Armadilha cata puta 2

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Continuaçao Armadilha cata puta 1…
Com minhas mãos pressas, e eu em cima da cama q era alta, ele abaixa e pega mais 2 pedacos de corda em um gaveteiro embaixo da cama embutida. Ainda em cima de mim ele amarra meu tornozelo e joelhos, tento me debater, mas não consigo evitar e fico imobilizada. Na parte de cima da cama (parte do guarda roupas) ele deslizou e abriu um compartimento e puxou outra corda presa em um rolamento, passou junto a corda de minha cintura e amarrou a ponta numa argola ao lado do rolamento. Agora além de imobilizada e com a boca tampada, essa ultima corda me impediria de fugir. Fico em desespero e tento gritar, mas so saem gemidos de minha boca junto ao som da festa do condomínio.
– Gostou do meu quarto? Eu mesmo quem projetou pra atender minhas necessidades.. – ele diz enquanto ri. – Aqui eu me divirto, no outro quarto eu guardo meus brinquedinhos, vc vai adorar conhecer cada um deles. (realmente quando entrei no apartamento, vi um quarto fechado com uma trava eletrônica).
Ele ainda não tinha gozado, e devido as pausas q fez devia conseguir segurar ainda mais. Mas era evidente q ele estava louco de tesão, parecia outra pessoa, não estava mais tímido e sim selvagem. Continuava duro feito pedra, e eu desesperada queria chorar na esperança q ele entendesse q a brincadeira estava indo muito longe, mas nenhuma lagrima saia. Ele puxou meus pés e me posiciona de bruços com os pés fora da cama, como a cama era alta, deixou minha bundinha empinada. O q facilitou pra ele me penetrar dnv.
Ele me penetrava com voracidade, parecia um animal q tinha pego sua presa, dava estocadas fortes tremendo meu corpo inteiro, faziam meus peitos esfregarem no colchão. Eu não queria mais aquilo, mas meu corpo estava ficando muito quente. Eu queria sair dali, mas estava com muito tesão, pensava q eu só podia estar louca, pois não era possível meu corpo estar gostando daquilo, mesmo assim estava tão bom. Ele me penetrava e me xingava de cadela, de puta e dava tapas em minha bunda. Eu tentava falar com ele (no fundo tentando, esconder meus gemidos), mas em vão, só parecia q eu estava gemendo cada vez mais, o q tbm era verdade.
Mas foi quando ele puxou meu cabelo e eu acabei vendo a nossa imagem em reflexo no vidro da janela, não estava clara a visão, mas aquela imagem minha sendo abusada e indefesa me subiu um fogo q me estremeci e comecei a gozar dnv, como era bom sentir aquela tora me pegando bem forte. Após gozar vi no reflexo q ele estava sorrindo. Um sorriso tão largo q me dava ate medo. Então ele fala ao meu ouvido:
– Sabia q vc ia gostar sua cadela! Ainda tenho muitas surpresas pra vc. – ele termina a frase dando uma risada um pouco mais alta q o normal.
Já devia fazer quase 10 min q ele estava me pegando naquela posição, eu já tinha gozado, e percebi q ele tbm iria gozar, seu pau estava pulsando muito e parecia querer explodir de tão duro, parecia ter vida própria toda vez q sentia sua pulsação. Puxando meu cabelo e apertando meu peito direito, ele faz movimentos mais longos e começa a gozar, gemendo no canto de meu ouvido. Sentindo ele pulsar e amolecer um pouco, ele tira seu pau falando no meu ouvido “delicia”. Quando sai tira a camisinha, muito cheia ele realmente estava pra explodir, não sei de onde veio tanta porra. Eu sabia q ele não ia me liberar ali, então ele diz:
– Esta na hora de pegar os brinquedinhos. – e sai do quarto, o ouço destravar e entrar no outro quarto e voltar em seguida.
