Brincar de pica esconde o ke

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Olá pessoal, tudo bem com vocês. Espero que sim. Vamos lá para um relato, cheio de tesão e safadeza.

Acho que todos já brincaram com essa brincadeira super divertida, e duvido que haja alguém que nunca tenha tirado uma casquinha de uma menina ou de um menino. Pois é! No meu caso tiraram uma casquinha de mim (rsrsrsrsrsrsrsrsr) – brincando de esconde-esconde.

Era um feriado prolongado, e meus pais como sempre – adoravam viajar – demorei em entender a fissura dos dois em viagens, até descobri que só assim, os dois poderiam se soltar, e continuar mantendo um casamento, como eles diziam – livre, leve e solto.

Fomos a uma cidade no interior de São Paulo. – ficamos hospedados numa chácara de um tio do meu pai, cercada de mata, rios e pequenas cachoeiras, simplesmente um paraíso.

Na chácara ao lado moravam 3 famílias, amigos do Tio Mario, e que eram todos simpáticos e alegres, fomos recebidos como parentes, e depois de alojados, eu e o meu irmão Xiquinho fomos brincar com a criançada. E como tinha criança ali.

Fomos conhecer toda a propriedade, e ao meu lado uma menina linda de nome Laís, Lalá. Que linda, era da minha idade, só que bem maior que eu – e que corpão – e também estava estudando na 4ª série. Ela era loirinha, de pernas grossas, e assim como eu com uma bundinha bem saliente. Juntas estavam outras meninas, a Paulinha, Jéssica e uma outra que não foi com a minha cara, mas adorou o meu irmão, a Maria Eduarda, somente a Paula era da idade do meu irmão, 12 anos.

Depois de caminharmos pela trilha, saímos em um lago lindo, como estava calor, os meninos já foram tirando a roupa e pulando no laguinho. Ah! Os meninos eram o Jé, Lucas, Henrique e o gatinho do João Paulo, era o mais velho da turma, com os seus 14 anos, e um corpo esguio e gostosinho, porém, baixinho, quase da altura da Lalá, um pouco mais alto, talvez.

Os meninos foram tirando a roupa na nossa frente e pulando no lago, totalmente pelados, e as meninas também já foram juntas, só que de roupas, somente a Laís ficou de calcinha, e pude ver a sua bundinha, que delícia, na hora não hesitei, e fiz o mesmo que ela, e os meninos ficaram olhando pra minha bundinha, que também já era muito gostosa.

Quando o JP mergulhou perto de mim, senti a sua mão passando em minha bunda, quase tive um troço, mas me contive, quando ele saiu do outro lado, deu uma risadinha pra mim, e a Laís chegando perto me falou ao ouvido:

– Acho que o meu irmão gostou de você.

– Você acha? – perguntei.

– Eu sei que sim, ele é muito tarado, cuidado.

Rimos muito e saímos da água, e a Lalá nos convidou para continuarmos o passeio, e fomos mata adentro.

Mais tarde e, já familiarizados, voltamos para o campinho ao lado das casas, e como já estava ficando escuro, o JP teve a idéia de brincarmos de esconde-esconde, e nessa hora apareceu a Tuka, uma negra linda que morava por perto, e que foi para estudar com o JP, já que estudavam na mesma série e classe – mas estudar que nada – caiu na brincadeira conosco.

A primeira a “bater cara” foi a Jéssica, e enquanto isso corremos para nos esconder. A Lalá (Laís) me puxou pra junto dela, e fui correndo e entramos numa clareira, e quando olhei pra trás vi o JP, conosco.

– Vamos nos esconder aqui – disse ele me puxando para outro lado da clareira, e a Lalá, voltou e foi junto.

Andamos um pouco e ficamos atrás de um galpão, que eles chamam de barracão, a Lalá olhando para o JP disse.

– Você é safado, né?

– Eu não!

– Trouxe a menina para o seu esconderijo.

– Você também veio, sua sonsa.

Eu entrei no meio da conversa e disse:

– Pessoal estou aqui, querem parar de brigar.

Todos riram e a Lalá olhando para mim disse.

– Ele sempre traz as meninas mais bonitas da escola aqui atrás do barracão, e eu sei por que, não é João Paulo? – ela falava fazendo cara de safada, e olhando fixamente para o meio das pernas daquele gostosinho, e de repente pude notar que estava ficando volumoso.

Ele sem nenhuma cerimônia abaixou o calção e tirou o pau pra fora e disse pra ele:

– Eu acho que você quer ver isso, né sua putinha safada?

Ela nem olhou pra mim, foi até perto e começou a pegar no pau dele e tocar uma punheta bem na minha frente, eu fiquei imóvel e com um baita tesão. Mas fiquei ali vendo a safadeza dos dois, até que ele olhou pra mim, e ofereceu o seu pau.

– Quer pegar também, mocinha da cidade?

Eu nem falei nada, só fui chegando mais perto e sentindo aquele pau gostoso e quente em minhas mãos, ele fechava os olhos e gemia muito. De repente ele pegou em minha bucetinha e começou a passar o dedo bem em meu grelinho, eu fiquei louca de tesão.

A sua irmãzinha chegando ainda mais perto começou a passar a mão em minha bunda, e começou a se esfregar em mim, que gostoso sentir o seu calor. O JP perguntou:

– Você já deu o cuzinho sua gostosinha?

Eu disse que sim, mas só algumas vezes, então ele me pegou de jeito e começou a esfregar o pau em minha bunda, que delícia, eu seria enrabada ali, bem na frente da Irmã dele. Mas a Lalá não deixou, ela forçou a barra.

– Quer comer a minha bucetinha?

– Verdade? Você quer mesmo que eu coma a sua bucetinha?

– Sim! Eu não quero mais dar só o cuzinho pra você. Quero na bucetinha, vem logo.

Ele encostou a irmãzinha dele na parede do “barracão” e em pé mesmo começou a meter na bucetinha dela, e eu ali assistindo tudo bem de perto. Apesar dele era mais velho, tinha uma estatura de um menino de uns doze anos, o que facilitou a trepada dos dois, e eu fiquei morrendo de vontade de dar o cuzinho. Mas fiquei só na vontade.

Assim que os dois terminaram a trepada, ela vestiu o shortinho, e ele também, e ela falou olhando pra mim:

– Na segunda rodada, ele come o seu cuzinho, ta!

Fiquei em estado de choque, e ansiosa para começar a segunda rodada. Voltamos pelo mesmo caminho, e chegamos perto do campinho, e só faltava nós três, o JP correu até a trave do campinho e salvou a nós todos.

Coitada da Jéssiquinha, ela deve ter batido o recorde de “bater cara”. Na segunda rodada fomos eu o JP, a Lalá e a Tuka, e eu pensei durante a corrida.

O Desgraçado vai se enfiar no mato com a Tuka e eu vou ficar sem dar o rabinho. Dito e feito. Eu e a Lalá fomos atrás dos dois e pude vê-lo socando no cuzinho dela, e eu que achava a minha bunda gostosinha. Eu nunca tinha visto uma menina com uma bunda tão gostosa e com umas tetas deliciosas, enquanto ficávamos ali assistindo, ela de quatro no chão olhando pra nós duas, e dando o rabão pra o JP, que já estava suando.

A Lalá, antes mesmo deles gozarem, me deitou no chão e começou a esfregar em mim, foi a primeira vez que esfreguei a minha bucetinha em outra, a dela já tinha alguns pelinhos, e a minha só havia inchado um pouquinho, mas nada de pelinhos, como gozei gostoso, vendo o JP bem ao meu lado comendo aquela gostosa da Tuka.

E eu gozei muito bucetinha com bucetinha, até com a outra menina a Paula, com a participação da tarada da Lalá, mas queria tanto dar o cuzinho. Quando voltamos pra casa já era mais de 7 horas da noite, e a mamãe estava gritando por nós. Fui pra casa sem dar o cuzinho para o JP. Ao entrarmos mamãe disse que iriam até a cidade, ela e papai, e que o Xiquinho tomasse conta da casa, e de mim. Fomos tomar banho, juntos para variar, e o toquei uma punheta para o meu irmão pensando no pau do JP.

Eles nem saíram pelo portão, o João Pedro e Lalá apareceram em casa, e papai ficou mais aliviado, pois ele não queria sair, foi à mamãe que ficou insistindo tanto. Os dois entraram, e eles estavam cheirosos.

O Chiquinho convidou para eles comerem um lanchinho conosco, e é claro que toparam, comemos um lanche cada, e tomamos refri. Quando fomos pra sala, o Chico perguntou se eles já haviam assistido filme em vídeo cassete, e eles disseram que não.

Ele foi até o quarto dos meus pais, e voltou fazendo uma cara de safado e rindo muito, na hora saquei que ele pegou um vídeo de sacanagem. E ligando a TV, já estava adiantada a fita e a cena era linda: – Uma mulher morena com dois homens, um metendo no cuzinho dela e outro na buceta, ela gemia e gritava e os dois socavam cada vez mais nela, ficamos ali quietinhos assistindo, até que o Xico propôs pra nós duas:

– Qual das duas quer fazer igual ao filme? – o JP pulou na frente e disse:

– A sua irmãzinha! – e ele falou.

– Vamos começar pela sua, o que acha Lalá?

Ela nem respondeu, e já foi tirando a roupa e deitando no sofá na sala, e os dois foram pra cima, o meu irmão meteu na bucetinha dela, e o JP no cuzinho dela, eu fiquei mais uma vez só vendo e morrendo de tesão. Quando eles acabaram de gozar nela, eu fiquei esperando pela minha vez, e de repente olho para o lado vejo a Lalá chupando o pau do meu irmão, igual a menina do filme, e o JP tocando punheta, fui perto dele e comecei a amassar a minha buceta e pegar no pau do JP que já estava duro de novo, e pedi:

– Come o meu cuzinho, por favor!

Ele veio pra cima de mim, me virou de bruços e socou em meu cuzinho, que delícia, ele socava com força, que eu gemia tanto, e ele ficou ali um tempão comendo o meu cuzinho, até porque ele havia metido a tarde toda, deu pra sentir ele tremendo atrás de mim, quando gozou.

Mas como a irmãzinha dele havia falado, ele era mesmo tarado.

Mal acabou de comer o meu cuzinho, foi ao banheiro, e voltou com o pau duro de novo. O meu irmão já havia comido a Lalá, e agora estava assistindo ao filme e passando a mão em minha bucetinha, que tentaram comer, mas não deixei, a única coisa que eu deixava era que eles passassem a mão ou se esfregasse nela, como o meu irmão sempre fazia. Mas passei a noite sonhando com os dois metendo em mim, como meteram com a Lalá por duas vezes. Ela sabia aproveitar cada metida.

Ficamos lá por cinco dias, o suficiente para eu dar o rabinho para todos os meninos que conhecemos, que delícia, o mais gostoso de todos foi o Juka irmão da Tuka, como ele sabia comer um cuzinho, ele foi o único que comeu a minha bundinha mexendo em meu grelinho.

E a Lalá, que putinha, vocês acreditam que ela deu na minha frente, até para um dono de uma chácara vizinha, um senhor que vinha somente aos finais de semana, e que segundo ela, foi o primeiro a comer o seu cuzinho, e ele socou no cuzinho dela, pegando em minha bucetinha – que delícia de feriadão.

Beijos nas bucetinhas, e picas duras e uma lambindinha no cuzinho de todos e todas.

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