Comi o Viadinho do Clube

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Moro em Minas Gerais, tenho 28 anos, malhado, machão, 1,74m, Branco, e com uma pica de 19 cm reta, branca e com uma cabeça avantajada. Namoro com mulher mas como tudo enquanto é buraquinho que der mole, claro que no maior sigilo, porque não gosto de exposição. Mas minha preferência é por mulheres e homens jovens, tipo, de 25 anos pra baixo, malhados (as) ou definidos (as). Como este é um site de contos gays, eu admito que meu tesão mesmo é por novinhos, passivos, e rabudos, com seus corpos lisinhos, fico de pau duro só de ver um com esse perfil. Bom vamos ao conto, eu frequento um clube aqui na minha cidade onde tem piscinas, saunas , quadras de esportes e área para churrasco, e já ouvi comentários que rola algumas pegações no clube, mas como sou muito sério, comigo nunca aconteceu de ninguém dar mole, a não ser alguns velhos com cara de gays esparrados que ficam me secando com os olhos. Mas na semana passada, eu estava na piscina em companhia de um amigo e de repente bateu uma vontade de mijar e sai da água e fui em direção ao vestiário. Quando entrei no vestiário, havia um banco para as pessoas sentarem enquanto trocam de roupas, onde estava um garoto, aparentando ter entre 13 e 16 anos sentado; havia também alguns chuveiros, separados por divisórias, uns banheiros reservados com privadas e um miquitório de uns 3 metros de comprimento que ficava ao lado do banco onde o gurizinho estava sentado. De cara achei estranho, aquele moleque sentado ali sem fazer nada, dentro do banheiro; me aproximei então do miquitório, eu estava só de sunga, retirei a jeba pra fora e comecei a mijar; como estava muito apertado, o mijo demorou certo tempo e quando olhei de lado o franguinho estava de olho na minha tóra e nem piscava, chegava até a morder os lábios; achei meio absurdo um gurizote daquela idade estar de olho na mala de um cara adulto, mas como tenho lido aqui no site, ao que parece, essa nova geração não é mais tão bobinha quanto na minha época de adolescente. Quando terminei de mijar dei uma boa e demorada balançada no bichão para ver a reação do moleque e ele continuava olhando. Terminei então de mijar e fui tirar a prova dos nove, me dirigi até um dos chuveiros para tomar um ducha e fiquei de frente para o guri, que continuava me acompanhando com os olhos fixos no meu corpo. A essa altura o tesão já começava a tomar conta do meu corpo e meu pau já estava meia bomba, fazendo um volume enorme na minha sunga preta. Quando entrei debaixo do chuveiro, comecei a passear a mão pelo meu corpo, fingindo estar de olhos fechados para dar-lhe liberdade de olhar à vontade, mas um dos meus olhos estava semi aberto, porém, com água caindo no meu rosto ele não percebia. Para minha surpresa, o moleque, que também estava de sunga só que vermelha, começou a tentar entrelaçar as pernas para esconder um volume, pois havia ficado excitado e de pau duro só de ver mijando e no banho. A partir daí passei a provocá-lo ainda mais, abaixei minha sunga, arregacei bem o meu cacete, deixando a cabeça exposta e passei a lavá-la, passando as mãos também nas virilhas e nos meus poucos pêlos pubianos, porque sempre retiro os pêlos e estavam crescendo. O tesão do gurizinho era visível, ele estava todo sem jeito, quando resolvi me dirigir à ele e disse: – E aí moleque, você está esperando pra usar este chuveiro aqui. E ele com a voz meio embargada disse: – Estou sim. Então eu lhe disse: – Pode entrar então que já estou saindo, vou deixá-lo aberto pra vc. Quando ele se levantou do banco, todo sem jeito, tentando esconder com as mãos a sua excitação, pude perceber o quanto ele era uma delicinha; um rosto delicado, nariz fininho, cabelos lisos, moreninho tipo índio, todo lisinho, barriga definida, pernas lisinhas sem um pêlo, do jeito que eu gosto e o melhor, quando ficou meio de lado, com aquela sunguinha cavada, tipo anos 80, revelou uma bunda enorme, que daria inveja em muita mulher por aí. Quando ele se aproximou, perguntei-lhe qual o seu nome e ele disse que era Gustavo. Então eu lhe disse pode entrar Gustavo já estou saindo. Só que como o box era estreito, quando Gustavo entrou e eu sai, já fui ousado e levei a mão naquela bundinha gostosa, dei uma pegada boa e falei no seu ouvido: – Ptz que delícia de rabo hein, eu quero comer ele. O guri arrepiou todinho e disse: – Mas aqui é perigoso. E eu respondi: – não precisa ser aqui, não quero correr o risco de ser interrompido; anota meu telefone e me liga mais tarde aí a gente marca ok. E assim fizemos. Quando cheguei em casa por volta das 19:00 horas da terça feira passada meu telefone tocou; um número estranho e quando atendi veio aquela vozinha delicada dizendo, alô é o Gustavo do clube. Meu pau ficou duro de novo só de ouvir aquela voz e de saber que ele estava ligando querendo minha rôla no cuzinho. Então conversei com ele um pouco, descobri que ele tem 14 anos, é filho único e não era mais virgem. Segundo ele já havia ficado com um colega da escola, porém, era um guri e não tinha um pau avantajado como o meu, mas disse que queria tentar dar pra mim. Ele disse ainda que estudava de manhã e que poderia sair à tarde alegando que iria fazer trabalho escolar e assim marcamos para a tarde de quarta feira. Mal podia esperar a hora de arrebentar aquela franguinha, foi