Ele entrou com uma maquina com controle de altura, e q tinha um pistão (barra de ferro) com um consolo na ponta, ele ligou e desligou a maquina, q fez movimento de vai e vem, eu sabia onde ele queria colocar aquilo e sabia q não teria como fugir. Mas eu só precisava aguentar mais um pouco, pois sempre q fazia os programas avisava uma amiga q se eu não saísse na hora combinada ela devia mandar uma msg e eu se eu não respondesse ela devia chamar ajuda, eu já estava a mais de 1 hora, e só precisava aguentar ate terminar o tempo e minha amiga chamar socorro.
– Tenho algumas novidades pra te dar putinha. – diz ele – o próximo será o seu cuzinho.. e essa maquina aqui ira te deixar no clima. Essa maquina eu adaptei com uma função dimer time, conforme o tempo passa ela aumenta gradativamente a velocidade.
Ele acoplou algo flexível ao pistão, e ajustou pra ficar acima do consolo, q pro meu alivio nem era tão grande, mas parecia ser bem firme. E colocou um tubo de lubrificante fixado acima do consolo ele posicionou a maquina atrás de mim e fixou o as duas partes mais alongadas dos pés da maquina em um encaixe na cama. (o fdp tinha ate os brinquedos projetados pro quarto). Passou lubrificante no dedo e foi enfiando em meu cuzinho deixando bem meladinho. Ajustou a altura da maquina posicionou o consolo e colocou metade dele dentro do meu cuzinho. Pegou um vibrador oval, colocou dentro de uma camisinha q deu um nó com um pedaço de barbante, e foi colocando o vibrador dentro da minha bucetinha, lá no fundo com o dedo, ficando uma parte da camisinha pra fora, junto ao barbante.
– Agora vou tomar um banho e vc aproveite o “tempo” com seu novo brinquedinho – dito isto, ele ligou a maquina e saiu para o chuveiro me deixando sozinha sendo penetrada no cuzinho e o vibra oval me torturando por dentro.
Quando a maquina começou a me penetrar tive uma pequena surpresa, ela veio realmente devagar, mas mesmo após enfiar todo o consolo dentro de meu cuzinho, ainda continuou penetrando um pouco mais, me empurrando. Mas agora era a minha chance, eu estava sozinha, e tinha q me libertar e tinha q ser rápido. Então tentei sair da maquina, mas a maquina estava presa, e aquele consolo entrava tão fundo na minha bundinha q eu não conseguia sair pra nenhum lado q tentasse me mexer. Então minha única saída era tentar afrouxar e tirar as cordas pra depois sair da maquina. Então comecei a me mexer, mexia as pernas e minhas mãos tentando afrouxar a corda.
Ouvia baixinho a agua do chuveiro, esperava q ele demorasse o suficiente pra eu conseguir sair dali. A máquina estava penetrando pouco mais rápida, e eu sentia o lubrificante pingando em minha bunda e escorrendo pelo meu cuzinho entrando nele, e tbm escorrendo ate a bucetinha com o vibrador dentro e minhas coxas. Minhas mãos estavam muito bem amarradas, e a corda não afrouxava, mas eu estava conseguindo mexer cada vez mais os tornozelos. O problema eh q a maquina já estava numa velocidade normal, e cada estocada enterrava fundo na minha bundinha. E como eu estava esfregando as pernas uma na outra pra aliviar os nos da corda, estava mexendo com minha bucetinha e me deixando muito excitada, ainda mais quando eu esfregava a perna e sentia o vibrador esfregando dentro da minha bucetinha. A maquina estava mais rápida e meu tesão tinha aumentado tbm. Agora e eu tinha conseguido soltar meu tornozelo, mas na altura do joelho a corda ainda estava firme assim como a de minha mão.
Eu não acreditava nisso, mas eu não tinha mais forças. A maquina estava tão rápida e empurrando tão fundo q eu me contorcia toda o lubrificante estava jorrando na minha bunda toda, estava td melado, a cada cravada da maquina eu quase gritava, estava gemendo descontrolada, a maquina tirou toda minha forca eu não conseguia me soltar, só gemer e me contorcer. Eu queria q ele (o cliente, q ate então nem eu sabia o nome) voltasse logo e desligasse a maquina. Então levanto 1 de meus pés, flexionando o joelho, a maquina mais rápida q nunca, cerrei os dentes e gritei “AAAAHHHHHHHHHHHH”. Um grito muito longo e o mais forte q consegui gritar, tão forte quanto o orgasmo q estava tendo. Assim q abaixei a perna ainda tremula a maquina parou e eu desabei. Tinha desistido e ia esperar minha amiga me socorrer. Meu cliente (e estuprador) tinha desligado a maquina e agora estava tirando ela e o vibra, gozei tão forte q nem percebi quando ele chegou do banho.
