O ‘Dízimo’ da Facção

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Já é tarde da noite e todas as luzes dos pavilhões daquela instituição para menores infratores estavam apagadas. Soc-soc-soc-soc…pela quarta noite seguida, Davizinho, imobilizado, seguia sendo enrabado por cada um de seus colegas de cela. Ele que foi o único a ser preso, de um grupo de delinquentes que haviam currado uma mulher e seu filho especial num terreno baldio não muito longe de sua casa, ao chegar no Instituto Padre Ribamar, sua recepção não foi nada amistosa por parte daqueles menores, membros da facção que dominava os pátios daquela instituição. E todos aqueles muleques liderados por um ‘xerifezinho’ do local, se deliciavam com aquele rabinho rechonchudinho e arrebitado do ‘pobre’ Davizinho. Soc-soc-soc-soc… Davizinho grunhia enquanto tinha sua boca tampada por um deles. Os negros que participavam de sua curra, eram os que o mais judiavam com suas ‘torinhas’ mais avantajadas. Soc-sos-soc-soc…Eles se revezavam, colocavam Davizinho para chupar ou punhetá-los. Todo aquele suplício parecia não ter fim. Davizinho que sempre foi metido a ‘bandidinho’, chegava a se arrepender de tudo o que havia feito. E nisso também se arrenpendia de não ter escutado sua mãe, Dulcilene Padilha ou ‘irmã Dulcilene’ como era conhecida na congregação que frenquentava. Uma crente tão fervorosa e firme em sua religião e que tanto aconselhou o seu filho, além de muito orar pelo mesmo. Mas nada disso foi o bastante. O garoto já estava mais do que preso no laço ou na ‘peia’ de Satanás. Até que algum tempo passa e chega mais um dia de visita. Os dias de visita eram das poucas alegrias que aquelas semente do mal…ops! Quero dizer, que aqueles menores infratores tinham naquela instituição tão precária e sucateada pelo governo ou pela própria falida e corrupta má gestão de seus administradores. Aqueles menores em seus dias de visita podiam rever seus pais, suas mães(quando não eram de chocadeiras!), irmãos e apesar de serem ‘menores’, até mesmo a visita íntimas eles tinham direito. E Davizinho no pátio reservado para tais visitas, já todo ‘assado’ e arrombado devido as tantas curras que levara desde de que chegou naquele lugar, se aproxima da mãe, andando com certa dificuldade. E irmã Dulcilene ao notar, se espanta e pergunta o que aconteceu, enquanto o ampara. Davizinho logo, meio que sem jeito, pede para a mesma deixá-lo e que estava tudo bem. E em seguida ele ainda dolorido, se senta meio que ‘de lado’, desconversa e pergunta sobre as coisas em casa. E dentre outras, irmã Dulcilene fala da obra na igreja e do processo litigioso que ainda enfrentava com a separação de Peixoto, que seria o ‘pai’ de Davizinho. Peixoto descobrira que Davizinho não era de fato seu filho. Havia desconfiança do Pastor Charles, dirigente da igreja onde irmã Dulcilene congregava, mas esse ainda não era. Irmã Dulcilene apesar de seu passado negro como garota de programa, nunca traiu Peixoto e do ‘Divino Espírito Santo’, seria uma blasfêmia da parte da mesma dizer que Davi era filho. Então a única explicação poderia ser por incrível que parecesse, as constantes encoxadas ou ‘sarradas’ que irmã Dulcilene levava nos coletivos que pegava para ir a igreja. Ela adorava saias em tule ou de outros tecidos tão finos quanto e com isso, alguma ‘gozada’ que ela tomou por trás, pode ter acabado por transpassar o tecido, gerando então o ‘pequeno delinquente’ da irmã. E é claro, Peixoto achava tudo isso estapafúrdio demais para ser verdade e logo resolveu separar-se litigiosamente daquela crente. Até que a hora da visita chega a seu fim. E comovida com a situação do filho, irmã Dulce pega na mão do mesmo que um tanto constrangido evita-lhe o olhar, e ao fazer isso, aquela mulher religiosa o enche de recomendações, além de dizer que vai perseverar em oração pelo mesmo. Ela sai sem notar que seu imenso ‘rabão evangélico’ era observado ou ‘filmado’ com muita cobiça pelo tal xerifezinho e mais dois de seus ‘homenzinhos’ de confiança que esfregavam seus ‘pauzinhos’ sob suas bermudas largas enquanto irmã Dulcilene seguia com as outras mães(rebolando sem notar) até a saída daquele pátio. E soc-soc-soc-soc… mais uma noite de curra se dá. E enquanto Davizinho se mantém debruçado no colchão estendido no chão sendo comido por um, o xerifinho que o imobliza com mais um outro, faz comentários voluptuosos sobre a mãe de Davi. Mas o ‘coitado’ no meio daquelas revezadas pirocadas nem pode dizer nada e de cara contra o colchão seguia grunhindo enquanto era ‘papado’. Até que o odioso xerifinho tem uma ideia. Ele interrompe a curra, pega Davizinho pelos cabelos e sugere que aquilo tudo poderia acabar se ele oferecesse a própria mãe como uma espécie de ‘dízimo’ ou como uma colaboração da ‘caixinha’ da facção. O dolorido e indigando Davizinho numa tentativa de mostrar alguma dignidade, se recusa e ao fazer isso, o xerifinho contrariado, manda a curra prosseguir por madrugada afora. Mas o delinquente do xerifinho tinha razão em se maravilhar com aquela ‘mulher de Deus’! Irmã Dulcilene, mãe de Davizinho era uma delícia de morena. De traços ligeiramente indígenas, cabelos longos, negros e ondulados, seios fartos, de porte deliciosamente crumbiano e uma bunda…! Que bunda! Simplesmente MA-RA-VI-LHO-SA! E no meio de todo aquele suplício, a proposta indecente do tal xerefinho já parecia tentadora ao já ‘arrombado’ Davizinho que no pouco daquela noite que lhe restara após mais essa curra, começara a cogitar a respeito. Até que chega mais um dia de visita. E irmã Dulcilene que trouxera mais uma sacola com alguns víveres e outros agrados para Davizinho, nota que o mesmo se encontrava muito calado e distante enquanto ela tentava conversar com ele. É quando Davizinho que na verdade estava muito constrangido com o que iria propor a sua mãe, cria coragem, suspira e diz o que estava lhe acontecendo na instituição e o que lhe foi proposto pela cúpula da facção que dominava o local. E ele com a maior frieza que pôde encontrar, disse para a mãe que estava sendo ‘estuprado’ todas as noites e que para se livrar dos ataques além de algumas pequenas dívidas como cigarros e até pão, ele teria que oferecer a própria mãe dele(irmã Dulcilene) para se deitar com a cúpula, como numa espécie de troca ou ‘dízimo’ da facção. E nessa mesma hora, aquela mulher de Deus, logo se indigna, se levantando daquela mesinha onde estavam e dando um tapa na cara do garoto. -Mas o que é isso, Davi…?! -Como você propõe uma coisa dessa para a sua mãe… a mulher que te botou no mundo, uma mulher de Deus…olha o que Satanás está fazendo com você, meu filho! Ela diz indignada enquanto tremendo, folhea a Bíblia tentando achar alguma passagem que se adequasse àquela situação do filho, que se mantinha constrangido de cabeça baixa sem notar que de longe, a cúpula da facção que assistia a tudo, ria da cena. E já desistindo de achar a passagem e mostrando estar decidida, irmã Dulcilene pede para que Davizinho mostre onde estão os seus algozes no intuito de tentar argumentar com os mesmos. E nesta mesma hora, temeroso, Davizinho contém a mãe, a segurando e diz para ela esquecer tudo o que ele falou. E em seguida ele retorna para a sua cela antes do término do horário de visitas, deixando a ao mesmo