até difícil dormir naquela noite. Bom na quarta feira, conforme combinado, ele me ligou por volta de 14:00 horas e fui buscá-lo no local marcado e o levei para minha casa. Chegando no meu AP, tratei logo de ir botando pra quebrar, já na entrada o abracei por trás e encostei meu cacetão naquela bundinha gostosa sarrando ele da sala até chegar no quarto. Ao entrarmos no quarto, tirei toda sua roupa, ao mesmo tempo em que passeava minha língua em sua boca, pescoço, orelha e em suas costas, até que não aguentando mais de tesão o deitei de bruços na minha cama e agachei ficando com minha boca na altura daquela bundinha aveludada. Ptz o moleque era realmente muito gostoso, uma delícia; segurei então nos dois lados de sua bundinha, abrindo ela bem firme e então pude ver, aquele meu objeto de desejo, um cuzinho, pequenino, rosado, cheio de preguinhas e todo empinado pra mim, pronto para receber várias linguadas quentes. Iniciei então bem lentamente, passando a pontinha da língua naquela aberturasinha, fazendo o molequinho arrepiar todinho e se contorcer todinho. Quanto mais fundo eu ia com minhas linguadas, mais louco o moleque ficava, afinal tudo era novidade para ele. E eu estava tendo ao meu dispor um cuzinho apertadinho de um guri ávido e sedento por macho. Não demorou muito e ele soltou um urro de prazer, o safadinho acabou gozando recebendo linguado no cuzinho. Ele me pediu desculpas por ter sujado minha cama de porra, mas ele gozou pouquinho e nesse momento isso nem me importava, então eu lhe disse: – Eu te desculpo mas quero que vc mame gostoso na minha rôla. Ele então se virou, segurou minha pica com aquela mãozinha macia de viadinho novo, arregaçou o bichão e meteu aquela boquinha carnuda e pequena e começou a sugar com vontade, primeiro só na cabecinha e depois segurei sua cabeça e o fiz engolir mais da metade, afinal ele ainda não conseguia engolir todinha, pois faltava-lhe experiência pra isso. Sua boquinha quente e úmida e sua mãozinha fazendo uma punheta lenta e suave foi demais pra mim e em pouco mais de 5 minutos sugando minha pica, explodi num gozo farto e quente em sua boquinha o fazendo engasgar com meu leitinho, mas fiz ele beber. Em seguida fui à cozinha tomar uma água e quando voltei o safado continuava de pau duro me esperando, foi quando mandei ele pegar novamente minha pica e continuar a chupeta, e ele obediente como eu gosto, meteu a boca de novo e continuou a sugar a mamadeira. Aquela boca era tão gostoso que logo meu pau ficou duraço de novo, então o deitei de bruços e novamente meti a língua com vontade naquele cuzinho, só que dessa vez, alternando lingua e dedos abrindo espaço para iniciar a penetração. Depois de uns 10 minutos chupando aquele rabo lisinho e aveludado, durinho por natureza, comecei a subir com minha língua passeando por suas costas até atingir seu pescocinho e orelha deixando ele mais uma vez todo arrepiado. Pronto, a franguinha estava pronta para ser torada pelo seu macho; meu pau parecia um toco de braúna, apontando para o teto. Posicionei o cacetão duro na portinha daquele buraquinho quente e comecei a pincelar, ora forçando a entrada, ora só o deixando excitado. Precisava ter todo o cuidado para não espantar a presa, afinal quem tem pau grande sabe que se não souber usar espanta a gazela. Peguei então o gel lubrificante e passei bastante na pica e no cuzinho do Gu. Deitei novamente sobre ele e iniciei a penetração. Ele começou a tentar se esquivar mas em seu ouvido eu o encorajava e dizia que não iria machucá-lo pois queria outras vezes. Ele aos poucos foi relaxando e senti aquele anelzinho capturar meu mastro bem lentamente. Eu fazia movimentos de quadril quase imperceptíveis. e aos poucos aquele cuzinho foi cedendo e se abrindo pra mim, o guri se contorcia e arrepiava todinho, eu podia sentir sua pele arrepiada pelo tesão, ele reclamava de dor e eu parava com a cabeça já dentro e passeando a língua em sua orelha elogiando seu rabinho juvenil e isso o instigava a dar prosseguimento naquela metida gostosa. Sem nenhuma pressa retirei o cacete e lubrifiquei mais e mais por umas três vezes até que já sentindo aquele cuzinho liso mais frouxo eu segurei em seus ombros, envolvi minhas pernas nas dele e enfiei tudo até sentir meu sacão colado naquela bundinha dos sonhos. O guri soltou um grito de dor, mas era inútil, não havia mais como escapar, passei de movimentos lentos para uma socada mais forte, num vai e vem constante, sem contudo ficar retirando e colocando para evitar aumentar a dor do molecote. Apenas deixei o bichão lá dentro e fui socando com jeito, mordendo sua orelhinha e o segurando com força, mostrando-lhe quem era o macho dominante ali. Após uns 10 minutos ele já estava bambo de cansaço e dor então eu despejei vários jatos de porra quentinha naquele cuzinho; acho que nunca gozei tanto, parecia um cavalo, garanhão desvirginando uma potranquinha. Quando terminei de gozar retirei o pau ainda duro de dentro dele e só então pude ver o tamanho do estrago que eu havia feito, transformei aquele anelzinho numa loca e deixei avermelhada com um pouco de sangue, mas o guri gostou tanto que me puxou e me deu um beijo como que agradecendo por tê-lo feito gozar novamente pelo cu. Agora estou esperando por uma nova oportunidade pra fuder aquela delicinha de novo.

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