Quando ele ia começar a falar algo, ele percebe q meu celular vibra. Eu pensei, só pode ser minha amiga, finalmente ela vai me ajudar a sair daqui. Eu estava com medo e queria ir embora, mas admito q em meus pensamentos, me perguntava o pq dele conseguir me fazer gozar tão intensamente e tão gostoso, sendo q a maioria dos clientes dificilmente me faziam gozar 1 vez, e mesmo assim ele tinha feito isso 3 vezes e todas tão gostosas q eu ficava toda mole.
Ele tirou meu celular e começou a mexer, pro meu espanto, ele me mostrou a msg de minha amiga perguntando se eu tinha terminado o “Trabalho”. Me assustei, e ficava me perguntando: “como ele tinha destravado meu celular? Como ele sabia a senha? Como isso?”. Então percebi q ele devia ter visto a senha quando estava passando a corda em minha cintura e eu parei pra mexer rapidamente no celular. Esse cara era esperto e se aproveitou de todas as brechas q deixei. Agora se ele visse o histórico de conversa saberia como responder minha amiga (q se chama Rosa), e foi o q ele fez, respondeu “+2 horas”. Colocou o celular de lado e pegou o dinheiro q me deu pelo programa da minha bolsa, colocou em uma gaveta e me disse q aquilo era dele. Foi nesse momento q perdi as esperanças, pois minha amiga não iria mais me socorrer, no fundo eu esperava q ele ainda estivesse atuando, mas depois de pegar o dinheiro de volta ficou claro q ele não estava. Nesse momento pensei: desisto, faça o q quiser. Fiquei um pouco mais tranquila quando percebi q ele estava soltando a corda de meu joelho e em seguida a corda q me prendia a parte de cima da cama (guarda roupas embutido). Mas fiquei desesperada quando ele disse:
– Ahh, já ia me esquecendo de te falar! Seu comprador chega amanha de manha pra te levar. – essa noticia fez minha espinha congelar, me deu calafrios. – é a primeira vez q faço uma venda a um estrangeiro, seu comprador e Indiano. – falou ele com aquele sorriso largo no rosto, dizendo q o estrangeiro o pagaria muito bem.
Fiquei desesperada, não sabia o q o comprador poderia fazer cmg (órgãos, morte, ou coisas piores passavam pela minha cabeça), não podia deixar q me levasse pro outro lado do planeta, se fizesse isso eu nunca mais escaparia. Isso não podia estar acontecendo, minha vida toda passava pela minha cabeça naquele instante. Ele vendo meu desespero me pergunta: “parece q não gostou, não quer viajar?”. Balanço a cabeça, eu não queria ir pro outro lado do mundo.
– Então vc quer ficar aqui? – nem precisei pensar, respondi desesperadamente q sim, balançando a cabeça. E ele ficou me olhando, dessa vez serio.
– Então vou te dar uma chance, se vc conseguir me agradar e me satisfazer, talvez eu diga q ainda não consegui encontrar uma garota pra ele e fico com vc aqui. O q me diz? Vai me obedecer e comportar-se? – propôs ele, e q aceitei de imediato e no fundo feliz por ter a chance de não ser vendida, afinal se eu ficasse aqui ainda poderia fugir ou ser resgatada de algum jeito, eu só precisava agrada-lo. Então me submeti a seus comandos.
– Ótimo, então comece descendo esse cuzinho no meu pau! – disse ele enquanto se deitava entre a porta do quarto e eu, em um tapete no chão. – vai me obedecer? – perguntou, e afirmei me aproximando.
