PRECOCE – a iniciação do Pedro

Autor

QUEM SOU EU
Como já comentei no outro conto, me chamo Joao Otavio, 40 anos, casado há 14 anos. Tenho três filhos lindos, João Lucas, 10, Pedro, 8 e Diego, 6. Mas o João Lucas é fruto de um deslize que tive com uma colega de trabalho. Situação superada e hoje meus três filos moram comigo.
Minha esposa trabalha em outra cidade e fica por la a semana toda. Eu tenho uma loja virtual e dou algumas consultorias, assim posso trabalhar em casa e cuidar dos meninos.

NO CONTO ANTERIOR
No conto anterior eu relatei como foi penetrar o João Lucas pela primeira vez, como ficou a nossa rotina depois disso e o susto que eu tive quando descobri que o Pedro andava observando o irmão me chupar antes de dormir. Encerrei contando que não deixei o Pedro na escolinha, o levei pra casa pra tentar resolver aquela situação antes que ele contasse aquilo pra alguém. O João Lucas já estava com 7 e entendia que tinha que guardar segredo, mas o Pedro, com apenas 5 não dava pra confiar, ele sempre foi um menino muito esperto, mas nessa idade é difícil controlar o que uma criança fala!

CONVERSANDO COM O PEDRO
Estávamos sentados na minha cama e eu comecei a conversar com ele:
– filho, aquilo que você viu eu e o João fazendo, você sabe que não pode contar pra ninguém né?
– eu sei pai! Se não o remédio não funciona…
– como assim Pedro?
– é! O João conversou comigo ontem e me falou que se eu contar pra alguém o remédio não vai funcionar e você não vai me dar remédio!
– é mesmo filho? E o que mais o João te falou?
– ah! Só isso! Ele falou que se o senhor me der remédio, tem que fazer do jeito que o senhor mandar até sair o leite do seu pipi!
– ele te falou isso?
– falou pai! E eu também quero o seu remédio…
– eu sei filho! Mas me diga uma coisa, quantas vezes você viu eu dando remédio pro sei irmão?
– toda noite pai! Você da remédio pra ele toda noite né!
– e você não disse nada pra sua mãe?
– eu não! Ela não me perguntou nada!
– mas, e se ela te perguntar?
– não sei pai! Pode falar pra ela?
– então filho, eu vou te dar o remédio também, mas você não pode falar nada pra ninguém nunca! Muito menos pra sua mãe! Se ela te perguntar um dia, você tem que falar que não sabe nada disso, certo?
– certo! Mas você vai me dar o remédio agora?
Eu mandei o Pedro levantar em cima da cama mesmo, e tirar toda a roupa. Ele ficou peladinho, branquinho, me olhando. Seu pintinho estava mole, o saquinho enrugadinho.
Eu tirei minha roupa e fiquei pelado, meu pinto ainda estava mole e o Pedro comentou:
-seu pipi ta mole pai! Não ta durão igual tava ontem!
– pois é filho! você sabe como se chupa um sorvete? Ou um pirulito?
– eu sei!
– então! É assim que você vai fazer! Só assim que o pipi do pai vai ficar duro e soltar o leite pra você!
Eu sentei na cama com as pernas abertas e o Pedro veio no meio delas, começou a mexer na minha rola com bastante curiosidade, suas mãos pequenas exploravam minha rola, meu saco, minhas bolar, ele expunha a cabeça, olhava de um lado, do outro e meu pinto começou a endurecer.
– acho que ta na hora de você chupar esse pirulito filho!
Ele chegou bem perto e lambeu parte da cabeça, sentiu o gosto, olhou mais um pouco e abriu a boca, colocando toda a cabeça da minha rola dentro. Mas ficou assim.
– não filho, não é assim que se faz! Da aqui o seu dedo que o pai vai te mostrar como faz!
Eu chupei o dedo dele para demonstrar como fazia e ele tentou novamente. Ele só consegui chupar a cabeça, mas começou a chupar como eu demonstrei, ele mexia língua em volta da cabeça e chupava bem gostoso. Tentava colocar mais na boca e até conseguiu. Metade da minha rola já estava dentro da sua boca e ele engasgou. Logo ele continuou, chupou mais, lambeu mais e eu ali olhando tudo e minhas memórias da infância ressurgiram na minha cabeça.

