Vida de Peão 2

15-05-17 Por 5 ★ 2.00

Como todos sabem sou Ricardo; no auge dos meus 25 anos estava eu agora uma transa com a patroa, cresci naquela fazenda e meu pai me ensinou tudo que sei, mas além da foda o papo da patroa na questão do estudo me deixou intrigado, pois não sabia se era real ou uma desculpa pra ela sentar na vara do garoto aqui.
Terminei meu ensino médio numa escola rural que foi desativada ano passado, e faculdade seria algo nunca pensado, queria ser administrador e aquilo mexeu com minha mente, mas como um caipira igual a mim iria se tornar um administrador de empresa, algo quase impossível.

No outro dia amanheci feliz, era outro cara afinal havia comido uma buceta gostosa e gozado gostoso, como de costume as 4 da madrugada já estava em pé, Demétrio era o cara que sempre estava ali tomando aquele mate, Diego às vezes aparecia com sua esposa, mas o cara da vez era eu e Demétrio mesmo, quando a gozada com a patroa era um segredo que havia ficado lá no meu quarto e não conteria a ninguém.

Demétrio tinha seus 30 anos, estilo negão; cara cabeça e tal que nunca pensava em casar e tinha no seu jeito engraçado de ser tirador de saro da fazenda, era como um irmão pra mim era o mais antigo na fazenda depois de mim e do meu pai.

Diego era o cara de aproximadamente 35 anos e era o funcionário mais novo na fazenda, tinha cinco anos com a gente, é casado com Renata de 25 anos e tem um menino recém-nascido, gente boa ele, porém seu jeito mulherenco fazia do seu casamento uma comédia de separa e volta.

Hora do almoço na sede pra mim era uma situação tensa, afinal a patroa tinha sido minha na noite passada; pra ela era natural, assim que ela agia me cumprimentava como se nada houvesse acontecido, e eu ali, sentado e tão com todos.

– Ricardo eu e minha esposa conversamos e como nossos filhos começam a faculdade este ano, gostaríamos que você também iniciasse a sua; é uma forma de você estudar e também olhar nossos filhos. Você aceita filho?

Fiquei sem atitude, pois o que madame disse iria acontecer mesmo, eu iria voltar estudar; mas perguntei como fica meu pai e meu cargo na fazenda, Seu Carlos esclareceu que meu pai iria se aposentar e ele ficaria na nossa casa da fazenda e iria ser acompanhado por todos; que meu salario seria mantido e que ele pagaria a faculdade, pois eu teria como objetivo acompanhar seus filhos Camila e Caio e também ajudar ele em um negocio futuro.

Eles disseram que iria arrumar outro peão pra fazer meu trabalho e que tinha consideração por mim e queria me ver formado.

Queria fazer administração, mas a duvida é como seria esta vida na capital e se iria me acostumar; Dona Ludmila veio falar comigo pela tarde, engraçado é que ela agia normalmente, como se nada tivesse acontecido, o que pra mim era estranho.

Como disse era uma faculdade, quem diria um peão de fazenda num banco de universidade, mas a missão de cuidar dos filhos do patrão era foda, pois não tinha muito papo com a tal Camila, o garoto achava meio afeminado, mas era gente boa, já a menina era típica patricinha.

Era o dia de ir; meu pai já estava em casa e sendo muito bem acompanhado, motivo de felicidade pra mim e pra ele me ver retomar aos estudos.

Fui levado pelo patrão, mas antes de partir eu e Dona Ludmila ficamos as escondidas, mas não rolou nenhuma foda, ela me dizia se eu necessitasse de dinheiro era só ligar pra ela que ela depositava e que eu teria meu carro também, pra questão de urgência.

Fui rumo a Campo Grande capital do estado, chegando lá iria morar numa bela casa, simples mais bem decorada e quem me recebia era Caio com seu jeitão estranho. Era um garoto comum, tinha seus 20 anos e nunca o vi com namorada, por isso achava ele meio boiola, era um garoto estudioso, alto, magro e branquelo rsrsr cabelo curto e so.

Seu Carlos me dizia que iria procurar uma empregada pra gente e Caio agradecia, disse que a concessionaria iria trazer um carro pra eu poder se deslocar da capital até a fazenda., fui para meu quarto e lá tinha uma cama de solteiro, uma televisão e um guarda roupa, a casa era linda, meu quarto diferente do da fazenda e eu me sentia um peixe fora d’água.

