Cuidando do Garoto Depois da Briga

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Olá…
Depois de ler vários contos aqui, pensei em escrever algumas das minhas aventuras.
Espero que gostem, e se gostarem, façam seus comentários, porque isso ajuda e também incentiva à continuar.
Antes de mais nada, preciso falar que…não, eu não fui molestado quando era criança, fui um garoto normal durante minha infância e adolescência.
Cresci, e segui o curso da minha vida de forma natural. Estudava, trabalhava, andava pelas baladinhas da minha época…namorei, noivei, casei…e divorciei depois de quatro anos. Não tive filhos por opção, e continuo com o mesmo pensamento ainda, mas quem sabe um dia quando eu estiver preparado eu adote um.
Porque estou falando isso ?
Simples, apenas pra falar um pouco sobre minha pessoa.
Vamos ao conto.
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Chego cedo em casa quase todos os dias.
Depois de guardar o carro na garagem,e antes de trancar os portões eu pego o regador e vou molhar as plantas. Depois disso, vou direto para o chuveiro.
Como moro sozinho, não uso roupas dentro de casa, e para evitar constrangimentos os vidros das janelas são cobertos com insulfilm, assim não preciso me preocupar com vizinhos bisbilhoteiros.
Nas quartas-feiras, dependendo do jogo que a ser transmitido pela tv, eu não costumo cozinhar nada para o jantar, peço apenas uma pizza, e nesse dia foi assim.
Por volta das 20:30 horas liguei para a pizzaria que estou acostumado a fazer pedidos, encomendei a pizza e também algumas latinhas de cerveja e marquei o horário que deveria ser feita a entrega.
Liguei a tv, deitei no sofá e fiquei zapeando os canais procurando alguma coisa pra assistir até a hora do jogo, sintonizei num desses canais que só passam séries e deixei.
Estava entretido com o filme quando escutei a campainha, olhei para o relógio na parede,já sabia era o entregador.
Levantei, me vesti rapidamente e desci.
Atendi o entregador, recebi minha encomenda, isto é, a pizza e as cervejas, paguei e antes de fechar o portão, ouvi uma gritaria e fui ver o que era.
Moro num bairro da zona norte de SP, numa região muito tranquila se comparada com outras, mas como em todos os lugares, sempre tem alguma confusão.
Deixei a pizza e as cervejas em cima de uma pequena mureta e sai na calçada.
Haviam pelo menos sete ou oito pessoas envolvidas numa discussão, todos moradores do bairro, garotos ainda, entre treze e dezesseis anos.
De repente um dos garotos, o mais exaltado, empurrou um outro que estava de costas e saindo da confusão, não deu nem tempo para o menino se virar, já foi pra cima com socos e pontapés, e o garoto não reagia, apenas tentava se defender, deu até pra notar que nem mesmo se defender ele sabia, e o outro acabou derrubando ele no chão.
Eu corri até onde estavam, que não dava nem dez metros da porta de minha casa e já cheguei segurando o agressor pelos braços e gritando com o restante deles, chamando-os de covardes e maloqueiros.
O garoto que eu estava segurando, gritou pedindo pra eu solta-lo, fiz isso, mas empurrando ele para o lado oposto de onde estava caído o que ele agrediu.
Ajudei o menino se levantar, ele se encostou na parede, perguntei se estava tudo bem, ele me olhou de um jeito como se me perguntasse, *o que acha?*.
O valentão tentou vir pra cima dele novamente, no que foi impedido por outros dois amigos dele.
Eu perguntei porque deixaram ele agredir o outro menino, e me responderam que isso era problema dos dois, e eu disse que podia ser sim, mas que ele foi covarde, porque esperou o outro garoto dar as costas pra ele.
Ele começou a rir e me disse se eu estava com dó que levasse o outro pra minha casa porque se ele ficasse ali, iria apanhar novamente. Eu quis ver até onde iria a valentia dele e o desafiei.
– então tenta bater nele novamente, se você tiver só um pouquinho de coragem, porque acho que você não passa de um covarde de merda, que só fica valente porque está junto com seus amigos.
Os dois que me ajudaram, impedindo ele de ir pra cima do outro, saíram andando e falando pra eu não colocar eles no meio da confusão porque eles não tinham nada com isso, eu respondi que eles até poderiam não ter nada haver com aquilo, mas deixaram o valentão agredir o outro garoto de forma covarde.
Eles não falaram mais nada e foram embora.
Depois deles, um a um foram se afastando também.
Eu olhei para o garoto ainda encostado no muro e perguntei.
– onde vc mora ?
– Santana, Alto de Santana.
-ah, eu conheço, vamos embora, vou te levar até a sua casa.
-não precisa, se eu telefonar para o meu irmão, ele *me busca*.
-tudo bem, mas de qualquer forma vc pode esperar por ele lá na minha casa.
Ele com uma certa dificuldade, saiu de onde estava e me acompanhou, e o outro moleque ainda por ali, começou a gritar.
-ainda vou te encontrar de novo, aí o *tiozinho* não vai *tá* perto pra te ajudar.
Falei pra ele não ligar, e continuamos andando.
Durante o pequeno trajeto até minha casa perguntei o nome dele.
-como é seu nome ?
-Guilherme
Estendi a mão e disse o meu nome.
Olhei pra ele e perguntei o porque daquela confusão, porque o outro garoto agrediu ele daquele jeito.
Ele falou que foi por causa de uma fofoca na escola.
Insisti, e ele me contou que o outro garoto namorava uma menina muito popular na escola, e ela deu uma *chifrada completa* no cara, mas que não foi com ele, e sim com um amigo, só que falaram para o valentão que foi com ele, e hoje ao se encontrarem por acaso, o cara quis tirar satisfação na hora que ele chegou, e mesmo jurando e garantindo que era impossível de ter sido com ele, o outro não quis saber, e já foi empurrando ele, mas impediram que brigassem naquele momento, e que na hora que ele resolveu ir embora o outro veio atrás, e deu no que deu.
Assim que entramos em casa eu peguei a pizza que já estava fria, e as cervejas, convidei ele para entrar em casa, ele disse que não precisava, eu convenci ele a subir pra ligar para o irmão. Ele foi subindo devagar, abri a porta da sala, apontei o sofá e falei pra ele sentar e ficar a vontade que eu ia na cozinha colocar a pizza no forno pra aquecer, fiz isso,e também coloquei as latinhas de cerveja no congelador e voltei pra sala, sentei numa poltrona ficando de frente pra ele, e comecei observa-lo atentamente, porque o jeito dele me chamou à atenção.
É um menino novinho, garoto mesmo, bonito, loirinho, olhos claros, cabelos curtos, com um corte legal que realça bem o rosto dele. O jogo já estava começando, perguntei se ele gostava de futebol, me disse que sim mas não era *um doente* por isso.
Achei graça da maneira como falou e comecei a rir, ele riu junto. Pronto…o gelo estava quebrado.
Observei que quando ele se ajeitava no sofá, fazia com uma certa dificuldade, eu quis saber se estava tudo bem, ele me respondeu que estava sentindo um pouco de dor na costas e também na parte posterior da coxa da perna direita.
Levantei da poltrona e fui até ele, ajudei ele se levantar e pedi que tirasse a roupa pra eu poder ver como estava, ele relutou e disse que não era preciso, mas eu já fui puxando a blusa junto com a camisa e assim ficou mais fácil convence-lo a tirar.
Olhei atentamente e notei algumas marcas, passei a mão sobre elas e apertava um pouco e perguntava se estava doendo. Num dos pontos que pressionei ele reclamou mais. Mandei que ele sentasse no sofá e me aguardasse. Fui até o meu quarto e peguei um spray milagroso, desses que os atletas de fim de semana costumam usar.
Voltei pra sala, e pedi pra ele deitar no sofá, novamente ele relutou e eu disse que precisava que ele ficasse deitado pra eu passar o remédio nele, porque iria aliviar a dor que ele estava sentindo.
Ele deitou, mas precisei ajuda-lo pra que deitasse direito.
Espirrei o remédio nas costas dele e comecei fazendo uma massagem bem devagar…logo ele estava relaxado.
Notei também que ele não tinha pelos nas axilas.
Sem parar de massagear, comecei a conversar com ele, perguntei a idade, respondeu e perguntou a minha também.
Depois de tirar ele daquela confusão, quando perguntei o que motivou aquilo, fiquei com uma pulguinha atrás da orelha com uma coisa que ele havia me falado, e agora, observando ele melhor, percebia claramente o quão delicado ele é, eu disse delicado…não afetado…
Meus pensamentos começaram voar…
Será que o que ele disse é a verdade mesmo ???
Ou quem sabe, os outros garotos viram o jeito dele e quiseram alguma coisa com mas foram rechaçados.
Parei de ficar imaginando coisas, porque de repente poderia estar vendo coisas onde não existia. Continuei com a massagem, e agora com mais intensidade.
Devagar pra facilitar eu fiz com que ele levantasse os braços, peguei nas mãos dele e discretamente fui guiando, ele entendeu e se ajeitou numa posição melhor.
As mãos macias, as unhas aparadas e muito bem feitas, e notei também quando conversava com ele, que até as sobrancelhas pareciam que eram tiradas de tão perfeitas.
É…o garoto sabia se cuidar.
Enquanto massageava a região dolorida quando passava as mãos nas laterais do corpo, ele ficava arrepiado e soltava um gemido discreto e a respiração também se alterava um pouco.