LEMBRANÇAS ANTIGAS
Eu tinha a idade do Pedro e lembro do meu tio, irmão mais novo do meu pai. Ele era jovem e eu chupava a rola dele. Não lembro de ele ter gozado na minha boca no inicio, mas lembro que eu deitava na cama de bruços e ele deitava em cima de mim tentando enfiar a rola no meu cu. Só que não entrava, a rola dele se encaixava no meio das minhas coxas e ele ficava mexendo até gozar. Depois ele me limpava.
Quando eu já tinha uns seis ou quase sete, esse mesmo tio conseguiu me penetrar. Lembro da dor, eu chorando e ele parou. Dias depois ele voltou a me penetrar e dessa vez eu fui até o fim, até ele ficar ofegante e deixar seu corpo cair sobre o meu. A partir daí eu lembro que todo dia, ou toda noite ele me fazia chupar sua rola ou me comia. As vezes ele vinha no meio da noite, me acordava e me puxava até a cama dele, no escuro, e me fazia chupar sua rola até gozar na minha boca. Mesmo tendo outras pessoas no quarto, isso sempre acontecia.
Nessa mesma época eu e meu primo começamos a brincar, a gente vivia se fazendo troca-troca no prédio dele. Ele era dois anos mais velho que eu e era filho do primo do meu pai. Mas ele era mais esperto e só ele me comia. Na verdade meu pintinho na época nem entrava no cuzinho dele, mas o dele já era maiorzinho e entrava todo no meu cuzinho. Mas nossas mães acabaram descobrindo e a surra foi grande. Mas o pai desse primo ficou sozinho comigo uma vez, me chamou no quarto dele e me mandou sentar na beira da cama, sem cerimonia ele tirou a roupa e ficou pelado, eu senti medo, mas ele me mandou chupar a sua rola que era grande e grossa, meio rosada. Eu comecei a chupar e ele ficava dizendo coisas, falava que eu sabia chupar rola e que seria um viadinho. Depois ele me virou na beira da cama, passou algum lubrificante no meu rego e começou a forçar a rola no meu cu. Só que a rola dele era bem mais grossa que a do meu tio e conforme foi entrando e me abrindo, a dor foi aumentando. Eu estava chorando, mas ele não parou, me fodeu por bastante tempo até dar uma estocada funda e gozar dentro de mim. Foi a única vez que ele fez isso, mas varias vezes eu escutei ele falando pro seu filho que eu era viadinho e que ele tinha só que me comer e só eu tinha que chupar a rola dele. E assim foi até os meus 13 anos.

PEDRO
Tudo isso passando pela minha cabeça e o Pedro me chupando, meu tesão a mil, mas antes de eu gozar o Pedro parou. Ficou olhando pra minha rola e eu perguntei:
– que foi filho? Por que você parou?
-não quero mais pai!
– tudo bem! Coloca a sua roupa e vai brincar la no seu quarto!
O Pedro se vestiu com a minha ajuda, eu fiquei ali, pelado de pinto duro e ele foi pro quarto dele. Mas eu sabia que tinha que respeitar o tempo dele.

DOIS IRMÃOS
Depois que busquei o João Lucas no colégio, os dois ficaram no quarto assistindo desenho. Eu estava fazendo as minhas coisas até que passando pela porta do quarto dos meninos eu escutei eles conversando, me escondi e fiquei escutando:
João- o pai te deu remédio?
Pedro- deu sim, mais não saiu leite nenhum do pipi dele!
João- como assim, sempre sai bastante leite, você é que não sabe fazer direito!
Pedro- eu sei sim, o pai me ensinou!
Eu interrompi a conversa e entrei no quarto:
Eu- o que vocês dois estão conversando?
João- é que o Pedro não fez sair leite da sua rola!
Pedro- não pode falar palavrão!
Eu- pode sim filho, mas só quando a gente estiver sozinho! João, ele não chegou no fim dessa vez, mas outra hora, se ele quiser, ele experimenta o leite!
João- eu quero pai, agora!
Pedro- eu também!
Olhei pros meus dois putinhos e vi que se o João Lucas ensinasse, o Pedro aprenderia mais fácil.
Concordei com eles e ficamos pelados. O João foi logo segurando minha rola meio dura e começou a chupar. Eu estava sentado na cama do Pedro e os menino no chão, no meio das minhas pernas. O Pedro rodeava de um lado e do outro observando o irmão mamar minha rola, e eu falei pro João deixar o menor chupar também. O Pedro foi esforçado, não chupava como o João, mas ainda assim era mito gostoso. Enquanto o Pedro me chupava eu comecei a enfiar o dedo no cuzinho do João, ele se arreganhava todinho oferecendo aquele furinho, e eu decidi come-lo. Peguei o gel e coloquei o João de quatro na cama, o Pedro não estava entendendo muito bem e eu disse que ia aplicar o remédio no bumbum do João. Me posicionei e comecei a enfiar a rola no cuzinho dele, já entrava com alguma facilidade e o Pedro queria ver de perto. O Pedro achou estranho quando o João começou a gemer, mas eu fui explicando pra ele e continuei fodendo o João. Coloquei o João de frango assado e penetrei novamente, fodi gostoso o seu cuzinho e o Pedro ali, em cima do irmão, com o pintinho duro. Mandei o Pedro dar o pintinho pro João chupar e ele ficou em cima da cabeça do irmão e o João engoliu o pintinho duro do Pedro que ria e se mexia. Era uma mistura de sexo e brincadeira que me deixou louco. Mandei o Pedro ficar de quatro e lubrifiquei seu cuzinho, o João ficou sentado na frende do Pedro, eu mandei o Pedro chupar o João. Enfiei um dedo no cuzinho virgem do Pedro, ele não reclamou, seu cuzinho dava umas piscadas, mas acho que ele estava tão empolgado que não percebeu a dor. Com alguma dificuldade eu enfiei dois dedos no cuzinho do Pedro. Ele reclamou um pouco e eu disse que ia doer um pouquinho e depois passava e que o João era forte porque aguentou firme. Claro que na disputa natural entre irmãos, o Pedro disse que ia aguentar mais que o João.
Comecei a passar a rola no reguinho do Pedro, pressionado um pouco no seu cuzinho. Senti quando a cabeça começou a abrir o caminho, foi entrando devagar mas o Pedro sentiu a dor e escapou.
João- ele não vai aguentar pai! Ele ainda é muito criança!
Pedro- eu vou sim! Respondeu revoltado com o irmão.
Eu- claro que ele vai, é só a gente ter paciência!
Continuamos, tentei pressionar com mais calma e senti minha rola entrando no cuzinho do pequeno Pedro. Eu o segurei pelo quadril pra não deixar ele escapar. O Pedro já estava gemendo e chorando, mas eu deixei a cabeça se alojar dentro do seu cuzinho.
Eu- ta vendo João! Ele aguenta sim!
João- mas ele ta chorando!
Eu- e você também chorou na primeira vez! Lembra?
Depois de um tempo parado com a cabeça da rola dentro do cuzinho do Pedro, eu percebi que pequeno parou de choramingar. Voltei a enfiar devagar e arrancar novos gemidos no meu filhinho. Eu enfiava um pouco e voltava, e fui fazendo assim até o cuzinho do Pedro ir se acostumando. Eu não enfiei toda a rola no cuzinho dele, só um pouco mais que a metade. Fodi com calma e senti o calor do seu corpinho. O João estava eufórico porque o irmãozinho estava aguentando a rola do pai. Fodi o Pedro por uns dez minutos. Quando tirei a rola de dentro dele, ela estava suja e com um pouco de sangue. Fui no banheiro e lavei bem, depois voltei pro quarto com a rola ainda dura. Deitei na cama com a cabeça apoiada na cabeceira e os meninos vieram um de cada lado e começaram a me chupar. O João chupava e dizia pro Pedro fazer igual, depois o Pedro repetia a lição do irmão. Quando o João colocava mais da metade da minha rola na boca, o Pedro tentava e engasgava. E os dois dividiram a rola do pai, até que eu mandei os dois chuparem a cabeça da minha rola ao mesmo tempo, um de cada lado, e comecei a gozar. O Pedro assustou, mas com a mão na sua cabeça eu empurrei ele de volta pra minha rola e mandei ele fazer igual o João. E os dois começaram a saborear minha porra. Gozei tanto que tinha porra no rosto dos dois irmãos e eles lamberam minha rola, liderados pelo meu putinho João, até limpar toda a porra da minha rola.

TEMPOS FELIZES
Desse dia em diante nossa vida era só sexo, amor e putaria. A semana toda eu tinha que dar remédio pros dois irmãos. Havia uma disputa entre o João e o Pedro, mas eu controlava isso de boa. Nas tardes eu comia o João Lucas e depois que o Diego dormia eu comia o Pedro.
Estávamos os três viciados em sexo, e os menino nunca comentaram com ninguém, nem na escola, nem com a minha esposa. Nos finais de semana nossa rotina mudava, eu e minha esposa tirávamos o atraso e nossas transas estavam muito melhores. O João quando ia pra casa da mãe dele, sempre chupava e dava pro tio. Mas depois me contava tudo. O Pedro só tinha como me chupar na hora que eu colocava ele e o Diego pra dormir e minha esposa estava na sala ou no banho, mas eu não gozava na boquinha dele porque tinha que guardar o leite pra mamãe. Ele entendia de boa e nossa cumplicidade era enorme.
Foram tempos felizes até que minha esposa completou dois anos no seu cargo publico e decidimos pedir sua transferência para uma cidade do litoral. Pra mim seria tranquilo, pois meu negócio era virtual e poderia ser gerenciado de qualquer lugar. Os menino queriam muito morar na praia e nessa época o João Lucas já estava com 9 anos, o Pedro com 7 e o Diego com 5 anos. Mas o Diego ainda não tinha entrado nas nossas brincadeiras.
Mudamos pra praia em setembro daquele ano. Nossa rotina mudou um pouco. Agora minha esposa estava em casa todos os dias, chegava logo depois das cinco da tarde com o Diego que ela pegava na escolinha. O João e o Pedro ficavam na escola até as três da tarde e a gente tinha pouco tempo pras nossa farras, mas sempre dávamos um jeito e eu garantia o leite dos meninos.
Mas foi num fim de semana que tudo começou a mudar de uma maneira que eu nunca imaginei. Estávamos na praia, era novembro, eu e minha esposa nas cadeiras de praia quase deitadas, eu de sunga e ela de biquíni. Os três menino estavam com a gente, logo ali na nossa frente, brincado na areia e correndo até a água. E foi observando essa cena que minha esposa começo um conversa que me intrigou muito………..

CONTINUA?

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