Minha doce sobrinha Laura – pt 3

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Já fazia um ano que eu não via minha sobrinha, as lembranças das últimas vezes ficaram gravadas na minha cabeça, eu pouco conseguia transar com alguém sem desejar que fosse Júlia.
Toda semana eu ligava para minha irmã, mas evitava pedir pra falar com Júlia, pois seria estranho ficar pedindo pra falar com ela depois daquele fim de semana comigo.
Foi então que um dia liguei pra minha irmã:
– E ai vadia, como anda a vida com o broxa do teu namorado? – Minha irmã agora estava solteira desde ter sido agredida pelo ex marido.
– Qual deles?
– tá dando pra todo mundo mesmo?
– Sempre, tem alguém que goste mais que eu?
– Não sei. – Gargalhei.
– Sabe sim, você lembra bem. – Era a primeira vez que a gente comentava de quando transava na adolescência. Fiquei tímido e quieto por algum motivo.
– Mas e ai, como tá minha sobrinha.
– Tu não tá querendo comer ela não, né? – Perguntou ela rindo. – Porque ela tá ficando gostosinha.
– Tá maluca garota, kkkkk para de falar merda.
– Ela vivia falando que amou passar a semana com você, mas como você não falou nada, achei que tava incomodando. – Puta que pariu, não acredito que não ficava mais com minha sobrinha porque não perguntava dela.
– Nada, Júlia foi excelente, fazia tudo que eu pedia e me ajudava muito.
– Bem que tu podia ficar com ela um fim de semana né? Assim eu posso dar a buceta em paz. – Não tive como nao alargar um sorriso e sentir meu pau endurecer.
Passou a semana toda e eu estava esperando ela chegar, minha irmã ia deixar ela e sair rápido, eu já havia levado atestado na escola para avisar que não ia dar aula na sexta, justamente para esperar ela. A campainha tocou e eu abri.
– TIO!! – Ela pulou em mim me abraçando, retribui o abraço e a coloquei no chão, não quis olhar muito pra ela para não dar pinta pra minha irmã, mas já fiquei de pau duro na hora.
– Eai cuzão, cuida dá minha filha direito hein. – ela parou, olhou pra mim. – Nossa, tá malhando? Tá fortinho. – Deu uma risada. – E gostosinho. – E segurou meu pau por cima da calça. Ela na hora deu uma apertada e viu que estava duro. – Que isso? – Perguntou levantando uma das sombrancelhas.
– Acho que lembrei da adolescência. – Eu tive que pensar rápido.
– Aé? – ela só deu um sorriso. – Tenho que ir, vou trabalhar e depois vou dar até ficar inchada.
Fechei a porta e aí sim virei pra Júlia. Meu Deus, ela estava com a roupa dá escola, shortinho de escolher e camisa branca dá escola, já havia jogado a mochila no canto do sofá e eu estava olhando o celular. Ela havia cortado o cabelo mais curtinho e estava linda, a camisa estava um pouco larga e pude ver a forma de seu peitinho que já estava do tamanho de uma maçã. Eu já estava suando. Mas com tudo, eu percebi uma coisa. Esperei tanto tempo que não sabia mais como tomar a atitude. Andei até ela e sentei do lado dela no sofá.
– E ai gatinha, tá tudo bem?
– uhum – ela não tirava os olhos do celular
– E os namoradinhos? – Esse era meu atestado de tio.
– Só tenho um, Tio.
– Tem? – E juro que fiquei com ciúme.
– Tenho, olha aqui. – Aí ela me mostrou uma foto dela com um menino muito bonito também.
– Ihhh, parede boiola. – E realmente parecia.
– Também acho, mas é bonitinho.
Liguei a TV e ficamos vendo alguns programas, eu estava nervoso, não sabia o que fazer com aquela menina, ela não tirava os olhos do celular.
– Coloca nos desenhos pra mim. – Disse ela esticando os braços com o controle.
Coloquei e levantei pra cozinhar alguma coisa pra ela comer, diz o almoço e nada dela se manifestar, fiz o café dá tarde e nada dela deixar o celular e parar de falar com as amiguinhas e o namoradinho. Então tomei um banho pra ver se deixava esse tesão ir embora. Fiquei uma hora tocando uma punheta pensando nela ali na sala, eu queria ela quicando no meu pau, mamando minha rola, mas acho que não ia rolar. Depois de gozar comecei a ligar os pontos, lembrei de documentários que vi sobre meninas que transavam com parentes e bloqueavam isso dá memória, será que Júlia tinha me bloqueado? Depois passei a achar que ela estava apaixonada pelo namoradinho, fiquei com ciúme. Me enxuguei e fui pra sala, dei uma volta com ela no condomínio, ela ficou sentada no balanço com sozinha, ela já era “aquela que não se mistura com os outros” e depois voltamos, ela retirou o celular do carregador e voltou a ficar presa naquilo.
Então preparei o jantar.
– Júlia, tá entediada?
– Não tio, tô só pensando e conversando.
– Quer comer mais alguma coisa?
– Não, vou dormir Jajá, aí não gosto de comer muito.
– Também já vou.
Já era tarde, comemos, vimos TV e depois fomos dormir. Preparei a cama e ela vendo. Então ela me diz
– Tio, posso dormir no chão? – Foi o atestado de que ela havia me esquecido ou não queria nada.
– Claro. – Preparei a cama dela no chão e fui pra cama. Me revirei por alguns minutos e antes de dormir eu fui olhar o celular. Tinha uma mensagem dá minha irmã.
– Oh viado, como estão as coisas? Oh, sei que parece estranho, mas não repreenda Júlia se tu ver algo estranho. Desde que ela voltou dá sua casa a última vez, já peguei ela se masturbando umas 4 vezes, o psicólogo disse que é normal, então finge que não viu.
Puta que pariu, pra que eu fui ler isso? Meu pau tava quase batendo no teto, mas OK, me concentrei, liguei o abajur e fui dormir.

