Despertar (1 parte)

Eu era a última pessoa do mundo sentado num quarto escuro, quando alguém bateu na porta.

Eu acordei suado e com medo, minha cabeça estava a mil e um único pensamento me atormentava, quem era aquele que bateu a porta?

Lá fora chovia muito e os relâmpagos no céu faziam clarões incríveis atraves da janela, meu coração batia acelerado e não conseguia mais fica deitado na minha cama sozinho.

Eu levantei cuidadosamente não queria acordar meu irmão que dormia tão tranquilamente na cama ao lado, abri a porta e segui pelo corredor escuro até o quarto do papai, eu abri e entrei estava descalço e o chão estava muito frio naquela noite eu segui para perto da cama e lá estava ele dormindo tão pesadamente.

Eu estava com roupa de dormir com estampa de peixes coloridos e sem cueca, nossa família não tem costume de usar roupas íntimas, eu toquei levemente seu rosto queria que ele acordasse mais não queria assusto-lo, aos poucos ele foi abrindo os olhos e como quem acorda ainda sonolento perguntou se tinha acontecido alguma coisa.

– O que houve meu filho? (ainda deitado)
– Nada papai é que tá chovendo muito e eu não consigo dormir.
– Teve outro pesadelo?

Não respondi só acenei com a cabeça dizendo que sim, ele foi super carinhoso e me puxou pelo braço me fazendo deitar ao seu lado, fiquei bem escolhido na posição de conchinha, sentia sua respiração sobre meu cabelo, papai é um homem grande, sem pelos pelo corpo e estava somente de sampa canção, eu sentia seu coração bater através daquele peitoral tão quentinho, enquanto sua mão direita acariciava minha barriguinha era uma sensação tão boa e estranha ao mesmo tempo.

Eu estava ali ao seu lado saboreando seu cheiro, um leve aroma de maracujá e me sentindo tão seguro naqueles braços, o medo havia sumido e o tempo parado é uma sensação que não sinto desde daquela noite, o papai voltou a dormir rapidamente logo estava ouvindo seu ronco um som tão agradável para mim naquele momento.

Eu estava bem eu me sentia bem, e meus pensamentos me levavam a alguns questionários da vida: Até quando serei o menininho do papai? Até quando poderei dormir com ele? Que sensação é essa tão estranha quando sinto seu toque? Que desejo desconhecido é esse que está me dominando? Eu devo lutar contra ele?

No restante da noite não consegui mais dormir e o dia já vinha raiando lá fora, os primeiros raios do sol entravam pela janela, eu estava tão confortável que nem vi as horas passar só sai do meu devaneio quando senti o papai se mexer pela primeira vez em horas, no começo eu não entende mais logo senti algo bem duro nas minhas nadegas, eu me assustei mais permaneci quieto, papai me soltou e deitou de frente na cama colocando a mão direita na testa e posicionando a esquerda por dentro do samba canção, eu me sentei na cama e fiquei olhando ele ali deitado e algo chamou minha atenção havia um volume muito grande dentro de sua roupa.

Ele ainda estava de olhos fechado e sem a menor maldade toquei com minha pequena mãozinha naquele volume dando uma leve batida e depois uma apertada pra sentir melhor o formato, ainda curioso eu perguntei o que queria saber.

– O que é isso papai?

Ele serrou os olhos meio assustado e abriu um sorriso de orelha à orelha olhando nos meus olhos como quem entende perfeitamente minha curiosidade.

– É a piroca do papai filhão – respondeu
– É grande né – perguntei
– É que eu estou excitado, eu sempre acordo assim – explicou
– Mais porque papai – quis saber

Ele me explicou que era normal, uma ereção involuntária e tambem porque sua bexiga estava cheia, acontece com todo homem me falou e disse que um dia aconteceria comigo também, eu tambem quis saber se minha piroca iria ficar grande como a dele, e pacientemente me explico que sim e que ainda passaria por muitas mudanças no meu corpo.

Depois de me explicar algumas coisas ele simplesmente levantou e foi ao banheiro urinar eu fui atrás dele e vi pela primeira vez a piroca do papai, ele parecia bem confortável e mijou sem vergonha e ainda falou algo sobre pelos, eu não prestei muita atenção, ele terminou e me mandou ir para meu quarto acordar meu irmão tomar banho e me arrumar para ir a escola.

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