tempo indignada, chorosa, irmã Dulcilene sentada, só, na mesa daquele pátio. Passado mais um tempo, chega mais um dia de visita e dessa vez, Davizinho aparece com um olho roxo. Irmã Dulcilene se alarma com o que vê e tenta amparar o filho que se mostrando arredio vira a sua face. Mas a animada irmã Dulcilene que após aquele fatídico último dia de visita, se revigorou em sua fé após se aconselhar com o Pastor Charles. Ela ignora a atitude do filho e se diz confiante para ‘resgatar’ as almas daqueles menores que o estupram. E Davizinho logo se anima achando que ela topara o que lhe foi proposto, mas ela logo lhe corta dizendo que não é bem isso e que tinha um ótimo plano ou melhor, que Jesus tinha um ótimo plano para a vida daqueles delinquentes. E um tanto frustrado com mais essa demonstração de fanatismo de sua mãe crente, ele concorda em levar a mesma até onde se encontrava a cúpula da facção. E seguindo até lá, abraçada a sua Bíblia, com aquele seu tremendo ‘guloso’ e apetitoso ‘panzarô’ que ela rebola sem notar numa espécie de ‘herança’ de um de seus hábitos do tempo em que era garota de programa, irmã Dulcilene agora era a ‘criminosa’ que simplesmente parava ou ‘rendia’ aquela instituição, ‘roubando’ a atenção de todos que a olhassem. Ela é quase parada por um dos agentes que ali monitorava as visitas, e quando ela diz que estava com o filho indo levar a ‘Palavra’ para os companheiros do mesmo, este agente tem a atenção chamada por um outro mais afastado que de longe sinaliza num gesto no qual este entende que ela poderia passar. E já chegando no local que seria uma cela do alojamento, mas que se encontrava vazia e apenas com um colchão no chão. Ela pergunta a Davizinho onde estão os seus ‘companheiros’. Quando de repente estes surgem, a cercando e enquanto Davizinho que armara aquilo tudo, se afasta, eles cada vez mais se aproximam, se encostando nela, a cheirando, passando-lhe a mão, enquanto a mesma que tenta se afastar, amedrontada, gagueja ao dizer que estava ali para levar a ‘Palavra de Deus’ para eles. Eles ignoram até que um deles levanta a levíssima ‘saia lápis’ amarela em tule que a mesma trajava. -Que isso, amados…ugh?! -Davi…socorro, ai! Ela diz espantada e desesperada grita tentando correr para a saída que tem a porta de ferro fechada na mesma hora por um outro delinquente. Irmã Dulcilene, aquela senhora de 37anos seria currada por um bando de pivetes de idades que iam de 13 a 17 anos. Uma roda de punheta já se forma enquanto o xerifinho que a imobilizava por trás com uma ‘gravata’, enfiava o dedo no xoxotão da mulher sob aquela calçola branca estampada com vários moranguinhos que ela usava. Em seguida ela é atirada sobre aquele velho e rasgado colchão que ali se encontrava, onde sob seus ignorados apelos para que não fizessem isso, tem a camisa de sua congregação que ela trajava, e sua saia, retiradas por dois deles, além de ter toda sua roupa íntima estraçalhada. E diante daquela delícia de morena de quatro com incriveis mais de ‘um metro e meio de bunda’ virados para cima, o excitado xerifinho que não via uma mulher de perto há um bom tempo, com um ar debochado e cafajeste, ri, estapeando e esfregando rápido as palmas das mãos como se já se preparasse para o que estava prestes a fazer e diz: -Que que isso…?! -É hoje que eu vou me acabar com esse cu, fiel…he he he! Ele dá um forte tapa nas ancas da mulher após dizer isso. E enquanto isso do lado de fora, o safado Davizinho ao mesmo tempo, alheio e arrependido, ao lado de um ‘comprado’ ou ‘arregado’ agente da instituião, suspira enquanto vê entre as grades daquela porta de ferro, sua mãe prestes a ser currada por seus companheiros de cela. Soc-soc-soc-soc…aos urros e apelos da suplicante irmã Dulcilene, o xerifinho começa a dá-lhe as primeiras fortes e profundas ‘socadas’ no interior daquele traseirão da irmã. -Hummm….