Pedi que continuasse deitado que eu já voltava, fui na cozinha, tirei a pizza e desliguei o forno, peguei um banquinho que deixo na cozinha e levei pra sala.
Coloquei o banquinho perto do sofá pra facilitar um pouco. Espirrei mais um pouco de remédio e iniciei novamente a massagem.
Agora ele estava muito mais a vontade, totalmente relaxado. Comecei a passar as mãos por todo corpo. Perguntei onde mais estava doendo, ele deu um jeitinho de apontar o local. Eu coloquei minha mão no local e quando apertei de leve ele gemeu de dor.
-ai…ai…aiiiii…
-dói muito ?
-só quando aperta, acho que ele me acertou um chute.
-deixa eu ver…
Ele usava uma calça jeans claro,e um tanto folgada, comecei a puxar a calça devagar…
Com jeito fui tirando a calça dele, e ele de certa forma colaborava.
Abaixei até perto dos joelhos.
Ele usava uma cueca boxer azul clara, tão apertada, que parecia ser um número menor do que ele realmente precisava usar.
Por um segundo não dei conta do porque tinha abaixado a calça dele.
Fiquei parado olhando a bundinha dele, lisinha ,lisinha…e muito bonita, bem proporcional ao corpo dele. As pernas também, bem torneadas, parecem pernas de menina…e…lisinhas também, nada de pelos, que pela idade dele seria normal ter ao menos alguns pelos.
Não preciso nem falar que aquela situação me deixou excitado…minha rola parecia que iria furar o tecido da bermuda.
Já tive várias aventuras com meninas e meninos, mas nunca tinha ficado perto de um garoto tão bonito quanto aquele que estava ali na minha frente, deitado no sofá na sala da minha casa. A tentação era grande, mas eu não queria passar dos limites e nem correr algum risco, afinal de contas eu não sabia nada dele.
Eu comecei novamente a massagem, e fazia questão de passar as mãos nos pontos que deixava ele todo arrepiado. Desci as mãos em direção ao local onde ele disse que estava sentindo dor, espirrei um pouco do remédio e comecei a esfregar devagar e aos poucos fui pressionando um pouco mais, e quando ele gemia eu mudava de lugar. Logo já estava massageando quase a perna inteira. Com cuidado tirei os tênis dele e depois a calça, deixei ele só com a cueca.
Pedi pra ele esperar um pouquinho que eu já voltava, ele quis saber onde eu ia, disse que iria buscar um óleo melhor pra passar na perna dele.
Fui até meu quarto, peguei um tubo de gel lubrificante…isto mesmo, fui buscar o tubo de KY, pois eu já estava pensando em sarrar aquela bundinha…
Voltei rápido.
Sentei no banquinho, coloquei um pouco do gel na minha mão, esfreguei uma na outra e voltei a massagem.
Subia bem devagar e descia mais rápido. Logo já estava passando as mãos na bundinha dele, e ele não disse nada. As vezes dava uma apertadinha de leve, ora num lado ora no outro, e ele começou empinar a bundinha sempre que eu apertava.
Puxei a cueca o máximo que foi possível e deixei ela enterradinha no reguinho, novamente ele aceitou mais essa investida. Continuei massageando por mais alguns minutos e agora já enfiava as mãos por dentro da cueca como dava e apertava a bundinha dele cada vez forte.
Ele colaborava cada vez mais, arrebitava a bundinha e gemia quando eu apertava.
Puxei uma das almofadas do encosto da poltrona ao meu lado, e com cuidado fui tentando colocar por baixo dele, mais uma vez ele entendeu e colaborou.
Ele ficou numa posição tentadora, então resolvi arriscar e comecei a tirar a cueca dele.
Bem devagar,e ao mesmo tempo que alisava as coxas e apertava a bundinha, eu puxava a cueca…
Deixei ele peladinho.
Me levantei e fiquei por um tempo em pé só olhando pra ele.
Ele estava com o rosto virado para o canto, então não estava me vendo, achei que podia tentar mais alguma coisa, e tirei minha camiseta e depois a bermuda e a cueca. Minha rola estava tão dura que chegava doer.
Subi no sofá, abri as pernas dele e fiquei no meio, comecei alisando a bundinha e logo estava lambendo e dando algumas mordidas.
O corpo dele logo respondeu a essas caricias, ficando todo arrepiado.
Com as duas mãos eu abri bem a bundinha dele, e passei a língua no reguinho de cima em baixo. Parei com a ponta da língua no cusinho e comecei a pincelar de leve, ele piscava o cusinho e gemia…
Achei que já podia ir mais fundo, literalmente…
Me posicionei atrás dele, apanhei o tubo de gel e coloquei uma porção generosa no reguinho dele, ele suspirou e falou…
– aiiiii…tá geladinho…
Eu praticamente deitei sobre ele e falei que ia esquentar logo.