No meio dá noite fria eu senti um leve frio na barriga, minha samba canção estava meio molhada e eu acordei, senti um peso sobre mim e quando olhei pra baixo, lá estava Júlia com meu pau meio mole dentro da boca dela. Só fiz rir e respirar fundo, segurei seu cabelo e guiei ela pra cima e pra baixo. Estava tudo normal. Puxei ela pra cima e dei um beijo de língua nela, ela havia treinando bastante pelo jeito.
– Achei que não me queria mais.
– Fiquei com vergonha, tio.
– Mas e seu namoradinho?
– Não gosto dele.
– E pq fica falando com ele o dia todo?
– Não é com ele. – Ele me mostrou o celular e era uma amiga dá escola, ela dizia na mensagem “preciso muito chupar o pau dele” e a amiga respondeu “então chupa”
– O garota, tu tá falando isso pra alguém? – Perguntei quase em desespero.
– Eu não falo que é você, falo que é um amigo. – Dizia ela tocando uma punheta pra mim com aquelas mãozinhas pequenas.
– Ah tá. – Respirei fundo. – Estava com saudade.
– Eu também!
– Já deu pra alguém?
– Não, tive medo de virar fofoca.
– Então vem ca. – Deitei ela se barriga pra cima – Vou matar sua vontade.
Dei um beijo de língua nela, fui descendo pelo pescoço e levei minhas mãos até seus peitinhos maravilhosos, já estava doido pra mamar ali. Então levantei sua camisola de pano e pude ver o quão maravilhoso estava aquilo. Prontamente agarrei o peito e coloquei a língua cheia nele, fiz uma massagem com alingua no mamilo e fiz ela se contorcer em suspiros. Esse tesão todo era novidade.
Continuei até ela tirar parte de cima dá camisola e eu poder sentir que o corpo dela estava quente. Então fui descendo e tirando o shortinho de pano, vi aquela bucetinha com poucos pelinhos e já abocanhei com vontade, hora beijava as coxas, hora lambia o clitóris, mas sempre olhando aqueles olhinhos lindos. Eu chupava com vontade até sentir o corpo dela estremesser e ela gemer gostoso, era maravilhoso. Então eu enfiava minha língua desde o cuzinho até a buceta, ia lá de baixo até lá em cima, não demorou muito e eu senti o cu dela piscar na minha lingua. Ela ofegante gemia, meu pau quase estourava de tão duro. Então ela ficou mole na cama, eu dei uma trégua pra ela, mas sem que eu pedisse ela se sentiu na cama, eu de joelhos e ela sentada, ela segurou meu pau com as duas mãos e começou a chupar a cabeça e punhetar lentamente, era uma delícia. Eu segurava a cabeça dela e dava umas fodidas na boca dela, gemia enquanto batia meu pau na boca dela, forçava a cabeça do pau dentro da boca na bochecha. Então antes de gozar me deitei de barriga pra cima. Prontamente ela ficou de pé na cama, com um pé em cada lado ao meu lado, bem em cima de mim. Pude ver aquela menina tão pequena me deixar com mais tesão do que eu imaginava poder ficar. Então ela foi descendo de cócoras, segurou meu pau e eu molhei ele com um pouco de saliva. Ela encaixou bem na portinha e tentou descer, senti um calor absurdo, mas ela fez uma careta e tirou de dentro. Respirou fundo e prendeu a respiração, forçou e a cabeça começou a sumir dentro dela, eu sentia como se fosse um plástico quente descolando. Meu pau foi invadindo cada vez mais e ela dando uma gemidinha abafada, quase que um choro de gatinha. Eu vi aqueles olhinhos cheios de lágrimas e disse para ela parar, mas ela me ignorou e foi firme na descida até encostar no meu saco com aquela bundinha maravilhosa. Então me sentei, abracei ela e dei um longo beijo de língua, fiz ela dar uma rebolada e segurei ela pelas costas e na bunda, comecei o movimento de vai e vem fazendo ela subir e descer. Meu pau estava molhado e pulsando dentro dela, ela ainda sentia um pouco de dor, mas logo a dor foi passando, pude perceber quando não tinha mais dor quando ela segurou no meu ombro e começou a quicar no meu pau olhando dentro dos meus olhos, eu estava fica do maluco. Enquanto ela quicava, eu segurei seu cabelo pela nuca a obrigando a deixar o pescoço a amostra, eu suguei seu pescoço, e a fazia quicar, desci a mão e segurei seu peito, chupei o peito dela enquanto ela sentava no meu pau. Então, não aguentei sentir aquela buceta pequenininha piscando, coloquei o dedo na entrada do cuzinho dela, ele começou a piscar compulsivamente mostrando que estava gozando, cravei o pau até o fundo e deixei ele jorrar toda minha porra lá dentro. Nós dois gemiamos tão alto, que eu acho que todos os vizinhos escutaram… Júlia caiu na cama de lado, a bucetinha já expulsava minha porra De dentro, ela estava ofegante e com os olhos fechados, me levantei e tomei um banho quente de cinco minutos. Quando voltei ela estava dormindo com minha porra escorrendo pela perna. Sei que parece nojento, mas deixei ela assim, fiquei com pena de acordar ela, mas antes de me deitar do lado dela, abri um pouco sua bunda e vi o tamanho do buraco que deixei aquela bucetinha, um rombo vermelho e quente, meu pau deu uma pulsada e eu deitei do lado dela.