Eu ainda estava com as mãos presas e com fita na boca, mas podia andar. E ele estava deitado, nu e com o pau inchado num estado meio duro e mole ao mesmo tempo. Sentei sobre ele, e fui me esfregando, enquanto ele tocava meus seios. Não demorou e ele já estava duro, ele me mandou abrir minha bundinha q estava toda melada, mistura da minha excitação com todo aquele lubrificante q a maquina tinha jogado na minha bundinha, eu estava toda molhada. Abri minha bundinha ele esticou seu pau q tinha acabado de por uma camisinha eu me posicionei com a cabeça do pau dele na entrada do meu cuzinho. Então ele me manda descer, e eu obedeci fui descendo bem de vagar, engolindo aquela vara com meu cuzinho. Quando senti as bolas tocarem na minha bunda ele me mandou parar, e eu obedeci. Mandou-me rebolar, e rebolei. Mandou-me subir e eu subi, descia, rebolava, tudo q ele mandava eu obedecia sem reclamar. E aquilo estava me deixando excitada, obedecer, ser submissa. Em minha mente eu me perguntava: “pq? Pq estou ficando com tesão nessa situação? Estou perdendo a cabeça? E pq ele tem um pau tão gostoso? Pq?”. E foi quando ele me mandou olhar pro lado q eu me assustei. La estava eu, no espelho toda submissa, rebolando com um pau atolado na bundinha. Aquela imagem me arrepiou toda e sentindo aquele pau durinho dentro de mim, e me vendo ali no espelho amarrada, com fita na boca e indefesa, não tive como segurar. Meus gemidos q ate então eu tentava suprir, agora estavam saindo e minhas pernas tremendo. Eu estava tendo outro orgasmo, estava gozando gostoso, como era delicioso apertar meu cuzinho em volta de uma pica bem durinha. E desabei em cima dele, com boa parte de seu pai ainda dentro de mim, e claro muito dura, afinal ele não tinha gozado, apenas eu.
Disse-me para levantar pois iriamos para a sala, juntei forcas e levantei com as pernas tremendo. Ele pegou algumas coisas e eu o segui ate a sala. Ele sentou no sofá, meio inclinado apontou o pau pra mim e disse: “sente-se”. Eu estava fraca e cansada, mas obedeci. Coloquei meu cuzinho naquela cabecinha e fui descendo seu pau dnv, e novamente quando sentei em sei colo ele me pediu pra parar. Eu queria q ele me pegasse e me penetrasse, pois já estava com as pernas bambas e não ia aguentar cavalgar, eu precisava de um descanso. Felizmente ele pediu pra eu ficar quieta, fiz como me mandou. Ele pegou aquele vibrador oval dentro de uma camisinha q tinha usado antes e foi colocando em minha bucetinha e mexendo no grelinho. Daquele jeito meu cuzinho estava piscando, e como o pau dele estava inteirinho na minha bundinha, ele sorria e dizia q adorava me ouvir gemendo (sim eu estava gemendo e ofegante). Em seguida ele pegou uma algema com veludo bem macio, tirou a corda e colocou a algema no lugar (nem resisti, não teria forças pra disputar com ele), mas a algema foi um alivio pois a corda estava começando a me machucar e já estava me incomodando muito. Beijou minha nuca, e colocou uma coleira preta em meu pescoço.
– Agora vou assistir TV, vc fica ai com as pernas abertas, quietinha e não tira meu pau da sua bundinha, entendido? – ordenou ele ligando a tv e parando em um canal qualquer. Confirmei prontamente e fiquei quieta.