Comecei esfregar a cabeça da rola no cusinho dele, ele suspirava e gemia ao mesmo tempo.
Me ajeitei e coloquei a cabeça bem na entradinha e comecei a forçar, ele deu uma travada e gemeu…
– aiiii…aiiii…cuidado…
Eu me abaixei outra vez, abracei ele e perguntei.
-vc já fez isso com alguém ??
-sim, duas vezes, mas faz tempo.
-quantos anos vc tinha?
-a primeira vez eu tinha sete e meu primo onze,mas não doeu nada e nem fizemos tudo, e na segunda vez foi com o filho de um amigo do meu pai, eu tinha doze anos e ele quinze.
– e ai … ??? como foi ???
-ai ele colocou dentro mesmo e gozou.
– doeu ?
– só um pouco
-te machucou ?
-não
– e depois dessa vez nunca mais fez ?
-não
-e agora vc quer ?
Ele não disse nada…só empinou a bundinha forçando ela pra trás.
Comecei esfregar novamente a rola nele, e ele se remexia todo e gemia bem baixinho…
Acertei a rola novamente e dei uma forçada legal…estava tão melado de gel que a cabeça entrou toda de uma vez.
Ele enterrou a cabeça no sofá e deu um gritinho abafado.
Eu fiquei parado sem me mexer, segurei na cintura dele esperei um pouco e comecei empurrando bem devagar…
Ele começou a reclamar que estava doendo muito.
-aiiiii….aiiiiii…eu não vou aguentar…para por favor…tira…tira….aiiiii…
Parei, e falei com ele…
-relaxa Gui…relaxa…se solta…se vc ficar travando assim vai doer mais ainda.
Ele enterrou o rosto no sofá outra vez e ficou quietinho.
Senti que ele deu uma relaxada, comecei a forçar mais um pouco e fui assim…devagar e sem parar até o fim…
Outra vez o Guilherme esboçou um choro e logo parou, mas reclamou assim mesmo.
-aiiii…ainda tá doendo um pouco…
Comecei a bombar bem devagar, tirava quase que a rola inteira bem rápido e enterrava novamente bem devagar…
Ele gemia cada vez mais alto…e logo já estava curtindo, não reclamava mais de dor…
Eu socava com gosto, já não pensava mais se estava doendo ou não…eu só pensava em gozar no cusinho dele.
Tirei a rola, virei ele, e mandei ficasse na posição do frango assado, apontei a rola no cusinho dele e enterrei de uma vez só, até sentir o saco encostando na bundinha dele.
Ele com certeza estava gostando e muito, porque a rola dele também estava duraça. Eu socava com vontade e ele gemia demais, eu perguntava se estava doendo, ele não respondia, só olhava pra mim e mordia os lábios, como se implorasse pra eu não parar.
Não sou super dotado, mas dá pro gasto, minha rola mede 17cm…eu perguntava se ele deixava eu encher o cusinho de porra, ele falava…
-sim … sim… sim… goza gostoso goza…eu quero sentir isso..
Enquanto socava a rola, peguei a mão direita dele levei até sua rola, e iniciei uma punheta segurando pela mão dele…ele entendeu logo e começou a se masturbar mais rápido.
Me ajeitei melhor, levantei bem as pernas dele e e meio que apoiadas nos meus ombros eu metia mais forte também…
Aumentei bastante o ritmo das metidas e ele também tocava bem forte.
Logo senti o primeiro jato, praticamente abracei ele e continuei até sentir a última gota.
Ele olhava pra mim e pedia pra eu não parar, que estava gostoso e que ele queria gozar daquele jeito, com a minha rola toda dentro dele, atendi o seu pedido e continuei socando mais rápido e mais forte.
Dei mais algumas estocadas e logo ele começou a gemer bem alto e falar…
Ele começou gozar, e os jatos saíam como se não fossem acabar…o garoto parecia um cavalo gozando.
Quando parou de soltar porra, ele me olhou e falou com uma voz bem suave, tão suave que mais parecia uma menina falando.
-nossa…eu amei isso…eu quero mais…mais e mais…
Ainda com a rola dentro dele, eu tentei deitar no sofá junto com ele, consegui com ajuda dele é claro, abracei ele e ficamos calados…
Passou alguns minutos, nós já estávamos conversando, quando eu lembrei da pizza e das cervejas no congelador.
Levantamos e fomos para cozinha.
Esquentei a pizza novamente, sentamos e comemos.
Voltamos pra sala e conversamos mais um pouco.
Passava pouco das 23:00 horas, eu perguntei se ele iria ligar para o irmão dele ou se ele queria que eu o levasse até sua casa.
Me respondeu com outra pergunta.
-e se eu quiser ficar aqui , vc deixa ???
Não respondi…
Me levantei, fui até a poltrona que ele estava, peguei na mão dele e fomos em direção ao meu quarto.

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