Comi o viadinho e o machão!

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Como já falei para voces nos outros contos, eu morei com meus avós até os 18 anos numa pequena fazenda, e eu era tarado fodedor, tivesse uma buceta ou um cuzinho e eu já achava um jeito de enfiar o pau, na época deste conto eu tinha 16 anos, Tinha a casa, e a uns metros de distãncia da casa tinha um galpão grande que era o paiol onde se guardava o milho que era colhido para dar para a criação. Estava eu passando por trás do paiol quando ouço tipo uns gemidos, uns murmúrios, resolvi olhar por umas frestas das tabuas que estavam meio empenadas, e primeiro vejo o bundão do Claudiomiro, depois o Claudiomiro todo, enterrando uma piça considerável no cuzinho do Valdir, eu senti uma enorme tesão e fiquei ali olhando aquela foda, quando vi que o Claudiomiro acelerou e começou a gemer forte, eu dei uma tossida e uma batida na parede, o Claudiomiro deu um pulo aquele pau saiu balançando para os lados respingando leite, puxou as cuecas e as bombachas numa rápidez e se mandou e o Valdir também colocou a roupa numa agilidade e se mandou.Correram cada um para o lado de suas casa e eu fiquei ali me matando de rir, mas já maquinando comer o Valdir. O Claudiomiro é um mulato 1,75m ,17anos, forte, entroncado e beiçudo, filho de um peão antigo, morava nos fundos das nossas terras, se criou com nós, o Valdir 13 anos, um ruivinho, olhos claros, lindo, cheio de marra, chato, metido a brabo, filho de outro peão, capataz, que morava numa casa nos fundos da nossa. Meu avô tinha um campo uns 15 km. da casa, dava umas duas horas a cavalo, e seguido alguém tinha que ir lá dar sal e ver como estavam os bois, num desses dias era eu que ia ir, aí pedi para o Valdir ir junto pois eu podia precisar de ajuda, ele foi bem faceiro, ele gostava de sair comigo e me ajudar, me chamava de senhor, peguei uma carne que minha vó preparou, um pão, uma rapadura e fomos, saimos cedo, chegamos lá reunimos o gado, demos sal, examinei todos estavam bem, como já era quase meio dia, fomos para baixo de uma cobertura que fizemos na beira de um mato, para nos abrigarmos em alguma eventualidade. Mandei ele fazer um fogo para esquentarmos água e fazermos um mate, enquanto ele fez o fogo eu comecei a arrumar uma cama de pelego, ele me olhou e disse o senhor já está pensando em sestear, eu disse to pensando em foder, ele disse vai foder os cachorros, eu disse não, vou foder teu cuzinho, ele riu meio sem jeito, senhor tá louco, não, eu quero fazer a mesma coisa que o Cladiomiro fez contigo no paiol, ele ficou num vermelhão, deu um sorrisinho amarelo e disse então era o senhor que estava lá, sim e vi tudo, e fiquei com uma tesão louca na tua bundinha, fui chegando perto dele abracei ele por trás, encostei o pau que nesta hora tava que era uma pedra de tão duro na bundinha dele, dei uns beijinhos na nuca, no pescoço, apertei os peitinhos, e fui levando ele devagarinho para perto da cama de pelegos, ele não esboçou nenhuma reação, desabotoei a bombacha dele, baixei junto com a cuequinha até os pés, e dei uma forçadinha para ele deitar, ele deitou e eu fiquei admirado babando com uma bunda tão linda, vermelhinha, um corpo parelho lindo, uns pelinhos ruivos ralos no saco e no cuzinho, eu quase enlouqueci de tesão, tirei minha bombacha e cueca, ele deu uma olhadinha para trás e eu balancei o pau e perguntei gostou, gostei! Me ajoelhei em cima dele, admirei aquele cuzinho, aquele corpo, beijei todinho, cuspi no cuzinho, deitei em cima, fiquei bem agarradinho, fui forçando o pau entre as nádegas, o pau deus umas resvaladinhas nas coxas, até que eu senti ele encaixando naquele rico cuzinho, firmei bem me abracei nele dei um beijo gostoso na carinha dele e empurrei, o cuzinho foi laceando e a cabeça entrou, ele só deu um gemidinho e eu empurrei lentamente o resto até ficar só as bolas de fora, fodi com prazer, com desejo, cheguei a babar em cima dele, quando veio a vontade de gozar eu gemi com prazer enterrei forte me agarrei nele e parece que o saco ia virar do avesso de tanto leite que saía.Ficamos um tempo abraçadinhos, depois nos levantamos fomos até a sanga, nos lavamos, tomamos uns mates, almoçamos, deitamos um pouquinho e é claro fodemos de novo, e fomos embora. Eu me revezava com o Claudiomiro, um dia eu fodia, no outro o Claudiomiro, até que um dia pegaram o Claudiomiro enterrando a mandioca nele, e os dois tomaram uma tunda, e ficaram um bom tempo sem aparecer os dois, e eu fiquei na minha, antes que sobrasse para mim também. Fodi ele outras vezes, depois foram para a cidade, e fomos perdendo contato. Ainda sinto falta daquele guri era muito lindo e gostoso.

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