Durante a madrugada ela foi se ajeitando, encaixou a bunda de conchinha comigo, nos dois pelados, e eu ainda acordado. Ela parecia dormir, eu apenas a abracei, ela deu outra ajeitada, senti meu pau ficar duro, em segundos ele já estava entre as nádegas dela, ela começou a rebolar e dar umas pequenas gemidinhas, eu apenas segurei em sua cintura e deixei ela rebolar. Ela colocou a mão pra trás e segurou meu pau duro, ainda sem abrir os olhos, a mãozinha nem fechava no meu pau, ela punhetou e depois lambeu a mão e passou nele, parece que aprendeu . Em seguida guiou até a buceta e se empinou toda, eu senti cada centímetro do meu pau invadindo aquela delicinha, quando encostei na bunda dela ela deu um longo gemido e eu beijei seu pescoço de novo, enquanto eu beijava seu pescoço, eu socava o pau na buceta dela, ela só empinava mais e mais, segurei sua bunda e fiquei enfiando e tirando, fui lentamente subindo em cima dela e a virando de bruços, sem tirar o pau de dentro, ela abriu um pouco as pernas e eu socava com violência, mas sempre olhando pra ela, para ver se não estava machucando. Ela gemia.
– Tá gostando, Júlia?
– Tô, enfia mais.
– Não tá machucando?
– Tá bem pouco, mas eu adoro isso. Enfia titio.
Eu socava cada vez mais dentro dá minha sobrinha, então ela empinou mais a bunda e eu pude ver o quanto parecia improvável meu pau estar entrando ali, ela gemia alto e eu socava cada vez mais, segurei ela pelas a ancas e fudi com força, ela olhou pra trás e disse.
– Tio, eu vou mijar. – Eu sabia que não era urina, sabia que ela ia ter o primeiro super orgasmo dela.
– Vai putinha, pode soltar tudo.
Então enquanto eu socava ofegante e com força ela olhava pra mim é soltou um longo “aaahhiiiiiiii” e logo jorrou bastante na cama, era um gozo que saiu em explosão, ela tremia e eu estava quente o suficiente para não aguentar, tirei o pau de dentro dela e gozei na bundinha dela, enquanto ela tremia eu jorrava minha porra toda em cima dela. Ela ficou exausta e eu também, dei um beijo na nuca dela e fui tomar banho. Em seguida ela foi e dormimos bastante abracadinhos, claro que depois de virar o colchão.

Quem quiser falar comigo para brincarmos de tio e sobrinha, mando video meu…ou pedir continuação, me manda um email contodasobrinha@gmail.com

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