ô Davizinho, agora eu sei a quem você puxou…he he he! Ele grita aos deboches para Davizinho que já se sentindo culpado, sai de onde estava vendo tudo. Soc-soc-soc-soc… A ‘banana nanica’ daquele pequeno facínora se perdia naquela ‘fantástica fábrica de churros’ que tinha aquela crente. E cansados das súplicas e apelos da mesma, para calá-la, um outro puxando seus longos cabelos ondulados a botava para mamar enquanto ao mesmo tempo o xerifinho a enrabava. Soc-soc-soc-soc…até que o xerifinho goza. E ao fazê-lo, desfere outro tapão nas nádegas da irmã. E extasiado e esgotado se reclina contra o dorso da mesma de onde é arrancado dali por outro que impaciente esperava a sua vez de traçar aquele rabão. Soc-soc-soc-soc… seguiam mais fortes estocadas nas ‘tripas’ daquela varoa. O cínico Davizinho que retornara a porta para ver tudo, por mais louco que parecesse, começava a iniciar uma punheta sob seu bermudão. Ele já se excitava ao ver a curra de sua própria mãe. Ele já estava preso há algum tempo, não tinha namorada e logo não recebia visitas íntimas como seus colegas. Ele sempre achara a sua mãe, uma morena e tanto, já chegando até mesmo a gozar em algumas calçolas daquela mulher de Deus. Mas sempre procurou de todas as formas reprimir essa sua tara proibida. Mas toda a promíscuidade da prisão, faz da mesma um ‘unvierso paralelo’ e ali, coisas como o tabu, simplesmente não existiam. Aqueles delinquentes usavam e abusavam daquela varoa, mas a preferência deles era por aquele cuzão. Como se tratavam de pequenos detentos, eles haviam se tornado ‘prodígios’ na arte de enrabar. Irmã Dulcilene que dentre outras sodomias, também tinha o seu cuzão ‘linguado’, não era muito experiente nessa área apesar de ter sido garota de programa antes de se converter. O seu cu que só era grande mesmo ‘por fora’, valia ouro. Ela pedia muito caro por ele e com isso, muitos de seus clientes acabavam desistindo do mesmo na hora. Dois muleques agora fodem irmã Dulcilene ao mesmo tempo. Um por cima no bundão e outro por baixo no xoxotão. O do bundão é um negro que com sua ‘benga’ mais avantajada, faz com que irmã Dulce comece até a se ‘entregar’ um pouco mais a curra. Os que ficavam de fora se masturbavam enlouquecidamente e todo aquele cheiro, tanto da ‘punheta’ quanto do suor daqueles fedelhos naquela cela fechada, fazia com que irmã Dulcilene começasse a esquecer seu epiteto de ‘irmã’ e o substituísse pelo de ‘puta’ Dulcilene. Algumas reboladinhas já eram notadas, os urros ou grunhidos já se pareciam com leves gemidos que demonstravam um evidente prazer. O xerifinho volta a fodê-la comendo-a de quatro ao mesmo tempo em que enfia dois dedos naquele cuzão. Irmã Dulcilene, agora com vontade, tentava ‘engolir’ duas pirocas de outros muleques nesse mesmo instante. Ela colocando sua mão para atrás já puxava o xerifinho para fodê-la enquanto ao mesmo tempo em que mamava os muleques, entre outras blasfêmias e obcenidades, gritava: -Ugh…isso, vai, come essa buceta do Senhor…hummm, que delícia…Jeová…aaaai! É quando Davizinho notado por outros muleques na porta, é pego para participar da orgia. Ele à força, é levado em direção ao cu daquela ‘varoa’ onde é abaixado e obrigado a chupar ou lamber o mesmo. Davizinho com o pouco de tabu que lhe restara, ainda tenta fazer alguma resistência e tenta argumentar dizendo que ela era mãe dele e que não podia fazer aquilo, mas a devassa irmã Dulcilene