Afilhada do interior II

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Como disse no conto anterior “Afilhada do Interior I” voltei para casa com a minha afilhada e sua irmãzinha Eunice, minha mulher achou ruim me disse se eu era doido pegar a filha dos outro para criar, disse a ela que era um pedido do compadre Francisco que estava muito doente, mais assim que ele ficasse bom eu devolveria as meninas. Nesse dia minha mulher estava de folga e quando fui procura-la para uma foda disse que não estava afim. Fiquei meio cabreiro, pois já fazia mais de uma semana que nós não tínhamos relações sexuais, porem fiquei na minha. No outro dia recebi um telefonema da comadre que o compadre Francisco tinha morrido de madrugada e que o enterro seria a 17 horas desse dia, falei para minha mulher peguei as meninas coloquei no carro e partimos de volta, chegamos ao sitio era 3 horas as meninas ficaram todas chorosas toda a família reunida a filha mais velha Joana com o marido o segundo filho Pedro Paulo com a mulher, e Jr. Que é solteiro e tinha na época 17 anos. Depois do enterro me despedi e disse que voltaria naquela hora a comadre argumentou para eu dormir, pois já era 6 horas e dirigir de noite era perigoso, então fiquei par dormir outro sufoco para acomodar a todos, novamente ficou eu e as meninas no quarto delas, a comadre me disse compadre o Sr. não de importa de dividir essa caminha com a Clara, disse que sim que não tinha problema, a rede vou dar para minha netinha, a janta foi um café com pão e fomos dormir. As meninas foram primeiro, quando deu umas 11horas eu fui para o quarto a Cleonice já estava dormindo entrei tirei a bermuda e fiquei de cueca, Clara levantou e me deitei de costa para a parede novamente, ela deitou de costa pra mim e já fui passando a mão nela, que já estava sem calcinha, dessa vez não perdi tempo já fui metendo o dedo na bucetinha dela e batendo uma siririca no grelinho dela, mandei ela tira o camisão e ficou nuazinha e ficamos no amasso, porem esquecemos que Eunice estava dormindo do lado, só ouvimos a outra dizer tio; eu sonhei com papai e estou com medo, Clara estava nua eu ainda estada com minha cueca de seda, aquela aberta na frente, me ajeitei e levantei disse a a ela tá todo bem foi só um sonho, tio eu tô com medo, dorme de novo vou ficar aqui, e nada da pirralha dormir, ela disse tio dorme aqui comigo a Clara já esta dormindo, eu disse tá vou deitar ate você dormir tá bom? Deitei de costa pra parede de novo e abracei-a pra ver se dormia logo, só que a cama pequena e a gente encostado um no outro foi me dando tesão de novo, e passei logo a mão da bundinha dela, ela ficou quietinha, puxei o camisão dela e levei a mão na calcinha dela e nada não se mexia, metia a mão pela lateral da calcinha e bolinei no cusinho dela, ela nada não se mexeu, perguntei a ela se estava gostando disse que sim que seu irmão fazia isso com ela, pensei comigo filha da puta comeu as duas irmãs. Perguntei a ela o que ele fazia, disse ela passa o dedo na minha periquita, perguntei o que mais, ela disse só e eu gosto muito. Peguntei se já tinha metido o pinto dele na periquita dela, disse que não. Achei bom pois o safado tinha iniciado ela na putaria mais quem ia comer aquele cabacinho ia ser eu, Clara minha afilhada já dormia profundamente, então tirei a calcinha dela e comecei esfregar o pau na bucetinha dela, ela começo a rebolar no meu pau sem introduzir pois fiquei com medo de machucar a menina e dar merda numa casa cheira de gente então ficamos na sacanagem, nesse esfrega, esfrega ela gozou uma duas vezes depois de um tempo ela dormiu, levantei e fui pra cama da minha afilhada, me ajeitei novamente na minha posição anterior, Clara ainda estava totalmente nua, coloquei ela de ladinho e fui passando o pau na bucetinha dela ela acordou e falou padrinho? Eu respondi sim vamos continuar ela vamos, a outra começou e ressonar então tirei o cobertor e fui beijando o pescoço, o peitinho e fui baixando ate chegar na bucetinha e meti a língua, ai ela enlouqueceu, agarrava minha cabeça que chegava a me sufocar e a buceta dela toda melada das gozadas que dava, ela me puxou e disse padrinho quero fazer xixi, como eu sabia que era só gozo foi pra cima dela e enfiei o pau e bati com vontade, ela se agarra ao meu pescoço e unhava minha costa e gozou e ficou clicando no meu pau como se alguma coisa estivesse mastigando, passei o dedo no cuzinho dela e estava piscando e toda piscada era um aperto que dava no meu pau. Já era da manhã e dormimos ate as 9 , quando voltamos pra casa.
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