Estava contente por ele não me mandar cavalgar, mas ficar quieta não era tão fácil quanto parecia. Aquele vibrador estava me torturando por dentro, e isso me fazia contorcer meu corpo, esfregando minha bundinha no colo dele. Sentia como se aquele pau tbm estivesse se esfregando nas paredes do meu cuzinho, era uma delicia, sentia-o pulsar e minha bucetinha vibrar. Ele me mandou ficar quieta, mas aquilo estava me levando ao delírio, às vezes o sentia mexer o próprio pau dentro de mim. Ele ficava sempre quieto e não estava me tocando, eu estava ficando louca com aquilo, tentava mas não conseguia conter os gemidos. E daquele jeito eu estava prestes a gozar, mas se eu não me mexesse ele não ia gozar nunca, e aquela tortura iria continuar ate ele dizer chega. Meu orgasmo estava vindo, no tesão q eu estava acabei fechando as pernas, o q me fez sentir ainda mais o vibrador, e comecei a gozar loucamente, gemendo alto e com a respiração ofegante. Naquele momento eu queria sentir aquele pau pulsando bem gostoso e soltei todo meu peso naquele pau, foçava meu corpo pra baixo engolindo ele, queria cada pedacinho dentro, nada pra fora. Gozava muito gostoso, contorcia toda espremendo aquele pau na minha bundinha e pensando: “goza, goza pra mim fdp, quero sentir ele pulsar dentro do meu cuzinho, GOZAA!”. Mas apenas eu gozei, e como gozei gostoso, nossa como poderia ele ter feito meu 5 orgasmo, eu q sempre tive dificuldade com isso agora gozava igual um animal.
O rapaz continuava quieto, sem me tocar, sem falar, apenas com o pau duro no meu cuzinho, e se continuasse assim, eu ia passar a noite gozando naquela pica gostosa. Por mais q aquele pau estivesse delicioso, eu não ia aguentar mais uma vez, então decidi desobedecer ele e fui subindo minha bundinha. Quando estava chegando na cabeça ele me diz: “onde vc pensa q vai?”. Então eu solto meu peso e enterro seu pau na minha bundinha dnv. E começo a subir dnv, dessa vez desço sem ele falar nada, precisava q ele gozasse logo, pois minhas pernas já tremiam sem força. Ainda bem q na terceira vez subindo ele me segurou firme dei um gemidinho mais alto(e como era bom sentir aquela mão firme me pegando na cintura) e ele falou em meu ouvido:
– Vc foi uma boa menina, agora quem vai gozar sou eu! – fiquei muito aliviada, pois ele me virou de bruços no sofá com a bundinha bem empinada, quase de 4 e pude deixar ele faze o serviço.
Ele ficou entre 5 e 10 minutos penetrando fundo no meu rabinho, seu pau estava pra explodir de tao tenso, eu sabia q ele iria gozar logo. Então ele me diz q iria tirar a camisinha e gozar dentro do meu cuzinho. Comecei a balançar a cabeça negativamente, não podia deixar ele fazer sem proteção. Eu tomava muito cuidado com isso. Mas ele segurou firme minha cintura, tirou o pau, a camisinha, encostou a cabeça na entrada do meu cuzinho todo arrombado e gemendo começou a gozar dentro dele sem me penetrar. Eu sentia sua porra escorrer da entrada do meu cuzinho e ir descendo dentro dele (eu estava com a bundinha empinada pro alto). Não queria q ele gozasse dentro, o risco e o mesmo de uma penetração sem camisinha, ele não devia ter feito isso, mas eu não tinha escolha e já era tarde pra reclamar.
– Não podemos deixar isso sair não e mesmo. – disse ele, sempre sorrindo.
Pegou um plug anal, com um rabo comprido, o plug de borracha tinha o formato de uma coxinha, e sua base devia ter uns 8 cm de diâmetro, talvez mais. Ele encaixou a ponta no meu cuzinho todo aberto e foi forcando ate entrar com dificuldade, dei um gemido forte, e o plug encaixou no meu cuzinho q foi fechando e fiquei com aquele rabo engatado na minha bundinha. Uns 10 cm próximo ao plug era mais rígido o rabo, e na posição q estava deixava a calda bem levantada, a calda parecia de gata, mas tenho certeza q naquele momento eu estava parecendo mais uma cadela no cio, principalmente com aquela coleira.
– Agora vou te dar um banho, e vamos pra cama! – e realmente eu estava precisando, assim ele me puxou pela coleira e levou ate o chuveiro onde caminhei com muita dificuldade, pernas bambas, sem forcas e pra piorar um rabo na minha bundinha. Só queria descansar, e ficava me perguntando o q aquele maníaco iria fazer depois.

Estou digitando e em breve devo mandar a ultima parte dessa minha noite.

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