já entregue a tudo, cinicamente enquanto afasta as nádegas com as mãos e ‘pisca’ o cuzinho para o filho linguá-lo, diz de uma forma safada que na Bíblia haviam algumas passagens sobre filhos que precisaram ‘se deitar’ com os próprios pais e que a mamãe estava ‘sedenta’ e ele não poderia recusar os apelos de sua mãe, pois, isso sim seria um grande pecado. E Davizinho então começa a saborear aquela ‘olhota’ que mais parecia uma ‘caçapa de mesa de sinuca’. Ele também chupa-lhe as nádegas, lambe-lhe as coxas, mas quando ia prosseguir com a sacanagem botando sua ‘banana nanica’ para fora, é bruscamente arrancado dali pelo xerifinho que o repreende e dá a vez para um outro neguinho seguir enrabando a mulher. E Davizinho frustrado tem que se contentar com sua punhetinha mesmo, que ele agora toca cheirando a saia em tule da mãe que se encontrava por ali jogada enquanto da forma mais doentia observava a mesma continuar a ser currada. E quando o neguinho termina, Davizinho é colocado de joelhos, também à força e obrigado a chupar o pauzão do muleque para que o mesmo ‘saboreasse’ mais das ‘breubas’ de sua própira mãe naquele pau. Ela também tem os seus fartos seios simplesmente devorados e quando aquelas ‘sementes do mal’ tentavam enfiar dois paus ao mesmo tempo naquele bucetão, o agente ‘arregado’, com o seu cassetete bate na porta de ferro, alertando-os sobre o término da hora de visitas. A curra termina, irmã Dulcilene se veste, se recompõe, se despede carinhosamente com um beijo na testa do filho e com um safadinho aceno de ‘tchuazinho’ para os outros muleques que memso esgotados ainda se mostravam insáciaveis se masturbando com a força que lhes restava. Ela vai embora em seguida. E nos dias que se seguem, Davizinho que já é aceito pela facção, já não é mais currado pela mesma. Ele entra para o ‘bonde’, consegue algum respeito com a ‘firma’ e até passa a ser um dos ‘jacarés’ de internos novatos que a facção selecionava. Mas tudo ainda em troca das visitas íntimas que sua mãe tinha que dar para a cúpula daquela quadrilha de vez em quando. O tempo passa e finalmente chega o dia da liberdade de Davizinho. Numa roda, todos o cumprimentam onde até certa comoção por parte de alguns é notada. O xerifinho safado chega a passar a mão na bunda de Davizinho, demonstrando ainda ter alguma tara por aquele cuzinho. O mesmo se constrange e se indigna um pouco, mas acaba deixando o seu patrão lhe acariciar. De volta a sua casa, nos braços calorosos de sua mãe que já não precisava mais se entregar para aqueles bandidinhos, ele pretende mudar de vida. Não quer mais saber de vícios pesados, tráfico ou qualquer coisa que possa levá-lo de volta para a prisão. Ele quer esquecer de tudo o que passou naquela instituição. E ao lado de sua religiosa mãe, só quer recomeçar. Quando num belo dia, ele que conseguira arrumar um empreguinho num improvisado ‘lava jato’ de um amigo, ao volta mais cedo para a casa, chega falando sozinho sem ter notado que sua mãe saira. Ele a procura pelos cômodos, quando na cozinha acaba notando um bilhete sobre a mesa, no qual ela diz que foi ver uns amigos que precisava de seu ‘auxílio religioso’. Davizinho fica meio encucado com a repentina ausência de sua mãe, até que se lembra que esse dia era dia de visitas no ‘Padre Ribamar’. Onde enquanto isso naquela mesma cela vazia da instituição, irmã Dulcilene revirava os seus olhos sendo ‘arrebatada’ até as nuvens de prazer enquanto de quatro tinha seus longos cabelos puxados ao ser mais uma vez enrabada por xerifinho diante de uma roda de punheta que se formava a seu redor.

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