Bruno, o virgem

Há 1 ano Por 0 ★ 0.00

Aqui estou eu, sem roupa, frente a minha namorada gostosa (que também está nua). Esta será a minha primeira vez, sim, sou virgem. Ela não sabe que sou virgem, será que ela vai desconfiar? Ela tem um ano a mais que eu, 18 anos, mais experiente quando o assunto é sexo.
Acho que até o ponto de tirarmos a roupa eu mandei bem. Vou beijá-la. Me aproximo lentamente, olho em seus olhos e começo a beijá-la devagar. Borboletas voam em meu estômago, sinto que devo jogá-la na cama. Jogo-a. Meu pinto está duro. Sinto que não devo partir para a penetração ainda, já vi alguns vídeos pornôs antes, eles demoram mais um pouco na “pegação” ou se preferir chamar de “preliminares”.
Ela começa a beijar meu pescoço e troca de lugar comigo. Eu estava em cima, agora estou em baixo. Deitado, ela por cima de mim. Volta a beijar meu pescoço, vai descendo por meu peitoral. Acho que ela vai fazer o que estou pensando. Vai beijando minha barriga, passa a mão em minhas pernas. Finalmente chegou com a boca no lugar certo.
Foi beijando meus 17cm até o topo da cabeça. Eu sinto algo tão bom e tão gostoso que a cada beijo que ela vinha dando em meu corpo eu sentia um frio na barriga e meu pinto parecia ficar mais duro, se é que isso é possível.
E então ela enfia o meu pau na boca. Que boca gostosa. Essa boca já era boa me beijado, me chupando então, melhor ainda. Ela enfia e tira, enfia e tira, enfia e tira meu pinto da boca. Desce com a língua até meu saco e põe os dois ovos na boca. Deixo escapar um som:
− Oh…
Ela volta com a língua até a cabeça e passa a língua ao redor dela. Volta a colocar na boca, chupa de um jeito gostoso. Então ela para. Se afasta.
− Oque houve? – pergunto.
Ela não responde, liga o ventilador, procura seu short jogado no chão, põe a mão no bolso do short e tira de lá uma Halls de cor preta. Tira o papel da bala e põe na boca.
− Senta na beirada da cama. – me pede com uma voz suave.
Faço, então ela se ajoelha na minha frente e volta a me chupar.
Uau.
Que delícia! Dessa vez mais gostoso que da primeira vez (5 minutos atrás).
O vento bate onde ela havia deixado molhado com saliva e quão refrescante é.
Isso é muito bom. Bom demais. Minha boca quer emitir algum som.
− Ah!
Deixei escapar. Como isso está gostoso, sinto algo diferente agora, mais forte que das vezes que eu me masturbava, já sei oque vai acontecer.
− Estou vindo – aviso.
Ela não para. Vou gozar em sua boca. Já avisei, se ela continuou, ela quer que eu faça isso.
GOZEI.
Ela para, me olha. Engole. Aquilo parecia estranho: engolir meu gozo. Estranho e ao mesmo tempo tão sexy. Ela vem subindo e me beija. Beija minha boca, minha bochecha e sussurra em meu ouvido:
− Agora me chupa.
Claro que não vou negar. Não sei muito bem fazer isso, mas vou seguir o que eu aprendi com o tio Google e o senhor Xvídeos. Faço com que ela deite, beijo sua boca, vou descendo pelo pescoço, passo pelos peitos e não posso perder essa oportunidade, chupo o biquinho do peito, tento colocar o máximo de massa do peito em minha boca e dou um chupão.
Uau. Ficou a marca.
Desço pela barriga. Aqui estou eu. Frente a frente com uma buceta. Vamos ser sinceros que não é uma das coisas mais bonitas de se ver, mas deve ser tão gostoso. Aqui estão os lábios, logo aqui está o clitóris e esse buraco deve ser onde enfia o pinto. Minha intuição diz que estou certo.
Passo um dos meus dedos no clitóris, de um lado pro outro, umas três vezes. Desço e vou até “o buraco” e enfio dois dedos. Passo a língua no clitóris e fico de um lado pro outro, enfio e tiro os dedos de dentro.
− Am…
Posso ouvi-la gemer.
Acho que estou fazendo certo, então continuo. Com movimentos repetidos, de um lado pro outro com a língua, entra e sai com os dedos. Coloco mais um dedo, agora são três.
Ela tenta encravar as unhas no lençol, não consegue e põe a mão na minha cabeça, liberando sons de sua boca.
− Me fode – disse ela.
Como posso recusar? CLARO QUE NÃO.
Agora vai! Vou perder minha virgindade.
Deito sobre ela na cama, procuro “o buraco” com os dedos, acho e logo coloco minha pica na entrada, faço força contra ela e posso sentir a penetração. Sinto uma diferença de temperatura. Nossa! Como ela está molhada! Sua umidez faz com que minha piroca deslize dentro dela.
− Ah, como isso está gostoso – digo em voz alta.
− Só não para, estou quase.
Está quase gozando? Acho que sim, não pergunto. Na primeira vez que eu transo eu já consigo fazer uma mulher gozar? Será que devo aumentar a velocidade ou mantenho como está? Vou manter. Ela geme tão alto, acredito que os vizinhos podem ouvir:
− Ah… Hum… Aaaaah…
Posso sentir seu útero. É tão gostoso.
Pega no meu braço e aperta com muita força, acompanhado de um gemido. Suas pernas estão tremendo, a força do aperto no braço diminui, ela fica fraca.
− Gozei!
Uau. Fiz uma mulher gozar! Diminuo o ritmo até parar.
− Agora eu quero cavalgar em você.
Não questiono.
− Deita aqui.
Obedeço. Deito estirado na cama. Ela senta do meu colo, tenta encaixar minha pica dentro da buceta dela e, consegue.
− Ah – geme baixinho – tá batendo no meu útero.
Então ela começa a cavalgar em cima de mim. Como isso é bom. Ouço-a gemer:
− Ah… Hum…
Sinto um arrepio em meu estômago, se é que isso é possível, que passa pelo meu peito e sai pela boca um gemido meu:
− Oh… Sh… Oh… Sh…
E então, estamos nós, gemendo, juntos… Ouvir este som é melhor que ouvir a cantora gringa Adelle cantando Hello. Sinto que ela está gostando e eu também, ela está ficando fraca de novo, e eu estou sentindo que vou gozar, mas ela também vai gozar. Vamos gozar juntos?
− Estou quase – disse ela.
− Eu também. Não para.
Ela fica em silêncio, estou sentindo que estou vindo, tá vindo, vou gozar dentro dela…
− Ah… Gozei.
Ela sai de cima de mim e cai na cama.
− Também. E você gozou dentro de mim, filho da puta.
Ficamos em silêncio por uns 30 segundos. Estamos ofegantes.
− Daqui a pouco eu compro uma pílula do dia seguinte.
− Tá.
− Estou com fome.
− Eu sei que você era virgem.
− Como você sabe? Eu fui tão mal assim que deu para perceber?
− Não, você foi ótimo. Nunca me fizeram gozar na vida, a não ser eu mesma. Douglas me contou sobre sua virgindade.
− Douglas é um desgraçado. Nem sei se posso chamar aquilo de melhor amigo, eu conto as coisas para ele e ele conta aos outros?
− Eu não sou “os outros”, eu sou sua namorada.
− Eu te amo.
− Também amo você… Se eu pudesse voltar atrás eu me guardaria e me perdia com você também. Agora cala a boca e me beija.
Beijamos.
THE END
23/06/17 Rio de Janeiro, São Gonçalo.
Autor: YA.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(0 Votos)
Loading...

Por

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos