comecei a bater com ele no priquito arreganhado dela. Ela tava de rabo pra cima, as pernas arreganhadas sobre as minhas, o grelo saltado, o buraco todo arreganhado e eu batendo com a rola naquele bucetão de vaca da minha mãe.
Ela gemia muito, estava encharcada, inchada demais e eu batendo a rola com força.
Quando ela prendeu a respiração e vi o cuzinho se apertar, percebi que ela tava gozando. O cu e a buceta dela tavam piscando sem parar, aquela xavasca começou a soltar uma porrada de líquido e eu não aguentei.
Sentado como tava, forcei a raba dela pra baixo e encaixei a vara no buraco aberto. Tava meio torto, mas forcei o corpo dela pra minha rola e puxei com força. Eu não podia me levantar, mas puxei forte ela, fazendo minha rola entalar na buceta dela fundo e fiquei puxando ela pelo quadril, bem na curva da coxa, fazendo ela vir pra cima do meu cacete.
Minha mãe tava mole, toda mole sem força da gozada e eu soquei gostoso minha piroca bem fundo naquele priquitão de vaca. Enfiei tudo com toda força até encher o útero dela de porra.
Gozei muito. Gozei como nunca tinha gozado e deixei minha piroca lá até amolecer, enfiada na buceta dela.
Foi a primeira vez que fudi minha mãe bucetuda. E a única que meti nela enquanto ainda tava acamado.
Mas passei a comer aquela buceta de vaca deliciosa, fiquei tarado nela, tanto que passei a gostar de mulher mais velha, cheia de tesão, seca de não receber uma boa rolada.
Mais tarde conto pra vocês como comi o cuzão delicioso dela.

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