Três meses se passava eu e garotos nos davam bem, a guria que era chatinha, cheia de charme e não dava muita moral; ficaríamos na mesma faculdade, eu cursando administração, o garoto pedagogia e Camila advocacia.

Eu era o típico caipira da turma, era motivo de piada de Caio e Camila, pois tinham vergonha de mim; em um belo dia a garota amanheceu de bom humor e veio com um papo de banho de loja, não entendi nada, mas ela dizia que era algo legal. Entramos numa loja meio de patrão e ela foi escolhendo tal de camisa polo e umas calças coladas, eu dizia que aquilo era meio de viado, ai todos caímos na gargalhada.

Caio apenas observava e eu estava me sentindo desajeitado com tudo isso; tinha umas calças que parecia que minhas bolas iam explodir. Compramos umas roupas maneiras e logo a faculdade tomava forma e eu curtindo toda a situação, era uma experiência muito boa e mesmo distante da fazenda onde nasci e fui criado à cidade grande tinha seus encantos.

Depois daquele banho de loja começaram a chover garotas na minha horta até que surgiu um convite de uma gata chamada Vanessa de 18 anos, dona de um par de coxas e uma pele morena, cabelos cacheados; o convite era pra ir a um tradicional barzinho da Avenida Afonso Pena no centro da cidade.

Chegando lá já tinha uma turma bacana do meu curso, sentamos na mesma mesa e logo fui tomando algumas latinhas, aquela morena me deixava louco e então que na mesma noite rolaram altas caricias, em um local escuro dei aquele beijo gostoso, pequei a morena de jeito a taquei na parede e fui mostrando pra ela a pegada, ela meio gemendo de prazer segurava em meu corpo e me acaricia, queria mesmo é levar rola, estava doidinha, meu dedos massagearam sua bucetinha ate ela gozar na minha mãe, situação gostosa e perigosa o papo foi bacana, tomei algumas latinhas e devido o transito não poderia exagerar, muito menos levar aquela gostosa pra casa, vai que os patrões ficam sabendo.

Chequei em casa por volta das 02 da madrugada, entrei ainda meio tomado e fui ao quarto ver se a patricinha estava em casa, mas como era natural ela não estava, deveria estar com algum macho por ai, fui ao meu quarto, jóquei aquela agua no meu corpo coloquei uma cueca, me deu uma sede e resolvi ir ate a cozinha, afinal a guria não estava em casa e o Caio deveria estar no terceiro sono; como disse deveria.

Estou eu entrando dentro da geladeira pra comer um doce na madrugada e beber aquela agua, me viro e vejo o rapaz parado na minha frente, me perguntando o que eu estava fazendo ali quase nú. Dei risada e disse que estava roubando a geladeira, ele meio dormindo ou disfarçando bem, pois seu olhar mirando minha piroca era visível veio em minha direção, sai de perto e ele foi pegando o doce da minha mão.

– Ta atrevido em Caio? Tem medo não?

Fui em direção dele e logo ele foi me devolvendo rsrsrs parecia uma mulherzinha, afinal eu dava uns 03 dele; como disse o garoto era gente boa, magrinho e tal, na minha terra a gente diz meio ajeitado.

Ele me vira e diz:

– Você que é atrevido em ficar neste estado na minha frente.

O guri pirou de vez, veio em minha direção e sem nem tempo de eu pensar ele tira meu cacete pra fora e começa a mamar na minha rola.

#Continua

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 2,00 de 1 votos)
Loading...

Por

5 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos

  1. Anônimo

    [email protected]

  2. silva

    Um peão com sorte vai ter uma família para o satisfazer da mãe aos filhos todos levam com a mesma rola…. Força

  3. Ariel

    Puts! muito ruim nao tem exitação fala demais nao estiga nada!! tens muito a melhorar mano

  4. Anônimo

    Porra que caralho em, isso aqui é site pra conto erótico, e essa sessão gay, vc passou 90% do conto falando de buceta e da vida na faculdade, aaaaah num ferra

    • Daniels

      Fique tranquilo meu caro, melhores contos estarão por vir, sou detalhista!